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STEAM AWARDS | Confira os games vencedores da 2ª Edição do Steam Awards

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Nesta quinta (04), após o encerramento das votações de fim de ano, a Valve divulgou na Steam os títulos vencedores da segunda edição do Steam Awards, evento da mesma desenvolvedora que premia anualmente os melhores games através do voto popular. Entre as indicações estão jogos lançados antes de 2017, isso porque a Valve abriu a votação para sua lista dos títulos mais vendidos do ano, entre eles estão Rainbow Six Siege (2015), Grand Theft Auto V (2013) e The Witcher III: Wild Hunt (2015). 

A premiação consagrou três aclamados games de 2017: Playerunknown’s Battlegrounds, o já citado The Witcher III e o adorável indie Cuphead, que recebeu duas estatuetas. Confira abaixo os indicados e vencedores (em negrito) das 13 categorias:

Choices Matter (Você Decide)
The Witcher 3: Wild Hunt
Divinity: Original Sin 2
Life is Strange: Before the Storm
The Walking Dead: A New Frontier
Dishonored 2

Mom’s Spaghetti (Tô Neuvosor)
PLAYERUNKNOWN’S BATTLEGROUNDS

Outlast 2
RESIDENT EVIL 7
The Evil Within 2
Alien: Isolation

Labor of Love (Feito com Amor)
Team Fortress 2
Warframe
Titan Quest Anniversary Edition
Path of Exile
Crusader Kings II

Suspension of Disbelief (Suspensão de Descrença)
Saints Row IV
Goat Simulator
South Park the Fractured But Whole
Rocket League
Wolfenstein II: The New Colossus

 

The World Is Grim Enough Let’s Just All Get Along (O Mundo Está Indo de Mal a Pior, Podemos ser todos amigos?)
Stardew Valley

Cities: Skylines
Slime Rancher
ABZU
To the Moon

No Apologies (Gosto Sim, e Daí?)
Rust
Mount & Blade: Warband
HuniePop
Gothic II: Gold Edition
The Witcher: Enhanced Edition (The Witcher 1)

Defies Description (Difícil de Descrever)
Garry’s Mod

The Stanley Parable
Pony Island
Antichamber
Doki Doki Literature Club

Cry Havoc And Let Slip The Dogs of War (Que Soltem os cães de guerra)
Just Cause 3

Total War: Warhammer II
Broforce
Red Faction: Guerilla Steam Edition
Middle-earth: Shadow of War

Haunts My Dreams (Assombra o Meu Inconsciente)
Counter-Strike: Global Offensive

Dota 2
Dark Souls III
Factorio
Sid Meier’s Civilization VI

Soul of Vitruvius (Alma de Vitrúvio)
NieR: Automata
Rise of the Tomb Raider
Hellblade: Senua’s Sacrifice
I am Bread
Bayonetta

Whoooaaaaaaa, Dude! 2.0 (Ihhhhhhhhhh, Meu Irmão)
Hotline Miami
Luna
Antichamber
CPU Invaders
The Evil Within 2

Best Soundtrack (Melhor Trilha Sonora)
Nier: Automata
Crypt of the Necrodancer
Undertale
Cuphead
Transistor

Even Better Than I Expected (Melhor Do Que Eu Esperava)
Assassin’s Creed Origins
Cuphead
Call of Duty: WWII
Hollow Knight
Sonic Mania

Todos os jogos da lista estão em promoção exceto PlayerUnknown’s Battlegrounds. Warframe é gratuito, mas suas DLC’s estão também com desconto na plataforma da Steam.

Jornalista especializada em e-sports, ao qual dedicou sua monografia e atualmente desenvolve sua pós-graduação. Locutora comercial nos freelas - antes se aventurou como comentarista em campeonatos amadores de LoL. Sommelier de jogos da Steam, doramas, animes e mangás dos anos 80.

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DIA DO COMPOSITOR | Os 10 maiores compositores de videogames

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Seja durante o instinto por sobrevivência ou explorando um mundo aberto, as trilhas sonoras são as responsáveis por criar uma atmosfera que envolve o jogador na narrativa do game, algumas delas demoram para sair da cabeça, outras ficam na memória por décadas. Esse é o objetivo dos compositores de videogames: criar uma trilha sonora que complemente a jogatina e traga uma emoção que ultrapasse os créditos finais.

Para homenagear os grandes gênios desta indústria reuni – em uma ordem não muito exata de preferência ou relevância – os maiores compositores de músicas dos videogames. Portanto, prepare os fones de ouvido (e o coração) para relembrar músicas memoráveis.

10 – HARRY GREGSON-WILLIAMS (METAL GEAR SOLID)

Considerado como o pioneiro a juntar elementos de música eletrônica com orquestra, Harry Gregson é um dos mais reconhecidos músicos dentro de seu estilo musical. Maestro e produtor musical, foi premiado 27 vezes no cinema por suas produções em filmes como As Crônicas de Nárnia, X-Men Origins e toda a franquia Shrek. Fora a indústria cinematográfica, Harry se destacou nas trilhas de Metal Gear Solid.

9- YUZO KOSHIRO (STREETS OF RAGE, REVENGE OF SHINOBI)

Ainda pequeno, seu professor de piano foi nada menos do que Joe Hisaishi, célebre compositor das trilhas sonoras dos filmes do Studio Ghibli, do diretor Hayao Miyazaki. Koshiro, conhecido como “o Deus do PSG”, nome do formato de sons de computadores NEC PC-8801, programava sons direto nas máquinas de fliperama e veio a ser reconhecido por suas composições em Revenge of Shinobi e Streets of Rage, ambos da Sega.

8 – DAVID WISE (DONKEY KONG COUNTRY)

É impossível não pensar em Donkey Kong sem lembrar uma de suas composições. David Wise foi o único compositor da Rare de 1985 a 1994, portanto é creditado como produtor musical de todos os títulos da desenvolvedora neste período. Sua especialidade são trilhas atmosféricas que misturam sons do ambiente natural com percussões.

7 – MASATO NAKAMURA (SONIC 1 & 2)

Quem cresceu jogando a franquia-título da Sega sabe quanto as músicas dos dois primeiros jogos são inesquecíveis. Masato Nakamura começou a carreira de produtor musical aos 30 anos e entre suas músicas compostas para jogos também estão Sonic Spinball, Super Smash Bros. Brawl e Final Fantasy VIII.

6 – INON ZUR (FALLOUT, CRYSIS, DRAGON AGE)

O compositor israelense começou a carreira compondo para o cinema, por isso suas músicas são semelhantes as dos filmes. É conhecido por compor para a franquia Fallout, Prince of Persia: The Two Thrones, Crysis, Man of Valor e Dragon Age: Origins.

5 – JEREMY SOULE (THE ELDER SCROLLS, GUILD WARS)

Entre os grandes nomes das trilhas de videogames está o norteamericano Jeremy Soule que compôs para mais de 60 jogos, sendo seu maior sucesso as músicas orquestradas da franquia The Elder Scrolls.

4- JESPER KYD (ASSASSIN’S CREED, HITMAN)

O dinamarquês Jesper Kyd Jakobson compôs para mais de 40 jogos, 7 filmes e 11 curtas, sendo seu grande sucesso as trilhas de Assassin’s Creed. Sem sua contribuição e suas trilhas marcantes, a franquia de Ezio não teria o sucesso colossal que teve. Kyd também produziu para Gears of War, Unreal Tournament 3, Borderlands, Hitman, Darksiders II e Soulcalibur V.

3- YOKO SHINAMURA (STREET FIGHTER II, KINGDOM HEARTS)

Considerada como a maior compositora de games do mundo em 2009 pela Square Enix, desenvolvedora japonesa de games, Yoko é a primeira precursora mulher na indústria. Aos 18 anos foi convidada pela Capcom para trabalhar na produção de Final Fight, o sucesso foi tanto que no ano seguinte compôs para Street Fighter II – o inesquecível tema do Guile é dela – e posteriormente para Mega Man 5, Legend of Mana, Xenoblade Chronicles, Mario & Luigi e toda a franquia Kingdom Hearts. Reviva três grandiosas melodias compostas por ela:

2- KOJI KONDO (SUPER MARIO BROS., THE LEGEND OF ZELDA)

É indiscutível a influência que Koji Kondo trouxe ao mundo dos games já foi o primeiro a trabalhar na parte sonora da Nintendo em 1984, ainda na era dos árcades onde não era comum o uso de trilhas sonoras. Ou seja, seu trabalho era redobrado por criar “bips” semelhantes a sons reais. Super Mario Bros. foi o trabalho que projetou Kondo, depois Legend of Zelda onde trabalhou diretamente com o criador do game, Shigeru Miyamoto e Super Smash Bros. Lembrando que Kondo trabalhou na recente trilha de Super Mario Odyssey.

1- NOBUO UEMATSU (FINAL FANTASY)

Considerado como “o Beethoven da música dos videogames” no top 20 do Hall of Fame de 2013, Nobuo Uematsu é um compositor japonês conhecido por trazer a música clássica aos videogames e a sensação de jogar dentro de um filme desde 1985. Toda a trilha de Final Fantasy – de 1987 até o atual Final Fantasy XV – foi feita por ele e sem dúvidas suas músicas ultrapassaram o console e estão para sempre na memória de quem jogou as franquias.

Em 2006, Nobuo apresentou junto a Prima Vista Philharmonic Orchestra e sua banda The Black Mages (Nobuo empolgadíssimo no teclado) o tema do chefe final de Final Fantasy VII:

A lista é curta perto de tantos outros nomes que queria acrescentar:

  • Michiru Yamane (Castlevania, Dracula X)
  • Kenji Yamamoto (Super Metroid, Dragon Ball Z)
  • Tommy Tallarico (Earthworm Jim, Advent Rising)
  • Martin O’Donnell (Halo 2 & 3, Destiny)
  • Akira Yamaoka (Silent Hill)
  • Takeharu Ishimoto (Before Crisis: Final Fantasy VII)
  • Manami Matsumae (Mega Man)
  • Frank Klepacki (Hell March)

O dia do compositor é apenas um lembrete do extenso trabalho que existe por trás dos games e filmes que acompanhamos há décadas. Não há palavras para descrever a grandeza dos materiais produzidos por todos os compositores citados acima e suas influências no que ouvimos atualmente.


Fiquem ligados nas próximas edições, pois teremos várias notícias doidas sobre o mundo nerd! Teeknews, o Podcast  mais divertido da galáxia!

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TOP 5 | Os melhores filmes e atuações do astro Ben Affleck!

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Atualmente conhecido por ser o Homem-Morcego nos cinemas e também por ter péssimos filmes no seu currículo, Ben Affleck sempre foi sinônimo de um astro que deu mais sorte nos bastidores (por conta da influência da sua família em Hollywood) do que por grandes produções que vemos ele envolvido.

Entretanto, engana-se quem pensa que o ator tenha somente filmes de heróis ou atuações canastronas no seu currículo e por conta disso, separamos uma lista com os melhores papéis e também filmes que o atual Bruce Wayne esteve envolvido. Confira:

 

5- Hollywoodland – Bastidores da Fama

Ben Affleck pode ser conhecido hoje por interpretar o Batman, mas ele também já teve sua chance como Superman… mais ou menos. Em Hollywoodland, ele interpreta o ator George Reeves, intérprete do herói kryptoniano nos anos 50 que nunca conseguiu sair do sombra do personagem, o que o levou à frustração e depressão. O filme em si conta com uma primorosa atuação de Affleck.

4- Atração Perigosa

Nesta produção, Affleck começava a mostrar que podia sim ser um grande diretor e também que ele podia se envolver em uma produção de grande sucesso depois de uma série de fracassos nos anos 2000. Além de dirigir e escrever o roteiro, ele estrela como Doug MacRay, um ladrão que entra em conflito com seu amigo e parceiro no crime, Jem (Jeremy Renner), após se envolver com uma de suas vítimas e começar a reconsiderar sua carreira. Affeck consegue criar um thriller com várias nuances e performances maravilhosas de Jeremy Renner, Blake Lively, Rebecca Hall e (é claro) do próprio Affleck. Imperdível.

3- Garota Exemplar

Affleck se junta com nada mais e nada menos do que o prestigiado diretor David Fincher, que dificilmente tem um filme ruim no seu comando. A produção adapta o best-seller homônimo de Gillian Flynn e Affleck vive Nick Dunne, um homem cuja esposa desaparece misteriosamente, fazendo dele o principal suspeito de um possível homicídio. Affleck interpreta um homem que está longe de ser um herói, e em alguns momentos, nos frustra com sua ingenuidade, ficando sempre um passo atrás de sua astuta esposa. Para as pessoas que acompanhavam o sumiço da “Amy Exemplar”, ele sempre parecia um adorável idiota ou um charmoso sociopata.

2- O Contador

Filme muito bom, com uma história envolvente e cenas de ação incomparáveis. Ben Affleck atua super bem aqui e a produção ainda conta e com um elenco de peso. No filme vemos Christian Wolff, que sofre com ruídos altos e problemas de sensibilidade, devido ao autismo. Apesar da oferta de ir para uma clínica voltada para crianças especiais, seu pai insiste que ele permaneça morando em casa, de forma a se habituar com o mundo que o rodeia. Ao crescer, Christian se torna um contador extremamente dedicado, graças à facilidade que tem com números. O trailer deixa uma grande expectativa e fez mais do que promete, entrega um ótimo filme, e deixa uma grande abertura para uma sequência que possivelmente irá acontecer.

1-Argo

Podemos dizer que esse é o filme que elevou Affleck ao status de ator e diretor de renome. Em Argo, ele interpreta Tony Mendez, um agente da CIA que recebe a difícil tarefa de resgatar seis diplomatas americanos no Teerã. Não só Affleck entregou uma belíssima direção, que lhe rendeu um Globo de Ouro de Melhor Direção, mas também trouxe uma performance maravilhosa que, infelizmente, acabou ignorada pelas premiações. Pelo menos, ele recebeu o Oscar de Melhor Filme naquele ano. E que ano!

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TRIP LISTA | Feliz ano novo – filmes com datas no título

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O final do ano está chegando… Para nós humanos, a contagem do tempo é algo natural, como se sempre tivesse existido. Mas o ato de marcar o tempo em número é algo que a humanidade demorou muito tempo para quase padronizar no mundo todo.

Mesmo hoje, em que a maioria dos países utilizam o calendário ocidental, ainda muitos povos possuem suas contagens de tempo locais. Para a indústria do cinema, a contagem do tempo pode ser a base para a inspiração para uma bom (ou nem tanto) roteiro.

Esta lista viajará pelo tempo, através de algumas obras que levam o tempo como título.

10.000 a.C (10,000 BC – 2008) – 

Resultado de imagem para 10.000 a cO filme tenta (e falha miseravelmente) contar uma história que se passa na pré-história da humanidade. No dia a dia de uma tribo, ocorre o choque cultural entre um grupo humano no estágio caçador-coletor com uma sociedade mais estruturada, e com a batida história do salvador escolhido no meio. A proposta bem interessante se perde no meio do caminho por não saber para onde ir. O filme se perde ao misturar épocas históricas distintas e uma geografia maluca. Para uma ficção, tudo ok, mas para uma obra que se vendeu com um filme baseado na história ficou esquisito.

Ano Um (Year One – 2009) – 

Resultado de imagem para ano umUma comédia incrivelmente sem graça onde acompanhamos Zed (Jack Black) e Oh (Michael Cera), que mistura elementos bíblicos como fio condutor de sua trama. Após comerem o fruto do conhecimento, eles são banidos de sua tribo e acabam encontrando em seu caminho Caim (David Cross), Adão (Harold Ramis), Abraão (Hank Azaria) e Isaac (Christopher Mintz-Plasse), juntos eles chegam à cidade de Sodoma, onde lutam para salvar sua tribo da escravidão sexual.

1492: A Conquista do Paraíso (1492: Conquest of Paradise – 1992) – 

Imagem relacionadaFilme escrito e dirigido por Ridley Scott que conta a história da descoberta do Novo Mundo por Cristóvão Colombo (Gérard Depardieu) e o impacto que este evento teve sobre as civilizações neste continente. Foi lançado para a comemoração dos 500 anos da viagem de Colombo.

 

 

 

 

 

 

1900 (Novecento – 1976) – 

Resultado de imagem para Novecento bertolucciCom direção primorosa de Bernardo Bertolucci e trilha sonora de Ennio Morricone, o filme é uma tentativa de entender como os italianos se envolveram na grande tragédia do século, a Segunda Guerra Mundial, fazendo uma retrospectiva histórica da Itália desde o início do século XX até o término da Segunda Guerra Mundial, tendo como fio condutor a vida de Olmo (Gérard Depardieu) e Alfredo (Robert De Niro), amigos na infância mas que acabam em polos políticos distintos ao verem a ascensão do fascismo.

1984 (Nineteen Eighty-Four -1984) – 

Imagem relacionadaBaseado na obra clássica de George Orwell, este filme apresenta uma distopia política onde o mundo está dividido em apenas três grandes países totalitários, que disputam entre si o controle da humanidade. Winston Smith (John Hurt) se apaixona, algo inaceitável para os membros do partido e sofrerá as consequências de ser um subversivo. Perturbador.

2001: Uma Odisseia no Espaço (2001: A Space Odyssey -1968) – 

Resultado de imagem para 2001: Uma Odisseia no Espaço (2001: A Space Odyssey -1968)  Filme considerado a obra prima de Kubrick, tem a passagem de tempo longa do cinema, ao acompanhar os efeitos que o estranho monólito provocou na humanidade, partindo da Pré-História até 2001, quando a humanidade envia uma nave até a órbita de Júpiter para investigar a aparição de um monólito gigantesco. Intrigante e clássico absoluto.

 

2010: O Ano Em Que Faremos Contato (2010- 1984) – 

Resultado de imagem para 2010: O Ano Em Que Faremos Contato

Baseada na obra de Arthur C. Clarke, continua a história de 2001, mas sem a mesma equipe criativa nem a qualidade do original. O filme apresenta uma missão conjunta dos Estados Unidos com a União Soviética para ir até as proximidades de Júpiter e encontrar a nave Discovery, perdida no filme anterior, para resgatar dados da missão. Desnecessário.

 

11.11.11 (2011) – 

Resultado de imagem para 11.11.11Filme caça-níquel, feito às pressas para aproveitar a coincidência dos números na data. Um terror sem pé nem cabeça sobre um demônio que escaparia às 11 horas do dia 11 de novembro de 2011. E não tem mais nada literalmente para falar do filme. Sustos forçados, história sem lógica e enredo preguiçoso. Ainda bem que outra data assim só daqui mil anos!

 

2012 (2009) – 

Resultado de imagem para 2012 filmeLançado na histeria criada em torno do suposto fim do mundo previsto pelo calendário maia, o filme é apenas um pretexto para o diretor Roland Emmerich destruir o mundo mais uma vez. Na trama, a família de um escritor fracassado (John Cusack) precisa se unir para sobreviver ao fim do mundo. Uma grande bobagem, mas que cumpre seu papel de divertir.

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