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TRIP LISTAS | 21 filmes para o Dia dos Namorados!

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No dia 12 junho é comemorado o famoso dia dos namorados no Brasil, uma data que para uns é inesquecível e para outros (os meros solteiros mortais) esquecível. Entretanto, mesmo que você não tenha conquistado aquele seu amor que você conversa todos os dias ou se você já conquistou finalmente este amor, você pode entender pelos filmes um pouco deste tom romântico nos quais são uma boa pedida para você alcançar aquela paixão máxima com o seu par perfeito.

Mesmo que os filmes indicados não tenham em sua maioria um final feliz, a essência do amor e paixão são coisas diferentes e elas são mostradas com bons significados, pois o amor não é único, o amor não tem razão, o amor também não tem respostas, o amor acontece e, nesse caso, com finais nem sempre convencionais, mas apaixonantes, nos quais na vida real e na sétima arte teremos sempre que correr atrás do nosso grande amor.

Confira a lista que está sem numeração e ordem com os melhores, as posições são aleatórias e o que foi escolhido é somente os 21 filmes românticos que você pode acompanhar nesta data de grande amor:

Amor sem Escalas

Não é todo o dia que podemos assistir George Clooney se apaixonando nas telas do cinema. Com um ótimo elenco e um plano de fundo baseado na crise financeira norte-americana, o filme de Jason Reitman é extremamente cativante e rende grandes risada e duvidas entre o verdadeiro significado do amor entre os personagens, chegamos a ficar com dó de Clooney em algumas partes do filme.

Entre o Amor e a Paixão

Margot (Michelle Williams) é casada com Tom (Seth Rogen) e um dia em um voo conhece Daniel (Luke Kirby), seu vizinh,o e começam a sentir uma atração inexplicável. O difícil no filme é que nós torcemos pelos três personagens, pois cada um deles, na sua verdade, são corretos, íntegros e merecem ser felizes.

Ponto alto para a interpretação de Michelle Willians que se entrega totalmente como Margot e preste atenção em uma passagem de tempo que acontece em sua casa e que é um momento lindo. Um filme nota 10.

500 Dias com Ela

No filme, é contado os 500 dias de amor (ou não) de Tom e Summer alternando os momentos maravilhosos e outros nem tão bons assim, pois Tom (Joseph Gordon-Levitt) é um romântico e Summer (Zooey Deschanel) não acredita na existência do amor.

Com uma trilha sonora encantadora e com o ótimo carisma dos protagonistas, 500 Dias Com Ela vai ficar um bom tempo na sua memória, principalmente por mostrar o “amor” de uma forma bem realista e uma boa sacada do filme é quando a tela se divide em Realidade e Expectativa.

Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças

O que aconteceria se você quisesse apagar da memória a pessoa amada com as brigas e o romance que tiveram? E é isso o que acontece com Joel (Jim Carrey) depois que descobre que sua ex Clementine (Kate Winslet) fez isso com ele.

O filme com uma história super inusitada surpreende com a química perfeita entre Jim Carrey e Kate Winslet, quando terminamos de vê-lo percebemos que o amor com todas as suas idas e vindas, é uma coisa que se eterniza não importando se houve sofrimento ou não.

O Segredo de Brokeback Mountain

A história dos cowboys que se apaixonam cativou o mundo inteiro pelo drama do amor que não podia ser falado, dói demais ver Ennis Del Mar (Heath Ledger) sofrendo pela sua condição por amar Jack Twist (Jack Gyllenhaal) e principalmente pela dor de nunca poder assumir aquele sentimento que lhe é tão estranho.

Com fotografia e trilha sonora exuberante o filme nos convida a nos aproximarmos dessa pequena obra prima que nos mostra que o amor é universal.

Questão de Tempo

Na trama, Tim (Domhnall Gleeson) faz parte de uma família em que todos os homens são capazes de fazer viagens ao passado a partir dos 21 anos. Depois que descobre essa habilidade, ele tenta aproveitar melhor as oportunidades perdidas e se propõe a conseguir uma namorada.

O roteiro abusa deste dom do protagonista para criar situações inusitadas e engraçadas, principalmente quando ele conhece Mary (Rachel McAdams) e se apaixona perdidamente por ela. Mais do que um filme centrado no romance entre os dois personagens principais, Questão de Tempo constrói uma história de amor pelas situações simples da vida a que não damos tanta atenção. Ele ressalta os momentos com a família e as escolhas que fazemos conforme as viagens no tempo ficam mais importantes para Tim. O longa ainda tem Margot Robbie e Bill Nighy, com uma atuações fantásticas do elenco.

Ela

Ela é um dos longas mais criativos dos últimos anos, tanto que ganhou a estatueta de Melhor Roteiro Original no Oscar de 2014. A trama acompanha Theodore (Joaquin Phoenix), um homem que se sente sozinho e depressivo após o término do seu casamento com Catherine (Rooney Mara).

Ele decide começar a usar um sistema operacional que simula uma companhia e tem a voz sedutora de Scarlett Johansson, mas acaba se apaixonando pela inteligência artificial. O diretor Spike Jonze consegue misturar uma estética futurista das ambientações e da tecnologia usada pelos personagens ao mesmo tempo em que cria um figurino vintage. Além da qualidade de atuação dos artistas, o longa ainda tem aspectos técnicos excelentes, como as fotografia e trilha sonora, principalmente por causa de The Moon Song, canção original composta por Karen O, da banda Yeah Yeah Yeahs.

Um Lugar Chamado Notting Hill 

Quem não sonha em conhecer aquele astro do cinema por quem tem uma queda? É em cima dessa fantasia de homens e mulheres que toda a história de Notting Hill é construída. Hugh Grant (e a sua cara de inglês desajeitado) derruba suco na maior estrela de cinema do mundo e aí nasce um romance repleto de humor inglês.

Para melhorar, Julia Roberts fala uma das frases que já entrou no rol das mais fofas em diálogos românticos: — “After all… I’m just a girl, standing in front of a boy, asking him to love her.”

Uma Linda Mulher

Nesta clássica comédia romântica dos anos 1990, o magnata perdido (Richard Gere) pede ajuda a uma prostituta (Julia Roberts) e acaba contratando-a por uma semana. Ela se transforma em uma elegante jovem para poder acompanhá-lo em seus compromissos sociais, mas os dois começam a se envolver de verdade.

Julia Roberts chegou a ser indicada ao Oscar de melhor atriz e venceu o Globo de Ouro da categoria. Atenção para a trilha sonora embalada pela canção Oh Pretty Woman.

Como se Fosse a Primeira Vez 

Henry (Adam Sandler) é um veterinário, que vive no Havaí e é famoso pelo número de turistas que conquista. Seu novo alvo é Lucy (Drew Barrymore). Porém há um problema, ela sofre de memória de curto prazo, com isso, Henry é obrigado a conquistá-la, dia após dia, para ficar ao seu lado. O filme é realmente adorável.

A história é ótima e a química entre Sandler e Barrymore compensa as “piadas de mau gosto” que tentam, sem sucesso, tirar os méritos do filme. A trilha sonora possui versões cover de obras dos anos 80, deixando a obra ainda mais atrativa.

Sentidos do Amor

 

Na trama, uma cientista especialista em epidemias e um chef de cozinha (ambos vivendo na Inglaterra) começam a escrever uma história de amor após os traumas no passado de cada um deles. Porém, como prova dessa união, enfrentarão uma epidemia de escala global: as pessoas estão perdendo, um por um, os sentidos levando todos ao colapso de suas emoções. Será que esse amor é mais forte que tudo?

Acompanhamos a história sob a ótica dos amantes Michael e Susan (Ewan McGregor e Eva Green). Assim que perdem o primeiro dos sentidos, mudanças ocorrem nas suas vidas. Oportunidades de conhecer novas coisas também, a cena na banheira onde comem creme de barbear e um sabonete exemplifica bem essa teoria. Conforme a raiva (sentimento que é uma espécie de interseção entre as perdas de sentido) chega, o casal apaixonado sabe que mais um sentido foi perdido e tem que recomeçar de novo, aprendendo novas maneiras de se viver.A reflexão quando termina a fita é a prova que o filme toca em pontos importantes e de tamanho interesse pelo público.Não deixem de conferir a saga amorosa desses dois corações, aprendendo a viver num mundo sem sentido.

Aconteceu Naquela Noite 

A clássica comédia romântica de Frank Capra com Clark Gable e Claudette Colbert foi lançada em 1934. Na história, um jornalista desempregado encontra a filha de um milionário que fugiu porque seu pai não aprova quem ela escolheu como marido. Essa parece ser a oportunidade de obter uma boa matéria, ou se apaixonar.

Noivo Neurótico, Noiva Nervosa 

Jogando sobre os opostos se atraem, o filme oferece entretenimento, risadas e uma qualidade digna de quatro Oscars. Woody Allen entrega um humor devastador e surpreende os espectadores com um dos melhores desfechos do cinema.

O Diário de Bridget Jones 

Como falar em comédias românticas e não lembrar de uma solteirona atrapalhada chamada Bridget Jones? Seus péssimos discursos públicos e seu comportamento inapropriado ganharam o coração de dois galãs ingleses. Renée Zellweger foi fundamental para o sucesso do filme.

P.S Eu Te Amo 

Holly Kennedy (Hilary Swank) é casada com Gerry (Gerard Butler), um engraçado irlandês por quem é completamente apaixonada. Quando Gerry morre, a vida de Holly também acaba. Em profunda depressão, ela descobre com surpresa que o marido deixou diversas cartas que buscam guiá-la no caminho da recuperação.

P.S.Eu te Amo rapidamente se tornou cultuado por plateias de todo o mundo. A história une amor e humor em doses certas, além disso, premia o espectador com personagens cativantes. Hilary Swank e Gerard Butler são os protagonistas do filme que também apresenta uma boa dose de drama em seu enredo. Ele mostra a profunda depressão de Holly após a morte do marido, mas logo ela descobre a surpresa que ele deixou: diversas cartas para guiá-la no caminho da recuperação.

Cartas para Julieta 

O filme arranca suspiros por seu belo cenário e pela história encantadora. Na trama, a personagem de Amanda Seyfried viaja para Verona e acaba ajudando uma senhora a encontrar o grande amor de sua vida, através do grupo chamado “Secretárias da Julieta”.

Casablanca (1942)

Além de ser o maior clássico do gênero, Casablanca é obrigatório em toda lista dos maiores filmes de todos os tempos. Durante a Segunda Guerra Mundial, muitos fugitivos tentam escapar dos nazistas por uma rota que passava pela cidade de Casablanca, no Marrocos.

O exilado americano Rick Blaine (Humphrey Bogard), dirige uma das principais casas noturnas da região, e clandestinamente, ajuda os refugiados a fugir para os Estados Unidos. Quando um casal precisa de sua ajuda, ele reencontra Ilsa Lund (Ingrid Bergman). Assim eles reviver uma grande paixão que havia ficado no passado. O filme venceu o Oscar de melhor filme, diretor e roteiro, e imortalizou a canção “As Times Goes By”.

Ghost : Do outro Lado da Vida 

 

O que falar de um dos filmes mais amados da história do cinema. Ghost fala de uma história de amor que ultrapassa a existência. Sam (Patrick Swayze) e Molly (Demi Moore) formam um casal apaixonado e que tem suas vidas destruídas depois de Sam ser morto em uma tentativa de assalto. 

No entanto, seu espírito não vai para o outro plano e decide ajudar Molly, pois ela corre o risco de morte. Para poder se comunicar com Molly, ele utiliza Oda Mae Brown (Whoopi Goldberg), uma médium trambiqueira. O filme possui cenas memoráveis, a excepcional atuação de Whoopi Goldberg (premiada com o Oscar de melhor atriz coadjuvante) e uma canção inesquecível, a regravação de Unchained Melody. 

De Repente é Amor

Oliver (Ashton Kutcher) e Emily (Amanda Peet) se conhecem em um vôo que cruza os Estados Unidos. Ele é um recém-formado que procura seguir um cronograma rígido para sua vida, de forma que consiga alcançar o sucesso profissional o mais rapidamente possível e também encontrar o amor de sua vida.

Já ela é espontânea e indisciplinada, do tipo que prefere ver aonde a vida leva ao invés de fazer planos para o futuro. Oliver e Emily imediatamente sentem atração um pelo outro, mas as características de ambos são incompatíveis. Durante os 7 anos seguintes eles se encontram periodicamente, mas tudo parece conspirar para que eles sempre estejam separados.

Diário de Uma Paixão

 

Numa clínica geriátrica, Duke, um dos internos que relativamente está bem, lê para uma interna (com um quadro mais grave) a história de Allie Hamilton (Rachel McAdams) e Noah Calhoun (Ryan Gosling), dois jovens enamorados que em 1940 se conheceram num parque de diversões. Eles foram separados pelos pais dela, que nunca aprovaram o namoro, pois Noah era um trabalhador braçal e oriundo de uma família sem recursos financeiros. Para evitar qualquer aproximação, os pais de Alie a mandam para longe. 

Por um ano Noah escreveu para Allie todos os dias mas não obteve resposta, pois a mãe (Joan Allen) dela interceptava as cartas de Noah para a filha. Crendo que Allie não estava mais interessada nele, Noah escreveu uma carta de despedida e tentou se conformar. Alie esperava notícias de Noah, mas após 7 anos desistiu de esperar ao conhecer um charmoso oficial, Lon Hammond Jr. (James Marsden), que serviu na 2ª Grande Guerra (assim como Noah) e pertencia a uma família muito rica. Ele pede a mão de Allie, que aceita, mas o destino a faria se reencontrar com Noah. Como seu amor por ele ainda existia e era recíproco, ela precisa escolher entre o noivo e seu primeiro amor.

A Vida dos Peixes

 

A trama fala basicamente sobre um reencontro de dois eternos namorados, em uma festa rodeada de passado e indefinição sobre o futuro. O filme não toma tendências, o que é ótimo, os atores tem uma harmonia comparável, sem dúvidas. Matías Bize (que dirigiu o intenso “Na Cama”) é o comandante desse grande filme. O diretor enriquece a fita com detalhes e ótima movimentação da sua inteligente câmera. No elenco dois atores que se completam muito bem em cena: Santiago Cabrera e Blanca Lewin dão vida aos personagens que comovem o público com suas incertezas e desejos evidentes um pelo outro. 

A trilha sonora é uma crítica à parte. Algo maravilhoso, preenche cada lacuna daquele especial momento na vida dos corações apaixonados. Créditos para Diego Fontecilla que assina essa obra de arte musical. Você sairá do cinema correndo para o computador mais próximo querendo acessar o famoso site de vídeos para ouvir novamente alguma das belas canções apresentadas nessa filme. Extremamente recomendado! E você que não gosta de cinema sem ser o “americano”, larga esse preconceito bobo e vá ver filme latinos, sempre achamos bons trabalhos, está cada dia melhor!

O que acharam da lista, faltou algum filme romântico? Quais são os seus preferidos desta lista? Não esqueça de deixar sua opinião nos comentários abaixo!!!

Professor de Biologia e Educação Física Escolar, amante de praticamente tudo do mundo nerd e lunático pela 7º Arte. Apresentador do Teekcast e futuro youtuber, gosta da Marvel mas não tem vergonha de revelar para todos o seu amor platônico pela DC Comics e odeia a briga boba entre marvetes e dcnautas.

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TRIP LISTA | Os melhores filmes de todos os tempos pela equipe Nerdtrip

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os melhores filmes de todos os tempos pela equipe Nerdtrip. Foto por: Igor Ops

Quando se fala sobre séries, filmes, games e quaisquer outras produções no mundo do entretenimento, acaloradas discussões e debates para definir quais são as melhores produções ocorrem. Pensando nisso, a equipe do Nerdtrip resolveu entrar na onda dos debates e começar a postar nossas listas de melhores produções, no melhor estilo Rolling Stones.

Dando continuidade, resolvemos agora criar a nossa lista com os melhores filmes de todos os tempos, onde cada membro da equipe Nerdtrip escolheu seus 10 filmes favoritos, onde o primeiro filme receberia 10 pontos, o segundo 9 pontos, o terceiro 8 pontos e assim sucessivamente, até chegarmos ao décimo que receberia um ponto.

Após votação e apuração, eis que nossa lista ficou definida da seguinte maneira:

10º Cidadão Kane

Citizen Kane (1941)

Um dos filmes mais importantes da história do cinema foi lançado no dia 5 de setembro de 1941. Cidadão Kane, do então estreante diretor Orson Welles, foi indicado para nove categorias do Oscar e ganhou a estatueta de Melhor Roteiro Original. Além de dirigir e participar do roteiro, Welles, com somente 26 anos, também produziu e atuou na obra que foi considerada inovadora no seu tempo por sua cinematografia, música e estrutura narrativa.

A história do filme é sobre a vida e legado de Charles Foster Kane, interpretado por Welles, um personagem baseado em parte no magnata da imprensa norte-americana William Randolph Hearst. Também serviram de inspiração outros milionários importantes daquela época e até aspectos da própria vida de Welles foram usados para enriquecer este incrível filme. Narrado principalmente através de flashbacks, a história é contada por um repórter investigativo que busca solucionar o mistério da palavra “Rosebud”, dita no leito de morte do magnata da imprensa.

Enquanto o filme recebeu enorme elogio da crítica, Cidadão Kane não deu retorno financeiro. O filme perdeu interesse após o seu lançamento, mas voltou à atenção do público quando o longa foi elogiado por críticos entre os anos 60 e 80 por trabalhar com características inovadoras e muitas metáforas em uma época que as produções seguiam o mesmo segmento, se você está acostumado com filmes que fogem da famosa casinha, lembre-se, Cidadão Kane é o pai dos filmes politicamente incorreto e um longa que continua inovador e contemporâneo até hoje. Uma obra prima fantástica que desafia “o poder e o sistema” com extrema admiração. (Por Igor Ops

9º Forrest Gump

Forrest Gump (1994)

Forrest Gump, de 1994, uniu Robert Zemeckis (trilogia De Volta para o Futuro, 1985, 1989 e 1990); Tom Hanks (Oscar de melhor ator por Filadelphia, 1994); Sally Field (Noviça Voadora, 1967-1970); Robin Wright (Mulher-Maravilha); e Gary Sinise, para contar a fantástica história de Forrest Gump, um homem limítrofe (talvez autista), que apesar das limitações cognitivas, ingenuamente esteve presente e influenciou a história estadunidense e às vezes mundial.

O enredo criativo, a direção segura e sensível, as interpretações memoráveis – que dariam a Hanks outro Oscar de melhor ator em 1995 e indicariam Sinise para melhor ator coadjuvante – a inovadora e orgânica utilização de efeitos computadorizados, a maravilhosa trilha sonora (com destaque para o tema criado por Alan Silvestri), a primorosa recriação de época, além da tocante mensagem do filme, que até hoje é válida, fizeram da obra, indiscutivelmente, um clássico que deve figurar em qualquer lista cinematográfica de the best of. (Por João Nélio)

8º Homem-Aranha 2

Spider-Man 2 (2004)

Fazer uma continuação nem sempre é das tarefas mais fáceis. Conseguimos pensar rapidamente em diversos filmes cujas continuações foram abaixo das obras originais. Homem-Aranha 2 não é um desses casos. Sam Raimi consegue trazer uma sequência para o Cabeça-de-Teia que supera o primeiro filme. Tobey Maguire está impecável no papel de Peter Parker/Homem-Aranha, alternando entre cenas de humor, ação e até mesmo drama. E Maguire não está sozinho, pois temos a introdução de um antigo conhecido do Teioso, o cientista Otto Octavius, ou se preferir, Dr. Octopus, que é interpretado de forma magistral por Alfred Molina.

Homem-Aranha 2 é considerado por muitos como um dos melhores filmes de super-heróis não à toa. Ele traz as telonas, um HomemAranha extraído diretamente dos quadrinhos de Steve Ditko, fazendo jus à fama do mais importante personagem da Marvel, com cenas memoráveis, como na batalha entre Aranha e Octopus no metrô, onde o nosso herói se vê obrigado a parar a locomotiva somente na força bruta após o vilão destruir os controles da máquina ou até mesmo a batalha final que terminou com o sacrifício de Octopus.

O filme é ainda um dos poucos do gênero a conquistar o prêmio mais importante do cinema mundial, tendo vencido o Oscar de Melhores Efeitos Visuais em 2005, além do Prêmio Saturno de Melhor Ator, Melhor Diretor, Melhor Filme de Fantasia, Melhores Efeitos Especiais e Melhor Escritor. Homem-Aranha 2 é sem dúvidas um clássico do cinema nerd/geek, um dos principais filmes de seu gênero e merece ser assistido muitas e muitas vezes. (Por William Peloso)

7º  Matrix

Matrix (1999)

Matrix (Warner Bros/Roadshow Entertainment, 1999, Larry e Andy Wachowski), é um espetáculo em todos os sentidos. Um marco do cinema moderno, foi o primeiro filme da nova safra que juntou um tema sério (o controle por forças misteriosas e superiores) com o cinema pipoca e que estourou no início do novo milênio.

Mas o que a saga de Neo (Keanu Reeves), Morpheus (Lawrence Fishburne) e Trinity (Carrie-Anne Moss) contra o domínio das máquinas possui é um senso ainda inacreditável de longevidade e de advertência, principalmente as atuais gerações. A ideia de “seu mundo é uma mentira”, “você tem sido um escravo” nunca, nunca mesmo foi tão atual. Qualquer alusão de Matrix e o controle social de mídia na máfia do politicamente correto não é mera coincidência.

O fato também de estarmos sendo usados como bateria para um propósito sinistro, é no mínimo aterrador. As palavras de Morpheus quando Neo abre os olhos dentro do convés da Nabucodonosor: “Meus olhos, por que doem”, e a resposta de Morpheus, “Por que você nunca os usou”, são verdadeiras pérolas pop de filosofia moderna. Matrix irá ser relevante daqui a 20 anos eu imagino, e assisti-lo como eu disse e divulgá-lo é bastante importante, principalmente para as novas gerações(Por Marcos Roberto Neves)

6º Star Wars: Episódio V – O Império Contra-Ataca

Star Wars: Episode V – The Empire Strikes Back (1980)

Em 1977 foi lançado “Star Wars: Episodio IV – Uma Nova Esperança” que bateu recordes de bilheteria. A febre na época foi enorme e dar continuidade a um dos maiores sucessos da história do cinema, num tempo que sequências eram vistas com desconfiança e tratadas como caça-níquéis acabou sendo um enorme desafio em 1980 para o “polêmico” Star: Wars: Episodio V – O Império Contra-Ataca. Neste segundo episódio da primeira trilogia, o filme tem uma grande batalha inicial e um final em aberto, que na época do lançamento deixou todo mundo a imaginar o que poderia vir a seguir, já que na época Lucas acabou fincando que a produção se tornaria uma trilogia.

Quando se fala em Star Wars com qualquer pessoa, são principalmente as cenas desse filme que são citadas: os ensinamentos do mestre Yoda, o ataque dos AT-AT walkers à base dos rebeldes, a marcha imperial com o tema do Darth Vader, Boba Fett, “No, I’m your father”, “I love you – I know” e por aí vai. O longa aproveita vários recursos do seu antecessor e os leva além. Os efeitos especiais estão melhores e os atores estão mais desenvolvidos e seus personagens são aprofundados. A trama é mais adulta e o filme é mais sombrio (sem perder o humor, a aventura e a fantasia).

O resultado? Para a maioria dos fãs e críticos, este filme é a melhor produção envolvendo o nome Star Wars. O Império Contra-Ataca tornou-se um dos maiores clássicos do cinema e estabeleceu Star Wars na mitologia da cultura pop. O filme faturou vários prêmios, entre os principais o Oscar de Melhor Som e sem ele não existiria as continuações (nenhum dos filmes, séries, jogos e livros posteriores). Adorado por um punhado de fãs, a partir deste episódio a franquia Star Wars iria se tornar a máquina de imprimir dinheiro que é atualmente. (Por Igor Ops

5º O Poderoso Chefão: Parte II

The Godfather: Part II (1975)

O senso comum diz que sequências de obras primas do cinema, invariavelmente são inferiores. Na maioria das vezes, ruins mesmo. Não é o caso de O Poderoso Chefão Parte II. Pelo menos não totalmente.

Apesar de ser sim inferior, em minha opinião, ao primeiro longa dirigido por Francis Ford Coppola e lançado em 1972, essa continuação também pelo mesmo diretor e que estreou em 1974, é quase tão boa como seu predecessor.

Robert De Niro conseguiu transpor com perfeição o personagem Vito Corleone, interpretado antes já na velhice por Marlon Brando para sua juventude nas ruas de Nova York. Ele realmente convence o espectador que são a mesma pessoa em períodos diferentes. Isso lhe valeu merecidamente o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante já no quarto filme de sua carreira. Aliás, o filme levou 6 estatuetas.

E Al Pacino também atuou de forma magistral repetindo o papel de Michael Corleone, porém agora já como o grande chefão consolidado. O Poderoso Chefão Parte II talvez seja uma das melhores continuações de todos os tempos. (Por Jorge Obelix)

4º Vingadores: Guerra Infinita

Avengers: Infinity War (2018)

Dez anos e quase vinte filmes depois, as expectativas geradas em torno do maior evento cinematográfico de todos os tempos eram gigantescas. “Imaginar o inimaginável, acreditar no inacreditável” com essa premissa extremamente ambiciosa “Vingadores: Guerra Infinita” chegou aos cinemas com a responsabilidade de suprir as expectativas geradas pelos fãs e agradar boa parte da crítica especializada, que começava colocar em “cheque” os filmes de “super-heróis” insinuando que a “moda” estava prestes a encontrar seu declínio junto ao público.

O filme dirigido de forma impecável pelos irmãos Russo, precisava “costurar” todas as franquias do estúdio, além de ser uma espécie de resposta para todos esses anseios e questionamentos. Mas a 3ª parte da franquia dos “poderosos” Vingadores conseguiu muito mais que isso. Entregou um filme extremamente consistente, maduro, com cenas de ação “inacreditáveis”, estabelecendo um novo padrão de qualidade, consolidando o gênero e deixando claro que a “moda” veio para ficar. Deu ao “Titã louco” o status de um dos grandes vilões do cinema e “arremessou” para a estratosfera, a popularidade de heróis como o poderoso Thor e o Dr. Estranho.

A produção arrecadou US $ 2,046 bilhões, se tornando o quarto filme de maior bilheteria de todos os tempos, bem como o filme de super-herói de maior bilheteria já produzido. Um divisor de águas dos filmes de super-heróis, um marco na cultura pop, uma produção inquestionável. (Por Don Giovanni)

3º Batman – O Cavaleiro das Trevas

The Dark Knight (2008)

Batman realmente sofreu nas mãos de cineastas ao longo de sua história. Começando com o cômico e pastelão de 1966 baseado na série de Adam West, migrando para o dark-gótico de Tim Burton e afundando como uma escola de samba voltando para o grupo de acesso no colorido, absurdo (e com mamilos) mundo criado por Joel Schumacher. Quando a carreira do Homem-Morcego parecia enterrada nos cinemas, surgiu uma luz no fundo da bat-caverna.

Após o gênero de heróis de quadrinhos ganhar uma vida nova nos cinemas com X-Men e Homem-Aranha, um diretor que vinha de filmes autorais e densos, é incumbido de tentar novamente levar o Cavaleiro de Gotham para as telas. E assim veio o primeiro filme de sua trilogia, em um mundo totalmente crível, com um dos melhores elencos já reunidos para um filme de super-heróis. Mas seria na sequência, The Dark Night, que Nolan iria levar sua obra próxima à perfeição.

Com uma história complexa, humana, que trabalha sentimentos de uma forma nunca antes vista em filmes do gênero, com um elenco já afiado do filme anterior, e trazendo novas adições que aumentam ainda mais o nível de qualidade em tela. Já na cena de abertura temos noção do que virá pela frente, quando somos apresentados à versão definitiva do Palhaço do Crime, interpretado de forma magistral por Heath Ledger, que praticamente engoliria o filme com sua atuação, mas que seria injustiça também não reconhecer o trabalho de Aaron Eckhart como o complicado Harvey Dent. Tudo isso embalado por um roteiro coeso, uma produção impecável e uma trilha sonora arrebatadora. Sem dúvidas, o melhor filme de herói já feito até hoje. (Por João Paulo)

2º De Volta Para o Futuro

Back to the Future (1985)

Um clássico dos anos 80 e aclamado pela crítica, o filme De Volta Para o Futuro teve sua estreia no dia 3 de julho de 1985. A superprodução conta a história do adolescente Marty McFly, interpretado pelo carismático ator Michael J. Fox que, acidentalmente volta para o ano de 1955 onde se depara com os seus pais mais novos. McFly se vê preso nesse ano, e acaba atrapalhando o curso natural dos acontecimentos no momento em que sua mãe se apaixona por ele.

O adolescente precisa concertar esse desastre fazendo com que seus pais se apaixonem novamente, e vai precisar contar com a ajuda do cientista Emmett Brown, protagonizado pelo irreverente ator Christopher Lloyd, que ajudá-lo a voltar para o ano de 1985. Quem teve o prazer de assistir a esse inesquecível longa no ano de seu lançamento e mesmo posteriormente, com certeza se lembra de maneira nostálgica como foi mágico ver nas telonas uma maravilhosa produção de efeitos especiais e um vislumbre inovador do tema relacionado sobre viagem no tempo.

Para a alegria dos fãs, foi lançado mais duas sequências que eternizaram a franquia como uma das melhores de ficção científica de todos os tempos. Com a produção Steven Spielberg o filme ganhou além de vários prêmios, como o Oscar de Melhor Edição de Som, para Charles Campbell e Robert Rutledge. (Por Ritinha Angel)

1º O Poderoso Chefão

The Godfather (1972)

Em 1972 chegava aos cinemas um filme que seria um grande marco na indústria de Hollywood, principalmente se tratando sobre filmes com temática de máfia. Com um elenco de peso, O Poderoso Chefão se tornou uma produção mágica e épica que para mim e para muitos, é um dos longas mais aclamados e lembrados até hoje.

Com uma atuação icônica de Marlon Brando como o padrinho Vito Andolini Corleone, o longa escrito e dirigido por Francis Ford Coppola tem uma das melhores aberturas da história do cinema com o casamento da filha de Don Vito (interpretada pela fabulosa Talia Shire) e uma negociação que abrange uma das primeiras falas clássicas do filme: “Você vem a minha casa, não me mostra respeito, não me chama de padrinho, olha vou te fazer esse favor, mas saiba que um dia eu irei pedir um favor em troca.”

Claro que o mundo da máfia é cercado de troca de favores, mas naquela cena toda arrepiante nos daríamos de cara com a verdade nua e crua sobre os perigos do envolvimento com este mundo, algo que o personagem de Al Pacino, Michael Corleone (filho caçula) não queria de jeito nenhum se envolver nesse conturbado assunto de família. Sendo um dos pontos principais desta obra, a vida acabou fazendo Michael se tornar o oposto do que ele desejava ao assumir todo o negócio para manter o império Corleone ainda mais fortalecido com uma impetuosa matança.

“O Padrinho” é um marco importante na história do cinema, tudo se enquadra com bastante harmonia, elenco, história e até os diálogos fabulosos e marcantes são lembrados até hoje: “mantenha os seus amigos perto e  seus inimigos mais perto ainda”. Está é outra frase do filme que podemos usar como enorme aprendizado nesse emblemático filme que venceu 3 estatuetas do Oscar em 1973, Melhor Ator para Marlon Brando, Melhor Roteiro Adaptado para Mario Puzo (criador do livro em que o filme se baseia) e Francis Ford Coppola e Melhor Filme. Um clássico memorável que merece ser destacado como uma obra prima até hoje. (Por Marquinhos Serafim)


Também não podemos esquecer de mencionar todos os demais filmes votados, totalizando assim, 101 produções estão presentes em nossa lista de Melhores Filmes de Todos os Tempos!

11-Um Sonho de Liberdade41-2001: Uma Odisseia no Espaço71-A Felicidade Não Se Compra
12-Guardiões da Galáxia42-Apollo 13 – Do Desastre ao Triunfo72-A Lista de Schindler
13-Psicose43-Fantasia (1940)73-As Pontes de Madison
14-Platoon44-O Iluminado74-Coração Valente
15-Coração Valente45-Onde Os Fracos Não Têm Vez75-Gladiador
16-E.T46-Os Vingadores76-Náufrago
17-Os Bons Companheiros47-Rambo77-O Senhor dos Anéis – O Retorno do Rei
18Exterminador do Futuro 248-Capitão América: Soldado Invernal78-O Troco
19-O Colecionador de Ossos49-Gilbert Grape: Aprendiz de Sonhador79-Robocop (1987)
20-Capitão América: Guerra Cívil50-John Carpenter – A Beira da Loucura80-A Hora do Pesadelo
21-Ben Hur (1959)51-Jurassic Park81-A Vida é Bela
22-Evil Dead 252-Loucademia de Policia82-A Vida de Brian
23-O Senhor dos Anéis – A Sociedade do Anel53-Toy Story83-Aventureiros do Bairro Proibido
24-Pink Floyd – The Wall54-Curtindo a Vida Adoidado84-Da Terra a Lua
25-P.S. Eu te Amo55-Mad Max85-Diário de um Vampiro
26-Superman (1978)56-Mont Pyton: Em Busca do Cálice Sagrado86-Dredd (2012)
27-Blade Runner57-Laranja Mecânica87-Harry e Sally
28-A História de Nós Dois58-Logan88-Mulheres Perfeitas
29-A Vida Secreta de Walter Mitty59-O Homem de Aço89-Os Caçadores da Arca Perdida
30-Batman (1989)60-O Sétimo Selo90-Sindicato de Ladrões
31-Feitiço do Tempo61-Prenda Me Se For Capaz91-Top Gang
32-Os Goonies62-A Origem92-A Bela e a Fera (Animação)
33-O Senhor dos Anéis – As Duas Torres63-Chinatown93-Entrevista com o Vampiro
34-Star Wars – Ep. IV: Uma Nova Esperança64-Homem de Ferro94-O Show de Truman
35-O Labirinto do Fauno65-Luzes da Cidade95-Scarface (1983)
36-Pulp Fiction66-O Exorcista96Thor: Ragnarok
37-12 Homens e uma Sentença67-O Fabuloso Destino de Amélie Poulain97-Tróia
38-Drácula de Bram Stoker68-O Passageiro do Futuro98-Trovão Tropical
39-Ladyhawke – O Feitiço de Áquila69-Uma Mente Brilhante99-Um Estranho no Ninho
40-Watchmen70-A Espera de um Milagre100-Velozes e Furiosos
101-Wall-E

Bem, essa foi a nossa lista. O que acharam? Deixem a opinião de vocês nos comentários!


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TRIP LISTA | As melhores séries de todos os tempos pela equipe Nerdtrip

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As melhores séries de todos os tempos pela equipe Nerdtrip. Foto por: William Peloso

Quando se fala sobre séries, filmes, games e quaisquer outras produções no mundo do entretenimento, acaloradas discussões e debates para definir quais são as melhores produções ocorrem. Pensando nisso, a equipe do Nerdtrip resolveu entrar na onda dos debates e começar a postar nossas listas de melhores produções, no melhor estilo Rolling Stones.

Para começar com o pé direito, resolvemos criar nossa lista com as melhores séries de todos os tempos, onde cada membro da equipe Nerdtrip escolheu suas 10 séries favoritas, onde a primeira série receberia 10 pontos, a segunda 9 pontos, a terceira 8 pontos e assim sucessivamente, até chegarmos a décima que receberia um ponto.

Após votação e apuração, eis que nossa lista ficou definida da seguinte maneira:

10º Black Mirror

Black Mirror conquistou uma boa parcela de fãs com um enredo nada convencional. Diferente de outras adaptações, a série de Charlie Brooker trouxe como principal objetivo fazer uma crítica à sociedade moderna de uma forma muito viciante. A série é considerada uma das melhores do catalogo Netflix.

Contando com uma produção bem desenvolvida, a série adotou uma estrutura de poucos episódios com um tempo de duração maior. Cumprindo seu propósito de causar um forte impacto no espectador, levantando a questão sobre o quanto a tecnologia é capaz de interferir na vida humana. Ao mesmo tempo que sentimos desconforto pelos assuntos abordados, Brooker aborda a obscuridade da humanidade de uma forma que acabamos nos colocando na própria história e enxergando um pedaço do nosso cotidiano nela. A obra tem uma premissa diferenciada e que certamente agradará aos amantes da psicologia. O sucesso da obra televisiva foi tanto que o autor optou por anunciar em 2017 uma série de livros baseados no universo de Black Mirror que contarão novas histórias originais tão obscuras quanto aos episódios das temporadas. (Por Laryssa Stoller)

9º Westworld

Westworld é uma mistura de faroeste, cyberpunk, revolução das máquinas com o cinismo e maldade humanas. Imagine isso, um parque repleto de robôs que simula o Texas do Velho Oeste, para uma galera de yuppies engomadinhos que fazem qualquer coisa por diversão. Qualquer coisa mesmo. Esse ambiente estilo Dr. Moreau (qualquer semelhança com a sua ilha não é coincidência) é criação de um homem, que simplesmente resolve bancar o papel de Deus, para o papel temos Anthony Hopkins. E tal protagonista de peso para uma série não decepciona, Hopkins entrega no ambíguo dr. Ford o melhor personagem desde a série de filmes do Dr. Lecter.

O que acontece é que o parque é uma verdadeira bomba relógio só esperando para estourar. Os desmandos e descaso dos “cowboys from hell” que veem as dançarinas e habitantes do cenário apenas como veículos para seus desejos mais obscuros, estão aos poucos causando rancor e repulsa nos robôs do parque, que a cada atualização se tornam mais espertos. Pra piorar, reza a lenda que Ford escondeu um labirinto de provas por um símbolo esotérico indígena dentro do parque, que atraiu a cobiça de homens como o personagem vivido (e como) por Ed Harris.

A série do irmão mais novo de Chris Nolan, Jonathan, é coesa quando tem que ser e brutal quando menos se imagina. A própria abertura, muito elogiada, já deixa claro o clima de tragédia anunciada. Os extremos aqui são muito bem utilizados e não é a toa que Westworld arrebentou também na segunda temporada, que é ainda mais contundente. (Por Marcos Roberto Neves).

8º Sherlock

Quando se pensa em alguém famoso para resolver crimes e solucionar mistérios, muitos pensam no lendário Sherlock Holmes, que foi criado pelo brilhante Sir Arthur Conan Doyle. Imaginado para enfrentar os males da era vitoriana, os showrunners Steven Moffat e Mark Gatiss toparam o desafio de atualizar e ambientar o famoso detetive nos dias atuais. Estrelado por Benedict Cumberbatch, como Sherlock HolmesMartin Freeman, como o Doutor John Watson, o show foi um enorme sucesso logo de cara quando foi exibida a sua primeira temporada em 2010 pela BBC, que até agora produziu treze episódios para a série, transmitidos em quatro temporadas de três episódios cada, além de um especial exibido no início de 2016.

Na série, o nosso querido Sherlock atua como um “detetive consultor” que auxilia a Polícia Metropolitana de Londres, principalmente Greg Lestrade (Rupert Graves), na resolução de vários crimes. Holmes acaba dividindo um apartamento com Watson, que voltou do serviço militar no Afeganistão, na residência da Sra. Hudson (Una Stubbs), a proprietária do famoso endereço da dupla que fica na 221B Baker Street. Embora a série descreva uma variedade de crimes e criminosos, o conflito principal de Holmes nas temporadas é com seu nêmesis Jim Moriarty (Andrew Scott). Aclamada pelo público e crítica elogiando a qualidade do roteiro, atuações e direção. A série recebeu indicações para vários prêmios, incluindo EmmysBAFTAs e um Globo de Ouro, tendo ganhado em várias categorias. (Por Igor Ops

7º Os Simpsons

Os sitcoms com atores já eram velhos conhecidos do público americano (e consequentemente do resto do mundo) em 1989 e faziam muito sucesso transformando em comédia o modo de vida do cidadão médio americano. Os Simpsons, criados em 1989 pela genial mente de Matt Groening revolucionaram a fórmula porque no formato animado, tornou-se possível trazer para dentro das histórias políticos, músicos, artistas em geral e celebridades reais para o convívio de uma típica família de classe média americana vivendo em uma cidade do interior de médio porte. Deu tão certo ao ponto de hoje as tais celebridades comemorarem quando são ridicularizadas dentro do programa. Afinal é sempre bom estar na mídia.

Outro ponto a favor do formato, é que por não serem atores reais, os personagens de uma das famílias mais conhecidas do mundo atualmente, não envelhecem nunca e portanto chegarão à sua 30º temporada em 2019 com a mesma idade que tinham quando começaram. Além disso, Os Simpsons contam com um humor ácido, uma crítica social constante, porém de forma elegante, sem descambar totalmente para o humor negro, a escatologia e o apelo sexual como a maioria dos programas que surgiram em sua esteira. Não que os Simpsons nunca usem de tais artifícios, mas alcançar a medida certa para isso apenas eles conseguiram de fato. (por Jorge Obelix)

6º Sons of Anarchy

Criada por Kurt Sutter, Sons of Anarchy foi produzida de 2008 a 2014, contando com 7 temporadas, e segundo o próprio criador, possui referencias a obra de Shakespeare, como Hamlet. A série retrata o dia-a-dia do clube de motociclistas Sons of Anarchy Motorcycle Club Redwood Original, ou simplesmente SAMCRO, que comanda uma pequena cidade fictícia no interior dos Estados Unidos e está envolvido com o tráfico de armas. 

O protagonista Jax Teller (Charlie Hunnan), é vice-presidente do clube que busca tirar o SAMCRO da ilegalidade, honrando o legado deixado por seu pai. Apesar disso, o Clube está sempre envolvido em perigosas tramas, enfrentando gangues rivais, poderosos grupos políticos e agentes da lei dos EUA.  Uma das grandes sacadas de Sons of Anarchy, ao apresentar uma trama vista pelo lado dos chamados “bandidos”, é que não há mocinhos e vilões, sendo que cada decisão tomada pode transformar o personagem, fazendo com que eles se tornem amados ou odiados.

Sons of Anarchy possui um roteiro certeiro, com excelentes diálogos, um elenco escolhido magistralmente e uma ótima química entre os atores. Química essa muito importante, pois é possível ver os fortes laços de irmandade entre os membros do SAMCRO. Não posso deixar de citar, é claro, a excelente trilha sonora da série, com clássicos do Rock n’ Roll e releituras incríveis. (Por William Peloso)

5º Friends

Quando estreou em 1994, Friends não parecia que iria trazer nada de mais, pesava contra ela o fato de nascer debaixo da sombra do sitcom Seinfield. A expectativa era baixa assim como o cachê de seus 6 personagens principais (outro fator que não a ajudava muito, o fato de não ter um personagem principal, mas 6), que durante a primeira temporada era de US$ 22 mil por episódio para cada ator. Mas os seis amigos foram bem aceitos imediatamente, e após os seus primeiros episódios medianos, a série encaixou. Cada personagem encontrou a sua viés, o roteiro deu um show com seus diálogos ágeis, a audiência estourou e Friends só fez tornar-se melhor a cada episódio e hoje é referência histórica, figurando sempre nas listas das melhores séries de todos os tempos, muitas vezes até em primeiro lugar.

Friends ditou moda, influenciou cortes de cabelos com a Rachel, pôs seus jargões na boca do povo (quem nunca se pegou repetindo um “oh my God“? Ou um “How you doing“?), e mesmo 14 anos após o seu encerramento, ela tem reprises diárias com excelente audiência. Na última temporada, cada um dos seis recebia US$ 1 milhão por episódio. Friends é a série que assistimos após um dia difícil, são os amigos que queremos ter e desejamos ser, temos um pouco em nós de cada um dos seis amigos e não sei vocês, mas eu até hoje não consegui decidir qual meu personagem favorito, mas sei que é a minha série favorita: Friends. (Por Jr Costa).

4º The Big Bang Theory

Produzida pela Warner Bros. Television em parceria com a Chuck Lorry Productions, o sitcom trazia uma temática nerd e em pouco tempo se tornou referência. Com a popularização da série, isso acabou rendendo muitas participações especiais como por exemplo Bill Gates, Stephen Hawking e Stan Lee.

Um dos grandes motivos do sucesso de The Big Bang Theory é sem dúvida nenhuma o personagem Sheldon Cooper. Interpretado impecavelmente pelo ator Jim Parsons. Não é a toa que o mesmo recebeu 4 Emmy Awards e um Globo de Ouro pelo trabalho ao longos de 11 temporadas já transmitidas. Além de Sheldon, também são grandes responsáveis pelo sucesso de TBBT seus amigos Leonard Hofstader (Johnny Galecki), Howard Wolowitz (Simon Helberg) e o indiano Rajesh “Raj” Koothrappali (Kunal Nayyar) e sua linda vizinha Penny (Kaley Kuoko).

The Big Bang Theory evoluiu através dos anos, os personagens se desenvolveram, novos surgiram. Mas desde o início, como bons nerds, os 4 rapazes demonstraram o tempo todo paixão pela cultura pop, principalmente quadrinhos, cinema e games. (por Jorge Obelix)

3º House

A série House, grande sucesso da Fox por 8 temporadas (2004-2012), contou a história do Dr. Gregory House, brilhante médico de diagnóstico de fictício hospital universitário dos EUA, capaz de descobrir as mais absurdas e raras doenças já (realmente!) catalogadas pela medicina. Em compensação, Dr. House é um perfeito anti-herói: um ser absolutamente niilista, debochado, amargo e cruel no trato com amigos, pacientes, subalternos e amores; além de viciado em Vicodin, única droga capaz de minimizar as terríveis dores da perna mutilada, o que o remete ao mitológico Quíron, imortal curandeiro incapaz de curar a si mesmo do infalível veneno da Hidra.

O personagem, inspirado em Sherlock Holmes, foi brilhantemente interpretado pelo britânico Hugh Laurie (Globo de Ouro em 2006 e 2007). A série inovou completamente o padrão das “séries hospitalares”, oscilando drama e humor nas doses certas, e muito do seu sucesso se deve à estupenda composição de Laurie, capaz de tornar House desprezível e igualmente cativante e do competente elenco de apoio, do qual surgiu Olivia Wilde. (Por João Nélio).

2º Breaking Bad

A primeira coisa que vem a cabeça quando se pensa em Breaking Bad é “obra de arte”. A série criada por Vince Gilligan foi ao ar de 2008 a 2013, após 5 incríveis temporadas. Usando e abusando de grandes planos abertos e contando com maravilhosas interpretações, a série estrelada por Bryan Cranston conta a história de Walter White, um pacato professor de química que é diagnosticado com câncer de pulmão. Com expectativa de apenas 2 anos de vida, Walter acaba se tornando “um homem sem medo” abandonando definitivamente o caminho da luz, para se entregar de forma gradativa e inevitável as trevas. Ao lado de seu ex-aluno Jesse Pinkman (Aaron Paul), eles embarcam em uma “viagem” sem volta, “cozinhando” e produzindo uma nova metanfetamina cristalizada, com o intuito de salvaguardar o futuro financeiro de ambos.

Considerada por muitos a melhor série de TV de todos os tempos, o show se tornou um dos programas via cabo mais assistidos da TV americana, recebendo inúmeros prêmios, incluindo 16 Emmy Awards, oito Satellite Awards, dois Globos de Ouro, dois Peabody Awards, dois Critics ‘Choice Awards e quatro Television Critics Awards. Brian Cranston ganhou o Emmy de melhor ator quatro vezes, enquanto Aaron Paul ganhou por ator coadjuvante por três vezes. Em 2013, a série entrou no Guinness como o show mais aclamado pela crítica de todos os tempos. Uma experiência rara, uma obra mágica, um momento inesquecível. (Por Giovanni Giugni).

1º Game of Thrones

O desafio de levar para a TV a obra criada por George R. R. Martin parecia impossível. Lançada em 1994, a complexa saga que mistura intrigas políticas, muita violência e nudez em um mundo normalmente lúdico e moralmente rígido que é o estilo fantasia (vide Tolkien). Mas a HBO comprou o desafio, e o resultado foi o primoroso, e caro, piloto que em 2011 conquistou milhões de fãs em todo o mundo.

Com uma excelente produção, suja e bruta como deve ser uma ambientação em estilo medieval, com elenco afiado, diálogos e personagens criveis, a série cativa principalmente por não ser um mundo maquiavélico, mas dotados de tonalidades, como o mundo real. Nenhum herói pode permanecer bom por toda a jornada, assim o mais odioso dos vilões pode surpreendentemente se tornar um dos mais respeitáveis. E sem contar os plot twists que podem aparecer de surpresa enquanto estamos distraídos em um banquete de casamento. Assim, a série caminha para seu season finale, em 2019, com fôlego de estreante. (Por João Paulo)


Também não podemos esquecer de mencionar todas as demais séries votadas, totalizando assim, 103 produções estão presentes em nossa lista de Melhores Séries de Todos os Tempos!

  • Família Soprano
  • Supernatural
  • Outlander
  • Arquivo X
  • Demolidor
  • Mindhunter
  • Fargo
  • Lie To Me
  • Star Trek: Next Generation
  • The Walking Dead
  • How I Met Your Mother
  • Mr. Robot
  • 24 Horas
  • Anos Incríveis
  • Dark
  • Eu, A Patroa E As Crianças
  • Super Maquina
  • The Leftovers
  • Vikings
  • Mad Men
  • Um Maluco No Pedaço
  • Verssailes
  • Altered Carbon
  • Bates Motel
  • Blosson
  • Desperate Housewives
  • Fringe
  • Peaky Blinders
  • Star Trek: A Série Original
  • The Handmaid’s Tale
  • Burn Notice
  • Flash
  • Gotham
  • Law E Order: SVU
  • Lost
  • Raio Negro
  • Seinfeld
  • The Pacific
  • The Vampire Diaries
  • Twin Peaks
  • Arrow
  • Brooklyn 99
  • Castle
  • Dexter
  • Gilmore Girls
  • How To Get Away With A Murder
  • Smalville
  • Stranger Things
  • The Originals
  • Better Call Saul
  • Futurama
  • Lucifer
  • Marco Polo
  • Oz
  • Roma
  • True Blood
  • Get Smart (Agente 86)
  • Luke Cage
  • Married With Childen
  • Rick And Morty
  • Thats 70 Show
  • The Last Man On Earth
  • American Horror Story
  • Contos Da Cripta
  • C.S.I.: Miami
  • Defensores
  • Grimm
  • Justiceiro
  • Mithbusters
  • South Park
  • Vinyl
  • Agent Carter
  • Boku Dake ga Inai Machi
  • Girls
  • Jiraya
  • Lois E Clark
  • O Mentalista
  • The Orville
  • Penny Dreadful
  • The Office
  • The Tudors
  • Chuck
  • Freaks And Geeks
  • Gossip Girl
  • Grimm
  • Kamen Rider Black Rx
  • Mcgyver
  • Riverdale
  • The Pretender
  • Two And A Half Men

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TOP 5 | Vilões de séries que amamos odiar

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Já faz algum tempo que não só os mocinhos ganham fãs mas também os vilões da ficção. Acredito que ficou tão cansativo ver na tela os mesmos mocinhos tão certinhos e longe da realidade, que esse tipo de personagem acaba perdendo a admiração dos telespectadores. Os protagonistas principais das produções perderam a audiência para os vilões que por vezes, são tão bem construídos e peritos nas  estratégias maléficas que acabam se destacando.

Confira nosso top 5 de vilões que amamos:

5º Lugar: Crowley 

Quem é fã da série Supernatural vai concordar comigo que “O rei do inferno” interpretado pelo ator Mark Sheppard é um vilão de tirar o chapéu. Além de ser estiloso de como arquitetar suas maldades ainda consegue convencer os irmãos Winchester a trabalharem junto a ele por causas maiores.

4º Lugar: Regina

Além de ficarmos babando o super figurino dessa bruxa estilosa da série  Once Upon a Time, ela é o destaque em fazer o casal Branca de Neve e Encantado serem enredados nas suas maldades. Vivida pela atriz Lana Parrilla, a personagem Regina é tão má que criou uma cidade e trouxe todos os personagens dos contos de fadas pra morar nela e esquecerem dessa história de “felizes para sempre“. Isso é que é maldade. 

  3º Lugar: Rumpelstiltskin 

Outro personagem de Once Upon a Time, que consegue ser pior do que Regina, porém tem um passado tão sofrido que em vez de o odiarmos acabamos nos apaixonando por essa fera tão brilhantemente interpretada por  Robert Carlyle. Ele consegue nos cativar com seu estilo de maldade  diplomática e debochada de conseguir o que quer.

2º Lugar: Dr Wells

Um dos maiores vilões do velocista Flash da DC Comics, o Flash Reverso enganou a todos durante a primeira temporada do show ao se passar pelo cientista renomado Dr. Harrison Wells, vivido pelo competente ator Tom Cavanagh na série Flash.  Eobard Thawne veio do futuro para matar a mãe de Barry Allen e ficou preso nesse tempo, o que o fez arquitetar um plano onde precisou enganar não somente Barry Allen, mas também todos da equipe Flash.

1º  Lugar: Madame Gao

Essa tinha que estar no topo da lista. Idosa com olhar doce e aparência inofensiva, a maldade dela só perde para o do próprio Satanás. A criatura sinistra mata de forma leve e sem culpa e consegue ser má sem um pingo de dor na consciência. 

O que achou de minha lista? Diz aí nos comentários qual vilão você odeia tanto que acabou amando.

Veja também nossa lista com os melhores vilões das séries Marvel/Netflix!


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