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ESCONDIDO NA NETFLIX | Scarface (1983) – 35 anos de um clássico memorável!

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(Foto – Cena do remake de Scarface (1983) com Al Pacino fazendo o protagonista Tony Montana – Scarface ©/ Universal Pictures ©)

Uma boa refilmagem é aquela que consegue atualizar e acrescentar elementos à uma ideia já apresentada anteriormente de forma para enriquecê-la e torná-la mais palatável ao mundo moderno, mas sem jamais trair a essência da obra original. Talvez um dos exemplos mais palpáveis de bom remake seja o clássico de 1983“Scarface”, comandado pelo diretor Brian de Palma e estrelado por Al Pacino, em um dos papéis mais brilhantes de sua carreira. Sendo uma refilmagem do filme de gângster da década de 30, esse remake atualiza e intensifica aquilo que já havia sido apresentado no filme original, aprimorando a sua mensagem e transformando a refilmagem em um dos maiores clássicos da história do cinema.

E quais são os limites para um homem conseguir o que quer? Na década de 80, o criminoso cubano Tony Montana (Al Pacino) é exilado e vai para Miami onde, após não muito tempo, passa a trabalhar para o chefão das drogas local. Entretanto, a ambição desmedida de Montana combinada com uma terrível paranoia, logo vai garantindo para ele uma escalada natural no mundo do crime, transformando ele próprio no chefão absoluto das drogas. Assim, a trama se torna um orgânico estudo de personagem onde se analisa, através do cenário do submundo do crime, a ganância do homem moderno.

Ao invés do glamour da máfia ou mesmo de algo mais urbano e divertido, com piadas e conversas corriqueiras, que tenta gerar algum tipo de empatia ou admiração do expectador, temos aqui algo extremamente incômodo e visceral. Um verdadeiro tour-de-force de Al Pacino, vemos toda a ganância, falta de escrúpulos e, resumidamente, a ausência de qualquer tipo de sentimento positivo em Tony Montana, numa trajetória de ascensão e (vertiginosa) queda, marcada pela solidão.

(Foto – Divulgação do remake Scarface (1983) / Scarface ©/ Universal Pictures ©)

A trilha sonora deste filme é um divisor de opiniões, pois não conseguiu agradar todo o público. Apesar de cumprir o seu papel de forma geral, o destaque fica com a canção ‘Push It To The Limit’ do compositor e músico Paul Engemann, enquanto a música é executada, Tony está em cena alcançando a sua ascensão.

A atuação de Al Pacino é o grande chamariz do longa, transborda e domina talento com carisma. Sotaque perfeito, com um olhar desconfiado e provocador, acrescentando oscilações repentinas no tom de voz. Contendo diálogos inteligentes, mostrando a degradação humana forjada pela ambição de poder e voltado para expor o desenvolvimento psicológico do protagonista.

Os elementos técnicos são bem utilizados como angulação inferior ou superior com a câmera procurando sempre o centro, movimentos giratórios leves, e o foco nas expressões faciais dos personagens fazem da fotografia um banho de atmosfera. As cenas dinâmicas unidas a um figurino bem oitentista e o clima praiano de Miami tornam a obra o cúmulo do estilo.

(Foto – Cena do remake de Scarface (1983) com destaque para Al Pacino e Michelle Pfeiffer – Scarface ©/ Universal Pictures ©)

Scarface é um filme memorável. O roteiro de Oliver Stone funciona e é alinhado com a excelente direção de Brian de Palma. Al Pacino destrói mais uma vez, representando a inconformidade humana exibindo a grandeza de perceber a dor e nos faz lembrar que é o mundo do próprio homem que o deforma moralmente.

Nota para o filme: 4,5 / 5


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Amante da sétima arte. Fascinada na relação entre cinema, história e filosofia. Devoradora de quadrinhos, aprecia um bom clássico e combate o crime em Gotham City nas horas vagas.

Escondido na Netflix

ESCONDIDO NA NETFLIX | Uma Caminhada na Floresta

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Uma Caminhada na Floresta é a nossa dica de hoje no Escondido na Netflix.

O filme é agradável como uma leve caminhada numa manhã ensolarada. Com um Robert Redford extremamente divertido, diferente dos habituais trabalhos desse grande astro e escrita por Rick Curb e Bill Holderman com base na obra literária de Bill Bryson, sendo dirigida por Ken Kwapis.

Um filme despretensioso, que até beira algumas grandes reflexões como amizade, idade e superação mas apenas caminha brevemente sobre tais assuntos e se concentra mais em imprevistos e na quebra do cotidiano, vamos a sinopse.

Bill Bryson (Robert Redford) retorna aos EUA após passar duas décadas na Inglaterra, já em idade avançada ele decide se reconectar com sua terra natal fazendo uma caminhada. Mas não uma simples caminhada, mas percorrer a Trilha dos Apalaches, que vai da Georgia até o Maine (3.408 quilômetros de comprimento), e que passa por 14 estados dos EUA.

Catherine (Emma Thompson) sua esposa, é contra a ideia desde o início, mas falha em convencê-lo a desistir, então impõe uma condição: levar um amigo. É uma inteligente jogada dela pois nenhum dos seus poucos amigos se dispõe a ingressar em tal longa jornada. Mas eis que ressurge um antigo amigo, o incorrigível Stephen Katz (Nick Nolte), que é daquelas pessoas meio chatas que descartamos ao longo da vida, mas ele é o único que topa acompanhá-lo nessa insana caminhada.

O filme teve um difícil e longo parto, a produção encarou uma longa jornada até a obra ser realizada. A história do livro A Walk in the Woods de 1998, foi a escolhida para reunir novamente Robert Redford e Paul Newman, mas devido a alguns contratempos e principalmente a condição de saúde de Newman, o projeto foi ficando engavetado, até que em 2008 o ator veio a falecer. Alguns anos depois, decidiram resgatar o projeto, agora com Nick Nolte no lugar do Paul Newman, com a aprovação de Redford.

E foi um grande acerto, a dupla Redford/Nolte é perfeita. É o excelente “choque dos opostos“, mas muito bem interpretado por essas duas grandes lendas de Hollywood. E o fator idade aperfeiçoa todas os diálogos (que são excelentes) e situações do filme. 

Já de cara quando o personagem do Nolte chega para a caminhada, mancando, e dizendo que tem um joelho de titânio e o outro tem um probleminha, e que precisa comer de hora em hora para não ter convulsões, você não sabe se ri disso ou da cara que o Redford faz, é de rachar de rir.

Alguns coadjuvantes são adicionados pontualmente ao longo da trilha, e enriquecem ainda mais os contratempos dessa afiada e afinada dupla. Um dos melhores momentos é quando se deparam com ursos e somos agraciados com o seguinte diálogo:

Bryson: “Se eles vierem para o nosso lado, finja-se de morto.”

Katz: – “Se eles vieram para o nosso lado, nós estaremos mortos.”

Bryson: – “Aqui diz para a gente intimidar os ursos! 
(Folheando um guia de sobrevivência em trilhas)

Katz: – “Intimidar os ursos?! Mas eles são ursos!!! 

Uma Caminhada na Floresta é a nossa dica imperdível de hoje, mas não se esqueça, a Netflix adiciona e remove conteúdo de seu catálogo diariamente, então não vacile e vá conferir logo, mais essa nossa dica do Escondido na Netflix.

Nota para o filme: 3.5 / 5

 


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ESCONDIDO NA NETFLIX | O Troco

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A dica do Escondido na Netflix dessa semana é o filme O Troco.
Esqueça aquela conversa de que “ladrão que rouba ladrão, tem cem anos de perdão“, não para o ladrão que foi roubado, que aqui atende pelo nome Porter (Mel Gibson).
Sujeito de uma ética distorcida, mas, de alguma pelo menos.

O filme conta a história de dois ladrões, Porter e Val Resnick (Gregg Henry), acostumados a roubarem coletas de pagamentos, tem como alvo da vez a coleta da Máfia Japonesa.
Eles esperam uma grande bolada, mas conseguem abaixo do esperado, apenas 140 mil dólares.

O problema é que Resnick tem uma dívida com o cartel de Nova York de 130 mil, e a sua parte no assalto lhe rendeu apenas 70 mil dólares.
Ele então vê como única opção trair Porter e conta com a ajuda de Lynn (Deborah Unger), a namorada de seu parceiro, que acaba de descobrir que está sendo traída, gente, é muita infidelidade…

Porter é traído, baleado pelas costas e dado como morto, mas vaso ruim não quebra fácil e alguns meses depois ele retorna querendo a sua parte do roubo, e seu jeitinho de cobrar vai incomodar desde detetives polícias corruptos, traficantes, o sindicato (como são chamado os organizadores do tráfico), a Máfia Japonesa, enfim, ele vai incomodar muita gente grande pelos seus 70 mil.

O filme teve alguns desacordos na época entre o diretor Brian Helgeland e o astro Mel Gibson, o que acabou fazendo com que o diretor abandonasse o filme.
A versão final teve que ter quase 30% refilmado para se encaixar no que Gibson e o estúdio queriam segundo declarou o ator na época:

“Não somente eu achei que alterações eram imprescindíveis no projeto. O estúdio produtor do filme também solicitou mudanças”

Mas o produto final é satisfatório, entrega um filme elegante, com um anti-herói bem interpretado por Mel Gibson, que não vê problema algum em resolver os problemas matando, saídas criativas e inteligentes, plot-twists divertidos, e um estilo Noir bem estiloso que foi possível graças ao uso de uma técnica de descoloração da fita depois de gravada com um solvente que aproximou as cores à tonalidades de cinza e azul.

Há um discreto humor negro na medida exata ao longo do filme, as falas são secas e muitas vezes cheias de clichês mas aqui isso é ótimo. O restante do elenco é excelente e conta com nomes bem experiente, como Maria Bello, Lucy Liu, Bill Duke, John Glover, David Paymer, Kris Kristofferson, William Devane, entre outros.

O Troco é o filme pra quem cansou dos mocinhos bonzinhos e dos heróis malhadões e quer ver um sujeito agindo como muito de nós gostaríamos que o herói agisse: sem regras, sem frescura e sem dó.
Não se esqueça, o catálogo da Netflix recebe e retira filmes de seu catálogo diariamente, então não vacile e assista logo.

Nota para o filme: 4 / 5

 

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ESCONDIDO NA NETFLIX | Onde os Fracos Não Têm Vez

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Enquanto caçava, Llewelyn Moss (Josh Brolin) encontrou vestígios de uma venda de drogas. Apesar de saber que não deve, ele não resiste e leva o dinheiro encontrado consigo. O caçador se transforma em caça quando o impiedoso assassino Anton Chigurh (Javier Bardem) encontra seus rastros. Como se não bastasse um matador atrás de Moss, o xerife (Tommy Lee Jones), também passa a procurá-lo. Vencedor de 4 Oscars na edição de 2008 nas categorias: Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Ator Coadjuvante (Javier Bardem), Melhor Direção e Melhor Filme.

Tanto o filme dirigido pelos irmãos Coen quanto o livro de Cormac McCarthy trazem a necessidade e a marcante participação de Anton Chigurh, simbolizando o mal em um mundo de más escolhas e grandes falhas. A operação promovida pelos irmãos cineastas nesta obra é bastante complexa no que diz respeito a sua obra em geral por conta do seu final polêmico.

A ausência da trilha sonora só pontua o tom seco que a ação se desenvolve – tal qual o olhar gélido e a voz mansa que a figura psicótica que Javier Bardem representa na obra, um indivíduo que não polpa sua personalidade sombria em cenas em que demonstram sua natureza sem qualquer indício de afetividade ou conexão com o humano. Um assassino que promove o sangue na tela. O Oscar de coadjuvante foi um prêmio justo à altura de uma composição tão transparente e cuidada em cena. Suas sequências colocam a narrativa em ponto de maior tensão por conta do medo que transmite – aos personagens e ao público.

“Essa sociedade vai te matar. Mas, você não vai desistir”. O roteiro articula a situação do homem disposto a mudar de vida de qualquer forma, através do exercício de sua ganância – Josh Brolin defende bem essa persona em cena, contrapondo-se a Tommy Lee Jones que questiona essa terra “Sem país para homens velhos”, representando o homem cansado, um policial que ainda acredita na retratação de uma sociedade insana e caótica, mas que não vê alternativas para transformar o caos.

Mas, temos a ganância também expressa na imagem do assassino psicopata que permanece no encalço e acentua a noção de violência na narrativa: são inúmeros os momentos em que vemos esse personagem agir com brutalidade sem medo de qualquer retaliação. A dureza na fria atuação de Bardem simboliza essa noção crua de um cinema que quer dialogar sobre o humano, sem estereótipos e cacoetes, através de possíveis reflexos de um mundo sem sentimentos, mas brutal.

Outro fato impressionante é como o filme aborda o niilismo no sentido em como  Anton de forma sempre extremamente calma enxerga completa ausência de sentido em absolutamente tudo. Para Anton, a ideia que tudo é obra do acaso é algo extremamente importante e verdadeiro e isso nunca abala a sua calma. E ele ainda tenta fazer com que suas vítimas também enxerguem as coisas dessa forma. “Se a regra que você seguiu, Ihe trouxe aqui, de que serviu a regra?”

Contudo, é uma trama que retrata sobre a maturidade. Ou melhor, sobre a impossibilidade e imprecisão da ideia de maturidade num mundo, em última análise, incompreensível. A experiência humana marcada pela incerteza, a tendência quase inexorável ao erro e a impotência plena frente a uma lógica que coloca o homem em posição diminuta diante de sua natureza ao mesmo tempo implacável e incompreensível são características presentes em toda a obra dos irmãos Coen.

Destacando também a parte técnica do filme: o design de produção consegue nos levar com êxito ao início dos anos 80, e principalmente, a fotografia de Roger Deakins (constante colaborador dos diretores) está impecável em seus enquadramentos muito precisos. Ele conseguiu criar o visual do noir contemporâneo que ainda possui muitas características da cinematografia original dos filmes de 1950, porém com toques difusos, sombras mais delicadas e tratamento barroco expressivo para a iluminação principal. As altas luzes da contraluz permanecem intocadas.

Onde Os Fracos Não Têm Vez é um filme onde temos um estudo onde os personagens são o foco principal da trama. Nota-se a angústia de Tom Bell durante todo o filme e, principalmente, nos minutos finais, onde ele vê que não está mais inserido naquele “novo mundo”. É o exemplo de filme em que você precisa compreender a verdadeira mensagem transmitida. Há apenas uma quebra de elementos já estereotipados em filmes que envolvem o bem e o mal.  A maioria das respostas está nos diálogos e não nas cenas de ação. Interpretar um diálogo parece muito mais difícil do que interpretar qualquer outra imagem e, nesse caso, interpretar é imensamente necessário. A trama, por si só, compreende uma formidável obra cinematográfica. Um triunfante final e uma espetacular adaptação de uma estória, no mínimo, aberta a interpretações.

Nota para o filme: 5 / 5

 

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