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TRIP LISTA | Lançamentos de games em Fevereiro de 2018

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Fevereiro começou e traz o lançamento de alguns dos games mais aguardados para este ano. Confira:

Civilization VI: Rise and Fall (08/02)

A primeira expansão que chega para o sexto episódio de Civilization finalmente está a caminho e trará diversos conteúdos ao jogo de estratégia. Pensando no público fã da franquia, a produtora trouxe de volta as aclamadas eras produtivas (Golden Ages), 8 novas civilizações, 7 maravilhas naturais e muitas outras novidades que servirão de suporte na hora de gerenciar as civilizações que surgirão e sumirão durante a jogatina.

Kingdom Come: Deliverance (13/02)

Nesta quinta (01) a Warhorse Studios em parceria com a Deep Silver divulgaram um trailer com novos detalhes do jogo que chega no dia 13 de fevereiro ao PlayStation 4, Xbox One e PC. Sem magias e feitiços, o RPG pretende misturar elementos de jogos de mundo aberto em primeira pessoa com seu excelente gráfico repleto de belas paisagens em uma experiência semelhante aos games da franquia The Elder Scrolls. A trama baseada em fatos históricos será contada através de uma extensa narrativa – que inclusive já está sendo comparada com a saga de O Senhor dos Anéis. Confira o trailer.

 

Metal Gear Survive (21/02)

A franquia de Hideo Kojima está de volta com um spin-off de Metal Gear Solid V. O game de sobrevivência irá misturar elementos de estratégia e gerenciamento, portanto os jogadores poderão criar suas próprias defesas, personalizar e adicionar melhorias aos equipamentos, além de poder gerir um centro de comando para missões individuais e em grupo – o game oferecerá modos single player e cooperativo. Veja o teaser com todas as novidades que estão para chegar no dia 21 de fevereiro:

Shadow of the Colossus (06/02)

O reboot do clássico do PS2 chegou ontem (06) para o PS4. A nova versão – que mantém a mesma mecânica do game de 2005 – é um game de ação baseado nas aventuras de Wander que ao entrar em um reino proibido terá de derrotar diversos colossos. Confira o trailer:

 

Age of Empires Definitive Edition (20/02)

Depois de ter seu lançamento para outubro de 2017 ser adiado, o clássico da estratégia em tempo real está de volta ao PC e Xbox este mês e com um gráfico totalmente remasterizado em HD. O visual é a primeira característica que atrai os fãs da franquia de 1997.

Dynasty Warriors 9 (13/02)

Este é um dos jogos mais esperados entre a comunidade fã de fighting games, isso porque o novo título da franquia de 1997 será ambientado em mundo aberto, portanto os jogadores poderão escolher como avançar os capítulos da história. Também haverá novidades no arsenal que será mais acessível em lojas comuns e melhorias no ataque e dano das armas. Confira o vídeo.

 

EA Sports UFC 3 (02/02)

Dono de um gráfico impecável com animações dos lutadores ainda mais elaboradas e gameplay eletrizante como sempre, o novo título já é considerado por alguns analistas como o melhor game da franquia por trazer novidades que a colocam muito acima das versões anteriores como a continuação de lutas em pé com novos ângulos de socos e chutes, novos golpes em movimento e o modo história que desta vez desafia o jogador a se tornar uma lenda com objetivos paralelos às lutas dando direito até de provocar o adversário nas redes sociais.

Bayonetta 1 & 2 (16/02)

Os dois primeiros títulos da franquia de ação hack n’ slash chegam para o Nintendo Switch neste mês, a desenvolvedora também está trabalhando em adicionar Bayonetta 3 ao console.

Secret of Mana: Remake (15/02)

O clássico RPG recebe um remake em 3D com novas vozes, gráficos com cenas cinematográficas e muito mais. Secret of Mana: Remake chega ao PC, PS4 e OS Vita em 15 de fevereiro.

Fe (16/02)

O primeiro game indie da EA chegará na próxima semana para Xbox One, PS4, PC e Switch. A delicada ambientação e o roteiro único conta a história de um filhote perdido na floresta, durante a jogatina o jogador interage com outros animais e plantas por meio de sons e conforme as canções são formadas, o player desbloqueia regiões inacessíveis do mapa.

 


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Jornalista especializada em e-sports, ao qual dedicou sua monografia e atualmente desenvolve sua pós-graduação. Locutora comercial nos freelas - antes se aventurou como comentarista em campeonatos amadores de LoL. Sommelier de jogos da Steam, doramas, animes e mangás dos anos 80.

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TRIP LISTA | As melhores séries de super-heróis de todos os tempos pela equipe Nerdtrip

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Dando continuidade à série de listas que a equipe Nerdtrip está elegendo nas últimas semanas, chegou a vez das séries de TV baseadas em super heróis das histórias em quadrinhos. Cada membro da equipe Nerdtrip escolheu suas 10 séries favoritas com essa temática, onde a primeira receberia 10 pontos, a segunda 9 pontos, a terceira 8 pontos e assim sucessivamente, até chegarmos à décima que receberia um ponto.

Após votação e apuração, eis que nossa lista ficou definida da seguinte maneira:

10º Luke Cage

Contando com duas temporadas na rede de streaming Netflix, a série Luke Cage traz a história do primeiro herói realmente “étnico” da Marvel. Cage não foi o primeiro herói negro da editora, antes dele já haviam outros como Pantera Negra e Falcão, mas efetivamente foi o primeiro a abordar o preconceito e as dificuldades dos afro-americano em uma grande metrópole dos EUA, no caso Nova Iorque. 

Obviamente que quando adotou a estratégia de abordar super heróis mais urbanos e humanizados em suas séries, a Netflix não podia deixar de incluí-lo na lista. Luke Cage estreou em setembro de 2016 e seguia um ótimo ritmo, porém um erro de roteiro ao retirar do show o vilão Cottonmouth (Mahershala Ali) ainda no meio da história, fez com que a qualidade caísse e a primeira temporada no geral foi apenas razoável.

Contudo, a série retornou para sua segunda temporada em 2018 de forma espetacular. A vilã Mariah Stokes (Alfre Woodard) brilha em toda e qualquer cena que aparece eclipsando inclusive a atuação de Mustafa Shakir que deveria ser o vilão principal denominado Bushmaster. O ator Mike Colter que encarna o herói protagonista é nitidamente limitado, porém está bem melhor que na primeira temporada.

Porém, o que realmente torna Luke Cage fantástica é a ambientação que explora realmente os hábitos e rotinas dos negros no bairro do Harlem. A trilha sonora é impecável trazendo o que há de melhor na música produzida pela comunidade negra, do jazz ao blues, do hip-hop ao funk verdadeiro (esqueça o estilo que os brasileiros costumam chamar de funk) sempre apresentadas por grandes músicos que passam pelo palco do “Harlem Paradise”, o clube noturno de propriedade de Mariah Stokes. A  série valeria a pena só pela música, mas o enredo e as atuações contribuem para que ela figure nessa lista. (Por Jorge Obelix)

9º Lucifer

Baseado nos quadrinhos do selo Vertigo (uma divisão da DC Comics). O personagem participa ativamente da narrativa “Estação das Brumas” de Sandman, do escritor Neil Gaiman, na qual ele deixa a chave do Inferno com Sonho dos Perpétuos. A série é uma produção da Warner Bros. TV, DC Comics e Jerry Bruckheimer Television, e agora também é uma produção original Netflix!

Estrelada por Tom Ellis (da série Rush) estrela no papel-título, que, entediado e infeliz como o Senhor do Inferno, renuncia o seu trono e abandona o seu reino para ir para a cintilante loucura de Los Angeles, onde ele vai ajudar a polícia local a punir os criminosos.

O elenco conta também com Lauren German (de Chicago Fire) como a detetive de homicídios da LAPD Chloe Dancer, que sente ao mesmo tempo uma enorme repulsa e fascínio por Lucifer. A série com estilo policial conta ainda no elenco de apoio com Lesley-Ann Brandt (de Spartacus) como Maze, um demônio feroz que toma a forma humana de uma mulher e que é a melhor amiga de Lucifer; Kevin Alejandro (de Arrow) como Dan, um detetive de homicídios da LAPD bastante desconfiado de Lucifer; D.B. Woodside (de 24 Horas) como Amenadiel, um anjo enviado para Los Angeles para convencer Lucifer a voltar para o Inferno; e Rachael Harris (de Suits) como Linda, a terapeuta de Lucifer completam o eclético elenco desta incrível série.

Mesmo seguindo os trejeitos de algumas produções atuais, Lucifer consegue se tornar uma produção única e extremamente viciante e encantadora pelo total domínio de cena do ator Tom Ellis como o nosso amado diabinho, se você quer um mix de emoções em uma série totalmente atual e que usa elementos das HQs, Lucifer é pedida certa! (Por Igor Ops

8º Constantine

Matt Ryan pode ser considerado o grande trunfo dessa série. De todos os personagens, seja DC, Marvel, Image, Matt conseguiu o prêmio de ser a melhor personificação de um personagem de quadrinhos em todos os tempos. Se você acha que eu tô exagerando, assista a série.

Constantine esmiuça a vida do mago inglês, trazendo momentos da saudosa revista Vertigo (talvez a melhor coisa que a DC tenha feito na vida) e os melhores textos das feras da pena Warren Ellis (Castlevania) e Garth Ennis (Justiceiro e Preacher).

Porém nem tudo é perfeição. Constantine sofreu um pouco com o baixo orçamento e com a restrição de horário e faixa etária pra passar na TV, mas em termos de conteúdo dos quadrinhos (ora Vertigo ora fase Novos 52, passando pelo ótimo filme com Keanu Reeves) consegue ser fiel quase em 100%. Pra quem gosta de ocultismo, fantasia e humor extremamente negro (eu disse extremamente) é um prato cheio.

Ryan em apenas uma temporada consegue levar para as telas o John que os fãs queriam ver: all trench coat and arrogance. Vale a pena conferir. (por Marcos Roberto Neves)

7º The Flash

Apresentado dentro da segunda temporada de Arrow, Barry Allen ganhou sua própria série em The Flash. A série mostra a história de origem do “Homem Mais Rápido do Mundo”, um detetive que passou boa parte da vida buscando respostas para a misteriosa e aparente sobrenatural morte de sua mãe, e que, depois de ser atingido por um raio e passar nove meses em coma.

Ao vê-se, ele próprio, com superpoderes, Barry resolve continuar com seu dever de proteger sua cidade natal, Central City, mas dessa vez usando os incríveis poderes e também com o apoio da competente equipe de cientistas dos Laboratórios S.T.A.R. (S.T.A.R. Labs), Cisco Ramon (que se torna no herói Vibro durante a série), Caitlin Snow (que se transforma na vilã Nevasca durante a série) e Harrison Wells, que possui uma vida particular cheia de segredos.

Durante os episódios, o Velocista Escarlate precisa derrotar os terríveis vilões que surgiram juntamente com o ganho de seus poderes e ao mesmo tempo resolver os seus problemas pessoais que acabam se misturando muitas vezes com a sua vida dupla. Aclamada por seguir de forma bem fiel as HQs da DC Comics, a série explora viagens no tempo, linhas temporais, mortes e conta com incríveis lutas e efeitos especiais que chegam perto de muitos filmes de Hollywood, com isso, The Flash é uma das séries de heróis mais populares da atualidade e vencedora de muitos prêmios, fazendo com que Barry Allen e o Team Flash fiquem na boca do povo! Run, Barry, Run! (Por Igor Ops

6º Jessica Jones

Nos HQs da Marvel, Jessica Jones sempre foi uma super heroína relegada ao terceiro escalão. Assim mesmo, a rede de streaming Netflix, após ter tido uma ótima recepção com a série Demolidor, resolveu apostar suas fichas na personagem e produzir uma série só dela. Deu muito certo. O show estreou em 2016 e além da brilhante interpretação da belíssima atriz Krysten Ritter como protagonista, ainda contou com o talentoso ator David Tennant interpretando o vilão Kilgrave, um dos melhores que a Marvel já apresentou em live-action, incluindo séries e filmes.

Na segunda temporada, mesmo sem Kilgrave a qualidade foi mantida com uma história que explorou mais o lado humano de Jessica Jones abordando inclusive seus problemas de alcoolismo e suas tendências á auto-destruição. Aliás, o fator psicológico de cada personagem é explorado de forma profunda, trazendo a tona todas as facetas, boas e ruins de cada um deles. Jessica Jones é muito mais que uma simples história de super herói e de ação. Vai muito além disso. É uma série que mergulha de forma dramática e intensa na alma de cada um de seus personagens. (Por Jorge Obelix)

5º Justiceiro

Concebido e criado no longínquo 1974 por Gerry Conway para ser um dos vilões recorrentes do Homem-Aranha, o Justiceiro (Punisher) agradou tanto, que acabou se tornando um querido anti-herói da Marvel Comics, a ponto de, além de ter sua própria revista, ter sido adaptado nada mais nada menos do que três vezes para o cinema: a primeira, em 1989, na pele de Dolph Lundgren; a segunda, vivido por Thomas Jane, em 2004; e, por último, em 2008, interpretado por Ray Stevenson (o Volstagg, dos filmes do Thor).

Todos os filmes tiveram recepção “morna” por parte do público e crítica, o que poderia indicar o fim do atormentado assassino de vilões em versão live-action. Todavia, novamente inserido como coadjuvante/participação especial na série televisiva Demolidor (Marvel’s Daredevil), o Justiceiro, desta vez com o rosto de Jon Bernthal (Em Ritmo de Fuga) – e claramente inspirado na concepção dada ao personagem nos quadrinhos por Frank Miller na década de 1980 e por Garth Ennis, nos anos 2000 – mais uma vez rouba a cena, a ponto de receber uma série própria pelo canal de streaming Netflix, cuja estreia impressionou pelo nível da produção e pela violência gráfica, bem ao estilo dos quadrinhos de Steve Dillon (a cena do massacre dos bandidos na construção no primeiro episódio é antológica!). A crítica reclamou do excesso de episódios, que provocaram certa lentidão em partes do programa e certas “licenças poéticas”, mas, no geral, a série foi um tremendo sucesso, contando com bons vilões e atuações de alto nível, marcando época e dando gosto de “quero mais”! (Por João Nélio)

4º O Fantástico Jaspion

O Fantástico Jaspion é uma série de TV japonesa do gênero tokusatsu da franquia dos metal heroes. A produção estreou no ano de 1985 com um total de 46 episódios e tinha como protagonista principal o talentoso e muito amado pelos brasileiros ator Hikaru Kurosaki como Jaspion.

Graças a TV Manchete ( já instinta ) nós brasileiros tivemos uma infância mais doce por ter o privilégio de assistir a essa icônica produção. Além do gigantesco sucesso que a série fez no nosso país, ainda nos trouxe uma enorme nostalgia para os fãs dessa geração.

O Fantástico Jaspion praticamente abriu portas para o gênero tokusatsu no Brasil e nos mostrou um estilo diferente de herói nas telinhas, por isso merece menção honrosa aqui nessa lista. (por Ritinha Angel)

3º Smallville

Com o sucesso da minissérie “Superman: As Quatro Estações” (Jeph Loeb e Tim Sale) que contava em escala épica os primeiros passos do Jovem que um dia iria se tornar o maior Herói do planeta, a Warner que estava tendo problemas para começar a pré-produção de “Bruce Wayne: A Busca” pois já haviam se iniciado as primeiras conversas para um novo filme do Batman, resolveu mudar de personagem, mas não de premissa.

Em 16 de outubro de 2001 foi ao ar o primeiro episódio de “Smallville”, registrando 8,4 milhões de espectadores, agradando a exigente legião de fãs do Superman e conquistando uma nova, que até então, nem conheciam a história do “Homem do Amanhã”. Todo este sucesso foi por conta do protagonista, Thomas John Patrick Welling, que aos 24 anos se tornou o melhor “Clark Kent” e o segundo melhor Superman de todos os tempos. Com uma interpretação segura, que conseguia aflorar todas as dúvidas relacionadas a adolescência, Welling  transmitiu uma bondade nos olhos impressionante, era humilde, mas ao mesmo tempo forte e corajoso, características imprescindíveis para o Homem de Aço. O amadurecimento do personagem ao longo das cinco primeiras temporadas é gradativo e “verossímil”.

Infelizmente depois da quinta temporada, a série se perdeu e com a saída da dupla criativa Alfred Gough e Miles Millar na oitava temporada, o caldo entornou de vez, culminando no péssimo último episódio, onde a Warner (para variar), decide não mostrar o herói usando seu tradicional uniforme por completo, privando o público de ver Welling totalmente fantasiado. Certamente a maior mancada da Warner de todos os tempos. Tom Welling sem a capa e sem as botas, foi mais “Superman” que quase todos os interpretes do herói, perdendo apenas para a lenda Christopher Reeve. Uma vez eu acreditei que o homem poderia voar, alguns anos depois, Clark me ensinou que sempre devemos ver o lado bom das pessoas e que todos merecem uma segunda chance. Eu decidi acreditar nele também. (Por Don Giovanni)

2º Gotham

Um dos pilares da DC Comics, Batman é sem dúvidas um dos maiores personagens dos quadrinhos de todos os tempos. Sua importância dentro do universo DC é tão grande que mesmo sem possuir super poderes, ele encara de frente personagens que beiram a divindade, vide Batman V Superman. Um dos fatores que tornam o Batman tão aclamado e referenciado por seus fãs é todo o seu universo que reside na fictícia Gotham City.

A série Gotham, que é produzida pela Fox, traz esse universo em uma nova perspectiva. Temos ali todos os elementos que tornaram o Morcego um dos grandes personagens da DC Comics. Sua ampla e incrível galeria de vilões, como o Coringa, brilhantemente interpretado por Cameron Monaghan e o Pinguim, vivido por Robin Lord Taylor. Só que nessa versão de Gotham, conhecemos o jovem Bruce Wayne, antes de vestir sua capa e se tornar o protetor de Gotham.

O “herói”(entre aspas pois ao longo da série vemos que ele se mostra um personagem um tanto quanto dúbio) que temos em Gotham é o detetive Gordon (Ben McKenzie), que acaba de chegar a cidade e ainda não assumiu o cargo de Comissário ao qual estamos acostumados a vê-lo nos quadrinhos e nas diversas adaptações ao cinema já realizadas do Batman. Gotham possui um clima “noir”, onde por vezes sentimos uma ambientação nos anos de 1930 ou 1940, mesclados a tecnologia dos dias atuais, como celulares e computadores. 

Ao longo da série, o nosso jovem Bruce Wayne (David Mazouz) vai trilhando o caminho para se tornar o Batman, recebendo treinamento de seu fiel mordomo e amigo, Alfred (Sean Pertwee). Merece destaque também a versão jovem da Mulher-Gato, ou Selina Kyle interpretada por Camren Bicondova, que por diversas vezes rouba a cena na série. Gotham é uma excelente porta de entrada para o universo do Batman e eu recomendo fortemente a todos os fãs do Batman e fãs de quadrinhos em geral, pois vale muito a pena. (Por William Peloso)

1º Demolidor

Demolidor, o homem sem medo foi a 1ª série da Netflix em parceria com a Marvel onde vimos nada menos que Matt Murdock, um advogado cego junto de seu amigo Foggy Nelson resolvendo problemas da população no bairro de Hell´s Kitchen, trocando trabalho por o que pudessem lhes dar. E a noite um homem de preto lutando contra a criminalidade.

A série se consagrou pelas suas belíssimas cenas de lutas, onde o espectador realmente acredita que o ator as realiza (o ator Charlie Cox fez questão de treinar junto aos dublês para ter mais realismo nas cenas). Já Elden Henson que interpreta Foggy Nelson,  é a melhor coisa da série. Graças a seu carisma, o espectador se diverte demais. E não podemos nos esquecer de Wilson Fisk (Vicent D´Onofrio, o soldado Pille de Fullmetal Jacket), em uma belíssima atuação, desde sua formação no mundo do crime até o momento que se transforma no Rei do Crime. (Por Marquinhos Serafim)

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TRIP LISTA | Os melhores filmes de todos os tempos pela equipe Nerdtrip

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os melhores filmes de todos os tempos pela equipe Nerdtrip. Foto por: Igor Ops

Quando se fala sobre séries, filmes, games e quaisquer outras produções no mundo do entretenimento, acaloradas discussões e debates para definir quais são as melhores produções ocorrem. Pensando nisso, a equipe do Nerdtrip resolveu entrar na onda dos debates e começar a postar nossas listas de melhores produções, no melhor estilo Rolling Stones.

Dando continuidade, resolvemos agora criar a nossa lista com os melhores filmes de todos os tempos, onde cada membro da equipe Nerdtrip escolheu seus 10 filmes favoritos, onde o primeiro filme receberia 10 pontos, o segundo 9 pontos, o terceiro 8 pontos e assim sucessivamente, até chegarmos ao décimo que receberia um ponto.

Após votação e apuração, eis que nossa lista ficou definida da seguinte maneira:

10º Cidadão Kane

Citizen Kane (1941)

Um dos filmes mais importantes da história do cinema foi lançado no dia 5 de setembro de 1941. Cidadão Kane, do então estreante diretor Orson Welles, foi indicado para nove categorias do Oscar e ganhou a estatueta de Melhor Roteiro Original. Além de dirigir e participar do roteiro, Welles, com somente 26 anos, também produziu e atuou na obra que foi considerada inovadora no seu tempo por sua cinematografia, música e estrutura narrativa.

A história do filme é sobre a vida e legado de Charles Foster Kane, interpretado por Welles, um personagem baseado em parte no magnata da imprensa norte-americana William Randolph Hearst. Também serviram de inspiração outros milionários importantes daquela época e até aspectos da própria vida de Welles foram usados para enriquecer este incrível filme. Narrado principalmente através de flashbacks, a história é contada por um repórter investigativo que busca solucionar o mistério da palavra “Rosebud”, dita no leito de morte do magnata da imprensa.

Enquanto o filme recebeu enorme elogio da crítica, Cidadão Kane não deu retorno financeiro. O filme perdeu interesse após o seu lançamento, mas voltou à atenção do público quando o longa foi elogiado por críticos entre os anos 60 e 80 por trabalhar com características inovadoras e muitas metáforas em uma época que as produções seguiam o mesmo segmento, se você está acostumado com filmes que fogem da famosa casinha, lembre-se, Cidadão Kane é o pai dos filmes politicamente incorreto e um longa que continua inovador e contemporâneo até hoje. Uma obra prima fantástica que desafia “o poder e o sistema” com extrema admiração. (Por Igor Ops

9º Forrest Gump

Forrest Gump (1994)

Forrest Gump, de 1994, uniu Robert Zemeckis (trilogia De Volta para o Futuro, 1985, 1989 e 1990); Tom Hanks (Oscar de melhor ator por Filadelphia, 1994); Sally Field (Noviça Voadora, 1967-1970); Robin Wright (Mulher-Maravilha); e Gary Sinise, para contar a fantástica história de Forrest Gump, um homem limítrofe (talvez autista), que apesar das limitações cognitivas, ingenuamente esteve presente e influenciou a história estadunidense e às vezes mundial.

O enredo criativo, a direção segura e sensível, as interpretações memoráveis – que dariam a Hanks outro Oscar de melhor ator em 1995 e indicariam Sinise para melhor ator coadjuvante – a inovadora e orgânica utilização de efeitos computadorizados, a maravilhosa trilha sonora (com destaque para o tema criado por Alan Silvestri), a primorosa recriação de época, além da tocante mensagem do filme, que até hoje é válida, fizeram da obra, indiscutivelmente, um clássico que deve figurar em qualquer lista cinematográfica de the best of. (Por João Nélio)

8º Homem-Aranha 2

Spider-Man 2 (2004)

Fazer uma continuação nem sempre é das tarefas mais fáceis. Conseguimos pensar rapidamente em diversos filmes cujas continuações foram abaixo das obras originais. Homem-Aranha 2 não é um desses casos. Sam Raimi consegue trazer uma sequência para o Cabeça-de-Teia que supera o primeiro filme. Tobey Maguire está impecável no papel de Peter Parker/Homem-Aranha, alternando entre cenas de humor, ação e até mesmo drama. E Maguire não está sozinho, pois temos a introdução de um antigo conhecido do Teioso, o cientista Otto Octavius, ou se preferir, Dr. Octopus, que é interpretado de forma magistral por Alfred Molina.

Homem-Aranha 2 é considerado por muitos como um dos melhores filmes de super-heróis não à toa. Ele traz as telonas, um HomemAranha extraído diretamente dos quadrinhos de Steve Ditko, fazendo jus à fama do mais importante personagem da Marvel, com cenas memoráveis, como na batalha entre Aranha e Octopus no metrô, onde o nosso herói se vê obrigado a parar a locomotiva somente na força bruta após o vilão destruir os controles da máquina ou até mesmo a batalha final que terminou com o sacrifício de Octopus.

O filme é ainda um dos poucos do gênero a conquistar o prêmio mais importante do cinema mundial, tendo vencido o Oscar de Melhores Efeitos Visuais em 2005, além do Prêmio Saturno de Melhor Ator, Melhor Diretor, Melhor Filme de Fantasia, Melhores Efeitos Especiais e Melhor Escritor. Homem-Aranha 2 é sem dúvidas um clássico do cinema nerd/geek, um dos principais filmes de seu gênero e merece ser assistido muitas e muitas vezes. (Por William Peloso)

7º  Matrix

Matrix (1999)

Matrix (Warner Bros/Roadshow Entertainment, 1999, Larry e Andy Wachowski), é um espetáculo em todos os sentidos. Um marco do cinema moderno, foi o primeiro filme da nova safra que juntou um tema sério (o controle por forças misteriosas e superiores) com o cinema pipoca e que estourou no início do novo milênio.

Mas o que a saga de Neo (Keanu Reeves), Morpheus (Lawrence Fishburne) e Trinity (Carrie-Anne Moss) contra o domínio das máquinas possui é um senso ainda inacreditável de longevidade e de advertência, principalmente as atuais gerações. A ideia de “seu mundo é uma mentira”, “você tem sido um escravo” nunca, nunca mesmo foi tão atual. Qualquer alusão de Matrix e o controle social de mídia na máfia do politicamente correto não é mera coincidência.

O fato também de estarmos sendo usados como bateria para um propósito sinistro, é no mínimo aterrador. As palavras de Morpheus quando Neo abre os olhos dentro do convés da Nabucodonosor: “Meus olhos, por que doem”, e a resposta de Morpheus, “Por que você nunca os usou”, são verdadeiras pérolas pop de filosofia moderna. Matrix irá ser relevante daqui a 20 anos eu imagino, e assisti-lo como eu disse e divulgá-lo é bastante importante, principalmente para as novas gerações(Por Marcos Roberto Neves)

6º Star Wars: Episódio V – O Império Contra-Ataca

Star Wars: Episode V – The Empire Strikes Back (1980)

Em 1977 foi lançado “Star Wars: Episodio IV – Uma Nova Esperança” que bateu recordes de bilheteria. A febre na época foi enorme e dar continuidade a um dos maiores sucessos da história do cinema, num tempo que sequências eram vistas com desconfiança e tratadas como caça-níquéis acabou sendo um enorme desafio em 1980 para o “polêmico” Star: Wars: Episodio V – O Império Contra-Ataca. Neste segundo episódio da primeira trilogia, o filme tem uma grande batalha inicial e um final em aberto, que na época do lançamento deixou todo mundo a imaginar o que poderia vir a seguir, já que na época Lucas acabou fincando que a produção se tornaria uma trilogia.

Quando se fala em Star Wars com qualquer pessoa, são principalmente as cenas desse filme que são citadas: os ensinamentos do mestre Yoda, o ataque dos AT-AT walkers à base dos rebeldes, a marcha imperial com o tema do Darth Vader, Boba Fett, “No, I’m your father”, “I love you – I know” e por aí vai. O longa aproveita vários recursos do seu antecessor e os leva além. Os efeitos especiais estão melhores e os atores estão mais desenvolvidos e seus personagens são aprofundados. A trama é mais adulta e o filme é mais sombrio (sem perder o humor, a aventura e a fantasia).

O resultado? Para a maioria dos fãs e críticos, este filme é a melhor produção envolvendo o nome Star Wars. O Império Contra-Ataca tornou-se um dos maiores clássicos do cinema e estabeleceu Star Wars na mitologia da cultura pop. O filme faturou vários prêmios, entre os principais o Oscar de Melhor Som e sem ele não existiria as continuações (nenhum dos filmes, séries, jogos e livros posteriores). Adorado por um punhado de fãs, a partir deste episódio a franquia Star Wars iria se tornar a máquina de imprimir dinheiro que é atualmente. (Por Igor Ops

5º O Poderoso Chefão: Parte II

The Godfather: Part II (1975)

O senso comum diz que sequências de obras primas do cinema, invariavelmente são inferiores. Na maioria das vezes, ruins mesmo. Não é o caso de O Poderoso Chefão Parte II. Pelo menos não totalmente.

Apesar de ser sim inferior, em minha opinião, ao primeiro longa dirigido por Francis Ford Coppola e lançado em 1972, essa continuação também pelo mesmo diretor e que estreou em 1974, é quase tão boa como seu predecessor.

Robert De Niro conseguiu transpor com perfeição o personagem Vito Corleone, interpretado antes já na velhice por Marlon Brando para sua juventude nas ruas de Nova York. Ele realmente convence o espectador que são a mesma pessoa em períodos diferentes. Isso lhe valeu merecidamente o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante já no quarto filme de sua carreira. Aliás, o filme levou 6 estatuetas.

E Al Pacino também atuou de forma magistral repetindo o papel de Michael Corleone, porém agora já como o grande chefão consolidado. O Poderoso Chefão Parte II talvez seja uma das melhores continuações de todos os tempos. (Por Jorge Obelix)

4º Vingadores: Guerra Infinita

Avengers: Infinity War (2018)

Dez anos e quase vinte filmes depois, as expectativas geradas em torno do maior evento cinematográfico de todos os tempos eram gigantescas. “Imaginar o inimaginável, acreditar no inacreditável” com essa premissa extremamente ambiciosa “Vingadores: Guerra Infinita” chegou aos cinemas com a responsabilidade de suprir as expectativas geradas pelos fãs e agradar boa parte da crítica especializada, que começava colocar em “cheque” os filmes de “super-heróis” insinuando que a “moda” estava prestes a encontrar seu declínio junto ao público.

O filme dirigido de forma impecável pelos irmãos Russo, precisava “costurar” todas as franquias do estúdio, além de ser uma espécie de resposta para todos esses anseios e questionamentos. Mas a 3ª parte da franquia dos “poderosos” Vingadores conseguiu muito mais que isso. Entregou um filme extremamente consistente, maduro, com cenas de ação “inacreditáveis”, estabelecendo um novo padrão de qualidade, consolidando o gênero e deixando claro que a “moda” veio para ficar. Deu ao “Titã louco” o status de um dos grandes vilões do cinema e “arremessou” para a estratosfera, a popularidade de heróis como o poderoso Thor e o Dr. Estranho.

A produção arrecadou US $ 2,046 bilhões, se tornando o quarto filme de maior bilheteria de todos os tempos, bem como o filme de super-herói de maior bilheteria já produzido. Um divisor de águas dos filmes de super-heróis, um marco na cultura pop, uma produção inquestionável. (Por Don Giovanni)

3º Batman – O Cavaleiro das Trevas

The Dark Knight (2008)

Batman realmente sofreu nas mãos de cineastas ao longo de sua história. Começando com o cômico e pastelão de 1966 baseado na série de Adam West, migrando para o dark-gótico de Tim Burton e afundando como uma escola de samba voltando para o grupo de acesso no colorido, absurdo (e com mamilos) mundo criado por Joel Schumacher. Quando a carreira do Homem-Morcego parecia enterrada nos cinemas, surgiu uma luz no fundo da bat-caverna.

Após o gênero de heróis de quadrinhos ganhar uma vida nova nos cinemas com X-Men e Homem-Aranha, um diretor que vinha de filmes autorais e densos, é incumbido de tentar novamente levar o Cavaleiro de Gotham para as telas. E assim veio o primeiro filme de sua trilogia, em um mundo totalmente crível, com um dos melhores elencos já reunidos para um filme de super-heróis. Mas seria na sequência, The Dark Night, que Nolan iria levar sua obra próxima à perfeição.

Com uma história complexa, humana, que trabalha sentimentos de uma forma nunca antes vista em filmes do gênero, com um elenco já afiado do filme anterior, e trazendo novas adições que aumentam ainda mais o nível de qualidade em tela. Já na cena de abertura temos noção do que virá pela frente, quando somos apresentados à versão definitiva do Palhaço do Crime, interpretado de forma magistral por Heath Ledger, que praticamente engoliria o filme com sua atuação, mas que seria injustiça também não reconhecer o trabalho de Aaron Eckhart como o complicado Harvey Dent. Tudo isso embalado por um roteiro coeso, uma produção impecável e uma trilha sonora arrebatadora. Sem dúvidas, o melhor filme de herói já feito até hoje. (Por João Paulo)

2º De Volta Para o Futuro

Back to the Future (1985)

Um clássico dos anos 80 e aclamado pela crítica, o filme De Volta Para o Futuro teve sua estreia no dia 3 de julho de 1985. A superprodução conta a história do adolescente Marty McFly, interpretado pelo carismático ator Michael J. Fox que, acidentalmente volta para o ano de 1955 onde se depara com os seus pais mais novos. McFly se vê preso nesse ano, e acaba atrapalhando o curso natural dos acontecimentos no momento em que sua mãe se apaixona por ele.

O adolescente precisa concertar esse desastre fazendo com que seus pais se apaixonem novamente, e vai precisar contar com a ajuda do cientista Emmett Brown, protagonizado pelo irreverente ator Christopher Lloyd, que ajudá-lo a voltar para o ano de 1985. Quem teve o prazer de assistir a esse inesquecível longa no ano de seu lançamento e mesmo posteriormente, com certeza se lembra de maneira nostálgica como foi mágico ver nas telonas uma maravilhosa produção de efeitos especiais e um vislumbre inovador do tema relacionado sobre viagem no tempo.

Para a alegria dos fãs, foi lançado mais duas sequências que eternizaram a franquia como uma das melhores de ficção científica de todos os tempos. Com a produção Steven Spielberg o filme ganhou além de vários prêmios, como o Oscar de Melhor Edição de Som, para Charles Campbell e Robert Rutledge. (Por Ritinha Angel)

1º O Poderoso Chefão

The Godfather (1972)

Em 1972 chegava aos cinemas um filme que seria um grande marco na indústria de Hollywood, principalmente se tratando sobre filmes com temática de máfia. Com um elenco de peso, O Poderoso Chefão se tornou uma produção mágica e épica que para mim e para muitos, é um dos longas mais aclamados e lembrados até hoje.

Com uma atuação icônica de Marlon Brando como o padrinho Vito Andolini Corleone, o longa escrito e dirigido por Francis Ford Coppola tem uma das melhores aberturas da história do cinema com o casamento da filha de Don Vito (interpretada pela fabulosa Talia Shire) e uma negociação que abrange uma das primeiras falas clássicas do filme: “Você vem a minha casa, não me mostra respeito, não me chama de padrinho, olha vou te fazer esse favor, mas saiba que um dia eu irei pedir um favor em troca.”

Claro que o mundo da máfia é cercado de troca de favores, mas naquela cena toda arrepiante nos daríamos de cara com a verdade nua e crua sobre os perigos do envolvimento com este mundo, algo que o personagem de Al Pacino, Michael Corleone (filho caçula) não queria de jeito nenhum se envolver nesse conturbado assunto de família. Sendo um dos pontos principais desta obra, a vida acabou fazendo Michael se tornar o oposto do que ele desejava ao assumir todo o negócio para manter o império Corleone ainda mais fortalecido com uma impetuosa matança.

“O Padrinho” é um marco importante na história do cinema, tudo se enquadra com bastante harmonia, elenco, história e até os diálogos fabulosos e marcantes são lembrados até hoje: “mantenha os seus amigos perto e  seus inimigos mais perto ainda”. Está é outra frase do filme que podemos usar como enorme aprendizado nesse emblemático filme que venceu 3 estatuetas do Oscar em 1973, Melhor Ator para Marlon Brando, Melhor Roteiro Adaptado para Mario Puzo (criador do livro em que o filme se baseia) e Francis Ford Coppola e Melhor Filme. Um clássico memorável que merece ser destacado como uma obra prima até hoje. (Por Marquinhos Serafim)


Também não podemos esquecer de mencionar todos os demais filmes votados, totalizando assim, 101 produções estão presentes em nossa lista de Melhores Filmes de Todos os Tempos!

11-Um Sonho de Liberdade41-2001: Uma Odisseia no Espaço71-A Felicidade Não Se Compra
12-Guardiões da Galáxia42-Apollo 13 – Do Desastre ao Triunfo72-A Lista de Schindler
13-Psicose43-Fantasia (1940)73-As Pontes de Madison
14-Platoon44-O Iluminado74-Coração Valente
15-Coração Valente45-Onde Os Fracos Não Têm Vez75-Gladiador
16-E.T46-Os Vingadores76-Náufrago
17-Os Bons Companheiros47-Rambo77-O Senhor dos Anéis – O Retorno do Rei
18Exterminador do Futuro 248-Capitão América: Soldado Invernal78-O Troco
19-O Colecionador de Ossos49-Gilbert Grape: Aprendiz de Sonhador79-Robocop (1987)
20-Capitão América: Guerra Cívil50-John Carpenter – A Beira da Loucura80-A Hora do Pesadelo
21-Ben Hur (1959)51-Jurassic Park81-A Vida é Bela
22-Evil Dead 252-Loucademia de Policia82-A Vida de Brian
23-O Senhor dos Anéis – A Sociedade do Anel53-Toy Story83-Aventureiros do Bairro Proibido
24-Pink Floyd – The Wall54-Curtindo a Vida Adoidado84-Da Terra a Lua
25-P.S. Eu te Amo55-Mad Max85-Diário de um Vampiro
26-Superman (1978)56-Mont Pyton: Em Busca do Cálice Sagrado86-Dredd (2012)
27-Blade Runner57-Laranja Mecânica87-Harry e Sally
28-A História de Nós Dois58-Logan88-Mulheres Perfeitas
29-A Vida Secreta de Walter Mitty59-O Homem de Aço89-Os Caçadores da Arca Perdida
30-Batman (1989)60-O Sétimo Selo90-Sindicato de Ladrões
31-Feitiço do Tempo61-Prenda Me Se For Capaz91-Top Gang
32-Os Goonies62-A Origem92-A Bela e a Fera (Animação)
33-O Senhor dos Anéis – As Duas Torres63-Chinatown93-Entrevista com o Vampiro
34-Star Wars – Ep. IV: Uma Nova Esperança64-Homem de Ferro94-O Show de Truman
35-O Labirinto do Fauno65-Luzes da Cidade95-Scarface (1983)
36-Pulp Fiction66-O Exorcista96Thor: Ragnarok
37-12 Homens e uma Sentença67-O Fabuloso Destino de Amélie Poulain97-Tróia
38-Drácula de Bram Stoker68-O Passageiro do Futuro98-Trovão Tropical
39-Ladyhawke – O Feitiço de Áquila69-Uma Mente Brilhante99-Um Estranho no Ninho
40-Watchmen70-A Espera de um Milagre100-Velozes e Furiosos
101-Wall-E

Bem, essa foi a nossa lista. O que acharam? Deixem a opinião de vocês nos comentários!


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Listas

TRIP LISTA | As melhores séries de todos os tempos pela equipe Nerdtrip

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As melhores séries de todos os tempos pela equipe Nerdtrip. Foto por: William Peloso

Quando se fala sobre séries, filmes, games e quaisquer outras produções no mundo do entretenimento, acaloradas discussões e debates para definir quais são as melhores produções ocorrem. Pensando nisso, a equipe do Nerdtrip resolveu entrar na onda dos debates e começar a postar nossas listas de melhores produções, no melhor estilo Rolling Stones.

Para começar com o pé direito, resolvemos criar nossa lista com as melhores séries de todos os tempos, onde cada membro da equipe Nerdtrip escolheu suas 10 séries favoritas, onde a primeira série receberia 10 pontos, a segunda 9 pontos, a terceira 8 pontos e assim sucessivamente, até chegarmos a décima que receberia um ponto.

Após votação e apuração, eis que nossa lista ficou definida da seguinte maneira:

10º Black Mirror

Black Mirror conquistou uma boa parcela de fãs com um enredo nada convencional. Diferente de outras adaptações, a série de Charlie Brooker trouxe como principal objetivo fazer uma crítica à sociedade moderna de uma forma muito viciante. A série é considerada uma das melhores do catalogo Netflix.

Contando com uma produção bem desenvolvida, a série adotou uma estrutura de poucos episódios com um tempo de duração maior. Cumprindo seu propósito de causar um forte impacto no espectador, levantando a questão sobre o quanto a tecnologia é capaz de interferir na vida humana. Ao mesmo tempo que sentimos desconforto pelos assuntos abordados, Brooker aborda a obscuridade da humanidade de uma forma que acabamos nos colocando na própria história e enxergando um pedaço do nosso cotidiano nela. A obra tem uma premissa diferenciada e que certamente agradará aos amantes da psicologia. O sucesso da obra televisiva foi tanto que o autor optou por anunciar em 2017 uma série de livros baseados no universo de Black Mirror que contarão novas histórias originais tão obscuras quanto aos episódios das temporadas. (Por Laryssa Stoller)

9º Westworld

Westworld é uma mistura de faroeste, cyberpunk, revolução das máquinas com o cinismo e maldade humanas. Imagine isso, um parque repleto de robôs que simula o Texas do Velho Oeste, para uma galera de yuppies engomadinhos que fazem qualquer coisa por diversão. Qualquer coisa mesmo. Esse ambiente estilo Dr. Moreau (qualquer semelhança com a sua ilha não é coincidência) é criação de um homem, que simplesmente resolve bancar o papel de Deus, para o papel temos Anthony Hopkins. E tal protagonista de peso para uma série não decepciona, Hopkins entrega no ambíguo dr. Ford o melhor personagem desde a série de filmes do Dr. Lecter.

O que acontece é que o parque é uma verdadeira bomba relógio só esperando para estourar. Os desmandos e descaso dos “cowboys from hell” que veem as dançarinas e habitantes do cenário apenas como veículos para seus desejos mais obscuros, estão aos poucos causando rancor e repulsa nos robôs do parque, que a cada atualização se tornam mais espertos. Pra piorar, reza a lenda que Ford escondeu um labirinto de provas por um símbolo esotérico indígena dentro do parque, que atraiu a cobiça de homens como o personagem vivido (e como) por Ed Harris.

A série do irmão mais novo de Chris Nolan, Jonathan, é coesa quando tem que ser e brutal quando menos se imagina. A própria abertura, muito elogiada, já deixa claro o clima de tragédia anunciada. Os extremos aqui são muito bem utilizados e não é a toa que Westworld arrebentou também na segunda temporada, que é ainda mais contundente. (Por Marcos Roberto Neves).

8º Sherlock

Quando se pensa em alguém famoso para resolver crimes e solucionar mistérios, muitos pensam no lendário Sherlock Holmes, que foi criado pelo brilhante Sir Arthur Conan Doyle. Imaginado para enfrentar os males da era vitoriana, os showrunners Steven Moffat e Mark Gatiss toparam o desafio de atualizar e ambientar o famoso detetive nos dias atuais. Estrelado por Benedict Cumberbatch, como Sherlock HolmesMartin Freeman, como o Doutor John Watson, o show foi um enorme sucesso logo de cara quando foi exibida a sua primeira temporada em 2010 pela BBC, que até agora produziu treze episódios para a série, transmitidos em quatro temporadas de três episódios cada, além de um especial exibido no início de 2016.

Na série, o nosso querido Sherlock atua como um “detetive consultor” que auxilia a Polícia Metropolitana de Londres, principalmente Greg Lestrade (Rupert Graves), na resolução de vários crimes. Holmes acaba dividindo um apartamento com Watson, que voltou do serviço militar no Afeganistão, na residência da Sra. Hudson (Una Stubbs), a proprietária do famoso endereço da dupla que fica na 221B Baker Street. Embora a série descreva uma variedade de crimes e criminosos, o conflito principal de Holmes nas temporadas é com seu nêmesis Jim Moriarty (Andrew Scott). Aclamada pelo público e crítica elogiando a qualidade do roteiro, atuações e direção. A série recebeu indicações para vários prêmios, incluindo EmmysBAFTAs e um Globo de Ouro, tendo ganhado em várias categorias. (Por Igor Ops

7º Os Simpsons

Os sitcoms com atores já eram velhos conhecidos do público americano (e consequentemente do resto do mundo) em 1989 e faziam muito sucesso transformando em comédia o modo de vida do cidadão médio americano. Os Simpsons, criados em 1989 pela genial mente de Matt Groening revolucionaram a fórmula porque no formato animado, tornou-se possível trazer para dentro das histórias políticos, músicos, artistas em geral e celebridades reais para o convívio de uma típica família de classe média americana vivendo em uma cidade do interior de médio porte. Deu tão certo ao ponto de hoje as tais celebridades comemorarem quando são ridicularizadas dentro do programa. Afinal é sempre bom estar na mídia.

Outro ponto a favor do formato, é que por não serem atores reais, os personagens de uma das famílias mais conhecidas do mundo atualmente, não envelhecem nunca e portanto chegarão à sua 30º temporada em 2019 com a mesma idade que tinham quando começaram. Além disso, Os Simpsons contam com um humor ácido, uma crítica social constante, porém de forma elegante, sem descambar totalmente para o humor negro, a escatologia e o apelo sexual como a maioria dos programas que surgiram em sua esteira. Não que os Simpsons nunca usem de tais artifícios, mas alcançar a medida certa para isso apenas eles conseguiram de fato. (por Jorge Obelix)

6º Sons of Anarchy

Criada por Kurt Sutter, Sons of Anarchy foi produzida de 2008 a 2014, contando com 7 temporadas, e segundo o próprio criador, possui referencias a obra de Shakespeare, como Hamlet. A série retrata o dia-a-dia do clube de motociclistas Sons of Anarchy Motorcycle Club Redwood Original, ou simplesmente SAMCRO, que comanda uma pequena cidade fictícia no interior dos Estados Unidos e está envolvido com o tráfico de armas. 

O protagonista Jax Teller (Charlie Hunnan), é vice-presidente do clube que busca tirar o SAMCRO da ilegalidade, honrando o legado deixado por seu pai. Apesar disso, o Clube está sempre envolvido em perigosas tramas, enfrentando gangues rivais, poderosos grupos políticos e agentes da lei dos EUA.  Uma das grandes sacadas de Sons of Anarchy, ao apresentar uma trama vista pelo lado dos chamados “bandidos”, é que não há mocinhos e vilões, sendo que cada decisão tomada pode transformar o personagem, fazendo com que eles se tornem amados ou odiados.

Sons of Anarchy possui um roteiro certeiro, com excelentes diálogos, um elenco escolhido magistralmente e uma ótima química entre os atores. Química essa muito importante, pois é possível ver os fortes laços de irmandade entre os membros do SAMCRO. Não posso deixar de citar, é claro, a excelente trilha sonora da série, com clássicos do Rock n’ Roll e releituras incríveis. (Por William Peloso)

5º Friends

Quando estreou em 1994, Friends não parecia que iria trazer nada de mais, pesava contra ela o fato de nascer debaixo da sombra do sitcom Seinfield. A expectativa era baixa assim como o cachê de seus 6 personagens principais (outro fator que não a ajudava muito, o fato de não ter um personagem principal, mas 6), que durante a primeira temporada era de US$ 22 mil por episódio para cada ator. Mas os seis amigos foram bem aceitos imediatamente, e após os seus primeiros episódios medianos, a série encaixou. Cada personagem encontrou a sua viés, o roteiro deu um show com seus diálogos ágeis, a audiência estourou e Friends só fez tornar-se melhor a cada episódio e hoje é referência histórica, figurando sempre nas listas das melhores séries de todos os tempos, muitas vezes até em primeiro lugar.

Friends ditou moda, influenciou cortes de cabelos com a Rachel, pôs seus jargões na boca do povo (quem nunca se pegou repetindo um “oh my God“? Ou um “How you doing“?), e mesmo 14 anos após o seu encerramento, ela tem reprises diárias com excelente audiência. Na última temporada, cada um dos seis recebia US$ 1 milhão por episódio. Friends é a série que assistimos após um dia difícil, são os amigos que queremos ter e desejamos ser, temos um pouco em nós de cada um dos seis amigos e não sei vocês, mas eu até hoje não consegui decidir qual meu personagem favorito, mas sei que é a minha série favorita: Friends. (Por Jr Costa).

4º The Big Bang Theory

Produzida pela Warner Bros. Television em parceria com a Chuck Lorry Productions, o sitcom trazia uma temática nerd e em pouco tempo se tornou referência. Com a popularização da série, isso acabou rendendo muitas participações especiais como por exemplo Bill Gates, Stephen Hawking e Stan Lee.

Um dos grandes motivos do sucesso de The Big Bang Theory é sem dúvida nenhuma o personagem Sheldon Cooper. Interpretado impecavelmente pelo ator Jim Parsons. Não é a toa que o mesmo recebeu 4 Emmy Awards e um Globo de Ouro pelo trabalho ao longos de 11 temporadas já transmitidas. Além de Sheldon, também são grandes responsáveis pelo sucesso de TBBT seus amigos Leonard Hofstader (Johnny Galecki), Howard Wolowitz (Simon Helberg) e o indiano Rajesh “Raj” Koothrappali (Kunal Nayyar) e sua linda vizinha Penny (Kaley Kuoko).

The Big Bang Theory evoluiu através dos anos, os personagens se desenvolveram, novos surgiram. Mas desde o início, como bons nerds, os 4 rapazes demonstraram o tempo todo paixão pela cultura pop, principalmente quadrinhos, cinema e games. (por Jorge Obelix)

3º House

A série House, grande sucesso da Fox por 8 temporadas (2004-2012), contou a história do Dr. Gregory House, brilhante médico de diagnóstico de fictício hospital universitário dos EUA, capaz de descobrir as mais absurdas e raras doenças já (realmente!) catalogadas pela medicina. Em compensação, Dr. House é um perfeito anti-herói: um ser absolutamente niilista, debochado, amargo e cruel no trato com amigos, pacientes, subalternos e amores; além de viciado em Vicodin, única droga capaz de minimizar as terríveis dores da perna mutilada, o que o remete ao mitológico Quíron, imortal curandeiro incapaz de curar a si mesmo do infalível veneno da Hidra.

O personagem, inspirado em Sherlock Holmes, foi brilhantemente interpretado pelo britânico Hugh Laurie (Globo de Ouro em 2006 e 2007). A série inovou completamente o padrão das “séries hospitalares”, oscilando drama e humor nas doses certas, e muito do seu sucesso se deve à estupenda composição de Laurie, capaz de tornar House desprezível e igualmente cativante e do competente elenco de apoio, do qual surgiu Olivia Wilde. (Por João Nélio).

2º Breaking Bad

A primeira coisa que vem a cabeça quando se pensa em Breaking Bad é “obra de arte”. A série criada por Vince Gilligan foi ao ar de 2008 a 2013, após 5 incríveis temporadas. Usando e abusando de grandes planos abertos e contando com maravilhosas interpretações, a série estrelada por Bryan Cranston conta a história de Walter White, um pacato professor de química que é diagnosticado com câncer de pulmão. Com expectativa de apenas 2 anos de vida, Walter acaba se tornando “um homem sem medo” abandonando definitivamente o caminho da luz, para se entregar de forma gradativa e inevitável as trevas. Ao lado de seu ex-aluno Jesse Pinkman (Aaron Paul), eles embarcam em uma “viagem” sem volta, “cozinhando” e produzindo uma nova metanfetamina cristalizada, com o intuito de salvaguardar o futuro financeiro de ambos.

Considerada por muitos a melhor série de TV de todos os tempos, o show se tornou um dos programas via cabo mais assistidos da TV americana, recebendo inúmeros prêmios, incluindo 16 Emmy Awards, oito Satellite Awards, dois Globos de Ouro, dois Peabody Awards, dois Critics ‘Choice Awards e quatro Television Critics Awards. Brian Cranston ganhou o Emmy de melhor ator quatro vezes, enquanto Aaron Paul ganhou por ator coadjuvante por três vezes. Em 2013, a série entrou no Guinness como o show mais aclamado pela crítica de todos os tempos. Uma experiência rara, uma obra mágica, um momento inesquecível. (Por Giovanni Giugni).

1º Game of Thrones

O desafio de levar para a TV a obra criada por George R. R. Martin parecia impossível. Lançada em 1994, a complexa saga que mistura intrigas políticas, muita violência e nudez em um mundo normalmente lúdico e moralmente rígido que é o estilo fantasia (vide Tolkien). Mas a HBO comprou o desafio, e o resultado foi o primoroso, e caro, piloto que em 2011 conquistou milhões de fãs em todo o mundo.

Com uma excelente produção, suja e bruta como deve ser uma ambientação em estilo medieval, com elenco afiado, diálogos e personagens criveis, a série cativa principalmente por não ser um mundo maquiavélico, mas dotados de tonalidades, como o mundo real. Nenhum herói pode permanecer bom por toda a jornada, assim o mais odioso dos vilões pode surpreendentemente se tornar um dos mais respeitáveis. E sem contar os plot twists que podem aparecer de surpresa enquanto estamos distraídos em um banquete de casamento. Assim, a série caminha para seu season finale, em 2019, com fôlego de estreante. (Por João Paulo)


Também não podemos esquecer de mencionar todas as demais séries votadas, totalizando assim, 103 produções estão presentes em nossa lista de Melhores Séries de Todos os Tempos!

  • Família Soprano
  • Supernatural
  • Outlander
  • Arquivo X
  • Demolidor
  • Mindhunter
  • Fargo
  • Lie To Me
  • Star Trek: Next Generation
  • The Walking Dead
  • How I Met Your Mother
  • Mr. Robot
  • 24 Horas
  • Anos Incríveis
  • Dark
  • Eu, A Patroa E As Crianças
  • Super Maquina
  • The Leftovers
  • Vikings
  • Mad Men
  • Um Maluco No Pedaço
  • Verssailes
  • Altered Carbon
  • Bates Motel
  • Blosson
  • Desperate Housewives
  • Fringe
  • Peaky Blinders
  • Star Trek: A Série Original
  • The Handmaid’s Tale
  • Burn Notice
  • Flash
  • Gotham
  • Law E Order: SVU
  • Lost
  • Raio Negro
  • Seinfeld
  • The Pacific
  • The Vampire Diaries
  • Twin Peaks
  • Arrow
  • Brooklyn 99
  • Castle
  • Dexter
  • Gilmore Girls
  • How To Get Away With A Murder
  • Smalville
  • Stranger Things
  • The Originals
  • Better Call Saul
  • Futurama
  • Lucifer
  • Marco Polo
  • Oz
  • Roma
  • True Blood
  • Get Smart (Agente 86)
  • Luke Cage
  • Married With Childen
  • Rick And Morty
  • Thats 70 Show
  • The Last Man On Earth
  • American Horror Story
  • Contos Da Cripta
  • C.S.I.: Miami
  • Defensores
  • Grimm
  • Justiceiro
  • Mithbusters
  • South Park
  • Vinyl
  • Agent Carter
  • Boku Dake ga Inai Machi
  • Girls
  • Jiraya
  • Lois E Clark
  • O Mentalista
  • The Orville
  • Penny Dreadful
  • The Office
  • The Tudors
  • Chuck
  • Freaks And Geeks
  • Gossip Girl
  • Grimm
  • Kamen Rider Black Rx
  • Mcgyver
  • Riverdale
  • The Pretender
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