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A NOIVA FANTASMA | Resenha da Viajante!

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Li Lan acabou de se tornar uma “Noiva Fantasma”. Após o falecimento de sua mãe, o pai de Li Lan entrou em depressão profunda e isso fez ele acabar abrindo falência.

Uma família falida passa por grandes dificuldades e por conta disso Li Lan acaba recebendo a proposta de casar-se com um homem morto, pois assim a alma dele pode ter o tão sonhado descanso.

Porém, ela não aceita tudo assim calada e aí que começa a história, pois ela começa a fazer viagens para o inferno, desvenda mistérios e conhece personagens simplesmente incríveis! Ela também conhece demônios e percebe que a vida no inferno pode se parecer muito com a vida na terra.

O livro fala um pouco sobre a crença da cultura oriental, mas lembrando que ele relata uma crença muito antiga! Ou seja, ela ainda existe em alguns casos, mas é muito raro alguém ainda acreditar nisso.

O mistério do livro é maravilhoso, os personagens são trabalhados duma ótima forma e o final é surpreendente. Portanto, esse livro é ótimo em todos os sentidos!

Nota para o livro: 5 / 5

22 anos, formada em Gestão e Negócios, estudante de Fisioterapia, apaixonada pelo mundo nerd e louca por uns modão sertanejo.

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COMO (QUASE) NAMOREI ROBERT PATTINSON | Resenha da Viajante

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Duda é uma jovem de 19 anos que cursa jornalismo e é totalmente apaixonada pela Saga Crepúsculo. Mas ela é aquelas fãs que leva o livro para tudo que é lugar, sabe cada detalhe da vida dos personagens e sonha em casar com Robert Pattinson.

Mas o que ela nem imagina é que algo muito fora da realidade irá acontecer, ou seja, em uma viagem para Nova York, ela acaba conhecendo Miguel Defillippo.

Miguel é a cara de Robert Pattinson!! Ou seja, tudo em Miguel lembra o vampiro Robert. Miguel é um cara legal, bonito, sincero e possui uma vida complicada, alguns segredos e acaba se interessando por Duda, mas tudo indica que eles vão enfrentar alguns problemas.

O livro é extremamente divertido! Contém cenas leves, personagens engraçados e ao mesmo tempo extremamente inteligentes! É um livro para o público adolescente, mas qualquer fã da saga pode ler tranquilamente. Ou seja, é uma leitura leve e que fará o leitor fugir da realidade e dar boas risadas!

 

 

Nota para o livro:

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THE WITCHER | Melhor que o Senhor dos Anéis? (PARTE 1)

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Ok galera, sério, vocês estão sendo fera, ontem minha matéria sobre The Gifted ganhou alcance nacional (é muita gente pra agradecer e temos os problemas de propaganda, mas eu agradeço imensamente aos veículos e em especial a galera da Universo X-Men pela força). Mas hoje é sexta, vamo que vamo, e tem matéria pra passar.

A Europa hoje é um berço de criação, muitos dos melhores jogos, alguns dos melhores filmes e, principalmente, livros vêm de lá, com atenção as atuais ex-repúblicas soviéticas. Livre do controle pesado do Kremilin, essas nações estão agora exportando para o mundo o que de melhor eles têm, a sua cultura.

Em especial, Polska. É, a Polônia. Terra de Robert Lewandowski, craque do Bayern e ex Borussia Dortmund, hoje tem a oferecer muito mais ao mundo além do futebol (que é ótimo), através da companhia debutante CD Projeckt RED em 2007 trouxe a partir das histórias de Andrezj Sapkowski (considerado o Tolkien polonês) o jogo multipremiado The Witcher, um sucesso retumbante que fez no seu primeiro jogo 10 milhões de cópias vendidas, mesmo sendo um jogo considerado difícil por muitos gamers.

Mas não é pra isso que estamos aqui, o real assunto seria na verdade a mitologia criada por Andrezj. Superaria atualmente a Senhor dos Anéis e A Guerra dos Tronos de G.R.R. Martin? Para muitos fãs, sim, o universo de The Witcher realmente mostra que a criatura pode sim ter superado seus criadores (é sério). Juntando o importante acervo que tem de livros (todos excelentes), jogos (todos campeões de venda e crítica, um mito moderno), um card game (o famigerado Gwent) e até quadrinhos, o mundo do bruxeiro invadiu o Brasil. Hoje, no Facebook, juntando todas as comunidades estima em quase 2 milhões de fãs. É muita gente só aqui.

Eu não vou me ater a história (afinal teria que ser um post maior pra isso), mas vou falar dos livros e vamos (tentar) comparar, como em As Crônicas de Gelo e Fogo muita coisa fica nas entrelinhas, que fique claro que o bruxeiro Geralt de Rivia é um resolvedor de problemas e pouco liga de onde eles saem. É um Boba Fett, trabalha a preço fixo e se envolve nas tretas dos reinos mais por puro altruísmo mesmo.

Tudo começa em O Ultimo Desejo. Nele, Geralt tem os seus primeiros trabalhos como bruxeiro, e ao mesmo tempo discursa sobre o preço que pagou para se tornar um, o que remete as melhores histórias do Aranha, onde o poder se mistura com a responsabilidade, questões sobre o dinheiro e o altruísmo sempre presente do bruxão.

Qualquer semelhança do bruxeiro Geralt com samurais ou guerreiros chineses não é mera coincidência

O Último Desejo traz um sopro novo para o estilo, sem o didatismo de Silmarillon e o pragmatismo de Ned Stark em A Guerra dos Tronos, com um andamento que lembra O Hobbit em alguns momentos, os melhores momentos da fantasia estilo Grimm eslava estão brilhantemente presentes. O livro passa rapidinho, a leitura é leve, e quando você se dá conta, tá chegando no final. Aqui também já são colocadas as raízes do relacionamento conturbado entre Geralt e a feiticeira de Vergen, Yennefer, seu affair (e seu nêmesis também) no resto dos livros.

O segundo livro A Espada do Destino já deixa clara essa diferença, além de trazer mais sobre essa misteriosa personagem, há todo um clima de trevas no ar, semelhante a A Sociedade do Anel. Geralt parece impotente diante dos desafios, como Frodo no livro de Tolkien (aliás é muito prudente comparar o Bruxo ao tutorado de Gandalf), aliás são esses tropeços causados pela humanidade de Geralt que o torna um personagem tão singular.

O que nos leva a guerra total entre os metahumanos em O Sangue de Elfos. Retratada no jogo The Witcher, com cores bastante violentas, é pior ainda no livro, aqui como no fim de A Espada, entra em ação uma das personagens mais queridas da história do bruxeiro, Cirilla de Cintra, sua aprendiz e que conta como sua filha. Aqui a comparação cai com o Cão de Caça e Arya Stark, pois Ciri é de natureza guerreira como Arya tendo o “pai” Geralt como seu grande professor, a diferença para a jornada de Frodo contra as Duas Torres é que apesar do terror estar a espreita (o terror do preconceito), somente o treinamento árduo em um mundo que não admite perdedores pode preparar Ciri para os perigos inúmeros que cercarão a garota.

Outra comparação legal aqui seriam as histórias orientais de samurais, de mestre e discípulo filmadas pelo mestre Akira Kurosawa. A magia no mundo de The Witcher é traiçoeira e muitas vezes usada para fins obscuros o que mais uma vez aproxima o estilo de Sapkowski de G.R.R. Martin.

Bom como essa matéria ficou esticada além da conta, vou encerrar a primeira parte por aqui. Mas pretendo o mais rápido que eu puder terminar essa análise com as devidas comparações, abro aqui os comentários para que se você tem uma idéia que complemente ou melhore, ou discorde, nos interpele. Vou deixar um vídeo plus como sempre, e fique ligado na próxima análise.

 

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AGATHA CHRISTIE: ASSASSINATO NO CAMPO DE GOLFE | Resenha da Viajante

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The Murder on the Links, publicado no Brasil como Assassinato no Campo de Golfe é um romance policial de Agatha Christie, publicado em 1923, e conta com a participação do detetive Hercule Poirot e seu fiel escudeiro e amigo Mr. Arthur Hastings.

Confesso que esse livro deu-me um tanto de trabalho para consegui-lo, e acabei lendo a versão lusitana da obra. Dei boas risadas com as diferenças que nosso idioma possui nos países em que é usado. Peguei-me por várias vezes pesquisando no google o que significava alguns termos, e alguns eu não encontrei mesmo. Vocês já sabiam que lá eles usam “pequeno almoço” para “café da manhã”? E que o delegado na verdade é juiz de instrução fazendo aqui o papel de um investigador de polícia? Às vezes isso nos confunde um pouco enquanto estamos lendo. Mas até aí tudo bem. A história é narrada pelo Capitão Hastings, o qual participa também de um enredo secundário (isso realmente foi incrível!)Resultado de imagem para Assassinato-no-Campo-de-Golfe

Poirot recebe uma carta da França, com um pedido de socorro de Sr. Renauld que teme que sua vida esteja em perigo, e sem deixar claro os detalhes da situação, pede ao sagaz investigador para se encontrarem para este investigue a questão. Poirot e seu amigo Hastings partem imediatamente para Merlinville-sur-mer, no litoral francês.

Porém, contudo, todavia e… entretanto, eles chegam atrasados e o infeliz Sr. Renauld fora assassinado na noite anterior. Seu corpo fora encontrado por alguns homens que estavam trabalhando na construção de um campo de golfe no terreno da mansão.

Mesmo não podendo mais falar diretamente com o seu cliente, Poirot decide investigar junto com a polícia francesa e um outro detetive, Giraud, cujos métodos são bem diferentes dos que Poirot utiliza e considera eficazes. Essas divergências de atuação trazem à trama situações pra lá de engraçadas e mexem com os mais recônditos sentimentos do nosso querido e arrogante detetive, gerando inclusive episódios de ciúmes entre os amigos. Uma vez que Hastings encanta-se com o outro investigador, isso traz a Poirot algo ainda não experimentado. Iniciando assim uma hilária disputa entre os dois experientes detetives.

A investigação tem início e grandes reviravoltas são magistralmente apresentadas. A autora resolveu deixar um tantinho de lado a “linha Sherlock Holmes” e inseriu pitadas de romance na trama. É neste livro que Hastings conhece a sua “Cinderela” e acredito que ficarão surpresos tanto quanto eu fiquei em como o capitão é arrebatado por um sentimento até então desconhecido.

Analisando apenas informações e recordando o passado e similaridades em outras investigações, Poirot resolverá o mistério e identificará o assassino? Ou teremos um desfecho onde Giraud, que despreza o pequeno belga, resolverá o caso? Preferindo uma linha de investigação mais palpável e guiando-se por pistas concretas, tais como pegadas, impressões digitais e fios de cabelo, seguindo os moldes da polícia de Paris, conseguirá o detetive superar nosso conhecido amigo e suas células cinzentas?

O livro é muito bom e recomendo a todos que leiam. Para continuar acompanhando as resenhas da obra da nossa querida Majestade do Crime, fiquem por aqui no Nerdtrip. Deixem suas opiniões e comentários e lembrem-se de compartilhar.

 

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