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Conheça um pouco mais...

STUDIO GHIBLI | Conheça um pouco mais…

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“Um coração estável é a única constante nesse mundo!”

Há muito tempo, quando vi um filme uma animação linda e que muito chamou minha atenção, por um inconveniente do destino não consegui terminar de ver e (cabeça de vento como sou) esqueci-me de pegar o nome do filme… Bom, o tempo passou e vi um filme com um traço bem parecido com aquele que não tinha conseguido ver todo, e este filme com o traço parecido também me encantou, fiquei fascinada e fiz uma extensa pesquisa sobre o filme (quando fico curiosa eu pesquiso tudo, é meio nerd d+) e com isso descobri um estúdio de animação para mim totalmente novo e acabei me apaixonando. Hoje irei compartilhar com vocês esse estúdio o qual sou apaixonada, espero que gostem… Hoje irei falar sobre o Studio Ghibli…

Isao Takahata ao lade de uma de suas personagens

Isao Takahata ao lade de uma de suas personagens

Para quem não sabe Studio Ghibli é um estúdio de animação japonês, sediado em Koganei, Tóquio. Fundado em 1985 que existe até hoje, seus criadores são Hayao Miyazaki, Isao Takahata, Toshio Suzuki e Yasuyoshi Tokuma, logo após o sucesso de Nausicaä do Vale do Vento {Kaze no Tani no Naushika-1984} um filme de somente de Hayao. O estúdio lançou seu primeiro filme, Laputa: O Castelo no Céu {Tenkû no Shiro Rapyuta-1986}.Dois anos depois a empresa lança Totoro, um personagem do filme Meu vizinho Totoro {Tonari no Totoro-1988}. Com exceção de seis produções, todos os filmes do estúdio foram dirigidos por Hayao Miyazaki e Isao Takahata. Toshio Suzuki, por sua vez, é o produtor da maioria destes filmes. Em 2001, o Museu Ghibli, um museu dedicado às obras do estúdio, foi inaugurado. As animações produzidas pelo estúdio receberam aclamação mundial da crítica e do público. Em especial por ‘Túmulo dos Vagalumes’ {Hotaru no Haka-1988} que é considerado um dos melhores filmes de guerra já feitos e ‘A Viagem de Chihiro’ {Sen to Chihiro no Kamikakushi-2001} é o único filme de língua não-inglesa a ganhar o Oscar de melhor filme de animação, e é considerado a 10ª melhor animação da história do cinema.

Toshio Suzuki em entrevista

Toshio Suzuki em entrevista

Embora ‘Nausicaä do Vale do Vento’ seja considerado um filme do Studio Ghibli (particularmente não considero ele um filme do estúdio), ele foi produzido antes da fundação do estúdio.

Há pouco tempo atrás, houve rumores e até uma declaração ao programa de TV japonês ‘Jonetsu Tairiku’, que rodou a Internet em traduções livres, dizendo que com a aposentadoria do cineasta Hayao Miyazaki, estúdio iria fechar suas portas, contudo, o produtor Toshio Suzuki na verdade trata o fechamento do Ghibli como uma possibilidade, outra possibilidade (muito maior) seria uma “reestruturação” ou “faxina” no curto prazo no estúdio.

Hayao Miyazaki, o homem por trás das grandes obras do estúdio

Hayao Miyazaki, o homem por trás das grandes obras do estúdio

Com mais de 20 filmes de animação, o estúdio continua produzindo filmes quase todos os anos, como são muitos os filmes do Studio, não vou falar deles aqui, mas vou fazer uma critica a cada filme (vai ser um sacrifício, mas por vocês eu irei rever esses filmes que tanto gosto), vou começar dos mais recentes aos mais antigos. Irei também deixar uma lista com todos os filmes…

Segue lista :

1986 – Laputa: O Castelo no Céu {Tenku no Shiro Rapyuta}
1988 – Meu vizinho Totoro {Tonari no Totoro}
1988 – Túmulo dos Vagalumes {Hotaru no Haka}
1989 – O Serviço de Entregas de Kiki {Majo no Takkyubin}
1991 – Memórias de Ontem {Omohide Poro Poro}
1992 – Porco Rosso:o último herói romântico {Kurenai no Buta}
1993 – Ocean Waves {Umi ga Kikoeru}
1994 – Pom Poko: a grande batalha dos guaxinins {Heisei Tanuki Gassen Pompoko}
1995 – O Sussurro do Coração {Mimi wo Sumaseba}
1997 – Princesa Mononoke {Mononoke Hime}
1999 – Meus vizinhos: Os Yamadas{Hohokekyo Tonari no Yamada-kun}
2001 – A Viagem de Chihiro {Sen to Chihiro no Kamikakushi}
2002 – O Reino dos Gatos {Neko no Ongaeshi}
2004 – O Castelo Animado {Hauru no ugoku shiro}
2006 – Contos de Terramar {Gedo Senki}
2008 – Ponyo, uma amizade que veio do mar {Gake no Ue no Ponyo}
2010 – O Mundo dos Pequeninos {Karigurashi no Arrietty}
2011 – Da Colina Kokuriko {Kokuriko-Zaka Kara}
2013 – Vidas ao Vento {Kaze Tachinu}
2013 – O Conto da Princesa Kaguya {Kaguya Hime no Monogatari}
2014 – Quando estou com Marnie {Omoide no Maanii}
2014 – Ronja, a Filha do Ladrão {Sanzoku no Musume}
2016 – A Tartaruga Vermelha {Reddo Tātoru: Aru Shima no Monogatari}

Até a próxima!

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A NerdTrip teve seu início no ano de 2016 com a missão de levar entretenimento, notícias, resenhas e tudo sobre o universo pop/nerd/geek. “Uma ideia na cabeça, talento e vontade em nossas mãos!”

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SHAZAM | 15 curiosidades sobre o “Capitão Marvel” que farão você olhar com outros olhos para a produção mais corajosa da Warner/DC

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Basta a Warner disponibilizar alguma nova informação sobre “Shazam” (dirigido por David F. Sandberg), ou “vazar” na internet alguma nova imagem de Zachari Levi, travestido como “Capitão Marvel”, que discussões acaloradas e previsões pessimistas tomam a rede mundial de computadores.

Para deixar vocês por dentro e preparados para uma das adaptações mais corajosas da Warner/DC , resolvemos reunir 15 curiosidades sobre o personagem, que farão você olhar de forma mais positiva para a audaciosa produção da Warner Bros.

 

1 – Criado em 1939 pelo roteirista Bill Parker e pelo desenhista C. C. Beck, o personagem apareceu pela primeira vez na revista Whiz Comics #2, lançado em fevereiro de 1940, durante a era de ouro dos quadrinhos.

 

 

2 – O nome do herói seria inicialmente “Capitão Trovão” (por isso o símbolo peitoral), mas foi modificado para Marvel (que em inglês significa algo como maravilhoso, incrível), pouco antes do lançamento da revista, pois já existia um personagem com esse nome na editora Fiction House.

3 – O Capitão Marvel é o alter ego de Billy Batson, um jovem que trabalha como repórter de rádio e foi escolhido, devido a sua bondade interior, para receber os poderes do Mago Shazam, para preservar a justiça e a paz no Universo.

4 – Billy se transforma em “Capitão Marvel” bradando a palavra  Shazam, que além de ser o nome do Mago, representa em forma de acrônimo,  os seis deuses que outorgavam a Billy seus poderes: Salomão, Hércules, Atlas, Zeus, Aquiles e Mercúrio.

 

 

5 – O personagem foi originalmente criado pela Fawcett Comics , no final dos anos 30, para competir com o Superman. A DC Comics processou a Fawcett em 1941, alegando que o Capitão Marvel era uma violação de direitos autorais e uma cópia descarada do Homem de Aço. A batalha judicial prolongou-se por doze anos, encerrando-se em 1953 com um acordo proposto pela Fawcett, que havia decidido, devido às baixas vendas de suas revistas, abandonar a publicação de histórias em quadrinhos e dedicar-se a outros ramos editoriais.

 

 

6 – Devido a esse acordo, o Capitão Marvel mergulhou no esquecimento do público durante o restante dos anos 50 e todos os anos 60, retornando a ser veiculado somente em 1973, quando a DC Comics adquiriu os direitos do personagem e retomou sua publicação nos Estados Unidos. Porém, durante o longo hiato do herói, a rival Marvel Comics lançou um outro personagem com o mesmo nome (Capitão Marvel / Mar-vell – criado em 1967), que impediu a DC e os produtores da famosa série de TV de usarem “Capitão Marvel” no título.

 

 

7 – Para explicar porque os personagens não haviam envelhecido desde que as publicações da Fawcett Comics foram interrompidas, os escritores explicaram que o Dr. Silvana, colocou em animação suspensa toda a Família Marvel, inclusive o próprio vilão, por 20 anos.

8 – Na década de 1950, uma pequena editora britânica “L. Miller and Son” publicava a série do Capitão Marvel, mas com o resultado da ação judicial, a editora teve seu fornecimento de quadrinhos do Capitão Marvel abruptamente interrompido. Eles chamaram o escritor de quadrinhos britânico, Mick Anglo, que criou uma versão do super-herói chamado Marvelman. Capitão Marvel Jr., foi adaptado para criar o “Jovem Marvelman”, enquanto Mary Marvel gerou uma versão masculina, o Kid Marvelman. A palavra mágica “Shazam!” foi substituída por “Kimota” (“Atomik” soletrado ao contrário). Os novos personagens assumiram a numeração da série original do Capitão Marvel no Reino Unido na edição # 25.

 

 

9 –  o Marvelman, atualmente é conhecido como Miracleman.

10 – Marvelman foi cancelado em 1963, mas foi revivido em 1982 pelo escritor Alan Moore nas páginas da Warrior Magazine.

 

 

11 – Baseado nas vendas de quadrinhos, o Capitão Marvel foi o super-herói mais popular dos anos 40, superando até o Superman. Por isso a Fawcett expandiu a franquia para incluir outras “Maravilhas”, como a Mary Marvel  e o Capitão Marvel Jr.

12 – O Capitão Marvel também foi o primeiro super-herói de quadrinhos a ser adaptado para o cinema, em um seriado de 1941, da Republic Pictures intitulado “As Aventuras do Capitão Marvel” .

13 –  O Capitão Marvel foi classificado como o 55º maior personagem de quadrinhos de todos os tempos pela revista Wizard . A IGN também classificou o personagem como o 50º maior herói de quadrinhos de todos os tempos, afirmando que o personagem será sempre um lembrete duradouro de tempos mais simples.

 

 

14 – Capitão Marvel Adventures vendeu catorze milhões de cópias em 1944.

15 – Parte da razão para esta popularidade incluiu o gigantesco apelo que o personagem tem com o público infantil, Billy transforma-se em adulto, mas continua com a consciência de uma criança. O tom cômico, colorido e surreal, encantava a todos. Em suas histórias, Billy Batson normalmente narrava as aventuras do Capitão Marvel, falando diretamente para seu público alvo, de seu microfone de rádio WHIZ, relacionando cada história a perspectiva de um garotinho.

 

 

Ufa, espero que estas informações ajudem os mais pessimistas, a olharem com outros olhos a empreitada da Warner/DC, que audaciosamente, pretende produzir um filme diferente, divertido e corajoso. Toda sorte do mundo pra eles…

SHAZAM!!!!!

 

 

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UMA NOITE DE AVENTURAS | O Dia em que o “Rei do crime” foi confundido com o poderoso Thor

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VOCÊ SABIA

 

Que o magnifico ator Vincent D’Onofrio, que interpreta “Wilson Fisk” (o Rei do crime) na competente série “Demolidor”, já foi confundido com “Thor, o Deus do trovão”?

 

 

Isso aconteceu no filme “Uma Noite de Aventuras” (1987) dirigido por Chris Columbus. Sara Anderson, uma garotinha de 8 anos, fanática pelo “filho de Odin”, acaba confundindo Dawson (Vincent D’Onofrio) o proprietário de uma garagem,  com o clássico super-herói da Marvel Comics.

 

 

Direto do Túnel do tempo…

 

 

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DEADPOOL 2 | A Segunda Vez é Muito Melhor! (2)

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(Ryan Reynolds e Rob Liefeld em foto não creditada nos bastidores da produção do primeiro filme do Deadpool)

No artigo anterior dessa série de matérias sobre a nova aventura cinematográfica do mercenário mais falastrão dos quadrinhos, dissemos que Deadpool foi criado pelos quadrinistas Fabian Nicieza e Rob Liefeld, com óbvio destaque para este último, que praticamente leva todo o crédito pela criação.

Mas quem é Rob Liefeld (hoje com 50 anos de idade)?

Bom, falando primeiramente dos méritos do autor, é indubitável que Liefeld possui um talento nato para o empreendedorismo, além de ser dotado de muita persistência, coragem e mente extremamente imaginativa (haja vista o grande número de personagens que ele criou).

De forma autodidata, tornou-se desenhista de histórias em quadrinhos, conseguindo sua primeira publicação para uma grande editora em 1986, ao desenhar a personagem Sombra da Noite (Nightshade) para a revista Secret Origins #28; e ilustrando, em 1988, a minissérie em cinco partes dos super-heróis Rapina e Columba (Hawk and Dove), ambos da DC Comics.

(Foto – Divulgação: Marvel Comics ©)

Em 1989, Liefeld vai para a Marvel Comics, desenhando The Amazing Spider Man Annual #23 e assumindo, em seguida, a arte da revista Novos Mutantes (a partir de fevereiro de 1990, no número 86), que, de quase cancelada, tornou-se um sucesso de vendas.

(Foto – Divulgação: Marvel Comics ©)

Em agosto de 1991 – já detendo o controle criativo da revista dos Novos Mutantes – Liefeld passa a publicar a revista X-Force,  pela Marvel, cujo primeiro volume vendeu o espantoso número de quatro milhões de cópias!

(Foto – Divulgação: Marvel Comics ©)

Considerado um quadrinista de sucesso – juntamente com outros desenhistas e escritores de quadrinhos de sucesso da época (Todd McFarlane, Jim Lee, Marc Silvestri, Erik Larsen, Jim Valentino, Whilce Portacio etc.) – Rob Liefeld cria, em 1992, a Image Comics, editora de quadrinhos na qual os criadores detinham o controle de suas criações (ao contrário do que ocorria na Marvel e DC Comics, e outras editoras de grande porte).

 

Na Image, Liefeld criou a revista em quadrinhos da superequipe Youngblood, cuja primeira edição – inauguradora da Image Comics – é ainda hoje considerada uma das 20 mais influentes publicações de quadrinhos da história (nem tanto pelo “conteúdo” da revista, mas pela inovação que ela introduziu no mercado quadrinístico).

(Foto – Divulgação: Image Comics ©)

Contudo, os méritos do autor param por aí.

Não se sabe muito bem o porquê, mas mesmo sendo claramente um desenhista bastante limitado em termos anatômicos e perspectivos (para não dizer preguiçoso), e de ser um escritor medíocre, Rob Liefeld – talvez em razão de seus ângulos esquisitos, corpos anatomicamente desproporcionais e “splashpages” em profusão (tudo o que desabonaria um bom desenhista) – conseguiu cair no gosto popular dos leitores , que compravam tudo o que ele publicava de forma voraz.

(Foto – Divulgação: Marvel Comics © / DC Comics © / Image Comics ©)

Considerado por alguns de seus próprios pares como um sujeito arrogante, oportunista e “moleque” (ele brigou feio com Marc Silvestri e Tood McFarlane, o que o levou a ser afastado da Image Comics em 1996), por mais sucesso de público que Liefeld fazia, mais críticas negativas ele recebia de quem entende de quadrinhos. 

Mas, mesmo diante de suas polêmicas e críticas, Rob Liefeld era um autor que vendia bem e dava lucro. Desse modo, em 1998, quando a Marvel resolveu fazer um reboot de seus personagens, tornando-os mais parecidos com os heróis da Image (isto é, mais “visual” e menos conteúdo), Liefeld – bem como Marc Silvestri, Wilche Portacio, Jim Lee e cia. Ltda. – foram “contratados” pela editora para darem novas versões dos super-heróis da Marvel, como Capitão América, Homem de Ferro, Hulk etc.

(Foto – Divulgação: Marvel Comics ©)

Nem é preciso dizer que o projeto não foi tão bem como os editores previram…

De fato, a arte de Liefeld é repleta de plágios (veja o Agente Americano abaixo!), de desenhos sem sentido, de poses impossíveis, de músculos inexistentes e de cenários completamente vazios; e os seus enredos são invariavelmente fracos, vazios, violentos e descartáveis.

(Foto – Divulgação: Image Comics ©)

Vai entender o sucesso do sujeito…

Ah, para não esquecer, ele foi o co-criador de Deadpool!!


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