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VINGADORES: GUERRA INFINITA | Contagem Regressiva (Faltam 5 dias)

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Afinal, Nick Fury (interpretado pelo Samuel L. “the man” Jackson) dará ou não as caras em Vingadores: Guerra Infinita e/ou Vingadores 4?

A princípio, disseram que sim.

Já no segundo semestre de 2017, o ator disse que estranhou muito não estar no filme do Pantera Negra, que não estava filmando Vingadores e que, numa conversa com Brie Larson (a Capitã Marvel dos cinemas) ele também não ficou sabendo de nenhuma participação do eterno Diretor da Shield no filme da heroína.

Contudo – que rufem os tambores – já em janeiro deste ano de 2018, Samuel L. Jackson foi visto – de tapa-olho e tudo – em um set de filmagem junto de Cobie Smulders, a bela atriz que dá corpo à agente Maria Hill, o que pode ser um indício muito forte de que ele estará – talvez como um improvável “ás” na manga – na guerra contra Thanos e seu exército.

Há, contudo um problema para se saber ao certo do set de qual filme – Vingadores: Guerra Infinita ou Capitã Marvel – se tratam as fotos tiradas, pois, o que se sabe com mais certeza até agora é que, em Capitã Marvel, Nick Fury estará sem tapa-olho, enquanto que em Guerra Infinita, o normal é que ele o use. Há fotos em que ele aparece com o artefato e fotos em que está saudável dos dois olhos, o que pode indicar que o filme é da Capitã (já que será ambientado na década de 1990), com algumas cenas no presente. Mas, ao mesmo tempo. A presença de Maria Hill é estranha, pois ela não consta (pelo menos oficialmente, até agora), no elenco de Capitã Marvel.

Outro sinal de que Nick Fury poderá estar em Guerra Infinita – desta vez bem mais recente (6 de abril), e por cortesia do site SlashFilm – está no fato de seu maquiador, Jake Garber, e seu dublê tradicional, Qualen Bradley, constarem da lista de membros da equipe técnica do próximo e aguardado filme dos Vingadores.

Ninguém entende bem o porquê desse mistério sobre um personagem que – pelo menos nos cinemas – não tem (e não teria) muita relevância numa briga com alienígenas e seres poderosos como a Ordem Negra de Thanos, mas pode ser que ele reserve algumas surpresas, não é mesmo (seria ele o detentor secreto da Joia da Alma???).

De qualquer forma, Fury fará falta se não aparecer.

O personagem foi essencial para ligar os personagens do Universo Cinematográfico da Marvel e até mesmo com o seriado Agents Of Shield (no qual fez uma rápida participação no final da 1ª temporada), além de ter intervenções importantes, como em Vingadores: Era de Ultron (2015). De lá para cá, o personagem desapareceu! Inclusive sua presença teria feito alguma diferença em Capitão América: Guerra Civil, não concordam? Alguém com “colhões” para botar o dedo no nariz daqueles heróis “birrentos” e “brigões” e bem mais expressivo do que o insosso General Ross do bom ator William Hurt.

O que muitos, que só assistiram aos filmes, talvez não saibam sobre o Nick Fury é que o personagem visto no cinema – como já demonstrado em outros casos tratados aqui na Contagem Regressiva – tem por base o Nick Fury do Universo Ultimate Marvel (negro e concebido, por Brian Hitch, a partir da feição de Samuel L. Jackson) e não o personagem “raiz”, conforme idealizado por (mais uma vez!!) Stan Lee e Jack Kirby, no distante ano de 1963, na revista “Sgt. Fury and his Howling Commandos” (“Sargento Fury e seu Comando Selvagem”), no qual ele surge como um norte-americano caucasiano, herói da Segunda Guerra Mundial!

No mesmo ano de 1963, Fury faria uma participação na revista do Quarteto Fantástico (na qual eles enfrentam – nada mais, nada menos do que Adolph Hitler em pessoa!) e, em 1965, estrearia como o sofisticado diretor da super-agência secreta do Universo Marvel, a Shield (revista Strange Tales).

Mas como ele pôde ter lutado na Segunda Guerra e estar jovem em plena década de 1960 (e até hoje, na verdade)? Ora, por meio da aplicação da Fórmula do Infinito em seu corpo (inventada pelo Professor Berthold Sternberg) quando sofreu um acidente dentro de uma mina, em 1946, que, além de tê-lo salvado, o teria rejuvenescido.

Buscando refletir (nos quadrinhos) a onda de James Bond (nos cinemas), durante toda a década de 1960, as histórias de Nick Fury eram focadas em tramas de espionagem, muitas das vezes contra a Hidra. Aliás, o visual para lá de estilizado também fizeram sucesso e tornaram essa a fase áurea do personagem, muito graças ao psicodélico desenhista e escritor, Jim Steranko.

A partir da década de 1980, o personagem, apesar de não ter mais uma revista própria, era quase “onipresente” em todo o Universo Marvel, participando das aventuras de diversos e variados heróis, em especial, Capitão América (com quem teria lutado algumas vezes na Segunda Guerra), e Homem de Ferro, com quem mantinha uma relação de amor e ódio, inclusive com a compra de ações das Companhias Stark para controlar a empresa e a fabricação de armas para o Governo Norte-Americano, ajudando no alcoolismo de Tony Stark.

Em 2001, o polêmico (e supertalentoso) escritor Garth Ennis, apresentou a revista Fury (em 13 edições, com desenhos de Darick Robertson) para o Selo Marvel Max (linha adulta da Marvel) com uma ousada releitura do personagem para os dias de hoje, pós-Guerra Fria.

O nível de violência e nudez assustaram, na época, o ator George Clooney, que estava cotado para interpretar o personagem numa possível adaptação solo para as telas grandes.

Talvez este tenha sido um dos motivos que tenham levado ao Marvel Studios optarem pela versão Ultimate para o cinema, que não deixava de ser “realista” e sintonizada com os dias atuais, mas sem os conhecidos extremismos de Ennis (sem falar que ver Samuel L. Jackson nas telas é tudo de bom, não é?).

No entanto, tudo o que foi dito acima com respeito ao personagem, nos quadrinhos, mostrou-se uma total falácia!

Era tudo mentira!!! A saga Pecado Original da MarvelJason Aaron (texto), Mike Deodato Jr. (arte) – revelou que Fury, na verdade, começou a envelhecer mais ou menos a partir da década de 1960, passando a usar cópias androides de si mesmo, enquanto mantinha sua missão de conter invasões alienígenas à Terra. 

Por fim, Fury mata Vigia encarregado de observar a Terra (Uatu) e assume sua função como Unseen, o Invisível, adotando o visual “dark” mostrado abaixo!!!

Pirou a cabeça aí, viajante?

Como dissemos em outras “contagens”, a necessidade de criar novas histórias em cima de “velhos” personagens, dá nisso! 

(mas Pecado Original é muito boa!!)

Mas a Shield e Fury (principalmente do cinema) não seriam nada sem o apoio de uma grande aliada e leal agente, a bela e fatal Maria Hill, tema de nossa conversa de amanhã!

Esperamos vocês, viajantes!!!!

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PUMPING IRON | Schwarzenegger admitiu que inventou várias histórias para o famoso documentário

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VOCÊ SABIA…

Que o astro Arnold Schwarzenegger admitiu ter inventado várias histórias no documentário “Pumping Iron” de 1977, com o intuito de aumentar a dramaticidade dos bastidores do Mr. Olympia de 1975?

Arnold Schwarzenegger admitiu que inventou várias histórias porque os produtores lhe disseram que sem drama, o documentário sobre o mundo do fisiculturismo profissional, que mostra os bastidores das principais competições da IFBB (Mr. Universo e Mr. Olympia) não funcionaria.

 

 

Uma das histórias inventadas foi o fato de “Big Arnie” não ter comparecido ao funeral de seu pai por causa de uma competição de musculação. Arnold realmente foi ao funeral e ainda teve a oportunidade de falar com seu pai pouco antes dele falecer.

Filmado durante 100 dias que antecederam as competições de Mr. Universo e Mr. Olympia de 1975, “Pumping Iron” foi determinante para a carreira de Schwarzenegger, além de ser um dos grandes responsáveis pela popularização da musculação no final dos anos 70 e por toda década de 80.

 

 

Dirigido por George Butler e Robert Fiore, inspirado em um livro de mesmo nome escrito por Butler e Charles Gaines, Pumping Iron revelou a personalidade carismática e a determinação de “ferro” do “Carvalho Austríaco” para o mundo, além de lançar um olhar único sobre os áureos tempos do Fisiculturismo competitivo.

O documentário teve sua produção interrompida por dois anos por falta de dinheiro. Schwarzenegger e outros fisiculturistas que aparecem no filme, ajudaram a levantar fundos para completar a produção, que foi lançada em 1977, tornando-se um sucesso de bilheteria e de critica. Recebendo uma pontuação de 94% no Rotten Tomatoes, o filme abriu as portas de Hollywood para Schwarzenegger, que foi chamado para estrelar “Stay Hungry” (1976) ao lado de Jeff Bridges e Sally Field, que rendeu a Arnold, o Globo de Ouro de melhor ator estreante.

 

 

O filme também serviu para popularizar a cultura do fisiculturismo, que ainda era um nicho bastante desconhecido na época, ajudando a catapultar a mania “fitness” nos anos 80. Após o lançamento do filme, houve um aumento significativo no número de academias nos EUA, para atender a incrível demanda de pessoas que curiosamente queriam ir além de seus limites físicos, imbuídos apenas de determinação, suor e “ferro”.

P.S. – O filme também foi responsável por lançar o até então desconhecido Lou Ferrigno para o estrelato, sua participação na produção, lhe rendeu o papel principal no incrível sucesso televisivo, a série “O Incrível Hulk”.

P.S. 2 – Pumping Iron pode ser encontrado no catalogo da Netflix com o singelo título de “O Homem dos músculos de aço”.

 

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VIKINGS | 11 curiosidades que mostram a importância do número “nove” para a mitologia nórdica

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Criada por Michael Hirst e produzida pelo History Channel, à ótima série “Vikings” é inspirada pelos contos noruegueses da Escandinávia medieval e narra as aventuras do lendário Ragnar Lothbrok, famoso herói viking, que se tornou o flagelo da Inglaterra e da França. A série conta com inúmeras referências a mitologia nórdica, que podem ser percebidas ao longo de todas as temporadas. Entretanto, uma em especial chama bastante atenção.

 

 

VOCÊ SABIA…

 

Que a primeira temporada da excelente série “Vikings” tem nove episódios, pelo fato do número “nove” ter extrema importância para a mitologia nórdica?

Confira algumas curiosidades envolvendo o número:

  • Odin ficou sobre Yggdrasil (árvore da vida) durante nove noites para aprender o segredo das runas.
  • Existem nove mundos na árvore da vida.
  • Heimdall tem nove mães.
  • Odin possui um anel que cria nove novos anéis todas as noites.
  • Ran tem nove filhas que incorporam as ondas do mar.
  • Existem 9 grandes lindworms (serpentes semelhantes a dragões).
  • A cada nono ano, nove homens de cada espécie são sacrificados aos deuses.
  • Freyr teve que esperar nove noites até poder se casar com Gerd.
  • O símbolo Valknut tem nove pontos.
  • Odin se libertou e matou o rei Geirröd na nona noite de seu cativeiro.
  • Thor deu nove passos antes de morrer, após ter matado Jörmungandr, a serpente do fim do mundo.

 

 

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UMA CILADA PARA ROGER RABBIT | Conheça as 4 “Femme Fatales” que inspiraram a criação de Jessica Rabbit

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VOCÊ SABIA…

Que a estonteante Jessica Rabbit do clássico “Uma Cilada para Roger Rabbit” (1988) foi baseada em quatro femme fatales do cinema?

 

 

O roteirista Gary K. Wolf se inspirou principalmente na personagem do desenho animado “Red Hot Riding Hood” (1943) conhecida como Ruiva (Red) criada pelo gênio Tex Avery. “Red” apareceu em vários curtas-metragens da MGM e em alguns filmes de Tom e Jerry. Ela é uma cantora e dançarina que enlouquece todos os homens da boate em que trabalha, especialmente o personagem “Lobo” que sempre tentava seduzi-la e captura-la. O famoso número musical de Jessica Rabbit no filme dirigido por Robert Zemeckis, também foi retirado da animação Red Hot Riding Hood.

 

 

O diretor de animação Richard Williams disse que criou Jessica pensando em Rita Hayworth, no filme Gilda (1946), com um pouco de Veronica Lake.

Nascida Margarita Carmen Cansino, em 17 de outubro de 1918, em Nova Iorque, Rita Hayworth foi uma atriz americana de ascendência hispano-irlandesa, que se tornou uma das maiores estrelas do cinema da década de 1940 e uma das mulheres mais desejadas e famosas de todo mundo.

 

 

O auge de sua beleza e fama, foram registrados no clássico Gilda (1946), de Charles Vidor, ao lado de Glenn Ford. A frase da campanha publicitária, “nunca houve uma mulher como Gilda”, retratava de forma precisa e impecável, a forma como a atriz era vista por toda Hollywood.

Veronica Lake, nome artístico de “Constance Frances Marie Ockelman” nasceu no Brooklyn, Nova Iorque, em 14 de Novembro de 1922 e foi uma atriz americana famosa por seus papéis de mulher fatal em filmes noir durante os anos 40.

 

 

Para a famosa mecha de cabelo e por sugestão de Robert Zemeckis, o visual foi retirado de Lauren Bacall.

 

 

“Betty Joan Perske”, nasceu em 16 de setembro de 1924, também em Nova Iorque. Adotou o nome artístico de Lauren Bacall, tornando-se conhecida por sua voz rouca e sua aparência sensual, transformando-se em um ícone de moda e um modelo para as mulheres modernas da época.

 

 

 

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