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AS CRÔNICAS DE MAGNUS BANE | Resenha da Viajante

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Salve salve tripulantes, tudo bem com vocês?

Quem esta assistindo  o seriado “Shadowhunters” na Netflix com certeza conhece o personagem “Magnus Bane”, a série de TV foi baseada na série de livros  ” Os Instrumentos Mortais” e  As Crônicas de Magnus Bane é uma história contada antes de todos acontecimentos que começam no livro “Cidade dos Ossos”. O personagem fez tanto sucesso que ganhou uma obra só dele para nossa alegriaaaaaa  para alegria dos fãs.

O livro conta a história de Magnus Bane, um personagem significativo da série que já citei acima, sobre sua vida antes de encontrar com a mãe de Clary e os outros jovens caçadores de sombras.

Bane é um mago jovem de vida excêntrica, ganha a vida fazendo magia para pessoas de Elite, é extravagante em tudo, inclusive no modo de se vestir e de gastar seu dinheiro, ele é imortal por isso já viveu vários seculos e muitos amores.

O spin-off conta suas muitas aventuras no meio da burguesia através dos tempos, como enfrentou batalhas, ajudou pessoas que amava e o quanto se sacrificou pra ajudar os seus amigos, até chegar a conhecer finalmente a mãe de Clary e ela virar sua vida de cabeça para baixo , fazendo um pedido perigoso e difícil que o leitor só vai saber se ler o primeiro livro da série  “Cidade dos Ossos”.

A capa do livro é holográfica e tem várias ilustrações divertidas no final de cada capitulo, muito bem escrito pela mesma autora dos outros livros Cassandra Clary e os dois autores Sara Rees Brennan e Maureen Johnson, publicado pela Editora Galera Record.

O personagem ganha vida pela primeira vez no filme baseado no primeiro livro Cidade dos Ossos interpretado pelo ator “Godfrey Gao“.

E atualmente na série Shadowhunters na Netflix é interpretado pelo ator “Harry Shum Jr

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Baiana, apaixonada por cultura oriental, HQs, seriados de TV, livros, cinema e musica. Adora Pizza, pipoca, Hugh Jackman, Wolverine, visitar a Saraiva, shopping, maquiagem e leitura. Amores da vida, Filha, marido, família e Netflix Cristã, e fã do seriado Supernatural, tem o sonho de um dia conhecer os Winchesters e o Japão. Sonha no mundo real e vive na fantasia.

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THE WITCHER | Melhor que o Senhor dos Anéis? (PARTE 1)

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Ok galera, sério, vocês estão sendo fera, ontem minha matéria sobre The Gifted ganhou alcance nacional (é muita gente pra agradecer e temos os problemas de propaganda, mas eu agradeço imensamente aos veículos e em especial a galera da Universo X-Men pela força). Mas hoje é sexta, vamo que vamo, e tem matéria pra passar.

A Europa hoje é um berço de criação, muitos dos melhores jogos, alguns dos melhores filmes e, principalmente, livros vêm de lá, com atenção as atuais ex-repúblicas soviéticas. Livre do controle pesado do Kremilin, essas nações estão agora exportando para o mundo o que de melhor eles têm, a sua cultura.

Em especial, Polska. É, a Polônia. Terra de Robert Lewandowski, craque do Bayern e ex Borussia Dortmund, hoje tem a oferecer muito mais ao mundo além do futebol (que é ótimo), através da companhia debutante CD Projeckt RED em 2007 trouxe a partir das histórias de Andrezj Sapkowski (considerado o Tolkien polonês) o jogo multipremiado The Witcher, um sucesso retumbante que fez no seu primeiro jogo 10 milhões de cópias vendidas, mesmo sendo um jogo considerado difícil por muitos gamers.

Mas não é pra isso que estamos aqui, o real assunto seria na verdade a mitologia criada por Andrezj. Superaria atualmente a Senhor dos Anéis e A Guerra dos Tronos de G.R.R. Martin? Para muitos fãs, sim, o universo de The Witcher realmente mostra que a criatura pode sim ter superado seus criadores (é sério). Juntando o importante acervo que tem de livros (todos excelentes), jogos (todos campeões de venda e crítica, um mito moderno), um card game (o famigerado Gwent) e até quadrinhos, o mundo do bruxeiro invadiu o Brasil. Hoje, no Facebook, juntando todas as comunidades estima em quase 2 milhões de fãs. É muita gente só aqui.

Eu não vou me ater a história (afinal teria que ser um post maior pra isso), mas vou falar dos livros e vamos (tentar) comparar, como em As Crônicas de Gelo e Fogo muita coisa fica nas entrelinhas, que fique claro que o bruxeiro Geralt de Rivia é um resolvedor de problemas e pouco liga de onde eles saem. É um Boba Fett, trabalha a preço fixo e se envolve nas tretas dos reinos mais por puro altruísmo mesmo.

Tudo começa em O Ultimo Desejo. Nele, Geralt tem os seus primeiros trabalhos como bruxeiro, e ao mesmo tempo discursa sobre o preço que pagou para se tornar um, o que remete as melhores histórias do Aranha, onde o poder se mistura com a responsabilidade, questões sobre o dinheiro e o altruísmo sempre presente do bruxão.

Qualquer semelhança do bruxeiro Geralt com samurais ou guerreiros chineses não é mera coincidência

O Último Desejo traz um sopro novo para o estilo, sem o didatismo de Silmarillon e o pragmatismo de Ned Stark em A Guerra dos Tronos, com um andamento que lembra O Hobbit em alguns momentos, os melhores momentos da fantasia estilo Grimm eslava estão brilhantemente presentes. O livro passa rapidinho, a leitura é leve, e quando você se dá conta, tá chegando no final. Aqui também já são colocadas as raízes do relacionamento conturbado entre Geralt e a feiticeira de Vergen, Yennefer, seu affair (e seu nêmesis também) no resto dos livros.

O segundo livro A Espada do Destino já deixa clara essa diferença, além de trazer mais sobre essa misteriosa personagem, há todo um clima de trevas no ar, semelhante a A Sociedade do Anel. Geralt parece impotente diante dos desafios, como Frodo no livro de Tolkien (aliás é muito prudente comparar o Bruxo ao tutorado de Gandalf), aliás são esses tropeços causados pela humanidade de Geralt que o torna um personagem tão singular.

O que nos leva a guerra total entre os metahumanos em O Sangue de Elfos. Retratada no jogo The Witcher, com cores bastante violentas, é pior ainda no livro, aqui como no fim de A Espada, entra em ação uma das personagens mais queridas da história do bruxeiro, Cirilla de Cintra, sua aprendiz e que conta como sua filha. Aqui a comparação cai com o Cão de Caça e Arya Stark, pois Ciri é de natureza guerreira como Arya tendo o “pai” Geralt como seu grande professor, a diferença para a jornada de Frodo contra as Duas Torres é que apesar do terror estar a espreita (o terror do preconceito), somente o treinamento árduo em um mundo que não admite perdedores pode preparar Ciri para os perigos inúmeros que cercarão a garota.

Outra comparação legal aqui seriam as histórias orientais de samurais, de mestre e discípulo filmadas pelo mestre Akira Kurosawa. A magia no mundo de The Witcher é traiçoeira e muitas vezes usada para fins obscuros o que mais uma vez aproxima o estilo de Sapkowski de G.R.R. Martin.

Bom como essa matéria ficou esticada além da conta, vou encerrar a primeira parte por aqui. Mas pretendo o mais rápido que eu puder terminar essa análise com as devidas comparações, abro aqui os comentários para que se você tem uma idéia que complemente ou melhore, ou discorde, nos interpele. Vou deixar um vídeo plus como sempre, e fique ligado na próxima análise.

 

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AGATHA CHRISTIE: ASSASSINATO NO CAMPO DE GOLFE | Resenha da Viajante

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The Murder on the Links, publicado no Brasil como Assassinato no Campo de Golfe é um romance policial de Agatha Christie, publicado em 1923, e conta com a participação do detetive Hercule Poirot e seu fiel escudeiro e amigo Mr. Arthur Hastings.

Confesso que esse livro deu-me um tanto de trabalho para consegui-lo, e acabei lendo a versão lusitana da obra. Dei boas risadas com as diferenças que nosso idioma possui nos países em que é usado. Peguei-me por várias vezes pesquisando no google o que significava alguns termos, e alguns eu não encontrei mesmo. Vocês já sabiam que lá eles usam “pequeno almoço” para “café da manhã”? E que o delegado na verdade é juiz de instrução fazendo aqui o papel de um investigador de polícia? Às vezes isso nos confunde um pouco enquanto estamos lendo. Mas até aí tudo bem. A história é narrada pelo Capitão Hastings, o qual participa também de um enredo secundário (isso realmente foi incrível!)Resultado de imagem para Assassinato-no-Campo-de-Golfe

Poirot recebe uma carta da França, com um pedido de socorro de Sr. Renauld que teme que sua vida esteja em perigo, e sem deixar claro os detalhes da situação, pede ao sagaz investigador para se encontrarem para este investigue a questão. Poirot e seu amigo Hastings partem imediatamente para Merlinville-sur-mer, no litoral francês.

Porém, contudo, todavia e… entretanto, eles chegam atrasados e o infeliz Sr. Renauld fora assassinado na noite anterior. Seu corpo fora encontrado por alguns homens que estavam trabalhando na construção de um campo de golfe no terreno da mansão.

Mesmo não podendo mais falar diretamente com o seu cliente, Poirot decide investigar junto com a polícia francesa e um outro detetive, Giraud, cujos métodos são bem diferentes dos que Poirot utiliza e considera eficazes. Essas divergências de atuação trazem à trama situações pra lá de engraçadas e mexem com os mais recônditos sentimentos do nosso querido e arrogante detetive, gerando inclusive episódios de ciúmes entre os amigos. Uma vez que Hastings encanta-se com o outro investigador, isso traz a Poirot algo ainda não experimentado. Iniciando assim uma hilária disputa entre os dois experientes detetives.

A investigação tem início e grandes reviravoltas são magistralmente apresentadas. A autora resolveu deixar um tantinho de lado a “linha Sherlock Holmes” e inseriu pitadas de romance na trama. É neste livro que Hastings conhece a sua “Cinderela” e acredito que ficarão surpresos tanto quanto eu fiquei em como o capitão é arrebatado por um sentimento até então desconhecido.

Analisando apenas informações e recordando o passado e similaridades em outras investigações, Poirot resolverá o mistério e identificará o assassino? Ou teremos um desfecho onde Giraud, que despreza o pequeno belga, resolverá o caso? Preferindo uma linha de investigação mais palpável e guiando-se por pistas concretas, tais como pegadas, impressões digitais e fios de cabelo, seguindo os moldes da polícia de Paris, conseguirá o detetive superar nosso conhecido amigo e suas células cinzentas?

O livro é muito bom e recomendo a todos que leiam. Para continuar acompanhando as resenhas da obra da nossa querida Majestade do Crime, fiquem por aqui no Nerdtrip. Deixem suas opiniões e comentários e lembrem-se de compartilhar.

 

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AGATHA CHRISTIE: O ADVERSÁRIO SECRETO | Resenha da Viajante

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  Título original “The Secret Adversary”, publicado em 1922 (book) – UK. Originalmente publicado no Brasil como “O Inimigo Secreto” e atualmente como “O Adversário Secreto” é o segundo romance de espionagem de Agatha Christie. Este é o primeiro livro onde os protagonistas são o casal de detetives amadores Tommy (Thomas Beresford) e Tuppence (Prudence Cowley), que me conquistaram desde o primeiro momento.
   

No enredo, temos os dois, inicialmente desempregados e desejosos de viverem grandes aventuras e exporem-se ao perigo. O casal de “amigos” Tommy e Tuppence se envolve na busca de Jane Finn, uma garota desaparecida após o naufrágio de um navio de passageiros durante a primeira guerra mundial. A jovem que está nessa frenética e desesperada busca possue um importante documento que, terminada a guerra, apresenta informações comprometedoras para a Inglaterra e os países aliados. O que ocasiona uma “galerinha” atrás da pobrezinha! Não somente o governo, mas também um grupo de revolucionários querem sair na frente e ganhar os tais documentos, com o intuito de utilizar as informações em uma importante greve geral que estão organizando.

O livro mais uma vez, apresenta uma protagonista cheia de  garra e determinação, embora não seja uma garota de beleza extravagante, como costumamos ver nas mocinhas de nossos livros prediletos. A autora descreve belamente a época e o livro é praticamente uma viagem no tempo.

Numa sequencia eletrizante de raptos, assassinatos, perseguições, muitos enganos e enganações fazem com que Tommy e Tuppence não tenham absolutamente a menor chance de reclamarem sobre uma calmaria e monotonia neste primeiro caso que conseguem destrinchar. Muito ao contrário disso, passam por poucas e boas e o livro é repleto de reviravoltas.

Uma curiosidade sobre os protagonistas, é que diferente de Hercule Poirot e da Miss Marple, esse casal aparece ao longo da obra da autora e envelhecem com o passar dos anos. Podemos conferir a dupla nos livros Partners in Crime (Sócios no Crime, Brasil), N or M? (M ou N?, Brasil), By the Pricking of My Thumbs (Um Presentimento Funesto, Brasil) e no quinto e último livro deles, Postern of Fate (Portal do Destino, Brasil).

Vale muito a pena conferir os livros da nossa rainha do mistério. Aguardo o comentário de vocês aqui. Aquele Abraço.

 

 

 

 

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