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TOP 5 | Mães em Animes

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Dia das mães, segunda maior data comercial brasileira.

 

Apesar disso, e correndo o risco de estar colaborando com a chatice coletiva, vou aproveitar a data e o interesse das pessoas para falar de algumas mães dos animes. Algumas que todos gostariam de ter, outras nem tanto…

 

5) Usagi Tsukino – Sailor Moon

 

A bela e marinheira da lua também é mãe, princesa, salvadora da humanidade e nas horas vagas uma adolescente cabeça oca e volátil. Observar as estripulias da garota, especialmente no anime (no mangá, tudo isto é um pouco mais contido, além de haver amadurecimento), é ter a certeza de que estamos em péssimas mãos.

O ponto alto é quando sua filha vem do futuro e logicamente Usagi se vê incapaz de agir como uma mãe para Chibiusa, se tornando uma espécie de irmã mais velha e rival da própria filha pelo amor do namorado, que por um acaso será o pai da menina. Quando vemos sua pequena filha apontando uma arma para sua cabeça (tanto no anime quanto no mangá), sabemos que Sailor Moon está na vanguarda com uma obra que retrata tão bem como se tornaria o relacionamento entre pais e filhos num futuro nada distante. Em especial, as disputas entre mães e filhas. 

4)Rosa Ushiromiya – Umineke no Naku Koro ni

Rosa é mãe de Maria, aquela que fica chorando e fazendo “uuuuu, uuuuuu~”. Uma mãe terrível, diga-se de passagem. Não é que ela não ame a filha, mas Rosa tem atitudes desprezíveis para com ela, descontando na filha as suas frustrações. Rosa é a clássica mãe solteira em que o pai biológico desaparece abandonando a mulher após fazer a criança, que cresce tendo apenas um dos pais presente em sua vida. As mulheres de Umineko são fabulosas e Rosa não é diferente. Ela dá duro e enfrenta muitas dificuldades no dia-a-dia, tem resistência em abrir mão de sua vida de mulher sem reponsabilidades familiares e mesmo que sinta remorso por pensar assim, no fundo vê Maria como um fardo. Consequentemente, Maria é sempre reduzida a uma parcela insignificante em sua vida. Deixada sozinha diversas vezes, Maria cresce solitária e um tanto quanto problemática, enquanto Rosa continua com dificuldades de escutá-la e se irritando facilmente com seus choros, tomando atitudes violentas e erradas para conter a filha. Claro que como na maioria destes casos, Rosa também teve uma infância com distanciamento emotivo de seus pais. Mesmo assim, Rosa é apaixonante.

3) Junko Kaname – Puella Magi Madoka Magica

Ela é mãe de um deus. Na verdade, deusa: Godoka. A família da Godoka é o arquétipo de família pós-moderna, embora este lar onde o pai é a figura passiva e fica em casa cuidando da casa e dos filhos, enquanto a mulher é uma empresária bem remunerada que chega sempre tarde e constantemente bêbada, seja uma característica criada pelo autor para evidenciar o caráter matriarcal de um mundo protegido por um deus feminino. Desse modo, Junko é muito mais do que o pilar de sustentação de uma casa, ela é a figura representativa desse mundo matriarcal. Mesmo com dificuldades de acordar cedo e bebendo além da conta, Junko ainda se mostra uma ótima mãe, mantendo uma relação intimista com a sua filha. 

2) Ragyo Kiryuin – Kill la Kill

Minha mãe é uma alienigena!! Ou no mínimo, vendeu a alma para o diabo usando o sangue das filhas como sacrifício. Ragyo é sem dúvidas o retrato das piores mães que existem no mundo. Desmedidamente inescrupulosa e ambiciosa, até mesmo o ato “sagrado” da maternidade se torna uma moeda de troca para a mulher, que vê na filha a possibilidade de ampliar os negócios e alguém capaz de encabeçar a empresa da família. Como se já fosse pouco roubar a infância de sua filha Satsuki e moldar seu futuro, quando esta se rebela, ela não pensa duas vezes em deserdar a garota com dois chutes no bundão e abraçar Ryuuko; nova filha recém-descoberta, jogando na cara de Satsuki sua inferioridade frente às habilidades de Ryuuko. Não satisfeita, ainda jogou uma contra a outra. É, parece enredo de novela, e tirando as camadas de fantasia, também se parece com a nossa realidade em que os filhos nascem para atender as vontades e desejos dos pais. Comparando com muitas mães reais, as maldades de Ragyo se empalidecem. Numa das mais clássicas cenas da série , Ragyo toca sensualmente nas partes intimas da filhas, levando-a ao orgasmo, refletindo o poder e controle absoluto que nutria sobre Satsuki e suas emoções. Ou ao menos, que pensava ter sobre a garota. 

1) Haruko Kamio – Air tv

Mãe de Misuzu Kamio. Tecnicamente, Haruko é na verdade tia biológica da garota, mas a cria desde que era um bebê, se tornando na prática a sua verdadeira mãe. Haruko é uma mãe louca, simpática, amorosa, mas também muitas vezes não se mostra uma boa mãe para Misuzu. Ela pode se mostrar muito inconsequente, por muitas vezes pouco madura e tende a fugir com facilidade de seus problemas ao invés de enfrenta-los – o fato de ela adorar se entregar à bebida depois do trabalho é uma característica de denota essa fraqueza interna, pois, é depois de cumprir seu expediente e então voltar a ser uma mãe; retornando para casa, que ela defronta com seus maiores conflitos. A bebida então caracteriza um aspecto da personagem, que é o de agir de modo pouco maduro e medo de enfrentar a realidade.

Acontece que Haruko ama Misuzu, mas acaba mantendo uma relação distante – na maior parte do tempo – com a garota. Então, como assim ela ganhou a primeira posição? Oras, é justamente o fato de ser tão errante e manter uma relação tridimensional com a filha que torna a ela e esta relação muito humana. É o que se vê com frequência aqui fora, em relação a pais e filhos. É o medo de se tocarem, de se conhecerem, e por mais que haja vontade de ambas as partes, não conseguem quebrar a enorme muralha estabelecida, mantendo então uma relação fria e distante. Haruko tem dificuldades de lidar com várias questões envolvendo Misuzu, chega um momento em que a saúde de sua filha piora a um estado critico e ela acredita então que não tem condições de continuar criando a garota, entregando-a ao pai, ao acreditar que isto seria o melhor para ela.

O clímax deste intenso relacionamento acontece quando, impossibilitada de andar, Misuzu – como que por um milagre – foge dos braços fortes do pai e sai andando fragilmente em direção à mãe, que se dá conta que o local ideal para ela é em seus braços. O ato de Misuzu sair andando com suas pernas fragilizadas e antes incapazes de se moverem, demonstra a dificuldade de se romper essa enorme muralha estabelecida entre um pai e um filho, e o ato de Haruko de sacrificar a relação com a filha por se considerar incapaz, reflete a unilateralidade numa relação, onde não sabemos exatamente o que o outro pensa e por uma escassez de diálogos acabamos tomando atitudes que consideramos corretas e para o bem daquele que se ama, mas que na verdade está infligindo mais dor. Haruko é espetacular por ser tão conflitiva e plenamente capaz de superar seus conflitos, fazendo a única coisa possível nestes momentos: encarar de frente as próprias emoções, afinal, ficou mais do que provado que a própria Haruko era sua maior critica e rival, se auto-sabotando constantemente. Assim como na vida, em que adoramos nos sabotar!

Gostaram? querem mais top 5, comentem ai em baixo.

A NerdTrip teve seu início no ano de 2016 com a missão de levar entretenimento, notícias, resenhas e tudo sobre o universo pop/nerd/geek. “Uma ideia na cabeça, talento e vontade em nossas mãos!”

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TRIP LISTA | As melhores séries de todos os tempos pela equipe Nerdtrip

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As melhores séries de todos os tempos pela equipe Nerdtrip. Foto por: William Peloso

Quando se fala sobre séries, filmes, games e quaisquer outras produções no mundo do entretenimento, acaloradas discussões e debates para definir quais são as melhores produções ocorrem. Pensando nisso, a equipe do Nerdtrip resolveu entrar na onda dos debates e começar a postar nossas listas de melhores produções, no melhor estilo Rolling Stones.

Para começar com o pé direito, resolvemos criar nossa lista com as melhores séries de todos os tempos, onde cada membro da equipe Nerdtrip escolheu suas 10 séries favoritas, onde a primeira série receberia 10 pontos, a segunda 9 pontos, a terceira 8 pontos e assim sucessivamente, até chegarmos a décima que receberia um ponto.

Após votação e apuração, eis que nossa lista ficou definida da seguinte maneira:

10º Black Mirror

Black Mirror conquistou uma boa parcela de fãs com um enredo nada convencional. Diferente de outras adaptações, a série de Charlie Brooker trouxe como principal objetivo fazer uma crítica à sociedade moderna de uma forma muito viciante. A série é considerada uma das melhores do catalogo Netflix.

Contando com uma produção bem desenvolvida, a série adotou uma estrutura de poucos episódios com um tempo de duração maior. Cumprindo seu propósito de causar um forte impacto no espectador, levantando a questão sobre o quanto a tecnologia é capaz de interferir na vida humana. Ao mesmo tempo que sentimos desconforto pelos assuntos abordados, Brooker aborda a obscuridade da humanidade de uma forma que acabamos nos colocando na própria história e enxergando um pedaço do nosso cotidiano nela. A obra tem uma premissa diferenciada e que certamente agradará aos amantes da psicologia. O sucesso da obra televisiva foi tanto que o autor optou por anunciar em 2017 uma série de livros baseados no universo de Black Mirror que contarão novas histórias originais tão obscuras quanto aos episódios das temporadas. (Por Laryssa Stoller)

9º Westworld

Westworld é uma mistura de faroeste, cyberpunk, revolução das máquinas com o cinismo e maldade humanas. Imagine isso, um parque repleto de robôs que simula o Texas do Velho Oeste, para uma galera de yuppies engomadinhos que fazem qualquer coisa por diversão. Qualquer coisa mesmo. Esse ambiente estilo Dr. Moreau (qualquer semelhança com a sua ilha não é coincidência) é criação de um homem, que simplesmente resolve bancar o papel de Deus, para o papel temos Anthony Hopkins. E tal protagonista de peso para uma série não decepciona, Hopkins entrega no ambíguo dr. Ford o melhor personagem desde a série de filmes do Dr. Lecter.

O que acontece é que o parque é uma verdadeira bomba relógio só esperando para estourar. Os desmandos e descaso dos “cowboys from hell” que veem as dançarinas e habitantes do cenário apenas como veículos para seus desejos mais obscuros, estão aos poucos causando rancor e repulsa nos robôs do parque, que a cada atualização se tornam mais espertos. Pra piorar, reza a lenda que Ford escondeu um labirinto de provas por um símbolo esotérico indígena dentro do parque, que atraiu a cobiça de homens como o personagem vivido (e como) por Ed Harris.

A série do irmão mais novo de Chris Nolan, Jonathan, é coesa quando tem que ser e brutal quando menos se imagina. A própria abertura, muito elogiada, já deixa claro o clima de tragédia anunciada. Os extremos aqui são muito bem utilizados e não é a toa que Westworld arrebentou também na segunda temporada, que é ainda mais contundente. (Por Marcos Roberto Neves).

8º Sherlock

Quando se pensa em alguém famoso para resolver crimes e solucionar mistérios, muitos pensam no lendário Sherlock Holmes, que foi criado pelo brilhante Sir Arthur Conan Doyle. Imaginado para enfrentar os males da era vitoriana, os showrunners Steven Moffat e Mark Gatiss toparam o desafio de atualizar e ambientar o famoso detetive nos dias atuais. Estrelado por Benedict Cumberbatch, como Sherlock HolmesMartin Freeman, como o Doutor John Watson, o show foi um enorme sucesso logo de cara quando foi exibida a sua primeira temporada em 2010 pela BBC, que até agora produziu treze episódios para a série, transmitidos em quatro temporadas de três episódios cada, além de um especial exibido no início de 2016.

Na série, o nosso querido Sherlock atua como um “detetive consultor” que auxilia a Polícia Metropolitana de Londres, principalmente Greg Lestrade (Rupert Graves), na resolução de vários crimes. Holmes acaba dividindo um apartamento com Watson, que voltou do serviço militar no Afeganistão, na residência da Sra. Hudson (Una Stubbs), a proprietária do famoso endereço da dupla que fica na 221B Baker Street. Embora a série descreva uma variedade de crimes e criminosos, o conflito principal de Holmes nas temporadas é com seu nêmesis Jim Moriarty (Andrew Scott). Aclamada pelo público e crítica elogiando a qualidade do roteiro, atuações e direção. A série recebeu indicações para vários prêmios, incluindo EmmysBAFTAs e um Globo de Ouro, tendo ganhado em várias categorias. (Por Igor Ops

7º Os Simpsons

Os sitcoms com atores já eram velhos conhecidos do público americano (e consequentemente do resto do mundo) em 1989 e faziam muito sucesso transformando em comédia o modo de vida do cidadão médio americano. Os Simpsons, criados em 1989 pela genial mente de Matt Groening revolucionaram a fórmula porque no formato animado, tornou-se possível trazer para dentro das histórias políticos, músicos, artistas em geral e celebridades reais para o convívio de uma típica família de classe média americana vivendo em uma cidade do interior de médio porte. Deu tão certo ao ponto de hoje as tais celebridades comemorarem quando são ridicularizadas dentro do programa. Afinal é sempre bom estar na mídia.

Outro ponto a favor do formato, é que por não serem atores reais, os personagens de uma das famílias mais conhecidas do mundo atualmente, não envelhecem nunca e portanto chegarão à sua 30º temporada em 2019 com a mesma idade que tinham quando começaram. Além disso, Os Simpsons contam com um humor ácido, uma crítica social constante, porém de forma elegante, sem descambar totalmente para o humor negro, a escatologia e o apelo sexual como a maioria dos programas que surgiram em sua esteira. Não que os Simpsons nunca usem de tais artifícios, mas alcançar a medida certa para isso apenas eles conseguiram de fato. (por Jorge Obelix)

6º Sons of Anarchy

Criada por Kurt Sutter, Sons of Anarchy foi produzida de 2008 a 2014, contando com 7 temporadas, e segundo o próprio criador, possui referencias a obra de Shakespeare, como Hamlet. A série retrata o dia-a-dia do clube de motociclistas Sons of Anarchy Motorcycle Club Redwood Original, ou simplesmente SAMCRO, que comanda uma pequena cidade fictícia no interior dos Estados Unidos e está envolvido com o tráfico de armas. 

O protagonista Jax Teller (Charlie Hunnan), é vice-presidente do clube que busca tirar o SAMCRO da ilegalidade, honrando o legado deixado por seu pai. Apesar disso, o Clube está sempre envolvido em perigosas tramas, enfrentando gangues rivais, poderosos grupos políticos e agentes da lei dos EUA.  Uma das grandes sacadas de Sons of Anarchy, ao apresentar uma trama vista pelo lado dos chamados “bandidos”, é que não há mocinhos e vilões, sendo que cada decisão tomada pode transformar o personagem, fazendo com que eles se tornem amados ou odiados.

Sons of Anarchy possui um roteiro certeiro, com excelentes diálogos, um elenco escolhido magistralmente e uma ótima química entre os atores. Química essa muito importante, pois é possível ver os fortes laços de irmandade entre os membros do SAMCRO. Não posso deixar de citar, é claro, a excelente trilha sonora da série, com clássicos do Rock n’ Roll e releituras incríveis. (Por William Peloso)

5º Friends

Quando estreou em 1994, Friends não parecia que iria trazer nada de mais, pesava contra ela o fato de nascer debaixo da sombra do sitcom Seinfield. A expectativa era baixa assim como o cachê de seus 6 personagens principais (outro fator que não a ajudava muito, o fato de não ter um personagem principal, mas 6), que durante a primeira temporada era de US$ 22 mil por episódio para cada ator. Mas os seis amigos foram bem aceitos imediatamente, e após os seus primeiros episódios medianos, a série encaixou. Cada personagem encontrou a sua viés, o roteiro deu um show com seus diálogos ágeis, a audiência estourou e Friends só fez tornar-se melhor a cada episódio e hoje é referência histórica, figurando sempre nas listas das melhores séries de todos os tempos, muitas vezes até em primeiro lugar.

Friends ditou moda, influenciou cortes de cabelos com a Rachel, pôs seus jargões na boca do povo (quem nunca se pegou repetindo um “oh my God“? Ou um “How you doing“?), e mesmo 14 anos após o seu encerramento, ela tem reprises diárias com excelente audiência. Na última temporada, cada um dos seis recebia US$ 1 milhão por episódio. Friends é a série que assistimos após um dia difícil, são os amigos que queremos ter e desejamos ser, temos um pouco em nós de cada um dos seis amigos e não sei vocês, mas eu até hoje não consegui decidir qual meu personagem favorito, mas sei que é a minha série favorita: Friends. (Por Jr Costa).

4º The Big Bang Theory

Produzida pela Warner Bros. Television em parceria com a Chuck Lorry Productions, o sitcom trazia uma temática nerd e em pouco tempo se tornou referência. Com a popularização da série, isso acabou rendendo muitas participações especiais como por exemplo Bill Gates, Stephen Hawking e Stan Lee.

Um dos grandes motivos do sucesso de The Big Bang Theory é sem dúvida nenhuma o personagem Sheldon Cooper. Interpretado impecavelmente pelo ator Jim Parsons. Não é a toa que o mesmo recebeu 4 Emmy Awards e um Globo de Ouro pelo trabalho ao longos de 11 temporadas já transmitidas. Além de Sheldon, também são grandes responsáveis pelo sucesso de TBBT seus amigos Leonard Hofstader (Johnny Galecki), Howard Wolowitz (Simon Helberg) e o indiano Rajesh “Raj” Koothrappali (Kunal Nayyar) e sua linda vizinha Penny (Kaley Kuoko).

The Big Bang Theory evoluiu através dos anos, os personagens se desenvolveram, novos surgiram. Mas desde o início, como bons nerds, os 4 rapazes demonstraram o tempo todo paixão pela cultura pop, principalmente quadrinhos, cinema e games. (por Jorge Obelix)

3º House

A série House, grande sucesso da Fox por 8 temporadas (2004-2012), contou a história do Dr. Gregory House, brilhante médico de diagnóstico de fictício hospital universitário dos EUA, capaz de descobrir as mais absurdas e raras doenças já (realmente!) catalogadas pela medicina. Em compensação, Dr. House é um perfeito anti-herói: um ser absolutamente niilista, debochado, amargo e cruel no trato com amigos, pacientes, subalternos e amores; além de viciado em Vicodin, única droga capaz de minimizar as terríveis dores da perna mutilada, o que o remete ao mitológico Quíron, imortal curandeiro incapaz de curar a si mesmo do infalível veneno da Hidra.

O personagem, inspirado em Sherlock Holmes, foi brilhantemente interpretado pelo britânico Hugh Laurie (Globo de Ouro em 2006 e 2007). A série inovou completamente o padrão das “séries hospitalares”, oscilando drama e humor nas doses certas, e muito do seu sucesso se deve à estupenda composição de Laurie, capaz de tornar House desprezível e igualmente cativante e do competente elenco de apoio, do qual surgiu Olivia Wilde. (Por João Nélio).

2º Breaking Bad

A primeira coisa que vem a cabeça quando se pensa em Breaking Bad é “obra de arte”. A série criada por Vince Gilligan foi ao ar de 2008 a 2013, após 5 incríveis temporadas. Usando e abusando de grandes planos abertos e contando com maravilhosas interpretações, a série estrelada por Bryan Cranston conta a história de Walter White, um pacato professor de química que é diagnosticado com câncer de pulmão. Com expectativa de apenas 2 anos de vida, Walter acaba se tornando “um homem sem medo” abandonando definitivamente o caminho da luz, para se entregar de forma gradativa e inevitável as trevas. Ao lado de seu ex-aluno Jesse Pinkman (Aaron Paul), eles embarcam em uma “viagem” sem volta, “cozinhando” e produzindo uma nova metanfetamina cristalizada, com o intuito de salvaguardar o futuro financeiro de ambos.

Considerada por muitos a melhor série de TV de todos os tempos, o show se tornou um dos programas via cabo mais assistidos da TV americana, recebendo inúmeros prêmios, incluindo 16 Emmy Awards, oito Satellite Awards, dois Globos de Ouro, dois Peabody Awards, dois Critics ‘Choice Awards e quatro Television Critics Awards. Brian Cranston ganhou o Emmy de melhor ator quatro vezes, enquanto Aaron Paul ganhou por ator coadjuvante por três vezes. Em 2013, a série entrou no Guinness como o show mais aclamado pela crítica de todos os tempos. Uma experiência rara, uma obra mágica, um momento inesquecível. (Por Giovanni Giugni).

1º Game of Thrones

O desafio de levar para a TV a obra criada por George R. R. Martin parecia impossível. Lançada em 1994, a complexa saga que mistura intrigas políticas, muita violência e nudez em um mundo normalmente lúdico e moralmente rígido que é o estilo fantasia (vide Tolkien). Mas a HBO comprou o desafio, e o resultado foi o primoroso, e caro, piloto que em 2011 conquistou milhões de fãs em todo o mundo.

Com uma excelente produção, suja e bruta como deve ser uma ambientação em estilo medieval, com elenco afiado, diálogos e personagens criveis, a série cativa principalmente por não ser um mundo maquiavélico, mas dotados de tonalidades, como o mundo real. Nenhum herói pode permanecer bom por toda a jornada, assim o mais odioso dos vilões pode surpreendentemente se tornar um dos mais respeitáveis. E sem contar os plot twists que podem aparecer de surpresa enquanto estamos distraídos em um banquete de casamento. Assim, a série caminha para seu season finale, em 2019, com fôlego de estreante. (Por João Paulo)


Também não podemos esquecer de mencionar todas as demais séries votadas, totalizando assim, 103 produções estão presentes em nossa lista de Melhores Séries de Todos os Tempos!

  • Família Soprano
  • Supernatural
  • Outlander
  • Arquivo X
  • Demolidor
  • Mindhunter
  • Fargo
  • Lie To Me
  • Star Trek: Next Generation
  • The Walking Dead
  • How I Met Your Mother
  • Mr. Robot
  • 24 Horas
  • Anos Incríveis
  • Dark
  • Eu, A Patroa E As Crianças
  • Super Maquina
  • The Leftovers
  • Vikings
  • Mad Men
  • Um Maluco No Pedaço
  • Verssailes
  • Altered Carbon
  • Bates Motel
  • Blosson
  • Desperate Housewives
  • Fringe
  • Peaky Blinders
  • Star Trek: A Série Original
  • The Handmaid’s Tale
  • Burn Notice
  • Flash
  • Gotham
  • Law E Order: SVU
  • Lost
  • Raio Negro
  • Seinfeld
  • The Pacific
  • The Vampire Diaries
  • Twin Peaks
  • Arrow
  • Brooklyn 99
  • Castle
  • Dexter
  • Gilmore Girls
  • How To Get Away With A Murder
  • Smalville
  • Stranger Things
  • The Originals
  • Better Call Saul
  • Futurama
  • Lucifer
  • Marco Polo
  • Oz
  • Roma
  • True Blood
  • Get Smart (Agente 86)
  • Luke Cage
  • Married With Childen
  • Rick And Morty
  • Thats 70 Show
  • The Last Man On Earth
  • American Horror Story
  • Contos Da Cripta
  • C.S.I.: Miami
  • Defensores
  • Grimm
  • Justiceiro
  • Mithbusters
  • South Park
  • Vinyl
  • Agent Carter
  • Boku Dake ga Inai Machi
  • Girls
  • Jiraya
  • Lois E Clark
  • O Mentalista
  • The Orville
  • Penny Dreadful
  • The Office
  • The Tudors
  • Chuck
  • Freaks And Geeks
  • Gossip Girl
  • Grimm
  • Kamen Rider Black Rx
  • Mcgyver
  • Riverdale
  • The Pretender
  • Two And A Half Men

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TOP 5 | Vilões de séries que amamos odiar

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Já faz algum tempo que não só os mocinhos ganham fãs mas também os vilões da ficção. Acredito que ficou tão cansativo ver na tela os mesmos mocinhos tão certinhos e longe da realidade, que esse tipo de personagem acaba perdendo a admiração dos telespectadores. Os protagonistas principais das produções perderam a audiência para os vilões que por vezes, são tão bem construídos e peritos nas  estratégias maléficas que acabam se destacando.

Confira nosso top 5 de vilões que amamos:

5º Lugar: Crowley 

Quem é fã da série Supernatural vai concordar comigo que “O rei do inferno” interpretado pelo ator Mark Sheppard é um vilão de tirar o chapéu. Além de ser estiloso de como arquitetar suas maldades ainda consegue convencer os irmãos Winchester a trabalharem junto a ele por causas maiores.

4º Lugar: Regina

Além de ficarmos babando o super figurino dessa bruxa estilosa da série  Once Upon a Time, ela é o destaque em fazer o casal Branca de Neve e Encantado serem enredados nas suas maldades. Vivida pela atriz Lana Parrilla, a personagem Regina é tão má que criou uma cidade e trouxe todos os personagens dos contos de fadas pra morar nela e esquecerem dessa história de “felizes para sempre“. Isso é que é maldade. 

  3º Lugar: Rumpelstiltskin 

Outro personagem de Once Upon a Time, que consegue ser pior do que Regina, porém tem um passado tão sofrido que em vez de o odiarmos acabamos nos apaixonando por essa fera tão brilhantemente interpretada por  Robert Carlyle. Ele consegue nos cativar com seu estilo de maldade  diplomática e debochada de conseguir o que quer.

2º Lugar: Dr Wells

Um dos maiores vilões do velocista Flash da DC Comics, o Flash Reverso enganou a todos durante a primeira temporada do show ao se passar pelo cientista renomado Dr. Harrison Wells, vivido pelo competente ator Tom Cavanagh na série Flash.  Eobard Thawne veio do futuro para matar a mãe de Barry Allen e ficou preso nesse tempo, o que o fez arquitetar um plano onde precisou enganar não somente Barry Allen, mas também todos da equipe Flash.

1º  Lugar: Madame Gao

Essa tinha que estar no topo da lista. Idosa com olhar doce e aparência inofensiva, a maldade dela só perde para o do próprio Satanás. A criatura sinistra mata de forma leve e sem culpa e consegue ser má sem um pingo de dor na consciência. 

O que achou de minha lista? Diz aí nos comentários qual vilão você odeia tanto que acabou amando.

Veja também nossa lista com os melhores vilões das séries Marvel/Netflix!


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TRIP LISTA | Respondido! DC Comics publica ranking com os personagens mais rápidos da editora!

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(Foto – Reprodução)

Aquela pergunta que faz todo fã de HQ e principalmente da Editora das Lendas coçar a cabeça, quem é mais rápido? Barry Allen ou Wally West? Superman ou Shazam? Mulher-Maravilha ou Mulher-Leopardo? Pelo jeito, a DC finalmente resolveu responder a essa antiga dúvida!

Aproveitando o contexto da história Flash War (A Guerra dos Flash, em tradução livre), arco atual das HQs de The Flash, a DC Comics usou o escritor Josh Williamson como grande profeta para responder qual seria o resultado de uma corrida hipotética entre todos os personagens da editora que têm a velocidade como um de seus superpoderes. 

Com arte de Scott Kolins e Luis Guerrero, a DC Comics liberou um infográfico que ilustra bem a ordem em que os heróis terminariam a corrida. Abaixo você confere a lista com os comentários de Williamson sobre cada personagem, justificando sua colocação na disputa. Confiram:

10º – Kid Flash

“Wallace ainda é jovem e está aprendendo a controlar seus poderes – sua presunção é um pouco mais rápida que ele. Uma vez que ele pega a manha de sua habilidades, ele tem o potencial para ser o mais rápido, mas isso vai exigir algum tempo e experiência.”

9º – Shazam

“Ele recebeu a velocidade de Hermes e pode correr tão rápido quanto raios, mas nem mesmo a rapidez do protetor da Pedra da Eternidade pode lhe dar uma vantagem em cima desses velocistas.”

8º – Godspeed

“Quando August conseguiu seus poderes, ele talvez fosse mais veloz que Barry Allen, mas Barry e Wallace pegaram de volta a velocidade que ele roubou deles. Agora, que seus poderes estão mais em jogo, Godspeed precisa ter redenção para que um dia alcance sua verdadeira velocidade.”

7º – Mulher-Maravilha

“Diana é a maior guerreira do Universo DC. Ela foi treinada pelas Amazonas. Ela entende o mecanismo de correr melhor do que ninguém dessa lista, o que lhe dá uma vantagem na competição.”

6º – Mulher-Leopardo

“Ela tem zero hesitação em seus movimentos e uma mentalidade ‘sem misericórdia’, o que a ajuda a se manter focada em seu objetivo – uma morte rápida. Seu impulso implacável faz dela uma das ameaças mais rápidas do Universo DC.”

5º – Flash Negro

“Não é apenas uma questão de velocidade com o Flash Negro. É que você nunca pode escapar dele; a morte sempre está vindo. Isso é parte da velocidade do Flash Negro. Ele sempre está lá quando você menos espera. Herói, vilão, deus, humano – o Flash Negro sempre vai te pegar.”

4º – Superman

“O Homem de Aço é inigualável quando estão voando no ar, sendo capaz de chegar e salvar o dia em um piscar de olhos. Mas uma vez que ele coloca os dois pés em solo, ele não pode alcançar o Top 3.”

3º – Flash Reverso

“Ele é um dos mais cruéis e obsessivos personagens do Universo DC, motivado apenas por seu desespero de se tornar seu herói de infância, o Flash. É esse desespero que acaba o desacelerando. Ele nunca pode se deixar ser mais rápido do que a pessoa que ele deseja ser.”

2º – Barry Allen

“O que foi engraçado [de trabalhar com o Jim] foi que ele criou algo. Todo mundo amou. Nós aprovamos e, então, ele seguiu desenvolvendo isso. Em apenas anos, ele era esse talento massivo. Ele está constantemente desenhando e eu o admiro tanto há tanto anos, e isso só cresceu dez vezes desde que cheguei aqui.”

1º – Wally West

“Wally entende o lado espiritual da Força de Aceleração, e com essa compreensão, ele confia na Força de Aceleração. Mesmo que ele talvez não entenda toda a ciência por trás disso, sua fé faz com que entre em toda a amplitude da Força de Aceleração. Ele não corre através da Força de Aceleração. A Força de Aceleração corre através dele.”


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