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TRIP LISTAS | Os melhores filmes musicais da história do cinema!

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Os filmes musicais geram, até hoje, opiniões muito contraditórias entre os fãs de cinema. Alguns acreditam que esses filmes, dão demasiado enfoque à música, outros defendem que o filme, uma vez categorizado como musical, deve conter música do início ao fim.

O resultado é o mesmo de sempre: alguns saem do cinema satisfeitos com o que viram (e, neste caso, ouviram), e outros desejam que o filme tivesse acabado mais cedo, ou pior, dão votos de que nunca irão assistir um filme que tenha um “Let It Go” (lerigou) nas cenas.

Vale destacar que a maior parte desses filmes é, na verdade, uma versão cinematográfica de peças de teatro que estão em exibição nos palcos de West End ou na Broadway. Outros são completamente originais e procuram conquistar uma nova audiência a partir do cinema. Alguns filmes, ainda que poucos, conseguiram até nomeações pela “A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas” (o cobiçado Oscar).

Nesta nova edição do Trip Listas, decidimos nomear os 10 filmes musicais que marcaram a história do cinema e que ainda continuam a ter fãs assíduos pelo gênero musical.

10 – Grease: Nos Tempos da Brilhantina – 

Podemos dizer que Grease: Nos Tempos da Brilhantina marcou uma geração. Tudo começa com dois jovens que se apaixonam no verão. Pouco tempo depois, eles  percebem que vão estudar no mesmo local e ficam com dúvidas sobre a resistência do amor entre ambos.

Os dois apaixonados são nada mais nada menos do que Danny e Sandy, personagens interpretados por John Travolta e Olivia Newton-John, respectivamente.

9 – Os Miseráveis – 

O clássico de Victor Hugo ganhou vida nas telonas pelas mãos do diretor Tom Hooper. O filme se passa na França do século XIX e junta à narrativa principal com um contexto histórico-social que nos leva para outros tempos.

A instabilidade política, a pobreza e a desigualdade são temas frequentes de Les Miseráble, que nos mostra a história de Valjean e do seu perseguidor, o temível Javert.

8 – La La Land: Cantando Estações – 

Um dos filmes queridinhos do público e que se envolveu em uma polêmica na entrega do Oscar, o filme trouxe nova vida às nossas queridas produções musicais que estavam com uma grande baixa. Com uma bela produção visual (os cenários passando em uma Hollywood que faz um contraste visual digno com o que passa os protagonistas é fabuloso) e músicas que ficaram na boca do povo, como “City of Stars”, que faturou uma estatueta do Oscar.

La La Land pode ter tido alguns defeitos no desenvolvimento romântico dos protagonistas que foram vividos por Ryan Gosling e Emma Stone, entretanto, a produção de Damien Chazelle tem uma grande importância no cenário atual do cinema americano e a vitória com 6 estatuetas no Oscar prova que o gênero de filmes musicais continuam vivos e fortes no gosto do público.

7  – Moulin Rouge – Amor em Vermelho – 

Nicole Kidman e Ewan McGregor juntam-se para cantar sobre o amor, liberdade e poesia. Tendo como pano de fundo o infame bordel Moulin Rouge. Assistimos à história de dois amantes separados por interesses distintos, mas unidos pela paixão que sentem um pelo outro.

O filme também conta com uma parte de covers de músicas conhecidas como “Like a Virgin”, “Your Song” e “The Hills Are Live”, somos introduzidos a algumas canções originais, como é o caso de “Hindi Sad Diamonds”. Um filme que vale a pena assistir por todos os amantes do cinema musical.

6 – Minha Bela Dama – 

Minha Bela Dama é um clássico dos clássicos. Talvez nunca tenha tido o mesmo alcance que outros musicais do mesmo porte como “A Noviça Rebelde”, mas mesmo assim, é um grande exemplo de uma época que, provavelmente, não voltará mais.

Baseado na versão musical da Broadway de mesmo nome, o musical conta a história de Eliza Doolittle, que é vivida por uma das maiores atrizes de todos os tempo, a bela Audrey Hepburn, uma mendiga que vende flores pelas ruas escuras de Londres em busca de uns trocados. Em uma dessas rotineiras noites, Eliza conhece um culto professor de fonética chamado Henry Higgins (vivido pelo premiado ator Rex Harrison) e sua incrível capacidade de descobrir muito sobre as pessoas apenas através de seus sotaques.

Mesmo se tornando um patinho feio com o passar dos anos, o filme é incrível tanto visualmente e também sonoramente, a produção faturou 8 estatuetas do Oscar, incluindo como Melhor Filme no ano de 1965. Um grande clássico que vale a pena assistir!

5 – Mary Poppins (1964) – 

Trata-se de um dos maiores clássicos da Disney. Julie Andrews atua com grande louvor em um papel que ela e os fãs amam bastante. Numa aventura que envolve guarda-chuvas que permitem voar, Mary Poppins traz alegria à vida das crianças, cumprindo os seus muitos caprichos. Lembrando que o filme irá ganhar um reboot para contar uma nova história.

4 – O Magico de Oz (1939) – 

É um dos maiores clássicos, não só da história de filmes musicais, mas também como da história do cinema. Estrelado pela incrível Judy Garland que, entre canções, dá vida a Dorothy, a menina que decide ir à procura do Magico de Oz, juntamente com os seus mais recentes companheiros.

O tema mais icônico do filme é “Somewhere Over The Rainbow” que desde então já foi interpretado e reinterpretado por muitas outras vozes que não a da atriz.

 3 – Chicago (2002) – 

Não é comum que filmes musicais acabem faturando estatuetas do Oscar nas categorias principais, muito menos na categoria de Melhor Filme. Ainda assim, foi exatamente isso que aconteceu com o filme Chicago. Com as interpretações de Renée ZellwegerCatherine Zeta-Jones e Richard Gere, o filme retrata a cidade norte-americana durante a década de 1920.

O enredo gira ao redor das criminosas da prisão de Cook County e de como recorrem a um poderoso assessor que, habilidosamente, manipula os jornalistas para convencer o público da inocência das assassinas.

2 – A Noviça Rebelde – 

Quem nunca viu o filme que conta a história de Maria, a noviça que está farta do convento e se torne preceptora das crianças Von Trapp? Este é um dos clássicos não só do cinema musical, como também de toda a cinematografia.

Tendo Julie Andrews como protagonista, conhecemos pela primeira vez canções como “The Hills are Alive”, “My Favorite Things”, “So Long Farewell” e “Edelweiss”. Os números musicais de A Noviça Rebelde inspiraram gerações de crianças que hoje passam o mesmo filme aos seus filhos e, um dia, talvez até mesmo aos netos.

1 – Cantando na Chuva (1952) – 

Singin’ in the Rain é um clássico incontornável no mundo dos musicais. Afinal, quem não se lembra do tema que dá nome ao filme na voz de Gene Kelly?

Quanto a história, já quase tudo foi dito: o filme é sobre uma companhia de cinema mudo que está naquele momento a fazer uma difícil transição para a fase do cinema sonoro. Singin’ in the Rain foi nomeado para duas estatuetas do Oscar, um dos quais o de Melhor Música.

Editor-Chefe do Nerdtrip e Professor de Biologia e Educação Física Escolar. Amante de Animações, Seriados, Games, Ficção, Mundo Mágico, HQs e lunático pela 7º Arte. Entendedor de Oscar e outras premiações frescurites que ninguém liga e repara nos filmes (aqueles detalhes bobos). Ama a 'Trindade' que é conhecida nos 7 cantos do mundo e nas horas vagas escuta aquela música eletrônica para ficar na vibe ou curte também aquele bom e velho rock'n'roll.

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TOP 5 | As melhores séries de comédia romântica da atualidade!

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Recentemente tivemos o famoso Valentine’s Day nos EUA e na Europa e por conta disso, o amor está no ar no mundo afora! Claro que o que temos de mais próximo, além de nossas vidas, são os famosos filmes e séries de TV. Claro que, se não tiver uma pitada cômica e alguns clichês aceitáveis é difícil termos uma boa história para assistirmos. 

Atualmente, as melhores séries nesse estilo estão explorando outros caminhos ao abordar temas modernos e complexos, bigamia, traição, homoafetividade, depressão, estresse, gravidez, aborto, preconceito e drogas são coisas comuns neste novo século e com toda certeza algum espectador irá se identificar com o complicado personagem que sofre desses temas modernos e no final deixa tudo de lado para lutar (as vezes de forma passiva) pelo seu amor.

Por conta disso, resolvemos separar uma lista com as melhores séries da atualidade que exploram bem este lado sujo e carinhoso do romance moderno, pois tudo na vida tem os seus lados bons e ruins e essas produções mostram de maneira crua e nua todas essas situações com um tom bem cômico.

5) Easy

De um jeito leve, a série trata das problemáticas crises que são comuns aos casais no dia-a-dia. Saindo dos padrões de conto de fadas e convenções sociais, aborda temas como as expectativas de um início de namoro; sentimentos que vêm à tona no reencontro entre ex-namorados; desgaste de um casal que já está junto a muito tempo, mas que estão tentando se reinventar; relacionamentos por aplicativo; fins de relacionamentos; um casal que decide movimentar a relação de um jeito diferente. Produzida pela Netflix, a série tem duas temporadas com episódios de aproximadamente 30 minutos, para ver o trailer, clique aqui.

4) You Me Her

Depois de muitos anos de casamento e várias tentativas de engravidar, um típico casal que mora em um bairro calmo do subúrbio, começam a chamar atenção dos vizinhos quando se envolvem em um romance incomum. Para tentar melhorar seu casamento o marido contrata uma charmosa acompanhante, só não esperava que sua esposa também se atraísse pela moça.

Quebrando tabus e rótulos desse tipo de relação, a série mostra como os três se apaixonam, sofrem e tentam lutar contra seus próprios preconceitos. Mostrando também o lado opressor dos vizinhos e amigos do casal. Produzida pela Audience Network e distribuída mundialmente pela Netflix, a série têm episódios de no máximo 30 minutos, e por enquanto duas temporadas foram lançadas, para ver o trailer, clique aqui.

3) Insecure

Ao completar 29 anos de idade, Issa Dee faz um balanço de seu relacionamento com Lawrence. E aproveita uma oportunidade para se reconectar com um caso do passado. Por sua vez, Molly, a melhor amiga, reclama da falta de alguém ao seu lado.

Além de acompanharmos essas 2 amigas tentando sobreviver em Los Angeles com seus problemas sociais e amorosos, o show mostra a cultura Hip Hop, assim como foca em problemas raciais e a vivência de negros americanos em uma sociedade que só finge ser inclusiva. Produzida pela HBO, série tem duas temporadas com episódios de aproximadamente 30 minutos, para ver o trailer, clique aqui.

2) Love

Uma comédia romântica, que desconstrói a visão de casais apaixonados dos clássicos do cinema. Mostra como são as crises e inseguranças de uma mulher alcoólatra, viciada em sexo, amor e outras drogas, que nunca conseguiu ter um relacionamento sério.

E a vida calma e atrapalhada de um professor particular de uma atriz adolescente, que sonha em ser roteirista. Que de um jeito divertido e conturbado decidem ficar juntos. Produzida pela Netflix, a série tem duas temporadas (leia nossa crítica sobre a 2º temporada, clicando aqui) com episódios de aproximadamente 30 minutos, para ver o trailer, clique aqui.

1) You’re the Worst

Elogiada por conseguir falar de temas dramáticos como depressão, aborto e transtorno do estresse pós-traumático, You’re the Worst é produzida pela FXX (canal secundário do FX nos EUA e que faz parte do time de canais da FOX) do e acompanha o relacionamento instável entre Gretchen (Aya Cash) e Jimmy (Chris Geere) – duas pessoas completamente autodestrutivas e egocêntricas. Nessas idas e vindas, eles mantêm uma relação baseada apenas na atração sexual, enquanto trazem à tona o pior de cada um.

Ao longo deste complexo anti-namoro, eles descobrem que a autodestruição também pode ser divertida, se compartilhada a dois. O show nos mostra também as absurdas vidas de seus melhores amigos, Lindsay (Kether Donohue) e Edgar (Desmin Borges). A série tem 4 temporadas, com episódios de aproximadamente 30 minutos, para ver o trailer, clique aqui.

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TRIP LISTA | Lançamentos de games em Fevereiro de 2018

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Fevereiro começou e traz o lançamento de alguns dos games mais aguardados para este ano. Confira:

Civilization VI: Rise and Fall (08/02)

A primeira expansão que chega para o sexto episódio de Civilization finalmente está a caminho e trará diversos conteúdos ao jogo de estratégia. Pensando no público fã da franquia, a produtora trouxe de volta as aclamadas eras produtivas (Golden Ages), 8 novas civilizações, 7 maravilhas naturais e muitas outras novidades que servirão de suporte na hora de gerenciar as civilizações que surgirão e sumirão durante a jogatina.

Kingdom Come: Deliverance (13/02)

Nesta quinta (01) a Warhorse Studios em parceria com a Deep Silver divulgaram um trailer com novos detalhes do jogo que chega no dia 13 de fevereiro ao PlayStation 4, Xbox One e PC. Sem magias e feitiços, o RPG pretende misturar elementos de jogos de mundo aberto em primeira pessoa com seu excelente gráfico repleto de belas paisagens em uma experiência semelhante aos games da franquia The Elder Scrolls. A trama baseada em fatos históricos será contada através de uma extensa narrativa – que inclusive já está sendo comparada com a saga de O Senhor dos Anéis. Confira o trailer.

 

Metal Gear Survive (21/02)

A franquia de Hideo Kojima está de volta com um spin-off de Metal Gear Solid V. O game de sobrevivência irá misturar elementos de estratégia e gerenciamento, portanto os jogadores poderão criar suas próprias defesas, personalizar e adicionar melhorias aos equipamentos, além de poder gerir um centro de comando para missões individuais e em grupo – o game oferecerá modos single player e cooperativo. Veja o teaser com todas as novidades que estão para chegar no dia 21 de fevereiro:

Shadow of the Colossus (06/02)

O reboot do clássico do PS2 chegou ontem (06) para o PS4. A nova versão – que mantém a mesma mecânica do game de 2005 – é um game de ação baseado nas aventuras de Wander que ao entrar em um reino proibido terá de derrotar diversos colossos. Confira o trailer:

 

Age of Empires Definitive Edition (20/02)

Depois de ter seu lançamento para outubro de 2017 ser adiado, o clássico da estratégia em tempo real está de volta ao PC e Xbox este mês e com um gráfico totalmente remasterizado em HD. O visual é a primeira característica que atrai os fãs da franquia de 1997.

Dynasty Warriors 9 (13/02)

Este é um dos jogos mais esperados entre a comunidade fã de fighting games, isso porque o novo título da franquia de 1997 será ambientado em mundo aberto, portanto os jogadores poderão escolher como avançar os capítulos da história. Também haverá novidades no arsenal que será mais acessível em lojas comuns e melhorias no ataque e dano das armas. Confira o vídeo.

 

EA Sports UFC 3 (02/02)

Dono de um gráfico impecável com animações dos lutadores ainda mais elaboradas e gameplay eletrizante como sempre, o novo título já é considerado por alguns analistas como o melhor game da franquia por trazer novidades que a colocam muito acima das versões anteriores como a continuação de lutas em pé com novos ângulos de socos e chutes, novos golpes em movimento e o modo história que desta vez desafia o jogador a se tornar uma lenda com objetivos paralelos às lutas dando direito até de provocar o adversário nas redes sociais.

Bayonetta 1 & 2 (16/02)

Os dois primeiros títulos da franquia de ação hack n’ slash chegam para o Nintendo Switch neste mês, a desenvolvedora também está trabalhando em adicionar Bayonetta 3 ao console.

Secret of Mana: Remake (15/02)

O clássico RPG recebe um remake em 3D com novas vozes, gráficos com cenas cinematográficas e muito mais. Secret of Mana: Remake chega ao PC, PS4 e OS Vita em 15 de fevereiro.

Fe (16/02)

O primeiro game indie da EA chegará na próxima semana para Xbox One, PS4, PC e Switch. A delicada ambientação e o roteiro único conta a história de um filhote perdido na floresta, durante a jogatina o jogador interage com outros animais e plantas por meio de sons e conforme as canções são formadas, o player desbloqueia regiões inacessíveis do mapa.

 


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TRIP LISTA | Jogos que enganam pelos trailers

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Não é só a indústria cinematográfica que sofre com o grande mal de trailers sensacionais e filmes ruins. A indústria dos games também. E pior as vezes o jogo além de ruim, ainda sofre o temido Downgrade: gráficos ótimos nos trailers e apresentações, mas quando chega às prateleiras finalizados são péssimos.

Separamos aqui 6 jogos que enganam com os trailers:

Dead Island

Um jogo de zumbi em primeira pessoa com  mundo aberto não poderia dar errado certo ? Dead Island apresentou um trailer pesado, tenso é lindo de se ver, mas o jogo em si é bem fraco comparado ao hype do mesmo.

Dead Island 2

Viram suas falhas, corrigiram seus erros e melhoraram o desempenho… talvez em outro jogo, não aqui. Dead Island 2 repete o erro e o jogo continua com a mesma história, mesmos personagens, mesma jogabilidade e o mesmo trailer magnífico que deu  esperança aos jogadores.

Enter the Matrix

Lançado ao mesmo tempo que Matrix Reloaded, trouxe um hype altíssimo ainda mais se tratando da franquia. E também do início da estrada do PS2 (trailer). Qualquer jogo referente a Matrix você espera jogar com os personagens Neo, Morpheus ou Trinity mas em Enter the Matrix você entra na pele de Niobe e seu parceiro (mudo) Ghost.

Assassin’s Creed Unity

Aqui vemos um claro exemplo do que acontece quando uma franquia é lançada anualmente: Assassin’s Creed Unity traz mais do mesmo. Ainda que use o cenário da Revolução Francesa, o jogo se torna irritantemente repetitivo (trailer).

Duke Nuken Forever

Uma aguardada sequência de um jogo que ficou no coração de fãs de várias gerações que esperaram nada menos que 15 anos. Pois é Duke Nuken Forever parou literalmente no tempo apresentando a mesma coisa que vimos 15 anos atrás, sem inovação seja na jogabilidade ou no próprio roteiro da história que é o mesmo. Até Duke quebra a quarta parede e faz uma piada com o futuro fracasso do jogo, “ 15 anos para fazer essa mer@#$*” (trailer).

The Walking Dead: Survival Instinct

Esse tinha tudo para dar certo. Primeiro jogo inspirado em TWD, estava aproveitando o hype do momento com série, tinha como protagonista um dos personagens mais adorados pelos fãs, Daryl Dixon, e era em primeira pessoa. Medíocre seria ainda um elogio pra esse jogo (trailer).

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