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TRIP LISTA | Obras que não deveriam ter tido continuação

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Watchmen / Doomsday Clock

Comparada ao “Cidadão Kane” dos quadrinhos, continuar essa história é um verdadeiro sacrilégio, que a DC resolveu cometer. A obra é completa em si mesma, escrita de forma magistral por um Alan Moore em seu auge criativo e ainda sem suas “birrinhas” (muitas delas justificáveis) com as grandes editoras.

“Doomsday Clock” (assim como a execrável e sem comentários “Before Watchmen”) é absolutamente dispensável, por puro desrespeito ao material que lhe deu origem. Tudo bem que as vendas estão lá em cima; afinal, naturalmente que os leitores mais novos – todos ávidos por novidades instantâneas – não têm nenhum compromisso afetivo com a obra oitentista. Mas a manobra é puramente comercial. Não acredito que haja algum escritor no mercado quadrinístico atual com capacidade de dar continuidade à profunda e única criação do mago inglês.

Blade Runner / Blade Runner 2049

Sem dúvida que Denis Villeneuve é um excelente diretor de cinema e se tinha alguém gabaritado para comandar uma sequência do cult movie “Blade Runner”, de 1982, era ele.

Mas, cá entre nós, por mais estilo, direção segura e excelentes efeitos visuais que essa nova obra tenha, é óbvio que a motivação para sua concepção não foi “artística”, mas exclusivamente “comercial”. Tanto que o final do novo filme abre escancaradamente as portas para outra continuação.

Os profundos questionamentos filosóficos do primeiro filme nem de perto surgem nesta nova obra, bem como a onipresente trilha sonora concebida pelo grego Vângelis. Hans Zimmer até tenta, mas sem sucesso, repetir o clima sonoro da trilha original. Melhor teria sido manter o final em aberto das 1.200 diferentes “versões do diretor” que chegaram a público desde então, ou até mesmo o inadequado final feliz exigido pelos produtores do filme de 1982, do que cometer essa dispensável sequência…

E o Vento Levou… / E o Vento Levou 2

Este é das antigas mas, qualquer cinéfilo, se não assistiu, pelo menos já ouviu falar na saga de Scarlett O’Hara (interpretada por Vivien Leigh) e Rhett Butler (Clark Gable) durante a Guerra Civil Norte Americana do século XIX.

Outra obra com final “em aberto” – numa belíssima cena em que a voluntariosa Scarlett, ao ser abandonada por um saturado Rhett, jura para si mesma que recuperará seu amor – “E O Vento Levou…” não ganhou nenhuma continuação por parte da autora do romance que gerou a película, Margaret Mitchell, por mais que os fãs tivessem implorado por isso.

Contudo, 45 anos após a morte da escritora, seus herdeiros (obviamente interessados em alguns milhões de dólares em direitos autorais) permitiram que a romancista, Alexandra Ripley, não apenas escrevesse uma continuação para a história, como também que a CBS produzisse uma minissérie televisa em que  mostraria a luta de Scarlett (vivida sem brilho por Joanne Whalley) para reconquistar Rhett Butler (interpretado pelo fraco ex-James Bond, Timothy Dalton). Todo o lirismo da obra de 1939 se perdeu numa continuação insossa, mal interpretada, com soluções fáceis e final meloso. Em resumo, completamente dispensável.

Crise Nas Infinitas Terras / Crise Infinita

Inegavelmente, Geoff Johns é um gênio dos quadrinhos atuais. Sua contribuição para a DC, em heróis e sagas como “Flash Point”, na Tropa dos Lanternas Verdes e Liga da Justiça produziu, sem dúvida, várias histórias em quadrinhos memoráveis na contemporaneidade. Contudo, mesmo os gênios erram…

E o grande erro de Geoff Johns – talvez por arrogância – certamente foi a concepção e desenvolvimento de “Crise Infinita”, continuação sem brilho de “Crise nas Infinitas Terras”.


Enquanto na série de 1986 – divisor de águas nas histórias em quadrinhos mainstream – cada morte – mesmo de personagens menores – era devidamente sentida e lamentada, num enredo respeitoso e extremamente bem amarrado, a sequência concebida por Johns em 2005-2006 se resumia a uma série de mortes sem sentido, numa carnificina gratuita, oriunda de um Superboy malucão. Incomodou bastante também a mudança de premissas e de concepção de personagens que, na série oitentista, eram capazes de sacrifícios pessoais pelo bem maior da coletividade e que, na continuação dos anos 2000, tornar-se-iam vilões sanguinários e com motivação questionável (Coringa como paladino da justiça foi a coroação dos equívocos da saga).

Splash – Uma Sereia em Minha Vida / Madison, A Sereia

Antes de Tom Hanks ser uma superestrela, ganhador de dois Oscar’s, ele deu vida a alguns personagens menores, mas mesmo assim memoráveis. Entre estes se destaca o deslocado Allan Bauer do filme “Splash – Uma Sereia em Minha Vida”, que possui a curiosidade de ter sido uma das primeiras produções “adultas” dos estúdios Disney (com direito a cenas de nudez da sereia Madison, interpretada pela belíssima Daryl Hannah; piadas sujas e muitas referências sexuais).

O filme – lançado em 1984 –acabou se mostrando um belo exemplar de uma obra original, corajosa e extremamente divertida, tornando-se um clássico teen absoluto. Mas não é que, em 1988, Hollywood resolveu apresentar uma continuação tosca e absolutamente dispensável do filme de 1984? Pois é! Surge esse pavoroso “Madison, A Sereira”, que além de desconstruir totalmente as premissas que o filme original havia estabelecido, ainda não conta com os carismáticos atores da primeira obra e – como feito direto para a televisão – elimina todo a malícia e conteúdo mais “maduro” da produção, que era o que conferia um charme especial a “Splash…”.

Star Wars / Nova Trilogia Star Wars

Bom, nessa aqui sei que corro o risco de ser apedrejado em praça pública, mas, vamos lá. Não é que os episódios VII, VIII e XIX de “Star Wars” sejam ruins. Não! Muito antes pelo contrário! São filmes muito bons, muito bem produzidos, modernos, com ótimos personagens e efeitos especiais, além de extremamente reverentes à primeira trilogia (episódios IV, V e VI).

Mas, o problema é justamente esse: talvez a nova trilogia seja reverente demais a “Uma Nova Esperança”, “O Império Contra-ataca” e “O Retorno de Jedi”. Tira-se uma Estrela da Morte e coloca-se um “planeta da morte”; Han Solo volta a ser um mercenário, trambiqueiro e contrabandista intergalático; sai R2D2 e entra BB8 precisando salvaguardar um segredo importante para as forças rebeldes; se não há mais um velho Jedi escondido como Obi-Wan Kenobi, agora temos o velho Jedi, Luke Skywalker, fugido da civilização…

Sem falar que tudo pelo que os rebeldes lutaram na primeira trilogia foi por água abaixo. Claro que não vou perder nenhum filme da série que for produzido, enquanto estiver vivo. Mas que às vezes penso que essa trilogia não tem apresentado nada de muito novo. Ah isso (mesmo que escondidinho) é o que eu penso…

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Sou um quarentão apaixonado pela cultura pop em geral. Adoro quadrinhos, filmes, séries, bons livros e música de qualidade. Pai de um lindo casal de filhos e ainda encantado por minha esposa, com quem já vivo há 19 bons anos, trabalho como Oficial de Justiça do TJMG, num país ainda repleto de injustiças. E creio na educação e na cultura como "salvação" para nossa sociedade!!

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TRIP LISTA | Japoneses definem os 15 maiores rivais dos animes

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O que é rivalidade? Segundo o dicionário, o conceito de rivalidade é: Condição que têm aqueles que são rivais. Duas pessoas ou conjuntos são rivais, por sua vez, quando competem entre si ou são inimigos.

Quando falamos em animes e citamos os seus protagonistas, por vezes pensamos imediatamente eu seus rivais e adversários. Esses rivais, ou antagonistas, por vezes ganham bastante destaque nas produções, e sabendo de sua importância, uma pesquisa realizada pelo site japonês Goo Ranking definiu os maiores rivais dos animes. Participaram dessa pesquisa, 500 fãs com idades entre 20 e 40 anos. Confira o Top 15:

 

1- Vegeta – Dragon Ball Z

2- Raoh – Fist of the North Star

3- Kojiro Hyuuga – Captain Tsubasa

4- Terryman – Kinnikuman

5- Hajime Saitou – Samurai X

6- Rukawa Kaede – Slam Dunk

7- Sasuke Uchiha – Naruto

8- L – Death Note

9- Umibozu – City Hunter

10- Toguro – Yu Yu Hakusho

11- Killua Zoldyck – Hunter × Hunter

12- Shinobu Senui – Yu Yu Hakusho

13- Dio Brando – JoJo’s Bizarre Adventure

14- Hisoka Morow – Hunter × Hunter

15- Akira Toya – Hikaru no Go

O que você achou desse ranking? Concorda ou discorda? Deixe sua opinião e seu ranking abaixo!


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TRIP LISTA | Os melhores Animes de todos os tempos pela equipe Nerdtrip

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Salve, salve tripulantes!! Dessa vez a equipe Nerdtrip se reuniu para votar nos melhores animes de todos os tempos! Valendo tanto filmes como séries, cada membro da equipe elegeu seus 10 preferidos e depois através de um sistema de pontuação onde cada primeiro lugar recebeu 10 pontos, cada segundo lugar 9 pontos, cada terceiro lugar 8 pontos e assim sucessivamente, até chegar ao décimo que recebeu um ponto, apuramos o seguinte ranking:

10º – Digimon (1999)

“Digimon, digitais, Digimon são campeões!” Muitos que conhecem essa pequena frase devem ter lido cantando e cantaram nas gloriosas manhãs de ouro da Rede Globo, no final dos anos 90, quando a loiríssima Angélica aparecia para declarar que “os Digimons são demais!”

Claro que na época que o anime criado por Akiyoshi Hongo (pseudônimo criado pela Bandai para mencionar o grupo de pessoas responsáveis pela criação e desenvolvimento da franquia Digimon, das quais se destacam Aki Maita, Hiroshi Izawa e Takeichi Hongo) sofreu uma comparação com o que muitos apontam ser o seu grande rival, a famosa franquia Pokémon.

Mas Digimon vai além disso, os personagens são baseados na criação dos famosos bichinhos virtuais (virtual pet ou tamagotchi) e como qualquer novidade no Oriente e Ocidente o sucesso é iminente.

Por conta disso, a Bandai resolveu popularizar de vez a franquia no mundo e viu na grandiosa Saban (que distribuía a franquia Power Rangers no Ocidente) o seu caminho facilitado para que Tai, Matt, Sora, Izzy, Mimi, Joe e T.K. atingissem o sucesso merecido no Digimundo. Batizado de Digimon Adventure, a clássica primeira aventura dos Digiescolhidos é um sucesso até hoje e sempre é lembrada como uma aventura primorosa que explora de forma incrível o crescimento e desenvolvimento juvenil dos personagens principais. Cenas de sacrifício, carinho e amor entre os jovens e os seus Digimons são outro exemplo de conquista e sucesso entre os fãs exigentes de anime.

Lembrados até hoje, os primeiros Digiescolhidos acabaram voltando recentemente ao Digimundo em um especial intitulado Digimon Adventure Tri, que mostra aos Digifãs o retorno de Tai e sua turma, com uma idade um pouco mais avançada, em novas e excitantes aventuras com os seus amados Digimons.  (Por Igor Ops)

 

9º – Nanatsu No Taizai (2014)

Com venda de mais de 10 milhões de cópias em janeiro de 2015, o anime foi transmitido no Japão entre 5 de outubro de 2014 até 29 de março de 2015. Já no Brasil em setembro de 2015 foi lançado no catálogo da Netflix. Conhecido no ocidente “The Seven Deadly Sins” (Os Sete Pecados Capitais), a série de mangá escrita e ilustrada por Nakaba Suzuki, “Nanatsu No Tanzai” teve seus 286 capítulos publicados pela revista Weekly Shōnen Magazine da Kodansha em outubro de 2012.

Seus protagonistas são: Meliodas: O capitão dos Sete Pecados Capitais. O pecado capital da Ira do Dragão, e o pecado mais forte; Diane: O pecado capital da inveja da Serpente; Ban: O pecado capital da Ganância da Raposa. Também conhecido como Ban, o Imortal; King: O pecado capital da preguiça do Urso. Seu verdadeiro nome é Harlequin; Gowther: O pecado capital da Luxúria da Cabra. Ele é baseado no rei Sir Gowther nas lendas Arturianas que é famoso por ser meio-irmão de Merlin. Já Merlin: O pecado capital da Gula do Javali é conhecida como a maior feiticeira em toda a Britânia; Escanor: O pecado capital do Orgulho do Leão.

A série trata de um grupo de cavaleiros residentes da região da Britânia que precisam se separar por terem sido acusados de tentar derrubar o Reino de Liones. Cada um dos cavaleiros do grupo principal representa um dos sete pecados capitais (Gula, avareza, luxúria, ira, inveja, preguiça e soberba), neste mangá que tem em seu cenário fortes referência à Idade Média Européia, assim como o próprio tema é baseado no local e no tempo em que cristãs classificaram pecados e uma lista principal. (por Sethe Goêbe)

 

8º – Yu Yu Hakusho (1992)

Yuyu Hakusho é um manga de 1992 criado por Yoshihiro Togashi, conta a história de Yusuke Urameshi, um jovem delinquente de 14 anos que no começo do desenho está morto. O motivo da morte não era esperado nem no céu e nem no inferno, então o rapaz precisa passar por um teste para ser revivido.

No momento no qual ele volta à vida, automaticamente se transforma em um  Detetive Sobrenatural aos cuidados de Koema, filho do senhor Emma Daio, tendo como assistente Botan (uma Shinigami). Ao lado de seu amigo o delinquente Kazuma Kuabara, do Yokai (espécie de demônios das trevas)Hiei e de Kurama (raposa yokai) seguimos por várias aventuras e o grande torneio das Trevas.

Aqui no Brasil o desenho chegou em 1997 pelo diretor da rede Manchete Eduardo Miranda que recebeu o desenho de um garoto de 16 anos e ficou maravilhado, conseguindo trazer a série que teve o que considero a melhor dublagem do mundo, realizada por quatro cariocas que nos deram o privilégio de ouvir o Yusuke falando “rapadura é doce mais não é mole não”, no torneio das trevas e a galera gritando “ahhh eu sou Toguro” referência da um sucesso musical da época que dizia “Ah! Eu tô maluco!”, entre outros dialetos e cacofonias. Não é a toa que Yuyu Hakusho merece ser um dos melhores animes. Na minha opinião leva “5 navinhas” facilmente. (por Marcos Serafim)

 

7º – Pokémon (1997)

Perdendo apenas para Mario, Pokemon é a segunda franquia de jogos eletrônicos mais vendida no mundo. Contando apenas após novembro de 2017, vendeu mais de 300 milhões.

A série de games da Game Freak foi lançado em 1996 para o famigerado game Boy, no Japão. Sua sequência consiste em RPG’s e seus spin-off abrangem outros gêneros.

Muito já se especulou sobre sua tradução. No Brasil, muitos religiosos proibiram seus filhos de assistir a série animada, tentando promover uma espécie de boicote. O motivo da desaprovação dos pais que aderiram a esta represália, seria o fato de que o nome da série, que foi traduzida como Pocket Demon (demônio de bolso). Mas, como geralmente acontece com a maioria dos boicotes, o efeito foi contrário e fomentou ainda mais o número de espectadores de Ash e sua turma.

A nomenclatura é uma junção da abreviação de duas palavras: “Poketto Monsutā”, ou Pocket Monsters (em inglês) e além de se referir a própria franquia Pokémon, também se refere as 807 espécies de ficção que aparecem na mídia de Pokémon.

A animação é relativamente antiga, foi idealizada entre 1989 e 1990. Porém sempre lançando novidades, a febre voltou com força total em julho de 2016 com ”Pokemon Go”, um jogo eletrônico free-to-play de realidade aumentada voltado para smartphones. Outra novidade é o longa “Detective Pikachu”, uma live-action que nos permitirá ver alguns de nossos Pokémons favoritos de forma muito mais realista.

Detective Pikachu chega aos cinemas em 11 de maio de 2019. Para que você possa conferir o trailer com crítica, separei o link de uma matéria para você conferir(por Sethe Goêbe)

 

6º – Yu-Gi-Oh! (2000)

 “É hora do duelo!”, essa é a frase mais icônica de um dos animes mais marcantes para os jovens da geração dos anos 2000. Criada por Kazuki Takahashi, “Yu-Gi-Oh! Duel Monsters” é a segunda série da franquia, sendo a primeira “Yu-Gi-Oh! Zero” de 1998. Lançada em 2000, a série possui 7 temporada, sendo duas delas (mais especificamente a 5ª e a 6ª) fillers, no total a série possui 224 episódios.

O anime conta a história de Yugi Muto, que divide seu corpo com a alma de um Faraó através de uma relíquia chamada Enigma do Milênio. A trama realmente começa quando Yugi é forçado a participar de um torneio de um card game chamado monstros de duelo, após Maximilian Pegasus, o criador do jogo, sequestrar o avô de Yugi. A partir daí, ele e o Faraó juntos se envolvem em diversas batalhas, enquanto no decorrer da trama acabam por descobrir ainda mais sobre o passado da alma que habita o corpo de Yugi.

A série é famosa por popularizar o card game no mundo inteiro, tornando um dos jogos de mesa mais lucrativos de todos os tempos. Além disso, a Konami organiza todos os anos o Yu-Gi-Oh! World Championship, um mega torneio que reúne os melhores duelistas de cada país. (por Luiz Rocky)

 

5º – Akira (1988)

Katsuhiro Otomo é um grande visionário. Lembro de ter assistido Akira umas 4 vezes, a primeira na Band, há muitos anos atrás. Akira é um bastião da literatura e do universo cyberpunk. A influência de Neuromancer é inegável juntamente com o medo do holocausto nuclear que se torna o cerne desse mangá épico.

Claro que há um viés oriental, de conto sobre a amizade, mesmo por trás de uma perspectiva aterradora. Shotaro Kaneda é o líder da gangue onde seu amigo e braço direito Tetsuo, que mistura admiração e inveja pelo amigo, após uma fuga entre mais uma briga entre as gangues motorizadas da cidade, se choca com um carro que pertence a um projeto do governo. Sem dar muita explicação capturam Tetsuo e levam-no para um laboratório secreto. Após fazerem descobertas realizam nele terríveis experiências. A partir daí, Tetsuo munido de seus poderes descontrolados começa a perseguir seus objetivos.

Isso também causa em Tetsuo um interesse pela criança que causou a destruição de Tóquio no passado, o Projeto A, de Akira. E juntando o seu desejo de ser valorizado por seus esforços próprios e ser reconhecido como líder, leva a ele a um embate mortal com seu ex-amigo Kaneda, que continua até o fim do anime.

A influência de Neuromancer é enorme. Tanto nas armas, no futuro distópico e desesperado, quanto no trato do governo e corporações que não tem nenhum escrúpulo em manipular vidas alheias, mesmo que isso cause um desastre. Akira foi o pontapé para produções como Bubblegum Crisis, Patlabor, U.S. Mangá Corps, Ghost in the Shell entre outras. Otomo reuniu a visão oriental e a visão ocidental de futuro e com os dois criou um clássico inesquecível. Se não assistiu, fica a dica. (por Marcos Roberto Neves)

4º – Death Note (2006)

Em uma realidade comum o jovem Light Yagami (Yagami Raito) segue tediosamente seus dias como estudante na cidade de Kanto no Japão até encontrar um curioso caderno denominado de “Death Note”, contendo instruções de como matar pessoas apenas escrevendo seu nome nele.

A partir desse acontecimento Raito começa a matar pessoas criminosas a fim de testá-lo e posteriormente com o aparecimento do verdadeiro proprietário do Death Note, que o jogou na terra por estar entediado Yagami revelou o seu objetivo em usar o caderno: Purificar a terra do mal e tornar-se o “Deus do novo mundo”.

Com o aumento crescente das mortes de criminosos causado por alguém intitulado pelo público de Kira (derivada da pronúncia japonesa da palavra inglesa “killer” que significa “assassino”), não só o FBI começa a observar com mais atenção mas também o um detetive particular conhecido pela sigla “L”. Consequentemente o anime segue o embate e “jogo de gato e rato” entre o bem e o mal com um bom propósito, a mente brilhante do Kira e L. (Por Fernanda Dias)

 

3º – Fullmetal Alchemist: Brotherhood (2009)

 

“Nada pode ser obtido sem sacrifício. Para se obter algo é preciso oferecer algo em troca de igual valor. Esse é o princípio básico da alquimia, a Lei da Troca Equivalente. Naquela época, nós acreditávamos que essa fosse a lei absoluta.” 

A adaptação da obra escrita pela mangaká Hiromu Arakawa conquistou muitos corações com sua história diferente, sendo impossivel não se emocionar ao ouvir as Openings da adaptação. 

Em Fullmetal Alchemist: Brotherhood acompanhamos a trajetória de dois irmãos alquimistas que ficam orfãos e tentam trazer sua mãe de volta a vida através de uma transmutação humana, técnica essa proibida na alquimia, onde é possivel criar ou modificar um ser humano. A tentativa acabou tornando-se uma tragédia, Edward perde sua perna esquerda e seu irmão Alphonse o corpo inteiro. Edward sacrifica seu braço direito para manter a alma de Alphonse presa a uma armadura. Eles então partem em busca da pedra filosofal, um artefato capaz de recuperar seus corpos. 

Fullmetal Alchemist: Brotherhood é muito mais que um Shonen repleto de personagens marcantes, onde não há se quer um que se seja esquecido durante a trajetória. A adaptação é extremamente completa, tendo um desenvolvimento de trama muito bem executado, sendo impossivel não se apaixonar pelo universo criado por Hiromu Arakawa. Além disso, a história dos meninos mostra que quando se tem pessoas dispostas a nos estender a mão tudo é possível. O anime é conhecido como um dos mais populares de todos os tempos, tendo uma enorme comunidade de fãs em todo o mundo. A jornada dos irmãos Elric é tocante, recheada de ação e nos faz sentir um misto de emoções variadas. (por Laryssa Stoller)

 

2º – Dragon Ball Z (1989)

Dragon Ball Z sem dúvidas é um dos animes de maior sucesso no mundo, não figurando tão bem em nossa lista a toa. O anime que é focado no guerreiro Saiyajin Goku e em seus amigos, é uma das grandes referências quando falamos de animes.

Quando conversamos com a maioria dos fãs da franquia Dragon Ball, eles costumam citar DBZ como a melhor fase da franquia de Dragon Ball, pois foi ali onde os grandes vilões da franquia apareceram, destacando-se Freeza, Cell e Majin Boo e momentos épicos ocorreram, como a primeira transformação de Goku em Super Saiyajin na épica batalha contra Freeza, ou quando Gohan atinge a forma SSJ2 contra o Cell, e até mesmo momentos emocionantes como o sacrifício do orgulhoso príncipe dos Saiyajins Vegeta para salvar sua família.

Além disso, Dragon Ball Z nos brinda com uma trilha sonora de arrepiar qualquer fã de Kakarotto e companhia, desde a clássica canção “Cha-La Head-Cha-La” presente nas sagas de Freeza e Cell transmitidas pela Band, como “Temos a Força”, tema de abertura da saga Majin Boo transmitida pela Globo.

Dragon Ball Z é um clássico dos animes e deve ser assistido por todos que se dizem fãs do gênero, e se você ainda não conhece as aventuras dos Guerreiros Z, pare de perder tempo e se junte as aventuras de Goku, Vegeta, Gohan e seus amigos. (por William Peloso)

1º – Cavaleiros do Zodíaco (1986)

“Os guardiões do universo podem vencer o mal”, e assim começava a primeira abertura do anime que foi o maior fenômeno de sua época de lançamento no Brasil, especificamente em 1994. Baseado na obra de Masami Kurumada, os Cavaleiros do Zodíaco, que havia sido lançado em 1986 no Japão, chegaram de uma forma estrondosa ao país graças à querida TV Manchete. A série clássica é dividida em quatro grandes sagas, sendo elas: Santuário, Asgard (existe apenas no anime), Poseidon e Hades.

“Há sempre alguém no cosmo ajudando o cavaleiro a vencer”, Cavaleiros do Zodíaco ou Saint Seiya (título original da obra) conta a história de Seiya, o cavaleiro de bronze de Pégasus, que junto dos seus amigos: Shiryu de Dragão, Hyoga de Cisne, Shun de Andrômeda e Ikki de Fênix acaba por receber a missão de proteger a jovem Saori Kido, que é a reencarnação da deusa Athena. No decorrer da história vemos a amizade entres os jovens crescer, eles superarem seus limites diversas vezes e realizarem milagres ao enfrentarem seus inimigos.

“Faça elevar o cosmo do seu coração”, Apesar de ser um Shounen (anime feito para o público juvenil masculino), Cavaleiros do Zodíaco trazia muitos momentos emocionantes, onde víamos personagens fazendo sacrifícios em nome da amizade, um protagonista que queria reencontrar a irmã da qual havia sido separado quando criança, e até mesmo conflitos entre mestres e discípulos, tudo isso ao som de uma maravilhosa e muitas vezes melancólica trilha sonora.(por Luiz Rocky)

 

Abaixo, saiba quem são e como votaram nossos redatores do Nerdtrip:

 

Fernanda “Momoko” Dias

22 anos, amante de gatos, animes, dança, admiradora da cultura pop oriental, viciada em Just Dance, cosplayer e aprendiz de gamer.

 

 

1º Death Note (2006)
2º Fullmetal Alchemist: Brotherhood (2009)
3º Orange (2016)
4º Elfen Lied (2004)
5º Boku no Hero Academia (2016)
6º Jojo’s Bizarre Adventure (2012)
7º RWBY (2013)
8º Kill La Kill (2013)
9º ReLife (2016)
10° Ano Hi Mita Hana no Namae o Bokutachi wa Mada Shiranai (2011)

 

“Don” Giovanni Giugni

É o exército de um homem só, por trás da “Casa das Ideias Nerd”. Teve a felicidade de ter como primeiras experiências cinematográficas, filmes do calibre de “Superman” de 1978 e “O Império Contra-ataca”. Destemido desenhista e intrépido apaixonado por “Super-heróis”, vive disfarçado como um pacato Professor de musculação.

 

1º Dartagnan e os três mosqueteiros 1981
2º Piratas do Espaço 1976
3º Superaventuras 1976
4º Don Dracula 1982
5º Patrulha Estelar 1974
6º Akira 1988
7º Zillion 1987
8º Batman Cavaleiro de Gotham 2008
9º Speed Racer 1967
10° Voltron 1981

 

Guilherme Lemes

O único podcaster do Brasil com voz de taquara rachada e fã numero 1 de Homem-Formiga! Oficialmente um hater da Dc e amante da Marvel, coleciona desde etiquetas de tênis até grandes figuras de ação. Apaixonado por Guardiões da Galáxia, tendo até uma tatuagem no braço (realmente, um fanboy da Marvel…).

 

1º Digimon (1999)
2º Death Note (2006)
3º Ghost in the Shell (1995)
4º Speed Racer (1967)
5º Zatch Bell! (2003)
6º Beyblade (2003)
7º Yu-Gi-Oh! (2000)
8º One Punch-Man (2005)
9º Neon Genesis Evangelion (1995)
10° Pokemon (1997)

 

Igor “Ops” Souza

Professor de Biologia e Educação Física Escolar, amante de praticamente tudo do mundo nerd e lunático pela 7º Arte.

Apresentador do Teekcast, respeita a Marvel mas não tem vergonha de revelar para todos o seu amor platônico pela DC Comics e odeia a briga boba entre marvetes e dcnautas.

 

1º Yu Yu Hakusho (1992)
2º Dragon Ball Z (1989)
3º Fullmetal Alchemist: Brotherhood (2009)
4º Sakura Cardcaptors (2000)
5º Yu-Gi-Oh! (2000)
6º Violet Evergarden (2018)
7º Digimon (1999)
8º Pokémon (1997)
9° Hunter x Hunter (1999)
10°Captain Tsubasa [Super Campeões] (2018)

 

João “Neófito” Nélio

Sou um quarentão apaixonado pela cultura pop em geral. Adoro quadrinhos, filmes, séries, bons livros e música de qualidade.
Pai de um lindo casal de filhos e ainda encantado por minha esposa, com quem já vivo há 19 bons anos, trabalho como Oficial de Justiça do TJMG, num país ainda repleto de injustiças.
E creio na educação e na cultura como “salvação” para nossa sociedade!!

1º Cavaleiros do Zodíaco (1986)
2º Dragon Ball Z (1989)
3º Speed Racer (1967)
4º Akira (1988)
5º Boruto (2016)
6º Pokemon (1997)
7º Pirata do Espaço (1976)
8º Patrulha Estrelar (1974)

 

 

Jorge “Obelix” Cardoso

Ancião do grupo, com milhares de anos de idade. Fã da DC Comics e maior conhecedor de Crise nas Infinitas Terras e Era de Prata do Universo. Grande fã de Nicolas Cage que acha que um filme sem ele nem pode ser considerado filme. Fã de Jeff Goldblum também, e seu maior sonho é ver ambos (Cage e Goldblum) contracenando.

 

 

1º Akira (1988)
2º Batman Cavaleiro de Gotham
3º Pinóquio (1976)
4º Sawamu, o Demolidor (1970)
5º A Princesa e o Cavaleiro (1967)
6º Fantomas (1967)
7º Speed Racer (1967)
8º Menino Biônico (1980)
9º Pokemon (1997)

 

JR “Mestre Hater” Costa

Paulistano, amo música, filmes, séries, e estou ressuscitando o amor por animes.  Aprecio os filmes bons e me divirto debochando dos ruins (o que gerou o injusto apelido de Mestre Hater).

Tento ter como característica, textos curtos e objetivos valorizando a informação. Escritor das colunas “HATEANDO!” “Demorei, mas eu vi!”  e “Escondido na Netflix”.

 

1ºErases (Boku Dake Há Unaí Machi)2016
2ºAvatar: A Lenda de Aang (2008)
3º Boku no Hero Academia (2016)
4º Shingeki No Kyojin (Attack On Titan) (2013)
5º Dragon Ball Z (1989)
6ºDarling in the Franxx (2018)
7ºNanatsu no Taizai (2014)
8º Death Note (2006)
9ºDungeon ni deai o motumeru (2015)
10°Inuyashiki (2017)

 

Laryssa Stoller

20 anos, Gamer de carteirinha, viciada em animes & cultura pop oriental, admiradora nata de Cyberpunk, RPG, e o melhor do mundo Nerd.

 

 

1º Cavaleiros do Zodíaco (1986)
2º Death Note (2006)
3º Fullmetal Alchemist: Brotherhood (2009)
4º Ghost in the Shell (1995)
5º Akira (1988)
6º Code Geass (2006)
7º Yu-Gi-Oh! (2000)
8º Hunter X Hunter (1999)
9º Cowboy Bebop (1998)
10° Darker than Black (2007)

 

Luiz Rocky

Estudante de Educação Física. Sou apaixonado por cinema, mangás, games, séries e Star Wars.

 

 

 

1º Cavaleiros do Zodíaco (1986)
2º Fullmetal Alchemist: Brotherhood (2009)
3º Dragon Ball Z (1989)
4º Shingeki No Kyojin (Attack On Titan) (2013)
5º Ghost In The Shell (1995)
6º Akira (1988)
7º Re: Zero Kara Hajimeru Isekai (2016)
8º Cowboy Bepop (1998)
9º Yu-Gi-Oh! (2000)
10° Death Note (2006)

 

Marcos “Contraditório” Roberto Neves

O lobo da noite. O nerd caçador. Sou criador de páginas, nativo da internet desde a chegada no nosso país, músico, escritor e as vezes até poeta.

Jogador nato, criado nos games do Atari aos 4K atuais.
Também sou fã de literatura, rpg e cyberpunk.

1º Hellsing Ultimate (2006)
2º Saint Seiya (1986)
3º Gundam Wing (1998)
4º Naruto (2002)
5º Slayers (1995)
6º Another (2012)
7º Castlevania (2017)
8º Serial Experiments Lain (1998)
9º Record of Lodoss War (1998)
10° Honey Honey (1981)

 

“Marquinhos” dos Santos Serafim

Gamer maníaco, fã de tokusatsu e dragon ball, e sempre dizendo que nunca haverá filme melhor que Zohan.

 

 

 

1º Yuyu Hakusho(1992)
2º Dragon ball (1986)
3º Slam Dunk(1990)
4º ashita no joe (1968)
5º Bersek(1987)
6º Power Stones(1999)
7º Guerreiras Magicas de Rayearth(1994)
8º Bucky(1999)
9º Super Campeões(2018)
10° Major(2004)

 

Rafael Gonzalez Gil

Fã de HQs, cinema e séries.

 

 

 

1º one piece (1999)
2ºDragon ball (1989)
3º Fullmetal Alchemist: Brotherhood (2009)
4ºHunter x Hunter (1999)
5º Yuyu Hakusho (1992)
6º Cavaleiros do Zodíaco (1986)
7º Pokemon (1997)
8ºNeon Genesis Evangelion (1995)
9º Bleach (1994)
10° Samurai X

 

“Ritinha” Angelim

Baiana, apaixonada por cultura oriental, HQs, seriados de TV, livros, cinema e música. Adora Pizza, pipoca, Hugh Jackman, Wolverine, visitar a Saraiva, shopping, maquiagem e leitura. Amores da vida são filha, marido, família e Netflix.
Cristã e fã do seriado Supernatural, tem o sonho de um dia conhecer os Winchesters e o Japão. Sonha no mundo real e vive na fantasia.

 

1º Os Cavaleiros do zodíaco ( Saint Seya)1986
2º Sakura Cardcaptors 2000
3º Neon Genesis Evangelion 1995
4º Ranma 1/2 1989
5º Death Note 2006
6º Inuyasha 1996
7º A Viagem de Chihiro 2001
8º Erases (Boku Dake Há Unaí Machi)2016
9º Samurai Champloo 2007
10° Devil May Cray 2007

 

 

Sethe Goêbe

Nascido em 1991, santista, por naturalidade (e apenas por naturalidade), jornalista, escritor, publicitário, empresário e professor. De estilo hiponga, vegetariano e agnóstico, tem por suas maiores paixões os irmão: Lucas e Daniel. Compositor e letrista de mais de 500 canções, adepto a meditações e passeios a lugares simples e de contato com a natureza. Fundador da SHA ONE COMUNICAÇÕES e da CPR CONFERENCES, ama debates filosóficos, políticos e religiosos. Amante de historiologia, está em constante estudo de antropologia, teologia, psicologia e ciência política.

1º Cavaleiros do Zodíaco 1986
2º Pokemon 1997
3º Sailor Moon
4º Dragon Ball 1986
5º Yu-Gi-Oh! (2000)
6º Avatar: A Lenda de Aang (2008)
7º Nanatzu no Tazai (2014)
8º Speed Racer (1967)
9º A Viagem de Chihiro 2001
10° Digimon

Tiago Cezar

DCnauta, fã de Star Wars e Star Trek e da melhor banda de rock do mundo, Led Zeppelin claro!

 

 

 

1º Os Cavaleiros do zodíaco ( Saint Seya)1986
2º Death Note (2006)
3º Fullmetal Alchemist: Brotherhood (2009)
4º Shingeki no Kyojin (2013)
5º Fate stay night unlimited blade works (2015)
6º Hellsing ultimate (2006)
7º Black lagoon (2006)
8º Highschool of the dead (2010)
9º Nanatsu no Taizai (2014)
10° Pokémon (1997)

 

Walquiria “Senhora do Caos” F. Endlich

Autora de A Senhora do Caos – A Viajante e o Dragão e coautora de Sociedade dos Corvos, com o conto Vida Perfeita. Nasci no Espírito Santo, mas vivo no interior paulista com minha família. Sou graduada em Pedagogia, atuo na área de administração de empresas, escritora e redatora do NerdTrip. Iniciei minha carreira literária publicando na plataforma de leitura online Wattpad e em 2016 lancei meu primeiro livro impresso. Com verdadeiro fascínio por histórias fantásticas, gibis, livros e pelo mundo nerd, sou jogadora assumida de RPG. Comecei a escrever por volta dos doze anos e convicta digo que os livros salvaram minha vida, tornaram-me um adulto mais completo e possibilitaram que obtivesse sucesso em minha carreira.

1º Dragon Ball Super (2015)
2ºNanatsu no Taizai (2014)
3º Dragon Ball Z (1989)
4º Tokyo Ghoul (2014)
5ºKimi No Na Wa (2017)
6º Yuru Yuri (2011)
7ºDigimon (1999)
8ºPokemon (1997)
9ºOne Piece (1999)
10°Bleach (2004)

William Peloso

Sou um dos administradores e redator do Nerdtrip. Entusiasta dos games e livros. Meu foco é dividido em diversas áreas, indo desde cinema e séries, até animes e tokusatsus. Assisto filmes e séries repetidamente e sempre me divirto como se estivesse vendo pela primeira vez. Grande fã de Harry Potter e também da Marvel e DC, sem esquecer é claro de Dragon Ball e Cavaleiros do Zodíaco.

 

1º Dragon Ball Z (1989)
2º Cavaleiros do Zodíaco (1985)
3º Yugioh (2000)
4º Beyblade (2001)
5º Nanatsu no Taizai (2014)
6º Digimon (1999)
7º Sakura Cardcaptors (2000)
8º Street Fighter Victory (1995)
9º Medabots (1999)
10° Monster Rancher (1999)

 

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Listas

TRIP LISTA | As melhores aparições de Stan Lee em adaptações dos quadrinhos

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em

O mundo geek está de luto, pois a grande lenda dos quadrinhos Stan Lee morreu aos 95 anos. Em homenagem à esse grande criador de grandes personagens como o Quarteto Fantástico, X-Men, Thor, Homem de Ferro (estes criados em sua parceria com Jack Kirby), Demolidor (junto com Bill Everret) e o querido Homem-Aranha (criado também por Steve Ditko), nós do Nerdtrip selecionamos as 10 melhores aparições de Stan Lee em adaptações dos quadrinhos.

10 – O Julgamento do Incrível Hulk (1989)

E por que não começarmos com a primeira aparição especial desse mito? Em 1989, no filme para TV “O Julgamento do Incrível Hulk”, Lee apareceu interpretando um dos membros do tribunal durante o julgamento do doutor David Banner.

09 – Venom (2018)

A última aparição de dele nos cinemas foi no famigerado filme do simbionte alienígena, onde em uma cena hilária ele aconselha Eddie Brock e Venom a não desistirem de Annie Weying, deixando claro que sabe da existência do simbionte. Ao final da cena, Venom pergunta a Eddie sobre quem é o velho que falou com eles.

08-  Quarteto Fantástico 2 (2007)  

Outra excelente participação especial de Stan Lee em um filme de qualidade questionável. Dessa vez ele aparece tentando entrar sem ter sido convidado no casamento de Reed Richards (Senhor Fantástico) com Sue Storm (Mulher-Invisível).

07- Thor (2011)

No primeiro filme do deus do trovão, a participação de Stan Lee acontece em uma divertida cena onde ele tenta puxar o Mjolnir preso ao chão amarrando-o na sua caminhonete, consequentemente falhando no ato e danificando o veículo.

06-  Homem-Aranha: A Série Animada (1995)  

Se você achou que as aparições foram apenas nos filmes. Você se enganou completamente, pois o nosso lendário quadrinista também apareceu no episódio final da série animada do aracnídeo que durou de 1994 à 1998, onde Peter Parker se encontra com um de seus grandes criadores.

05-  Os Vingadores – The Avengers (2012)

Mais uma participação que não poderia faltar nessa lista. No primeiro filme dos heróis mais poderosos da terra, Stan Lee  aparece em uma entrevista jogando xadrez em um parque desacreditando da existência de super-heróis em Nova York. LOGO ELE…

04- Marvel’s Spider-Man (2018)

No mais recente jogo do Homem-Aranha, fomos surpreendidos com uma breve aparição de Lee dialogando com Mary Jane, dizendo que sempre torceu pelo romance dela com Peter Parker. A aparição acontece em um restaurante, logo após o encontro do casal mais famoso das histórias em quadrinhos.

03- Vingadores: A Era de Ultron (2015)

Na cena da festa na torre dos Vingadores, acontece um dos momentos mais divertidos de Vingadores: A Era de Ultron, no qual Thor permite que um veterano interpretado por Stan Lee experimente uma bebida forte demais para “meros mortais”. O veterano ignora o aviso do deus do trovão e bebe o drink. Após isso, a cena acaba com o veterano já embriagado sendo carregado por duas pessoas.

02- Guardiões da Galáxia Vol. 2 (2017)

Em uma aparição de explodir cabeças, vemos em uma das cenas dos créditos de Guardiões da Galáxia Vol. 2, três Vigias ouvindo um astronauta contar suas histórias. Esse astronauta é ninguém menos que o próprio Lee contando (ou não) tudo que viu em suas múltiplas aparições em outras obras.

01- O Espetacular Homem-Aranha (2012)

Na sua participação mais divertida, vemos a nossa lenda dos quadrinhos usando headphones, ouvindo música distraído em uma biblioteca enquanto ao fundo, o Cabeça-de-Teia e o Lagarto se enfrentam destruindo o local inteiro.

Menção Honrosa –  Jovens Titãs em Ação! Nos Cinemas

Stan Lee foi tão importante para a indústria dos quadrinhos que até mesmo a DC, editora “rival” da “Casa das Ideias”, o homenageou com uma pequena participação especial no novo longa animado dos Jovens Titãs, lançado em agosto deste ano.


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