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VINGADORES: GUERRA INFINITA | Contagem Regressiva (Faltam 19 dias)

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Agora que rompemos a casa dos 20 dias de espera por Vingadores: Guerra Infinita, resolvemos falar de um personagem que já foi citado em diversas matérias de nossa contagem regressiva: Adam Warlock.

Os amantes de quadrinhos geralmente sabem que Thanos teve dois grandes super-heróis como principais adversários em sua insaciável busca pelo poder: primeiro Capitão Marvel (em toda a saga do Cubo Cósmico e na graphic novel A Morte do Capitão Marvel); em segundo lugar, Adam Warlock, que, a princípio teria conseguido matar o Titã púrpura e, depois – às vezes com aliado –, em praticamente toda a Saga do Infinito.

Também é notório que o escritor de quadrinhos que colocou Capitão Marvel, Thanos e Warlock (principalmente este) no primeiro time dos personagens Marvel foi Jim Starlin, de modo que é comum pensar que o ex-fotógrafo da Guerra do Vietnã foi o criador do personagem dourado. Mas não foi!

A criação de Warlock também é fruto da mente criativa de Stan Lee e Jack Kirby, sendo introduzido nas histórias do Quarteto Fantástico (“Fantastic Four” #66-67, 1967) como um ser artificialmente criado para ser o “ser humano perfeito” pelo grupo de cientistas terráqueos renegados autodenominado Enclave chamado “Ele”; e depois como um “vilão” em Thor (“Thor” #165-166, 1969). Somente em 1972, sob a batuta de Roy Thomas e Gil Kane, Warlock voltaria a aparecer; a princípio, em histórias do Alto-Evolucionário (revista “Marvel Premiere”, 1972), nas quais ganharia a famosa Joia da Alma e é batizado como Adam Warlock (“Adão Bruxo”), partindo, em seguida, para aventuras solo (“Stranger Tales” #175 em diante, 1975), mas não sem antes cruzar com outros personagens da Marvel, como o Hulk (“Incredible Hulk #177-178, 1974).

Mas foi, sem dúvidas, nas mãos de Jim Starlin, que Warlock ganhou notoriedade, em histórias repletas de referências religiosas e filosóficas, além de um visual psicodélico e quase lisérgico, bem ao gosto da década de 1970 e suas discotecas multicoloridas. Nesse período, o personagem se firmou como um típico “herói trágico”, tendo como principais adversários, Magus, sua contraparte maligna; e Thanos, o titã niilista apaixonado pela Morte.

Após ser “morto” e enviado para o interior da Joia da Alma – onde finalmente encontrou paz – por Thanos – que ambicionava o poderoso artefato – Warlock é brevemente ressuscitado pelas entidades cósmicas Senhor do Caos e Mestre da Ordem para deter o titã definitivamente, o que Warlock faz, transformando-o em uma estátua de “rocha sólida e sem vida”.

Bom, como todos sabem, a Senhora Morte, acreditando que o universo estava desiquilibrado – com mais seres vivos do que o número de mortos de toda a existência – resolve ressuscitar Thanos para que este matasse metade do universo, desencadeando a história Em Busca do Poder que iria redundar na Saga do Infinito: Desafio Infinito, Guerra Infinita, Cruzada Infinita e Abismo Infinito (ver contagem regressiva do dia 28 de março: “faltam 29 dias”).

 Mais uma vez, coube ao trágico Warlock a tarefa de deixar a paz do interior da Joia da Alma para enfrentar e derrotar Thanos.

Na cena pós-crédito de Guardiões da Galáxia vol. 2, pudemos ver a alterada versão live-action da personagem Ayesha – que nos quadrinhos também é Kismet, Parágona ou Ela (versão feminina de Warlock) e, no filme, é a rainha de uma raça alienígena chamada de Soberanos (criação do diretor James Gunn para o filme Guardiões 2) – dando início à criação de um ser a que ele chamou de Warlock.

Assim, podemos ver que a origem de Warlock – bem como a de Drax e Ayesha – foi alterada, passando de um ser artificial criado por terráqueos para um ser artificial criado por uma raça alienígena.

Resta saber, agora, se Warlock terá, em Vingadores: Guerra Infinita, um papel tão importante para a derrota de Thanos com teve nos quadrinhos.

A princípio, a resposta parece ser negativa, afinal, segundo as informações dos Estúdios Marvel, Warlock só apareceria em Guardiões da Galáxia vol. 3, previsto para 2020, isto é, após Vingadores: Guerra Infinita 2, com estreia marcada para maio de 2019.

Qual será o personagem que derrotará Thanos, então?

Gostaram dessa matéria? Então vamos continuar nossa viagem nerd amanhã, aqui, no NerdTrip!

Confira as outras matérias com curiosidades e a contagem regressiva para Vingadores: Guerra Infinita!


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PUMPING IRON | Schwarzenegger admitiu que inventou várias histórias para o famoso documentário

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VOCÊ SABIA…

Que o astro Arnold Schwarzenegger admitiu ter inventado várias histórias no documentário “Pumping Iron” de 1977, com o intuito de aumentar a dramaticidade dos bastidores do Mr. Olympia de 1975?

Arnold Schwarzenegger admitiu que inventou várias histórias porque os produtores lhe disseram que sem drama, o documentário sobre o mundo do fisiculturismo profissional, que mostra os bastidores das principais competições da IFBB (Mr. Universo e Mr. Olympia) não funcionaria.

 

 

Uma das histórias inventadas foi o fato de “Big Arnie” não ter comparecido ao funeral de seu pai por causa de uma competição de musculação. Arnold realmente foi ao funeral e ainda teve a oportunidade de falar com seu pai pouco antes dele falecer.

Filmado durante 100 dias que antecederam as competições de Mr. Universo e Mr. Olympia de 1975, “Pumping Iron” foi determinante para a carreira de Schwarzenegger, além de ser um dos grandes responsáveis pela popularização da musculação no final dos anos 70 e por toda década de 80.

 

 

Dirigido por George Butler e Robert Fiore, inspirado em um livro de mesmo nome escrito por Butler e Charles Gaines, Pumping Iron revelou a personalidade carismática e a determinação de “ferro” do “Carvalho Austríaco” para o mundo, além de lançar um olhar único sobre os áureos tempos do Fisiculturismo competitivo.

O documentário teve sua produção interrompida por dois anos por falta de dinheiro. Schwarzenegger e outros fisiculturistas que aparecem no filme, ajudaram a levantar fundos para completar a produção, que foi lançada em 1977, tornando-se um sucesso de bilheteria e de critica. Recebendo uma pontuação de 94% no Rotten Tomatoes, o filme abriu as portas de Hollywood para Schwarzenegger, que foi chamado para estrelar “Stay Hungry” (1976) ao lado de Jeff Bridges e Sally Field, que rendeu a Arnold, o Globo de Ouro de melhor ator estreante.

 

 

O filme também serviu para popularizar a cultura do fisiculturismo, que ainda era um nicho bastante desconhecido na época, ajudando a catapultar a mania “fitness” nos anos 80. Após o lançamento do filme, houve um aumento significativo no número de academias nos EUA, para atender a incrível demanda de pessoas que curiosamente queriam ir além de seus limites físicos, imbuídos apenas de determinação, suor e “ferro”.

P.S. – O filme também foi responsável por lançar o até então desconhecido Lou Ferrigno para o estrelato, sua participação na produção, lhe rendeu o papel principal no incrível sucesso televisivo, a série “O Incrível Hulk”.

P.S. 2 – Pumping Iron pode ser encontrado no catalogo da Netflix com o singelo título de “O Homem dos músculos de aço”.

 

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VIKINGS | 11 curiosidades que mostram a importância do número “nove” para a mitologia nórdica

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Criada por Michael Hirst e produzida pelo History Channel, à ótima série “Vikings” é inspirada pelos contos noruegueses da Escandinávia medieval e narra as aventuras do lendário Ragnar Lothbrok, famoso herói viking, que se tornou o flagelo da Inglaterra e da França. A série conta com inúmeras referências a mitologia nórdica, que podem ser percebidas ao longo de todas as temporadas. Entretanto, uma em especial chama bastante atenção.

 

 

VOCÊ SABIA…

 

Que a primeira temporada da excelente série “Vikings” tem nove episódios, pelo fato do número “nove” ter extrema importância para a mitologia nórdica?

Confira algumas curiosidades envolvendo o número:

  • Odin ficou sobre Yggdrasil (árvore da vida) durante nove noites para aprender o segredo das runas.
  • Existem nove mundos na árvore da vida.
  • Heimdall tem nove mães.
  • Odin possui um anel que cria nove novos anéis todas as noites.
  • Ran tem nove filhas que incorporam as ondas do mar.
  • Existem 9 grandes lindworms (serpentes semelhantes a dragões).
  • A cada nono ano, nove homens de cada espécie são sacrificados aos deuses.
  • Freyr teve que esperar nove noites até poder se casar com Gerd.
  • O símbolo Valknut tem nove pontos.
  • Odin se libertou e matou o rei Geirröd na nona noite de seu cativeiro.
  • Thor deu nove passos antes de morrer, após ter matado Jörmungandr, a serpente do fim do mundo.

 

 

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UMA CILADA PARA ROGER RABBIT | Conheça as 4 “Femme Fatales” que inspiraram a criação de Jessica Rabbit

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VOCÊ SABIA…

Que a estonteante Jessica Rabbit do clássico “Uma Cilada para Roger Rabbit” (1988) foi baseada em quatro femme fatales do cinema?

 

 

O roteirista Gary K. Wolf se inspirou principalmente na personagem do desenho animado “Red Hot Riding Hood” (1943) conhecida como Ruiva (Red) criada pelo gênio Tex Avery. “Red” apareceu em vários curtas-metragens da MGM e em alguns filmes de Tom e Jerry. Ela é uma cantora e dançarina que enlouquece todos os homens da boate em que trabalha, especialmente o personagem “Lobo” que sempre tentava seduzi-la e captura-la. O famoso número musical de Jessica Rabbit no filme dirigido por Robert Zemeckis, também foi retirado da animação Red Hot Riding Hood.

 

 

O diretor de animação Richard Williams disse que criou Jessica pensando em Rita Hayworth, no filme Gilda (1946), com um pouco de Veronica Lake.

Nascida Margarita Carmen Cansino, em 17 de outubro de 1918, em Nova Iorque, Rita Hayworth foi uma atriz americana de ascendência hispano-irlandesa, que se tornou uma das maiores estrelas do cinema da década de 1940 e uma das mulheres mais desejadas e famosas de todo mundo.

 

 

O auge de sua beleza e fama, foram registrados no clássico Gilda (1946), de Charles Vidor, ao lado de Glenn Ford. A frase da campanha publicitária, “nunca houve uma mulher como Gilda”, retratava de forma precisa e impecável, a forma como a atriz era vista por toda Hollywood.

Veronica Lake, nome artístico de “Constance Frances Marie Ockelman” nasceu no Brooklyn, Nova Iorque, em 14 de Novembro de 1922 e foi uma atriz americana famosa por seus papéis de mulher fatal em filmes noir durante os anos 40.

 

 

Para a famosa mecha de cabelo e por sugestão de Robert Zemeckis, o visual foi retirado de Lauren Bacall.

 

 

“Betty Joan Perske”, nasceu em 16 de setembro de 1924, também em Nova Iorque. Adotou o nome artístico de Lauren Bacall, tornando-se conhecida por sua voz rouca e sua aparência sensual, transformando-se em um ícone de moda e um modelo para as mulheres modernas da época.

 

 

 

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