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Livros

A BONECA PLATINADA | Recomendação da viajante – leitura nacional!

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A Boneca Platinada é o primeiro romance policial do consagrado autor Álvaro Cardoso Gomes. Com um enredo movimentado, em que não faltam tramas paralelas, disputas de poder, políticos e policiais corruptos, sexo, violência e paixão, a obra tem elementos utilizados na medida certa para compor uma clássica história policial.

Particularmente, amo esse livro. Lembro-me que minha mãe comprou pra mim há uns 3 ou 4 anos em uma daquelas maquininhas de livros que ficavam nos terminais de metrô aqui em São Paulo. Comecei a ler e não quis mais parar. Quando me dei conta de que era uma obra nacional fiquei bastante impressionada pela qualidade, porque eu tinha aquele preconceito com autores brasileiros (não me julguem, eu era uma criança de 13 anos). Como a leitura assídua que sou, recomendo totalmente a leitura! 

Resultado de imagem para livro a boneca platinadaSinopse: Medeiros é um investigador do 113o. DP do Campo Grande, na Zona Sul, uma das regiões mais violentas da capital paulista. Ele é um detetive durão, solitário e frequentador das boates e inferninhos do centro da cidade. Leitor de romances policiais, sonha viver à maneira dos tiras famosos dessas aventuras, como o Marlowe, do Raymond Chandler, o Mike Hammer, do Mickey Spillane e o Sam Spade, do Dashiel Hammett.

Em seus plantões na delegacia, está acostumado a se defrontar com uma rotina sobrecarregada de homicídios, assaltos, latrocínios, sequestros e outros crimes registrados pelas páginas policiais. Por isso mesmo, e pelas circunstâncias que envolvem as ocorrências, percebe logo que tem nas mãos um caso complicado e de solução difícil, quando é chamado para desvendar o assassinato de um travesti, cujo cadáver é encontrado próximo à represa de Guarapiranga.

Álvaro fala sobre seu livro:

“O livro faz parte de uma série, tendo como sequência A ninfetinha e as As joias da coroa, ambos ainda inéditos e que contam com a mesma personagem, o investigador Medeiros”

 

A mais nova do grupo, com apenas 18 aninhos. Amante dos cartoons, livros e da sétima arte. Fã do maravilhoso mestre Tim Burton. Gakkain e grande amiga do Universo - Lei de Causa e Efeito funciona, vai achando que não. George R. R. Martin, eu lhe venero. Siga-me no insta: @talitamoriyama

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THE WITCHER | Melhor que o Senhor dos Anéis? (PARTE 1)

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Ok galera, sério, vocês estão sendo fera, ontem minha matéria sobre The Gifted ganhou alcance nacional (é muita gente pra agradecer e temos os problemas de propaganda, mas eu agradeço imensamente aos veículos e em especial a galera da Universo X-Men pela força). Mas hoje é sexta, vamo que vamo, e tem matéria pra passar.

A Europa hoje é um berço de criação, muitos dos melhores jogos, alguns dos melhores filmes e, principalmente, livros vêm de lá, com atenção as atuais ex-repúblicas soviéticas. Livre do controle pesado do Kremilin, essas nações estão agora exportando para o mundo o que de melhor eles têm, a sua cultura.

Em especial, Polska. É, a Polônia. Terra de Robert Lewandowski, craque do Bayern e ex Borussia Dortmund, hoje tem a oferecer muito mais ao mundo além do futebol (que é ótimo), através da companhia debutante CD Projeckt RED em 2007 trouxe a partir das histórias de Andrezj Sapkowski (considerado o Tolkien polonês) o jogo multipremiado The Witcher, um sucesso retumbante que fez no seu primeiro jogo 10 milhões de cópias vendidas, mesmo sendo um jogo considerado difícil por muitos gamers.

Mas não é pra isso que estamos aqui, o real assunto seria na verdade a mitologia criada por Andrezj. Superaria atualmente a Senhor dos Anéis e A Guerra dos Tronos de G.R.R. Martin? Para muitos fãs, sim, o universo de The Witcher realmente mostra que a criatura pode sim ter superado seus criadores (é sério). Juntando o importante acervo que tem de livros (todos excelentes), jogos (todos campeões de venda e crítica, um mito moderno), um card game (o famigerado Gwent) e até quadrinhos, o mundo do bruxeiro invadiu o Brasil. Hoje, no Facebook, juntando todas as comunidades estima em quase 2 milhões de fãs. É muita gente só aqui.

Eu não vou me ater a história (afinal teria que ser um post maior pra isso), mas vou falar dos livros e vamos (tentar) comparar, como em As Crônicas de Gelo e Fogo muita coisa fica nas entrelinhas, que fique claro que o bruxeiro Geralt de Rivia é um resolvedor de problemas e pouco liga de onde eles saem. É um Boba Fett, trabalha a preço fixo e se envolve nas tretas dos reinos mais por puro altruísmo mesmo.

Tudo começa em O Ultimo Desejo. Nele, Geralt tem os seus primeiros trabalhos como bruxeiro, e ao mesmo tempo discursa sobre o preço que pagou para se tornar um, o que remete as melhores histórias do Aranha, onde o poder se mistura com a responsabilidade, questões sobre o dinheiro e o altruísmo sempre presente do bruxão.

Qualquer semelhança do bruxeiro Geralt com samurais ou guerreiros chineses não é mera coincidência

O Último Desejo traz um sopro novo para o estilo, sem o didatismo de Silmarillon e o pragmatismo de Ned Stark em A Guerra dos Tronos, com um andamento que lembra O Hobbit em alguns momentos, os melhores momentos da fantasia estilo Grimm eslava estão brilhantemente presentes. O livro passa rapidinho, a leitura é leve, e quando você se dá conta, tá chegando no final. Aqui também já são colocadas as raízes do relacionamento conturbado entre Geralt e a feiticeira de Vergen, Yennefer, seu affair (e seu nêmesis também) no resto dos livros.

O segundo livro A Espada do Destino já deixa clara essa diferença, além de trazer mais sobre essa misteriosa personagem, há todo um clima de trevas no ar, semelhante a A Sociedade do Anel. Geralt parece impotente diante dos desafios, como Frodo no livro de Tolkien (aliás é muito prudente comparar o Bruxo ao tutorado de Gandalf), aliás são esses tropeços causados pela humanidade de Geralt que o torna um personagem tão singular.

O que nos leva a guerra total entre os metahumanos em O Sangue de Elfos. Retratada no jogo The Witcher, com cores bastante violentas, é pior ainda no livro, aqui como no fim de A Espada, entra em ação uma das personagens mais queridas da história do bruxeiro, Cirilla de Cintra, sua aprendiz e que conta como sua filha. Aqui a comparação cai com o Cão de Caça e Arya Stark, pois Ciri é de natureza guerreira como Arya tendo o “pai” Geralt como seu grande professor, a diferença para a jornada de Frodo contra as Duas Torres é que apesar do terror estar a espreita (o terror do preconceito), somente o treinamento árduo em um mundo que não admite perdedores pode preparar Ciri para os perigos inúmeros que cercarão a garota.

Outra comparação legal aqui seriam as histórias orientais de samurais, de mestre e discípulo filmadas pelo mestre Akira Kurosawa. A magia no mundo de The Witcher é traiçoeira e muitas vezes usada para fins obscuros o que mais uma vez aproxima o estilo de Sapkowski de G.R.R. Martin.

Bom como essa matéria ficou esticada além da conta, vou encerrar a primeira parte por aqui. Mas pretendo o mais rápido que eu puder terminar essa análise com as devidas comparações, abro aqui os comentários para que se você tem uma idéia que complemente ou melhore, ou discorde, nos interpele. Vou deixar um vídeo plus como sempre, e fique ligado na próxima análise.

 

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Livros

AGATHA CHRISTIE: POIROT INVESTIGA | Resenha da Viajante – O livro em que Poirot falhou

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E eu venho hoje falar do quarto livro da nossa amada Rainha do Crime. Poirot Investigates, no Brasil, Poirot Investiga. É um livro composto por quatorze contos de Agatha Christie, publicado em 1924 no Reino Unido, pela editora Bodley Head. Neles, o detetive Hercule Poirot soluciona casos dos mais variados e com as mais diferentes motivações para o crime. |Temos alguns sobre avareza, ciúme e a tão comum e afamada vingança

As histórias são contadas pela perspectiva do capitão Arthur Hastings, como eu já disse antes a vocês, ele é um simpático, leal a seus princípios e fiel companheiro do detetive belga Hercule Poirot, sendo que várias delas contam também com a participação de Japp, o inspetor-chefe da Scotland Yard.

São casos dos mais diversos tipos: roubos, raptos e assassinatos, que Poirot resolve com uma certa facilidade, utilizando sempre as suas formidáveis “células cinzentas”. Não posso adiantar muito sobre os contos, pois como são curtos, incorreria em grande chance de contar spoilers, e essa não é minha intenção. Portanto, acredito que vale a pena conferir o livro com nossos próprios olhos que “a terra um dia há de comer” e se estivéssemos num livro da nossa Rainha do Crime, a terra nos levaria em meio a intrigas e muito mistério.

Mas não resistirei em dizer a vocês que em uma das histórias, Hastings relata o único fracasso de Poirot, no tempo em ele ainda era da polícia. Em outra, o detetive resolve um mistério deitado em sua própria cama, pois não pôde sair de casa devido a um forte resfriado. Então, acreditem quando esta viajante lhes diz… Confiram com suas próprias células cinzentas e divirtam-se a valer com essas curtas intrigas e maravilhosos assassinatos. 

Continue por aqui para saber mais detalhes sobre a obra da nossa aclamada e desafiadora escritora do início do século XX. Lembre-se, leia o livro e deixe aqui seus comentários. O que achou desta obra? 

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HOUSE OF CARDS | Saiba sobre o livro que inspirou a série

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O livro “House of Cards“, que inspirou a série de mesmo nome e de muito sucesso, conta toda a história podre que existe por trás dos bastidores políticos. O leitor é levado para um cenário que envolve um emaranhado de manipulações, estratégias e crueldade que desenrola com os candidatos antes das eleições, tudo isso em meio à uma imprensa louca por um deslize que possa dar um grande furo de reportagem.

O líder da bancada do parlamento britânico, chamado Francis Urquhart, possui acesso a documentos comprometedores com segredos obscuros e incriminatórios de seus colegas políticos, inclusive membros do partido. Francis vai trabalhar e usar quem quer que seja para concretizar sua grande sede de poder que é ocupar a cadeira de primeiro-ministro, porém uma jornalista desafiadora e muito teimosa pode querer atrapalhar os seus planos.

Matte é muito esperta e boa no que faz quando o lance é conseguir uma boa história para a redação. O seu idealismo e persistência vai levá-la em busca de provas para descobrir uma rede de corrupção política. Os resultados serão descobertas inescrupulosas e um final inesperado.

 

Esta obra foi escrita pelo autor Michael Dobbs e publicada pela editora Benvira.

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