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Angellus Domini Awards

ANGELLUS DOMINI AWARDS | Quando o trailer é melhor que o filme!

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A indústria de cinema sabe nos enganar direitinho. Um bom trailer tem a função de criar expectativas e nos deixar com aquela vontade maluca de ver o filme que vai estrear ano que vem! E ainda mais agora com a internet, os estúdios procuram fazer trailers cada vez mais caprichados, bem editados, com trilha sonora estrondosa e, as vezes, até mesmo com cenas que nem estão nos filmes.

E ocorre que com este capricho todo, os trailers podem ficar melhores  que os filmes em si!

X-MEN 3 – 

O trailer que mais me enganou até hoje. Foi o primeiro dos filmes dos X-men que pude ver no cinema, e quando saiu o primeiro trailer minhas expectativas sobre o filme foram jogadas nas alturas. O trailer prometia tudo. Mas o tudo prometido ficou apenas nos trailers. O filme não chega a ser uma bomba, mas ficou muito aquém do que poderia ter sido.

ESQUADRÃO SUICIDA – 

O primeiro trailer dá o tom que um filme sobre vilões deveria ter. Denso, com pouquíssimos momentos de humor, e uma música extremamente depressiva. Mostra um caminho que se trilhado daria um filme da intensidade de “Cavaleiro das trevas”. O outro é empolgante do início ao fim. Música do Queen, situações tensas mescladas com piadas que funcionam, e um clima sujão, meio dark, e, que pra mim, tem a frase que deveria definir o filme: “Somos vilões! É o que fazemos!”. Um dos melhores trailers que já vi no cinema. Mas aí que o filme não poderia ficar somente nos trailers, e quando o vimos em tela, a decepção foi enorme. Uma história mal amarrada, personagens subaproveitados, conclusões de arcos óbvios. Foi um dos filmes mais odiados do ano de 2016, e com muita razão.

STAR WARS EPISÓDIO I – A AMEAÇA FANTASMA – 

A maior saga da história do cinema, que empolgou uma geração toda de fãs finalmente retorna às salas de projeção. E o primeiro trailer traz o que os fãs estavam loucos de saudades: lutas de sabres de luz, naves no espaço, Mestre Yoda, um vilão marcante e o grande encontro entre Anakin Skywalker e Obi-Wan Kenobi. Tudo, é claro, embalado pela incrível música de John Willians. Isso levou milhões de pessoas aos cinemas, e a não ser que elas fossem muito crianças, saíram frustradas, para não dizer iradas, após a exibição! E o filme em questão foi apenas o início de uma trilogia que apenas George Lucas diz gostar. Tivemos que esperar mais alguns anos até que “O Despertar da Força” e “Rogue One” fizessem justiça à está história!

INDIANA JONES E O REINO DA CAVEIRA DE CRISTAL – 

Um chapéu, uma música e uma sombra! Isso já bastou para ficarmos loucos para ver esta quarta aventura do arqueólogo mais famoso do cinema. Parecia tudo perfeito no trailer: Steven Spielberg, George Lucas, Harisson Ford e John Willians juntos novamente, uma grande atriz (Cate Blanchet) como vilã e o astro teen do momento (Shia LaBeouf) fazendo a ponte com os mais jovens, função que foi de River Phoenix em “A Última Cruzada” ! O que poderia dar errado? Tudo! O filme é uma grande confusão e correria em uma história desinteressante e com uma conclusão frustrante. Basta esperar para ver se o prometido quinto capítulo da história irá fazer jus à história do personagem e sua importância para o cinema.

SUPERMAN RETURNS – 

Sabe aquele trailer bem curto, quase um teaser, que te deixa desesperado para ver um filme? Foi este o caso desta bela bomba! O primeiro trailer é um primor: narração de Marlon Brando e uma música que busca em nossa memória os excelentes primeiros filmes do Azulão. O clima de nostalgia ainda ganha mais força com o visual meio antigo das imagens, mostrando uma parte da infância de Clark e as descobertas sobre seus poderes e sua história. Ainda dá uma aura divina ao mostrá-lo vindo dos céus, quando a narração afirma: “Eu envio você meu filho!”. Lindo de se ver! Mas e o filme? Melhor esquecer que foi feito.

HANCOCK –  

Este filme poderia ter adiantado em vários anos o sucesso, de público e crítica, de Deadpool. A premissa mostrada no primeiro trailer é revolucionária para o cinema: um ser superforte (com poderes similares ao do Escoteiro Azul) mas sem a honra e decência. O trailer já mostra Will Smith, no auge da fama, dormindo bêbado em um banco de praça, assediando mulheres, sendo insultado por crianças e jogando baleias de volta no mar pelo rabo. Mas ai vem o filme para estragar tudo, quando coloca um amor impossível (e jogado totalmente de graça na história) entre Hancock e a personagem vivida por Charlize Theron, e que de uma hora para outra, e sem explicação nenhuma, é transformada em uma vilã destruidora. Este é um filme que merecia uma refilmagem nesta era pós-Deadpool!

X-MEN ORIGINS: WOLVERINE – 

(Duas estrelas pela cena de abertura e pela sequência das Guerras. por mim o filme pararia ali!)

Qual fã de Wolverine não foi à loucura com este trailer? Ele traz tudo que se espera de uma historia sobre a origem do Arma-X: cenas baseadas na excelente graphic novel “Wolverine: Origens”, onde somos apresentados ao jovem James Howlet; Willian Striker e todo o projeto do Arma X; e o embate com seu nêmesis, Dente de Sabres. Perfeito! Pena que não pudemos ficar apenas no trailer. Tivemos que ir no cinema e ver aquela tragédia, em que a honra do Carcaju foi mergulhada na lama e somente retirada agora com o excelente “Logan”.

BATMAN VS SUPERMAN – A ORIGEM DA JUSTIÇA – 

O embate dos dois mais famosos heróis do mundo dos quadrinhos, aguardado por todos os fãs desde que Christopher Reeve voou e que Michael Keaton vestiu o manto do cavaleiro solitário. Como ambos heróis no cinema seguiriam caminhos separados, este encontro estava cada vez mais distante. Até que a DC (e Warner) vendo o sucesso estrondoso da Marvel, resolve finalmente unir seu universo cinematográfico. E o que vimos no trailer deixou os fãs desesperados para irem para a fila dos cinemas. Ele tinha tudo que queríamos em um filme adulto, denso e o mais realista que um filme de heróis pode ser. Sem contar que ainda fomos apresentado à beleza estonteante da Mulher Maravilha, já dando sinais de que o filme da “Liga da Justiça” estava a caminho. Já a realização do filme foi sofrível, fraco, sem uma ligação interessante entre as histórias, as cenas de ação pareciam ter sido filmadas aleatoriamente e juntadas por um editor com sono. E o embate entre os dois heróis era aquilo mostrado nos trailers, e só!

 

Professor de História e Grande apaixonado pela sétima arte e da maior premiação do cinema, o Óscar. Viciado em séries e Redador das colunas “Vale a Maratona” e “Papo de Cinema”.

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ANGELLUS DOMINI’s AWARD | O Papa é Pop: O cinema e os papas

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O papa é pop? Pelo menos no cinema, são diversas obras que apresentam pontífices, reais ou fictícios, que buscam tentar entender e desmistificar essa figura.

Quais as mais complexas, diferentes ou divertidas representações de papas no cinema? Esta lista apresenta algumas destas obras.

HABBEMUS PAPA (2011)

Michel Picolli

Um papa em conflito de identidade, um conselho de cardeais perdidos e um psiquiatra ateu (vivido pelo diretor Nanni Moretti) tendo que resolver tudo. Tudo embalado em uma deliciosa comédia italiana, que analisa como poucos a pressão do cargo de chefe da Igreja . O veterano ator Michel Picolli convence como o cardeal em fuga e com medo, e sua comparação do cargo de papa com o de ator é profundo e comovente. Uma obra pequena e singela, que vai provocar reflexão, mas também boas risadas. O filme ainda previu a possibilidade de renuncia de um papa na era moderna, o que ocorreu dois anos depois.

IRMÃO SOL, IRMÃ LUA (Fratello sole, sorella luna – 1972)

Sir Alec Guinness

Antes de dar a vida ao grande mestre Jedi, Sir Alec Guiness viveu outro líder espiritual, dando vida ao Papa Inocêncio II no clássico de Franco Zefirelli. Sua participação foi pequena, mas marcante, emprestando sua imponência nobre ao líder católico que fez contraponto ao personagem mais conhecido do catolicismo.

ANJOS E DEMÔNIOS (Angels & Demons – 2009)

Ewan McGregor

Parece que os interpretes de Obi Wan acabam ficando especialistas em fazer papel de papas no cinema. Na adaptação da obra de Dan Brow, Mcgregor dá vida ao Carmelengo (o responsável pela Igreja na ausência do Papa) que integra uma intrincada rede de conspirações. 

EUROTRIP – PASSAPORTE PARA A CONFUSÃO (EuroTrip – 2004)

Scott Mechlowicz

Não é um “papa”, mas a cena é muito divertida ao misturar todo o complexo ritual de eleição e apresentação do papa com uma comédia adolescente escrachada. Ao ficarem perdidos dentro do Vaticano, os dois amigos acabam em meio a muitas confusões “matando e elegendo” um novo papa, diante de olhares incrédulos da multidão que se reuniu na praça de São Pedro, e da perplexidade do Papa verdadeiro. Um filme para muitas risadas.

AS SANDÁLIAS DO PESCADOR (The Shoes of the Fisherman – 1968)

Anthony Quinn

O livro de Morris West é considerado uma previsão do futuro, ao anunciar com anos antes a eleição de um papa de um país comunista. Anthony Quinn vive o papa Kiril Lakota, um russo prisioneiro politico que é eleito com a missão de intermediar a crise entre o Ocidente, a Russia e a China. A força da mensagem do livro se perde em partes com o fim da Guerra Fria, mas mesmo assim o filme serve como uma interessante obra pra se conhecer o período.
O filme ainda apresenta o ficitício Pio XIII, que morre no inicio, interpretado pelo ator John Gielgud… – que é o ator que mais viveu papas no cinema, interpretando ainda os reais Paulo IV (Elizabeth) e Pio XII em “O Escarlate e o Negro”.

PAPISA JOANA (Die Päpstin – 2009)

Johanna von Ingelheim

E se o papa fosse uma mulher? A lenda da papisa Joana é mostrada com tons de veracidade na obra alemã estrelada por Johanna von Ingelheim . Uma mulher à frente do seu tempo que se disfarça de homem para poder fazer parte do universo religioso e político de sua época. Segundo a lenda morre ao dar à luz durante uma procissão, e até hoje sua história gera controvérsias. Provocativo.

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ANGELLUS DOMINI’s AWARDS | Deus e Diabo na terra do Cinema (Parte II)

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DEUS E O DIABO NA TERRA DO CINEMA (PARTE II)

Continuando minha análise sobre as representações das figuras máximas da cultura judaico-cristã no cinema, esta semana vamos analisar algumas das mais controversas representações de Deus no cinema.

Se os deuses das mitologias antigas, como Loki ou Thor por exemplo, são tratados como um personagem comum da ficção, o Deus principal das três maiores religiões monoteístas do mundo é tratado com reverencia na maioria das obras, a não ser quando o objetivo do filme é realmente chocar a sociedade (como uma das obras apresentadas abaixo):

TODO PODEROSO 1 e 2 (Bruce Almighty – 2003 / Evan Almighty – 2007)

 (Média dos dois filmes)

Morgan Freeman

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MORGAN FREEMAN

O ator chegou ao ponto de sua carreira de ser considerado uma unanimidade quando se pensa em alguém para dar a voz a Deus: seu jeito bondoso de “vovô”, sua voz calma e forte que transmite sabedoria e sua presença intimidadora e serena ao mesmo tempo pareceu ter sido a escolha óbvia para interpretar Deus, que mesmo em duas obras de comédia (a primeira ligeiramente supResultado de imagem para morgan freeman deuserior por contar com Jim Carrey no melhor momento de sua carreira) e não tão levadas a sério pela crítica, agradou ao público a ponto de ser considerado por muitos a interpretação definitiva de Deus. O filme é totalmente reverente com a figura de Deus, e a mensagem que transmite agrada em cheio aos religiosos.

DEUS É BRASILEIRO – 2003

ANTONIO FAGUNDES

Se em Hollywood o “Deus definitivo” é Morgan Freeman, em terras tupiniquins a escolha óbvia para o Todo Poderoso foi Antônio Fagundes. O eterno galã global, com seus cabelos brancos e anos  interpretando os mocinhos das telenovelas foi o responsável por protagonizar o filme onde Deus se cansa do trabalho e resolve tirar férias. Mas antes resolve buscar um substituto em terras brasileiras. Acompanhado de um borracheiro e uma prostituta, eles viajam pelo interior do Brasil atrás do candidato a Deus, um santo ateu (?!?). Uma visão interessante sobre o tema, que adapta a fenomenal obra “O santo que não acreditava em Deus”, de João Ubaldo Ribeiro.

O PRINCIPE DO EGITO (The Prince of Egypt – 1998)

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VAL KILMER

Quando a DreamWorks teve a intenção de fazer um remake em animação do épico dos épicos, “Os Dez Mandamentos”, os críticos surtaram. Daria certo mexer em uma das obras mais icônicas do cinema, do mestre Cecil B. de Mille e com os astro Charlton Heston? Bom a obra foi um incrível sucesso de público e critica (além de levar o Oscar de Melhor Canção Original). Mas os produtores tiveram uma crise criativa em como resolver um dilema: como representar Deus? Hans Zimmer deu a solução: e se Deus e Moisés tivessem a mesma voz, sobrepostas ainda com as vozes de quase todos os personagens hebreus. Foi dai que surge a voz que fala com o profeta hebreu através do arbusto em chamas: Val Kilmer empresta sua voz a ambos os personagens, e enquanto esta representado Deus, os demais dubladores o acompanham no fundo. Um efeito belíssimo.

EXODUS: DEUSES E REIS (Exodus: Gods and Kings – 2014)

ISAAC ANDREWS

Quando Ridley Scott quis dar realismo à sua própria narrativa da História de Moisés, ele já sabia que compraria uma boa briga, tanto com cristãos tradicionalistas quanto com judeus. E conseguiu desagradar a todos, e isto teve um grave reflexo na bilheteria. O filme não chegou a ser um fracasso retumbante, mas ficou longe de um sucesso. Embora a reconstrução histórica esteja com um nível incrível, reproduzindo com fidelidade o Egito de Ramsés, o público acostumado com obras religiosas ficou pouco à vontade em ver a narrativa bíblica ganhar contornos humanos. Mas é na representação de Deus que está o foco da maior polemica deste filme. O escolhido foi o ator britânico de 11 anos, e que faz da divindade máximas dos judeus um menino autoritário e as vezes cruel, que não aceita ser contrariado e impõe sua vontade. Impactante e provocativo.

DOGMA (Dogma – 1999)

ALANIS MORISSETTE

Deus em um filme de Kevin Smith é um convite para polêmica. A história parece ter uma placa dizendo “PROVOCAÇÃO”: Dois anjos caídos (Matt Damon e Ben Affleck)  encontram na doutrina católica uma brecha para voltarem ao céu, e com isso acabarem com a Onipotência de Deus. E para impedirem isso se unem a Metraton, a Voz de Deus (Allan “Snape”Rickman), a última descendente de Cristo e Chris Rock no papel de Rufus, o apóstolo tirado da Bíblia por ser negro. Se não estava provocativo o suficiente, temos a hilária participação da cantora Allanis Morrissete como Deus, dando cambalhotas, brincando no parque e usando sua voz para destruir cabeças. Por conta dessa obra, Smith chegou a sofrer duas ameaças de morte.

A CABANA (The Shack – 2017)

OCTAVIA SPENCER

Deus é mulher, e negra (A vencedora do Oscar Octavia Spencer). O Espírito Santo também é mulher, e pra ajudar um israelense (Avraham Aviv Alush) para interpretar Jesus. E mesmo assim o filme agradou milhões de cristãos que lotaram as salas de cinema, e saíram de lá com lágrimas nos olhos. O segredo por traz dessa façanha é ser baseado uma um best-seller de auto ajuda que já vendeu mais de 18 milhões de copias no mundo todo. O filme aborda a história de um homem que perde a fé em um momento de tragédia pessoal, e recebe a visita da Santíssima Trindade disfarçados em figuras humanas. Feito sobre medida para emocionar.

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ANGELLUS DOMINI AWARDS | Deus e o Diabo na Terra do Cinema  (PARTE I)

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As figuras de Deus e do Diabo sempre despertaram fascínio na sociedade Ocidental. Desde os tempos do antepassado medieval do cinema, o teatro de rua, a figura satírica e amedrontadora do diabo tem algumas das características, como chifre, casco e cheiro de enxofre, com o objetivo de amedrontar os vivos mortais.

Com o advento do cinema, diversas vezes o tinhoso foi retratado, das mais diversas maneiras, de comédias a filmes de terror.

Selecionamos nesta coluna sete incursões do pé-preto na ficção:

1A PAIXÃO DE CRISTO (The Passion of the Christ – 2004) – 

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Rosalina Celentano

A atriz romena, com seu visual andrógeno e olhar intenso, é a representação crua do mal ancestral cristão. A atriz não transpassa emoção, sempre fria e intensa, em um dos momentos mais dramáticos da narrativa cristã, a tentação de Jesus antes de sua morte. O diabo nunca foi retratado tão sobriamente nas telas, deixando de lado todo o visual grotesco e amedrontador, mas transpondo para a tela sua face mais humana, e por isso mesmo mais intimidador.

 

 

 

2 – ENDIABRADO (Bedazzled – 2000) – 

Elizabeth Hurley

Uma das mais sedutoras imagens do diabo nas telas do cinema americano, esta comédia bobinha é um prato cheio para a diversão descompromissada. Na trama, um escritor (interpretado pelo sumido Brandon Fraser) vende sua alma em troca de sete desejos. Claro que o diabo prepara uma série de armadilhas para o pobre infeliz. O final, moralista como toda comédia água com açúcar do inicio dos anos 2000, não tira a diversão descomprometida de acompanhar as pequenas maldades (e sensualidade) do diabo em pele de mulher.

 

3 – O AUTO DA COMPADECIDA (1999) – 

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Luis Mello

O cinema brasileiro nos brinda com um dos diabos mais interessantes do cinema, buscando resgatar a imagem dos autos medievais, onde o diabo é ao mesmo tempo o acusador dos fiéis, mas também uma figura satírica e funesta. O embate jurídico pelas almas e a disputa final com a Virgem Maria da esplêndida Fernanda Montenegro são uma das obras mais interessantes do cinema nacional.

 

 

 

 

4 – CORAÇÃO SATÂNICO (Angel Heart – 1987) – 

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Robert de Niro

Se o nome, Louis Cyphre, já não fosse o suficiente, suas ações ao longo da história mostram toda crueldade do Príncipe das Trevas ao atormentar o detetive de Mike Rourke. Um clássico que envelheceu super bem como um trilher na busca de alguém que deve algo, e já devemos supor o que é para o sete peles. Se o plot twist do final já não seja surpresa mais, a interpretação de De Niro é uma grata recompensa.

 

 

5 – ADVOGADO DO DIABO (The Devil’s Advocate – 1997) – 

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Al Pacino

Nenhuma lista que se preze sobre a representação do diabo no cinema estará completa sem a presença do incomparável John Milton, interpretado por um Al Pacino no auge de sua capacidade como ator. Hipnotizante. Ele realmente convence como o Anjo Caído, ao seduzir, literalmente, mãe e filha, e (sem trocadilhos) infernizar a vida de Keanu Reeves. O filme tornou famosa a frase, utilizada até mesmo por grupos religioso, “O maior trunfo do diabo foi fazer as pessoas acreditarem que ele não existe!”

 

6 – A MARVADA CARNE (1985) – 

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Regina Casé

O filme pode parecer estranho para o público mais jovem, mais é uma deliciosa e ingênua comédia brasileira da década de 80, em que o ingênuo Quin faz de tudo para comer carne de boi. O desejo por carne e suas tentativas de finalmente comer a iguaria o leva a inúmeras desventuras, que vai de se casar com a filha de um vizinho (que “tortura” uma imagem de Santo Antônio) até se aventurar pela cidade grande. A participação do diabo vem na forma de Regina Casé, quando ele tenta numa ato desesperado vender sua alma ao chifrudo por um pedaço da “marvada carne”. A participação de Casé é pequena, mas hilária. Vale a pena perder o preconceito e conferir.

7 –  A Casa da Árvore dos Horrores IV (Treehouse of Horror IV – 1993) – 

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Ned Flanders

Tá, eu sei que prometi uma lista sobre cinema! Mas não poderia deixar de lado esta deliciosa história dos Simpsons, em que o certinho Ned revela que, na verdade, é o próprio Demônio, que compra a alma de Homer por uma rosquinha. A história ainda se desdobra em um insano julgamento pela alma do patriarca amarelo e termina com uma intensa declaração de amor de Homer para Marge. Um dos melhores episódios dos Simpsons em mais

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