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BAFTA GAMES | ‘Uncharted 4’ vence como melhor jogo do ano no BAFTA Games Awards 2017

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O exclusivo para PlayStation 4, levou nesta quinta-feira (6), o prêmio de melhor jogo no BAFTA Games Awards, desbancando games  como: Firewatch, Inside, Overwatch, Stardew, Valley e Titanfall 2.

O enredo que conta a história do caçador de tesouros Nathan Drake estava concorrendo a oito categorias, porém só venceu uma, a do prêmio mais importante da noite.

Por ser o segundo jogo lançado pela Playdead, ‘Inside’ o grande ganhador em categorias da premiação, indicado a sete categorias, mas levou quatro delas: realização artística, melhor game design, melhor narrativa e melhor propriedade original.

‘Pokémon Go’, ganhou na categoria de melhor jogo para dispositivos móveis. Outro game que se destacou foi o ‘Overcooked’, pois simula o funcionamento de uma cozinha. Ele venceu como melhor jogo britânico e melhor jogo família.

É importante lembrar também que o BAFTA Games Awards é uma premiação organizada pela Academia Britânica de TV e Artes Cinematográficas.

Veja todos os vencedores no BAFTA Games Awards 2017:

Melhor jogo

  • “Firewatch”
  • “Inside”
  • “Overwatch”
  • “Stardew Valley”
  • “Titanfall 2”
  • “Uncharted 4: A Thief’s End”

 Realização artística

  • “Abzû”
  • “Dishonored 2”
  • “Inside”
  • “The Last Guardian”
  • “Uncharted 4: A Thief’s End”
  • “Unravel”

 Realização em áudio

  • “Battlefield 1”
  • “Doom”
  • “Inside”
  • “The Last Guardian”
  • “Rez Infinite”
  • “Uncharted 4: A Thief’s End”

 Melhor jogo britânico

  • “Batman: Arkham VR”
  • “Forza Horizon 3”
  • “No Man’s Sky”
  • “Overcooked”
  • “Planet Coaster”
  • “Virginia”

Melhor jogo estreante

  • “Firewatch”
  • “Overcooked”
  • “Oxenfree”
  • “That Dragon, Cancer”
  • “The Witness”
  • “Virginia”

Melhor jogo em atualização

  • “Destiny: Rise of Iron”
  • “Elite Dangerous: Horizons”
  • “EVE Online”
  • “Final Fantasy XIV: Online”
  • “Hitman”
  • “Rocket League”

Melhor jogo família

  • “Lego Star Wars: O despertar da Força”
  • “Overcooked”
  • “The Playroom VR”
  • “Pokémon Go”
  • “Ratchet & Clank”
  • “Toca Hair Salon”

Melhor game design

  • “Battlefield 1”
  • “Dishonored 2”
  • “Inside”
  • “Overwatch”
  • “Titanfall 2”
  • “The Witness”

Melhor inovação em game

  • “Batman: Arkham VR”
  • “Firewatch”
  • “Pokémon Go”
  • “That Dragon, Cancer”
  • “Unseen Diplomacy”
  • “The Witness”

Melhor jogo para dispositivos móveis

  • “The Banner Saga 2”
  • “Dawn of Titans”
  • “Deus Ex Go”
  • “Pokémon Go”
  • “Pokémon Sun & Pokémon Moon”
  • “Reigns”

Melhor multiplayer

  • “Battlefield 1”
  • “Forza Horizon 3”
  • “Overcooked”
  • “Overwatch”
  • “Titanfall 2”
  • “Tom Clancy’s The Division”

Melhor trilha sonora

  • “Abzû”
  • “Doom”
  • “Inside”
  • “The Last Guardian”
  • “Uncharted 4: A Thief’s End”
  • “Virginia”

Melhor narrativa

  • “Dishonored 2”
  • “Firewatch”
  • “Inside”
  • “Mafia III”
  • “Oxenfree”
  • “Uncharted 4: A Thief’s End”

Melhor propriedade original

  • “Firewatch”
  • “Inside”
  • “The Last Guardian”
  • “Overwatch”
  • “Unravel”
  • “The Witness”

Melhor intepretação

  • “Mafia III” – Alex Hernandez (Lincoln Clay)
  • “Firewatch” – Cissy Jones (Delilah)
  • “Uncharted 4: A Thief’s End” – Emily Rose (Elena Fisher)
  • “1979 Revolution: Black Friday” – Navid Negahban (‘Hajj Agha’)
  • “Uncharted 4: A Thief’s End” – Nolan North (Nathan Drake)
  • “Uncharted 4: A Thief’s End” – Troy Baker (Sam Drake)

Prêmio BAFTA ‘games para ficar de olho’

  • “Among the Stones”
  • “Pentagrab”
  • “Rebound”

Estudante de jornalismo, futura pesquisadora da nona arte e fãgirl do homem morcego. Devoradora de séries e leitora fiel da mulher gato. Uma Jedi misturada com sith, uma kpopper misturada com Mpb. Uma viagem em forma de serumaninho!

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1 Comment

1 Comment

  1. Igor Souza

    7 de Abril de 2017 at 18:38

    Premiação bem justa, ao contrário das ultimas que ocorreram, não aconteceu uma grande predominância do trio Firewatch, Inside e principalmente Overwatch que era o queridinho de muitos. Além disso o prêmio de melhor jogo foi bem justo!

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FAR CRY 5 | Confira o novo trailer incrível do próximo sucesso da Ubisoft

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Foi divulgado um novo trailer para Far Cry 5, próximo jogo da aclamada franquia da Ubisoft, onde podemos ver um pouco de seu gameplay, alguns personagens que o jogador poderá contratar, além de atiçar ainda mais a hype de muitos fãs da franquia. Confira:

Em Far Cry 5, o jogador controla um xerife que foi mandado à cidade de Hope County, no estado de Montana, para prender o líder do culto Eden’s Gate, Joseph. Além de Joseph, enfrentaremos os seus irmãos, chamados “Os Heralds, tudo para libertar a cidade sitiada.

O game poderá ter toda a sua campanha jogada em modo co-op, terá um editor de mapas, modo online e o personagem poderá ser totalmente personalizado, como suas roupas, rosto e sexo.

Você pode conferir também essa gameplay feita pelo canal da Playstation, com uma cópia do jogo cedida pela própria Ubisoft:

Far Cry 5 chega em 27 de março de 2018 para Xbox One, PlayStation 4 e PC.

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Análise

THE WOLF AMONG US | As fábulas como você nunca viu

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“Eu pensei que todos devíamos ter um novo começo aqui. Não posso mudar o passado.
Você acha que meu trabalho é fácil? Você tenta evitar que um monte de fábulas se mate. Como você acha que tudo isso funciona? Ao ser grande e ser ruim”.

Bigby Wolf, xerife de Fabletown

 

Esse início já dá a letra. Sim é uma história policial, mas contada da maneira mais criativa possível. Baseada na obra da DC (pra variar) do selo Vertigo chamado Fables (Bill Willingham, Vertigo/DC, 2002-2015), nasceu um dos jogos mais interessantes dos últimos tempos. Com críticas para tudo o quanto é canto, todas retiradas da hq de Bill, The Wolf Among Us (Telltale Games, 2013) levou um universo muito próximo do real para a tela dos videogames da geração passada.

A cidade e seus segredos

A idéia é toda baseada no preceito do que o pra sempre não existe. Como na série de Bill, as fábulas tem que ser realocadas para uma cidade (algo muito parecido com a série Grimm e Once Upon a Time, que tem realmente mais semelhanças com o game) chamada Fabletown (ou Cidade das Fábulas se tivesse tradução) e a maneira como elas foram realocadas faz o game. Alguns tiveram sorte (como o casal Bela e Fera) e conseguiram levar uma grande parte de seu estilo para o território dos mundanos (que é como eles chamam os não-fábulas), mas a grande maioria não teve tal sorte. A miséria resume algumas vidas desses personagens que acabam por ter sérios problemas para se adaptar ao mundo real.

Para piorar ainda mais a situação, as fábulas são obrigadas a esconder sua natureza real através do Glamour, uma espécie de disfarce que faz com que elas sejam invisíveis aos olhos dos humanos normais, o disfarce é caro, e muitos personagens por não terem nenhuma ocupação acabam por ter de deixar a cidade, indo parar na Fazenda (The Farm), um local onde eles tem a liberdade de viver como no passado, mas que realmente acaba servindo como prisão. O enredo lembra também o jogo de rpg da White Wolf, Changeling, que tem o mesmo tema de seres feéricos.

Decisões que decidem o rumo da história

Como toda cidade, há de haver uma lei para esses insurgentes e seres feéricos arruaceiros. Essa lei se configura no xerife, Bigby Wolf (o Lobo Mau das histórias dos porquinhos), Bigby com o auxílio da Assistente do Prefeito Snow White (Branca de Neve), são o que de mais próximo existem de lei em Fabletown. O que já salta em The Wolf logo de cara, é que não há clichês. A vida de Bigby é vista pelo que é, ele é o Grande Lobo Mau e os habitantes não confiam nele, sendo que por ser a lei, por na reta do xerife pode ser muito perigoso. Uma relação que lembra jogos como a série Batman Arkham e Max Payne, por exemplo. Uma coisa legal de comentar é que essa é a visão que os policiais de verdade possuem. Arriscam o pescoço todos os dias por nossa segurança e pouco ou nada ganham em troca. É bom ressaltar isso.

Fables, um conto de fadas retorcido…e que deu origem ao game

Como sistema, Wolf traz o popular e aprovado sistema de Storytelling da Telltale já consagrado em jogos como o seu Batman, Life is Strange (da Sony) e The Walking Dead (que por pouco não levou o Game Awards) que se adapta bem a proposta de caminho proposto por escolhas. Escolhas que no game são muito, muito importantes. Decisões que afetam vida e morte, principalmente de personagens importantes e mudanças de comportamento nos personagens, que podem alterar até mesmo o fim do game.  Os personagens são muito bem construídos, com personalidades marcantes, tanto nos heróis quanto nos vilões (Bloody Mary me lembrou muito Vaas Montenegro de Far Cry 3) e mais uma vez a crítica social que toma a parte final do game e o julgamento final são muito bem vindas (o fato de não ter um final feliz surpreende), ao lidar de maneira pesada para um jogo que usa metáforas e fábulas, do problema das drogas, prostituição e seus chefões de maneira surreal, mas realista.

Vilões plausíveis e realistas

Enfim The Wolf Among Us é um clássico. Há pouco a se ressaltar no game como defeito, que realmente expõe um universo noir e realista sem filtros. Com certeza Bill, que auxiliou a Telltale no desenvolvimento do game, deve ter gostado do resultado. Há muitas especulações sobre um episódio 2 e digo de antemão que seria sim muito bem vindo. Principalmente se mostrar a Fazenda e o Poço das Bruxas, partes que no primeiro game não foram detalhadas.

Personagens com motivações

“Eles costumavam me chamar da Pequena Sereia … era uma vez.
[para o Crooked Man] Você nos escravizou por anos, deixe-nos ouvir histórias sobre o que você faria… nos disse que perderíamos tudo se nós pisássemos apenas um lado fora da linha! E não podíamos dizer uma palavra sobre isso por causa dessas malditas fitas! Mas você sabe o que? Agora é minha vez de conversar”.

Nerissa, A Pequena Sereia

 

Nota para o game: 4,5 / 5

The Wolf Among Us chega muito próximo da perfeição, porém deixa isso para um segundo episódio. Os temas reais merecem real atenção, e a crítica social feita em nome dos diferentes, temidos e outsiders também.

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Games

DRAGON BALL FIGHTERZ | Goku Black, Hit e Beerus são os novos personagens disponíveis no game

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Segundo informações da última edição da revista V-Jump, os personagens Goku Black, o assassino Hit e o deus da destruição Beerus serão as próximas adições ao game Dragon Ball FighterZ.

A publicação revelou quais serão os principais ataques de cada um dos personagens:

O ataque especial de Beerus é “Julgamento do deus da destruição”, que muito se parece com um ataque frontal com a cabeça do personagem. Ele também poderá usar “Esfera de Destruição”, que cria uma esfera que explode quando toca o inimigo.

O ataque especial de Hit é “Eu Continuo a Crescer”, o que pára o tempo e desencadeia vários ataques um após o outro. Ele usa ataques e movimentos instantâneos, bem como técnicas de ataque.

O ataque especial de Goku Black é “O trabalho dos deuses”, no qual ele ataca com a mão transformada em uma lâmina. Zamasu também aparece e pode atacar o oponente.

Além dos novos lutadores, a revista também possui informações sobre dois novos elementos de jogo:

“Venha, Shen Long!” – Shen Long aparece durante a batalha. Com um certo número de combos, as sete Dragon Balls se reunirão, e Sen Long aparecerá em batalha quando certas condições forem cumpridas. Você e seu oponente compartilham o valor arrecadado. O jogador que preencher as condições terá o seu desejo concedido. Você pode escolher entre quatro desejos: recuperação completa da HP, ressuscitar um companheiro, adição de um ícone de energia ou recuperação constante da HP.

“Produção dramática” – Insere produções que reproduzem cenas famosas do anime sem mudanças antes e depois da batalha quando certas condições são cumpridas.

Dragon Ball FighterZ será lançado para PlayStation 4, Xbox One e PC em 26 de janeiro nas Américas e na Europa e 1 de fevereiro no Japão.

Fonte: Ryokuta2089

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