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O SEGREDO ALÉM DO JARDIM | Conheça um pouco mais…

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Por dentro do Desconhecido…
O segredo além do Jardim, (“Over the Garden Wall”, no original)  é um desenho muito curtinho (somente 10 episódios mas são muito bem feitos e bem amarrados). A série foca nos dois irmãos, Wirt e Greg, que se perdem numa floresta estranha chamada Unknown (Desconhecido). Para encontrar o caminho de casa, os dois viajam por toda a floresta mágica, com a ajuda do sábio idoso Woodsman (Lenhador ), e Beatrice (Beatriz) um pássaro azul que viaja com os meninos, para desfazer a maldição que afetou toda a sua família.
Wirt, o irmão mais velho, se preocupa demais e prefere guardar para si mesmo a ter que tomar uma decisão. Suas duas paixões são o clarinete e a poesia, mas ele guarda segredo disso e tem medo de ser ridicularizado. Por outro lado, Greg, o irmão mais novo, adora  brincar e é muito despreocupado. Greg carrega um sapo, cujo nome não está definido e que pode se comunicar apenas através do canto. Beast (Fera), é uma criatura antiga que leva as almas perdidas, até desistirem e se transformarem em “Árvores de Edelwood”.

A produção de Over the Garden Wall começou em março de 2014. Sendo a primeira minissérie do canal, com dez episódios, e uma temporada. Foi criada por Patrick McHale, que se graduou no Instituto de Artes da Califórnia, a série foi baseada no curta-metragem Tome of the Unknown, que ele escreveu e dirigiu para o Cartoon Network Studios.

A história foi idealizada pela primeira vez em 2004, com um enredo baseado em uma aventura mais assustadora. Antes de trabalhar como artista de storyboard na série ‘As Trapalhadas de Flapjack’, Patrick McHale apresentou a série Over the Garden Wallem 2006. Ele a viu como “um possível especial do Dia das bruxas”, mas tinha dificuldade para adaptar a premissa com um arco de história maior. Depois de Flapjack, McHale trabalhou em Hora de Aventura, onde atuou como diretor de criação e posteriormente como escritor. O canal mais tarde lhe perguntara se tinha interesse em desenvolver um piloto, que o levou a regressar à sua obra, lançando no canal. Eles finalmente estabeleceram  o formato da minissérie, e McHale disse: “Foi algo que senti, uma maior qualidade do que o que poderíamos fazer com uma série regular”.

A série apresentou Wood (reprisando seu papel do curta), Lynskey e Dean como o principal elenco de dubladores. A série é caracterizada numa “comédia-fantasia”; em uma entrevista de outubro de 2014, McHale declarou que, embora a maior parte do tempo aderisse a esse gênero, haveria alguns momentos assustadores que tentam ser “uma experiência para o público”. Apesar disso, ele e sua equipe tentaram manter o equilíbrio com outros episódios que são apenas leves e divertidos. Na mesma entrevista, McHale retratou, que suas inspirações para a série, foram a literatura infantil do século 19, a música americana no início do século 20 e a arte folclórica em geral.

Além disso, McHale buscou inspiração em Gustave Doré e “Alice Comedies” para os “layouts” da série. Da mesma forma para a sua música, McHale, partilhou que a série teria vários estilos, incluindo o “clássico americano, canto lírico”, mas que não iria ter muitas qualidades quaisquer com a Broadway. Entretanto, Nick Cross foi o diretor de arte e Nate Cash foi o supervisor de direção; ambos trabalharam com McHale ao lado de artistas de storyboard em Nova Iorque e Chicago. Esta distância foi difícil para McHale, que “considerou particularmente assustadora a natureza idiossincrática da produção”.

Agora, falando como espectadora, particularmente eu amei a serie. Visualmente é linda, super bem feita, com uma animação incrível e um fundo maravilhoso. Estou seriamente apaixonada por Nate Cash, o diretor de arte, pois escolheu grandes artistas para fazer os desenhos. Eu como estudante de artes fiquei apaixonada e impressionada com a qualidade há muito tempo não via um desenho tão lindo quanto esse é espero que tenha mais no estilo dele (nossa estou babando um ovo grande para ele, melhor eu mudar de assunto). O roteiro no desenho ficou ótimo com uma grande historia que se encaixa no final ( até a abertura você consegue entender no final) e por falar em abertura… Que abertura estranha (juro que o inicio fiquei com medo) mas é a temática do desenho. O vilão e fantástico e eu fiquei apavorada com ele na primeira vez que o vi.

Bom com tudo isso posso falar que vale muito ver esse desenho, são apenas 10 episódios e o piloto, e não custa nada… Veja!!

A NerdTrip teve seu início no ano de 2016 com a missão de levar entretenimento, notícias, resenhas e tudo sobre o universo pop/nerd/geek. “Uma ideia na cabeça, talento e vontade em nossas mãos!”

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UMA NOITE DE AVENTURAS | O Dia em que o “Rei do crime” foi confundido com o poderoso Thor

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VOCÊ SABIA

 

Que o magnifico ator Vincent D’Onofrio, que interpreta “Wilson Fisk” (o Rei do crime) na competente série “Demolidor”, já foi confundido com “Thor, o Deus do trovão”?

 

 

Isso aconteceu no filme “Uma Noite de Aventuras” (1987) dirigido por Chris Columbus. Sara Anderson, uma garotinha de 8 anos, fanática pelo “filho de Odin”, acaba confundindo Dawson (Vincent D’Onofrio) o proprietário de uma garagem,  com o clássico super-herói da Marvel Comics.

 

 

Direto do Túnel do tempo…

 

 

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DEADPOOL 2 | A Segunda Vez é Muito Melhor! (2)

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(Ryan Reynolds e Rob Liefeld em foto não creditada nos bastidores da produção do primeiro filme do Deadpool)

No artigo anterior dessa série de matérias sobre a nova aventura cinematográfica do mercenário mais falastrão dos quadrinhos, dissemos que Deadpool foi criado pelos quadrinistas Fabian Nicieza e Rob Liefeld, com óbvio destaque para este último, que praticamente leva todo o crédito pela criação.

Mas quem é Rob Liefeld (hoje com 50 anos de idade)?

Bom, falando primeiramente dos méritos do autor, é indubitável que Liefeld possui um talento nato para o empreendedorismo, além de ser dotado de muita persistência, coragem e mente extremamente imaginativa (haja vista o grande número de personagens que ele criou).

De forma autodidata, tornou-se desenhista de histórias em quadrinhos, conseguindo sua primeira publicação para uma grande editora em 1986, ao desenhar a personagem Sombra da Noite (Nightshade) para a revista Secret Origins #28; e ilustrando, em 1988, a minissérie em cinco partes dos super-heróis Rapina e Columba (Hawk and Dove), ambos da DC Comics.

(Foto – Divulgação: Marvel Comics ©)

Em 1989, Liefeld vai para a Marvel Comics, desenhando The Amazing Spider Man Annual #23 e assumindo, em seguida, a arte da revista Novos Mutantes (a partir de fevereiro de 1990, no número 86), que, de quase cancelada, tornou-se um sucesso de vendas.

(Foto – Divulgação: Marvel Comics ©)

Em agosto de 1991 – já detendo o controle criativo da revista dos Novos Mutantes – Liefeld passa a publicar a revista X-Force,  pela Marvel, cujo primeiro volume vendeu o espantoso número de quatro milhões de cópias!

(Foto – Divulgação: Marvel Comics ©)

Considerado um quadrinista de sucesso – juntamente com outros desenhistas e escritores de quadrinhos de sucesso da época (Todd McFarlane, Jim Lee, Marc Silvestri, Erik Larsen, Jim Valentino, Whilce Portacio etc.) – Rob Liefeld cria, em 1992, a Image Comics, editora de quadrinhos na qual os criadores detinham o controle de suas criações (ao contrário do que ocorria na Marvel e DC Comics, e outras editoras de grande porte).

 

Na Image, Liefeld criou a revista em quadrinhos da superequipe Youngblood, cuja primeira edição – inauguradora da Image Comics – é ainda hoje considerada uma das 20 mais influentes publicações de quadrinhos da história (nem tanto pelo “conteúdo” da revista, mas pela inovação que ela introduziu no mercado quadrinístico).

(Foto – Divulgação: Image Comics ©)

Contudo, os méritos do autor param por aí.

Não se sabe muito bem o porquê, mas mesmo sendo claramente um desenhista bastante limitado em termos anatômicos e perspectivos (para não dizer preguiçoso), e de ser um escritor medíocre, Rob Liefeld – talvez em razão de seus ângulos esquisitos, corpos anatomicamente desproporcionais e “splashpages” em profusão (tudo o que desabonaria um bom desenhista) – conseguiu cair no gosto popular dos leitores , que compravam tudo o que ele publicava de forma voraz.

(Foto – Divulgação: Marvel Comics © / DC Comics © / Image Comics ©)

Considerado por alguns de seus próprios pares como um sujeito arrogante, oportunista e “moleque” (ele brigou feio com Marc Silvestri e Tood McFarlane, o que o levou a ser afastado da Image Comics em 1996), por mais sucesso de público que Liefeld fazia, mais críticas negativas ele recebia de quem entende de quadrinhos. 

Mas, mesmo diante de suas polêmicas e críticas, Rob Liefeld era um autor que vendia bem e dava lucro. Desse modo, em 1998, quando a Marvel resolveu fazer um reboot de seus personagens, tornando-os mais parecidos com os heróis da Image (isto é, mais “visual” e menos conteúdo), Liefeld – bem como Marc Silvestri, Wilche Portacio, Jim Lee e cia. Ltda. – foram “contratados” pela editora para darem novas versões dos super-heróis da Marvel, como Capitão América, Homem de Ferro, Hulk etc.

(Foto – Divulgação: Marvel Comics ©)

Nem é preciso dizer que o projeto não foi tão bem como os editores previram…

De fato, a arte de Liefeld é repleta de plágios (veja o Agente Americano abaixo!), de desenhos sem sentido, de poses impossíveis, de músculos inexistentes e de cenários completamente vazios; e os seus enredos são invariavelmente fracos, vazios, violentos e descartáveis.

(Foto – Divulgação: Image Comics ©)

Vai entender o sucesso do sujeito…

Ah, para não esquecer, ele foi o co-criador de Deadpool!!


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DEADPOOL 2 | A Segunda Vez é Sempre Melhor! (1)


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DEADPOOL 2 | A Segunda Vez é Sempre Melhor! (1)

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(Foto – divulgação: Marvel Entertainment / 20th Century Fox ©)

Deadpool 2 – filme que, segundo informações do Hollywood Reporter, em 20 de março de 2018, obteve uma pontuação de 98/100 nas audições selecionadas pelo estúdio para avaliar o potencial da produção (o primeiro ganhou 91/100) – estreia no Brasil em 17 de maio, cercado de expectativas (evidentemente, bem mais “modestas” do que Vingadores: Guerra Infinita, que, a opinião deste colunista, cumpriu extremamente bem com tudo o que se esperava da produção! Aliás, ver crítica de Don Giovanni e do Mestre Hater!!!).

Até essa data, vamos trazer algumas curiosidades sobre os personagens que aparecerão no filme, uma espécie de “time de reservas” da Marvel, mas que, justamente por isso, possuem um “chame” muito próprio e conferem aos autores da produção cinematográfica muito mais “liberdade criativa” na hora e na forma de serem transpostos para a telona.

Evidentemente, não podíamos iniciar a não ser pelo mercenário mais falastrão de que já se teve notícias, o qual se veste de vermelho para mascarar o sangue que escorre de seu corpo (como ele mesmo explicou na cena do tiroteio na via expressa do primeiro filme).

Tirando os fãs de quadrinhos, pouca gente sabe que Deadpool foi criado como inspiração (os maldosos vão dizer paródia!) de outro personagem quadrinístico, a saber, o vilão Exterminador da DC Comics (reparem, inclusive, que o álter ego do “mercenário” Deadpool se chama Wade Winston Wilson, ou simplesmente Wade Wilson; enquanto que o do “mercenário” Exterminador – cujo nome em inglês é Deathstroke – é Slade Wilson! Ou seja, qualquer semelhança não é mera coincidência).

(Foto – divulgação: Marvel Comics / DC Comics ©)

Aliás o criador de Deadpool, Rob Liefeld – tema de nosso próximo artigo – é bem conhecido por suas “homenagens” a outros personagens já existentes (não se pode deixar de esclarecer que a criação de Deadpool é dividida com Fabian Nicieza).

Os criadores do personagem! (Foto – divulgação: Marvel Comics © – Reprodução)

Pelos trailers de Deadpool 2, sabe-se que o mercenário com fator de cura e cara amarrotada vai enfrentar o mutante Cable, que, nos quadrinhos, vem do futuro e forma o grupo de mutantes X-Force, com o objetivo de combater ameaças (principalmente Apocalipse) de forma mais “agressiva” do que os “bons moços” dos X-Men (aguardem, para breve, um artigo sobre Cable e sobre a X-Force também!).

A escolha do opositor de Deadpool – agora que o surpreendente sucesso do primeiro filme (faturamento de 745 milhões de dólares para um custo de produção de 58 milhões!) permitiu um “orçamento mais generoso” que permitisse investir mais em efeitos especiais – é bastante oportuna, já que a primeira aparição do mercenário é como um assassino contratado para dar “cabo” de “Cable” (licença trocadilho!!), que estava formando a X-Force a partir de ex-membros dos Novos Mutantes (ver New Mutants #98, de 1991, ou Os Fabulosos X-Men #584, de 1994).

(Foto – divulgação: Marvel Comics ©)

Nos filmes, pelo que os trailers deixaram entrever, ocorrerá uma divertida inversão, sendo Deadpool o responsável pela criação da X-Force para lutar contra Cable, que nos quadrinhos é o criador do grupo.

(Foto – divulgação: Marvel Entertainment / 20th Century Fox ©)

Agora é esperar para dar boas gargalhadas com essa nova (e promissora) aventura do mais simpático anti-herói da Marvel!!!

(Lembrando que, nos quadrinhos, Deadpool desbancou nada mais nada menos do que o próprio Thanos – ALERTA DE SPOILERS!!! – o cara que botou pra quebrar com os Vingadores em Guerra Infinita, matando metade do universo!!!!)

(Foto – divulgação: Marvel Comics ©)

Garantam seus ingressos, tripulantes!!!!!


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