Connect with us

Críticas

ALTERED CARBON | Uma série fascinante de livros que ganhou vida na telinha

Publicado

em

**** Não contém spoilers****

Os Livros

Começarei dizendo o que me impressiona: a quantidade de livros que estão virando boas séries e quando transformados em roteiros não perdem sua essência. Tornando-se alvo de um público amante das telonas e telinhas por todo o globo. Bom, mas pra ser sincera confesso que ainda não li o livro e apenas soube de sua existência através da adaptação. O que sabemos é que o primeiro volume foi lançado em português pela editora Bertrand Brasil.

Quem sabe num futuro próximo trago a resenha e as similaridades entre o livro e a adaptação para TV? Até então, para que tenham uma noção do enredo, segue a descrição dessa história na rede social Skoob:

“Um eletrizante thriller noir de ficção científica em adaptação para série do Netflix. No século XXV, a consciência de uma pessoa pode ser armazenada em um cartucho na base do cérebro e baixada para um novo corpo quando o atual para de funcionar. A morte, agora, nada mais é que um contratempo inconveniente, uma falha no programa. Takeshi Kovacs, um ex-militar de elite, após sua última morte, tem sua consciência transportada a Bay City, a antiga São Francisco, e é trazido de volta à vida para solucionar o assassinato de um magnata. Isso só para descobrir que seu contratante é a própria vítima, que voltou à vida em um novo corpo, mas sem as memórias do crime. Mal sabe Kovacs, porém, que essa investigação irá lançá-lo no centro de uma conspiração perversa até para os padrões de uma sociedade que trata a existência humana como um produto a ser comercializado.”

Data da primeira publicação: 28 de fevereiro de 2002;
Autor: Richard Morgan;
Idioma original: Língua inglesa; 
Editora: Victor Gollancz Ltd; 
Gênero: Mistério.

A Série: 

“Sinopse*: Após 250 anos no gelo, ele retorna em um novo corpo com uma missão: solucionar um complexo mistério e conquistar sua liberdade.”

Sobre minhas impressões…Ela tem uma pegada meio Blade Runner. Achei que não faltou estilo interessante para muitos dos personagens. Mas não tem o “quê” de obra-prima de Caçadores de Andróides, muito embora, ao dizê-lo, não estou afirmando que a adaptação seja ruim. Está longe disso, eu consideraria 4/5 estrelas. Não fiquem chateados comigo, eu explico.

Achei o começo muito confuso, acredito que no “frigir dos ovos” isso não atrapalhou o entendimento. Mas que existe a necessidade de uma dose extra de atenção para que possamos “pescar” o que é pra se “pescar”… e “boiar” no que é pra se “boiar”.  Mas “tava” valendo, a proposta era essa mesmo e mergulhei. Não sei dizer se nos livros a sequencia se apresenta dessa maneira caótica, mas eu particularmente gosto desse tipo de narrativa. O que me incomodou um pouco foram as personagens, pois alguns são estereotipados e megalomaníacos… Mas quem nunca antes gostou de livros com alguns tipos assim, que atire a primeira pedra.

A série tem ritmo. A história é boa. A ideia é bem apresentada. O suspense é mantido. As reviravoltas são perfeitas e permeiam todo o enredo. E o que é aquela mochila rosa gente? Mas agora, sobre a proposta de pensarmos a respeito de algumas questões filosóficas sem perder a toada de aventura e ficção, não permitindo que se tornasse arrastada. Diria que no contexto geral acertaram o ponto exato de equilíbrio nesse quesito. E mesmo assim não é cinco estrelas? Bom, na minha opinião, alguns episódios foram além da conta nesse aspecto… E o por que disso? Sabe aquelas personagens, do parágrafo anterior, que eu disse que não gostei tanto assim? Pois é… Voilá!

Contudo, todavia e entretanto digo que está recomendadíssima e principalmente para os amantes de ficção científica. Garanto que terão bons momentos acompanhando os episódios. Confesso que esse não é meu gênero preferido, mas fui deliciosamente surpreendida por essa adaptação.

Estrelando: Joel Kinnaman, James Purefoy, Martha Higareda;
Gêneros: policial, aventura e fictício com cenas de violência;
Criação: Laeta Kalogridis;
Exibida no Netflix.
2018/2018 (1 temporada).

Fique por Aqui no Nerdtrip e saiba de todas as novidades de suas séries e livros preferidos.

Nota para a 1° temporada da série: 4/5

 

SIGA-NOS nas redes sociais:

FACEBOOK:  facebook.com/nerdtripoficial
TWITTER:  twitter.com/nerdtripoficial
INSTAGRAM:  instagram.com/nerdtrip_
VISITE NOSSO SITE:  www.nerdtrip.com.br

Leia outras notícias do Nerdtrip e confira também:

NEED FOR SPEED SHIFT 2 UNLEASHED | O auge da franquia NFS

BORUTO: NARUTO NEXT GENERATIONS | Anunciadas novas músicas de abertura e encerramento, confira

DISTORTIONS | Entre lembranças, música…e devaneios!

*Sinopse, retirada do site oficial do Netflix. 

Autora de A Senhora do Caos - A Viajante e o Dragão e coautora de Sociedade dos Corvos, com o conto Vida Perfeita. Nasci no Espírito Santo, mas vivo no interior paulista com minha família. Sou graduada em Pedagogia, atuo na área de administração de empresas, escritora e redatora do NerdTrip. Iniciei minha carreira literária publicando na plataforma de leitura online Wattpad e em 2016 lancei meu primeiro livro impresso. Com verdadeiro fascínio por histórias fantásticas, gibis, livros e pelo mundo nerd, sou jogadora assumida de RPG. Comecei a escrever por volta dos doze anos e convicta digo que os livros salvaram minha vida, tornaram-me um adulto mais completo e possibilitaram que obtivesse sucesso em minha carreira.

Críticas

A PRIMEIRA NOITE DE CRIME | Crítica do Don Giovanni

Publicado

em

Dirigido por Gerard McMurray, a quarta parte da franquia “The Purge” , é um “prequel” que conta a origem da primeira noite de crime (período de 12 horas em que todo o crime na América é legal). Escrito e produzido por James DeMonaco, o filme conta que após a crise de 2014, onde a criminalidade, o desemprego, a inflação e a falta de oportunidades assolavam a América, um novo partido de “Extrema Direita” (que de novo não tem nada) se aproveita da situação, levantando a bandeira da “anticorrupção”, em nome de Deus, a favor da “família” e do “cidadão de bem”, para conseguir chegar ao poder. Manipulando a população e estabelecendo um estado de “culto a violência” o partido “Novos Pais Fundadores da América” (NFFA), anuncia um novo experimento social, que consiste em 12 horas sem lei, onde o governo incentiva todas as pessoas a perderem toda e qualquer inibição. A participação não é obrigatória, mas o incentivo de US$ 5.000 dólares, aliados a crise financeira, fazem com que os mais pobres sejam compelidos a participar do projeto.

 

 

Além de funcionar perfeitamente bem como filme de suspense, pois a tensão é crescente em toda a produção, o filme ainda presta um incrível serviço público mundial,  ao relembrar que déspotas e tiranos sempre aparecerão como “lobos em peles de cordeiros” para se aproveitarem do estado de caos instalado no país. Com um discurso extremamente violento, disfarçado de patriotismo, que exclui principalmente os negros e os pobres, o “governo” se aproveitando da covardia e da submissão das mídias e do analfabetismo politico, consegue convencer parte da população da “legitimidade” do projeto, graças a adesão das classes mais ricas, que abraçaram os ideias fascistas do atual governo.

Um filme extremamente oportuno para um delicado momento mundial, onde infelizmente fechamos os olhos para a história, a violência parece ter cegado o ser humano, envenenando sua alma, criando barreiras de ódio que inevitavelmente nos levarão ao sofrimento. Ao abordar esses assuntos de forma simples e direta “A Primeira Noite de Crime” é um bom exemplo de como a arte pode contribuir para que a população  possa ter um melhor entendimento de como funciona nossa sociedade. Opressores e oprimidos, no fim das contas parece que tudo se resume a isso.

Pontuação de 0 a 5

 

Nota: 4

 

 

 

SIGA-NOS nas redes sociais:

FACEBOOK: facebook.com/nerdtripoficial
TWITTER:twitter.com/nerdtripoficial
INSTAGRAM: instagram.com/nerdtrip_
VISITE NOSSO SITE: www.nerdtrip.com.br


Leia outras notícias do Nerdtrip e confira também:

CORINGA | Vídeo revela Joaquin Phoenix como o Palhaço do Crime!

KILLMONGER | Vilão ganhará minissérie nos quadrinhos!

CAPCOM BEAT ‘EM UP BUNDLE | Verdadeiros clássicos nunca saem de moda!

UNCANNY X-MEN | O Retorno de Nate Grey e a Era do Apocalipse!

O PRIMEIRO HOMEM | Filme de Ryan Gosling tem data de estreia no Brasil anunciada

LUCENTE | Grupo Sul-Coreano surpreende em MV de estréia ”Your Difference”!


Studio Geek – Os Melhores Produtos da Cultura Pop, Geek e Nerd.

Continue lendo

Críticas

(DES)ENCANTO | A mais recente e genial animação de Matt Groening – Crítica do Viajante

Publicado

em

Imagens: Divulgação

Que o cartunista, roteirista, produtor, animador e dublador norte-americano Matt Groening é um gênio e um dos melhores no que faz é fato consumado. Criador de uma das mais longevas animações para adultos da história e ganhadora de centenas de prêmios entre Emmys, Annies, People Choise e outros Awards da mídia, Os Simpsons, Groening apresenta seu novo trabalho desde agosto pela rede de streaming Netflix.

Matt Groening

(Des)Encanto conta com 10 episódios em sua 1º temporada trazendo os traços já característicos e inconfundíveis dos personagens de Groening. Mas nem só olhos esbugalhados fazem da animação sensacional. O humor cáustico porém elegante e sem por demais apelativo  de suas criações anteriores permanece. Ambientada na idade média em um reino fictício chamado Dreamland, a atração satiriza todos os clichês relacionados a esse período. A miséria da população em contraste com a opulência da nobreza, a peste negra, a predominância das crenças e supertições sobre a ciência e o conhecimento. Inclusive é nítido que  assunto sexo e toda a hipocrisia que gira em seu redor é mais explorado do que nas animações anteriores. Tudo é mostrado de forma engraçadíssima mas sem descambar para a baixaria.

A princesa Tiabeanie Mariabeanie De La Rochambeaux Drunkowitz, ou para simplificar, apenas Princesa Bean, é a protagonista de (Des)Encanto. Na verdade, a personagem está muito mais para uma “anti-princesa” do que para uma princesa clássica e estereotipada. Fora dos padrões de beleza (ela é dentuça) alcoolatra, pegadora, rebelde e contestadora, Bean consegue trazer um sorriso de satisfação até para a mais radical das feministas. Obviamente que ela é a maior das dores de cabeça de seu pai, o Rei Zog, um monarca absoluto em uma sociedade extremamente machista e opressora como foi a do período medieval. 

Tiabeanie Mariabeanie De La Rochambeaux Drunkowitz, ou apenas Princesa Bean

Contracenando com tão ousada membro da realeza, dois seres místicos que a princípio parecem atuar como aquele velho clichê da consciência em forma de anjinho e diabinho. Dando bon conselhos e tentando reprimir a impulsividade da garota, um elfo com o criativo nome “Elfo”. Essa criatura verde abandona seu insuportavelmente feliz reino de doces para conhecer o mundo exterior  e acaba se apaixonando pela princesa e passa a acompanhá-la. Já para os maus conselhos, Luci, que na verdade é o próprio Lucifer conjurado dos infernos por um par misterioso de magos que o enviam para igualmente acompanhar a moça. 

Ao longo dos episódios essas duas personagens vão desenvolvendo suas próprias personalidades e deixam de ser meramente uma sombra da protagonista. Aliás, seres mitológicos abundam no show, afinal crença e superstição faziam parte do senso comum da população da Europa medieval. A própria rainha, a madrasta de Bean, é uma espécie de mulher anfíbia de um reino subaquático próximo. Fadas, ogros, gigantes, bruxos…estão todos lá nas formas mais hilárias e surpreendentes. A prostituta velha caidaça em forma de fada é impagável! 

Um diferencial em relação às obras anteriores de Groening é a continuidade entre episódios. Não que em Os Simpsons e Futurama não existisse. Alguns acontecimentos mais importantes como a morte de personagens coadjuvantes ou o início de relações românticas sempre foram continuadas em episódios subsequentes, mas de maneira geral os episódios sempre foram muito independentes uns dos outros. Em (Des)Encanto a linearidade da história é mais nítida e os episódios se entrelaçam de forma mais sólida. Também podem ser vistos de forma independente como em qualquer sitcom, mas algumas situações podem ser de dificil entendimento e algumas piadas podem não ter graça para quem não acompanha de forma contínua. Isso fica muito claro quando no último episódio temos gancho evidente para a próxima temporada e até uma cena pós-crédito. 

Concluindo, entendo que (Des)Encanto, apesar de se passar séculos atrás, está totalmente sintonizada com o presente, trazendo ótimas críticas sociais de forma ácida e moderna como já é praxe no trabalho de Groening. Já conto os dias para a segunda temporada.

Nota para a 1ª temporada: 4,5/ 5


SIGA-NOS nas redes sociais:

FACEBOOK: facebook.com/nerdtripoficial
TWITTER:twitter.com/nerdtripoficial
INSTAGRAM: instagram.com/nerdtrip_
VISITE NOSSO SITE: www.nerdtrip.com.br


Leia outras notícias do Nerdtrip e confira também:

KAMEN RIDER BUILD | Be The One – Crítica

BOKU NO HERO ACADEMIA | Confira o título e prévia legendada do episódio 23 da 3° temporada

BLOCK B BASTARZ | Grupo vem ao Brasil para show único em Outubro

O PREDADOR | Crítica do Don Giovanni

THE HANDMAID’S TALE | Crítica da premiada série televisiva produzida pela HULU e MGM (parte 2)


Studio Geek – Os Melhores Produtos da Cultura Pop, Geek e Nerd.

 

 

 

Continue lendo

Críticas

KAMEN RIDER BUILD | Be The One – Crítica

Publicado

em

Kamen Rider Build, a 19º série da franquia na era Heisei (título dado para diferenciar as eras, exemplo Kamen Rider Black é da era Showa) mostrando que na era Heisei também é possível ter uma série tão madura e sinistra como tínhamos na era Showa.

A história começa há 10 anos quando uma expedição volta de Marte e traz consigo uma caixa na qual intitulam de Caixa de Pandora, onde na apresentação um dos pilotos da Nave Soichi Itsurugi toca nessa caixa, e uma luz aparece fazendo com que a caixa simplesmente crie um Muro chamado de Skywall dividindo  o Japão em 3 regiões: Touto, Seito e Hokuto.

No inicio vemos Sento Kiryu, um cientista sem memória que trabalha em um laboratório junto de seus superiores. Temos Himuro Gentoko, filho do primeiro ministro de Touto e Utsugi um renomado cientista. Em meio ao trabalho conhecemos Sawa uma jornalista que aparece para entrevistar Gentoko. Ao anoitecer Sawa é atacada por um monstro chamado de Smash e é onde aparece Kamen Rider Build que além de derrotar o monstro retira a essência do mesmo que volta a ser um humano.

No outro dia vemos Sento no café Nascita onde vive com o proprietário Soichi Tsurugi e sua filha Missora Tsurugi e no decorrer Sento acaba salvando um fugitivo da cadeia: Banjo Ryuuga, acusado de matar o Cientista demoníaco Takumi Takeshi.

No decorrer da série somo levados a Seito, que parece uma cidade militar, e também a Hokuto, que é uma cidade mais interiorana, com muitas fazendas num ambiente de campo. De Hokuto temos o Kamen Rider Grease que é Kazumi seu alter-ego, que luta para libertar o seu povo. E de Seito, temos o Kamen Rider Rouge, que para quem ainda não assistiu a série é um segredo cujo qual será legal descobrir.

O grande vilão da série nada mais é que um marciano chamado Evolt que destruiu Marte e veio para a Terra para fazer o mesmo, porém ele não contava com a interferência de Sento o Kamen Rider Build.

Vamos aos personagens:

Sento Kiryu/ Kamen Rider Build

Banjou Ryuuga

Misora Itsurugi

Sawa

Souchi Itsurugi

Himuro Gentoko

Kazumi/Kamen Rider Build

Takumi Takeshi/Kamen Rider Build

Kamen Rider Build foi ao ar entre 2017/2018 e já esta finalizada com 49 episódios e 2 filmes (Kamen Rider Final Heisei Generations e Kamen Rider Build Be the One).

  Nota para o Tokusatsu: 5 / 5


SIGA-NOS nas redes sociais:

FACEBOOK: facebook.com/nerdtripoficial
TWITTER:twitter.com/nerdtripoficial
INSTAGRAM: instagram.com/nerdtrip_
VISITE NOSSO SITE: www.nerdtrip.com.br


Leia outras notícias do Nerdtrip e confira também:

BOKU NO HERO ACADEMIA | Confira o título e prévia legendada do episódio 23 da 3° temporada

BLOCK B BASTARZ | Grupo vem ao Brasil para show único em Outubro

O PREDADOR | Crítica do Don Giovanni

THE HANDMAID’S TALE | Crítica da premiada série televisiva produzida pela HULU e MGM (parte 2)

WARNER/DC | Henry Cavill pendura a capa como Superman


Studio Geek – Os Melhores Produtos da Cultura Pop, Geek e Nerd.

 

Continue lendo
Advertisement

Receba as novidades do Nerdtrip em seu e-mail!

Insira seu endereço de e-mail para embarcar nessa Viagem Nerd!

Advertisement

Mais lidos da semana

%d blogueiros gostam disto: