Connect with us

Críticas

ASH VS EVIL DEAD | Demônios e primogênitos, velhos conhecidos querem a “semente” do herói! Temporada 03 – Episódio 02: Booth Three (Crítica)

Publicado

em

Após uma première bastante interessante, o segundo episódio da terceira temporada de Ash vs Evil Dead serviu para sermos introduzidos nos detalhes a serem explorados na história que será contada neste novo ano.

Com uma maior participação de Ruby (Lucy Lawless), descobrimos logo de cara o que a “mãe dos demônios” planeja fazer com a posse do Livro dos Mortos. Em contrapartida, temos um pequeno desenvolvimento da tentativa de Ash (Bruce Campbell) ao ter mais contato com sua filha, Brandy (Arielle Carver-O’Neill), que ainda está em estado de choque pela perda recente de sua mãe. De forma bastante ingênua, a personagem acaba voltando para a escola e revela tudo o que aconteceu para sua conselheira escolar que é na verdade uma “velha e diabólica conhecida” na série (uma ótima sacada no roteiro deste episódio).

Ao mesmo tempo, conhecemos um pouco mais do novo personagem da série, Dalton (Lindsay Farris), intitulado por ele mesmo como um Cavaleiro da Suméria, onde ele segue uma longa linhagem de uma família que combate a várias eras grandes ameaças vindas do inferno. O interessante é que o personagem parece ser bem badass, igual a adorável Kelly (Dana Delorenzo), ele acaba nos contando uma história milenar que envolve uma mulher que usou o poder do Livro dos Mortos (o que acaba se encaixando com Ruby no meu entender), ele também acaba referenciando sempre o nosso querido Ash como se fosse um Deus de forma bastante engraçada (o que obviamente ele deve conhecer toda a trajetória de matança do nosso querido Jefe) e se preocupa com marcas demoníacas que voltam a se manifestar na pele de Pablo (Ray Santiago), algo que até então parecia ter sido resolvido na ultima temporada e pelo jeito irá voltar como plot nesta temporada.

No episódio ainda sobrou para termos um momento bem engraçado, Ash vai atrás para saber se as suas “sementes plantadas” em um banco de espermas foram usadas, de forma bastante “didática”, o personagem nos mostra como funciona todo o processo neste lugar, o que acaba rendendo uma das cenas mais engraçadas ao ver ele lutando contra um demônio e contra as espermas caídas no chão.

Ao todo o episódio manteve a velha e consagrada característica dos episódios anteriores, muito sangue, suspense e momentos hilários envolvendo o nosso herói. Confesso que está nova temporada está mais interessante pela adição de novos personagens e o roteiro e os astros estão bem mais tranquilos com as estranhezas propostas por Sam Raimi e a sua trupe que fizeram neste capitulo mais um trabalho bastante competente nos efeitos práticos da série.

No final, as cartas estão na mesa e parece que Ruby será mesmo a grande vilã dessa temporada mais uma vez, a personagem quer usar a influência de Ash com o livro e usar um primogênito único (especialmente o “adorável”  bebê que nasceu dela neste episódio) para comandar os confins do inferno, o que chega a ser ótimo para o show e também para o desenvolvimento da história da série que pode explorar várias formas de termos a aparição de diferentes tipos de demônios vindos do Livro dos Mortos.

Continue nesse caminho Ash, pois você é o nosso querido herói “ridículo” que no final acaba chutando a bunda dos demônios e mandando eles para os seus devidos lugares!

Nota para o episódio: 4/5

Confira a promo em vídeo do terceiro episódio da terceira temporada, intitulado “Apparently Dead”:

SIGA-NOS nas redes sociais:

FACEBOOK:  facebook.com/nerdtripoficial
TWITTER:  twitter.com/nerdtripoficial
INSTAGRAM:  instagram.com/nerdtrip_
VISITE NOSSO SITE:  www.nerdtrip.com.br

Leia outras notícias do Nerdtrip e confira também:

JESSICA JONES | Reveladas capas especiais com o nome dos títulos dos episódios da segunda temporada!

A FORMA DA ÁGUA | Você sabia que a criatura do filme é parente do clássico monstro da Universal?

BLACK MIRROR | Série é oficialmente renovada para a 5º temporada!

Professor de Biologia e Educação Física Escolar, amante de praticamente tudo do mundo nerd e lunático pela 7º Arte. Apresentador do Teekcast e futuro youtuber, gosta da Marvel mas não tem vergonha de revelar para todos o seu amor platônico pela DC Comics e odeia a briga boba entre marvetes e dcnautas.

Críticas

A PRIMEIRA NOITE DE CRIME | Crítica do Don Giovanni

Publicado

em

Dirigido por Gerard McMurray, a quarta parte da franquia “The Purge” , é um “prequel” que conta a origem da primeira noite de crime (período de 12 horas em que todo o crime na América é legal). Escrito e produzido por James DeMonaco, o filme conta que após a crise de 2014, onde a criminalidade, o desemprego, a inflação e a falta de oportunidades assolavam a América, um novo partido de “Extrema Direita” (que de novo não tem nada) se aproveita da situação, levantando a bandeira da “anticorrupção”, em nome de Deus, a favor da “família” e do “cidadão de bem”, para conseguir chegar ao poder. Manipulando a população e estabelecendo um estado de “culto a violência” o partido “Novos Pais Fundadores da América” (NFFA), anuncia um novo experimento social, que consiste em 12 horas sem lei, onde o governo incentiva todas as pessoas a perderem toda e qualquer inibição. A participação não é obrigatória, mas o incentivo de US$ 5.000 dólares, aliados a crise financeira, fazem com que os mais pobres sejam compelidos a participar do projeto.

 

 

Além de funcionar perfeitamente bem como filme de suspense, pois a tensão é crescente em toda a produção, o filme ainda presta um incrível serviço público mundial,  ao relembrar que déspotas e tiranos sempre aparecerão como “lobos em peles de cordeiros” para se aproveitarem do estado de caos instalado no país. Com um discurso extremamente violento, disfarçado de patriotismo, que exclui principalmente os negros e os pobres, o “governo” se aproveitando da covardia e da submissão das mídias e do analfabetismo politico, consegue convencer parte da população da “legitimidade” do projeto, graças a adesão das classes mais ricas, que abraçaram os ideias fascistas do atual governo.

Um filme extremamente oportuno para um delicado momento mundial, onde infelizmente fechamos os olhos para a história, a violência parece ter cegado o ser humano, envenenando sua alma, criando barreiras de ódio que inevitavelmente nos levarão ao sofrimento. Ao abordar esses assuntos de forma simples e direta “A Primeira Noite de Crime” é um bom exemplo de como a arte pode contribuir para que a população  possa ter um melhor entendimento de como funciona nossa sociedade. Opressores e oprimidos, no fim das contas parece que tudo se resume a isso.

Pontuação de 0 a 5

 

Nota: 4

 

 

 

SIGA-NOS nas redes sociais:

FACEBOOK: facebook.com/nerdtripoficial
TWITTER:twitter.com/nerdtripoficial
INSTAGRAM: instagram.com/nerdtrip_
VISITE NOSSO SITE: www.nerdtrip.com.br


Leia outras notícias do Nerdtrip e confira também:

CORINGA | Vídeo revela Joaquin Phoenix como o Palhaço do Crime!

KILLMONGER | Vilão ganhará minissérie nos quadrinhos!

CAPCOM BEAT ‘EM UP BUNDLE | Verdadeiros clássicos nunca saem de moda!

UNCANNY X-MEN | O Retorno de Nate Grey e a Era do Apocalipse!

O PRIMEIRO HOMEM | Filme de Ryan Gosling tem data de estreia no Brasil anunciada

LUCENTE | Grupo Sul-Coreano surpreende em MV de estréia ”Your Difference”!


Studio Geek – Os Melhores Produtos da Cultura Pop, Geek e Nerd.

Continue lendo

Críticas

(DES)ENCANTO | A mais recente e genial animação de Matt Groening – Crítica do Viajante

Publicado

em

Imagens: Divulgação

Que o cartunista, roteirista, produtor, animador e dublador norte-americano Matt Groening é um gênio e um dos melhores no que faz é fato consumado. Criador de uma das mais longevas animações para adultos da história e ganhadora de centenas de prêmios entre Emmys, Annies, People Choise e outros Awards da mídia, Os Simpsons, Groening apresenta seu novo trabalho desde agosto pela rede de streaming Netflix.

Matt Groening

(Des)Encanto conta com 10 episódios em sua 1º temporada trazendo os traços já característicos e inconfundíveis dos personagens de Groening. Mas nem só olhos esbugalhados fazem da animação sensacional. O humor cáustico porém elegante e sem por demais apelativo  de suas criações anteriores permanece. Ambientada na idade média em um reino fictício chamado Dreamland, a atração satiriza todos os clichês relacionados a esse período. A miséria da população em contraste com a opulência da nobreza, a peste negra, a predominância das crenças e supertições sobre a ciência e o conhecimento. Inclusive é nítido que  assunto sexo e toda a hipocrisia que gira em seu redor é mais explorado do que nas animações anteriores. Tudo é mostrado de forma engraçadíssima mas sem descambar para a baixaria.

A princesa Tiabeanie Mariabeanie De La Rochambeaux Drunkowitz, ou para simplificar, apenas Princesa Bean, é a protagonista de (Des)Encanto. Na verdade, a personagem está muito mais para uma “anti-princesa” do que para uma princesa clássica e estereotipada. Fora dos padrões de beleza (ela é dentuça) alcoolatra, pegadora, rebelde e contestadora, Bean consegue trazer um sorriso de satisfação até para a mais radical das feministas. Obviamente que ela é a maior das dores de cabeça de seu pai, o Rei Zog, um monarca absoluto em uma sociedade extremamente machista e opressora como foi a do período medieval. 

Tiabeanie Mariabeanie De La Rochambeaux Drunkowitz, ou apenas Princesa Bean

Contracenando com tão ousada membro da realeza, dois seres místicos que a princípio parecem atuar como aquele velho clichê da consciência em forma de anjinho e diabinho. Dando bon conselhos e tentando reprimir a impulsividade da garota, um elfo com o criativo nome “Elfo”. Essa criatura verde abandona seu insuportavelmente feliz reino de doces para conhecer o mundo exterior  e acaba se apaixonando pela princesa e passa a acompanhá-la. Já para os maus conselhos, Luci, que na verdade é o próprio Lucifer conjurado dos infernos por um par misterioso de magos que o enviam para igualmente acompanhar a moça. 

Ao longo dos episódios essas duas personagens vão desenvolvendo suas próprias personalidades e deixam de ser meramente uma sombra da protagonista. Aliás, seres mitológicos abundam no show, afinal crença e superstição faziam parte do senso comum da população da Europa medieval. A própria rainha, a madrasta de Bean, é uma espécie de mulher anfíbia de um reino subaquático próximo. Fadas, ogros, gigantes, bruxos…estão todos lá nas formas mais hilárias e surpreendentes. A prostituta velha caidaça em forma de fada é impagável! 

Um diferencial em relação às obras anteriores de Groening é a continuidade entre episódios. Não que em Os Simpsons e Futurama não existisse. Alguns acontecimentos mais importantes como a morte de personagens coadjuvantes ou o início de relações românticas sempre foram continuadas em episódios subsequentes, mas de maneira geral os episódios sempre foram muito independentes uns dos outros. Em (Des)Encanto a linearidade da história é mais nítida e os episódios se entrelaçam de forma mais sólida. Também podem ser vistos de forma independente como em qualquer sitcom, mas algumas situações podem ser de dificil entendimento e algumas piadas podem não ter graça para quem não acompanha de forma contínua. Isso fica muito claro quando no último episódio temos gancho evidente para a próxima temporada e até uma cena pós-crédito. 

Concluindo, entendo que (Des)Encanto, apesar de se passar séculos atrás, está totalmente sintonizada com o presente, trazendo ótimas críticas sociais de forma ácida e moderna como já é praxe no trabalho de Groening. Já conto os dias para a segunda temporada.

Nota para a 1ª temporada: 4,5/ 5


SIGA-NOS nas redes sociais:

FACEBOOK: facebook.com/nerdtripoficial
TWITTER:twitter.com/nerdtripoficial
INSTAGRAM: instagram.com/nerdtrip_
VISITE NOSSO SITE: www.nerdtrip.com.br


Leia outras notícias do Nerdtrip e confira também:

KAMEN RIDER BUILD | Be The One – Crítica

BOKU NO HERO ACADEMIA | Confira o título e prévia legendada do episódio 23 da 3° temporada

BLOCK B BASTARZ | Grupo vem ao Brasil para show único em Outubro

O PREDADOR | Crítica do Don Giovanni

THE HANDMAID’S TALE | Crítica da premiada série televisiva produzida pela HULU e MGM (parte 2)


Studio Geek – Os Melhores Produtos da Cultura Pop, Geek e Nerd.

 

 

 

Continue lendo

Críticas

KAMEN RIDER BUILD | Be The One – Crítica

Publicado

em

Kamen Rider Build, a 19º série da franquia na era Heisei (título dado para diferenciar as eras, exemplo Kamen Rider Black é da era Showa) mostrando que na era Heisei também é possível ter uma série tão madura e sinistra como tínhamos na era Showa.

A história começa há 10 anos quando uma expedição volta de Marte e traz consigo uma caixa na qual intitulam de Caixa de Pandora, onde na apresentação um dos pilotos da Nave Soichi Itsurugi toca nessa caixa, e uma luz aparece fazendo com que a caixa simplesmente crie um Muro chamado de Skywall dividindo  o Japão em 3 regiões: Touto, Seito e Hokuto.

No inicio vemos Sento Kiryu, um cientista sem memória que trabalha em um laboratório junto de seus superiores. Temos Himuro Gentoko, filho do primeiro ministro de Touto e Utsugi um renomado cientista. Em meio ao trabalho conhecemos Sawa uma jornalista que aparece para entrevistar Gentoko. Ao anoitecer Sawa é atacada por um monstro chamado de Smash e é onde aparece Kamen Rider Build que além de derrotar o monstro retira a essência do mesmo que volta a ser um humano.

No outro dia vemos Sento no café Nascita onde vive com o proprietário Soichi Tsurugi e sua filha Missora Tsurugi e no decorrer Sento acaba salvando um fugitivo da cadeia: Banjo Ryuuga, acusado de matar o Cientista demoníaco Takumi Takeshi.

No decorrer da série somo levados a Seito, que parece uma cidade militar, e também a Hokuto, que é uma cidade mais interiorana, com muitas fazendas num ambiente de campo. De Hokuto temos o Kamen Rider Grease que é Kazumi seu alter-ego, que luta para libertar o seu povo. E de Seito, temos o Kamen Rider Rouge, que para quem ainda não assistiu a série é um segredo cujo qual será legal descobrir.

O grande vilão da série nada mais é que um marciano chamado Evolt que destruiu Marte e veio para a Terra para fazer o mesmo, porém ele não contava com a interferência de Sento o Kamen Rider Build.

Vamos aos personagens:

Sento Kiryu/ Kamen Rider Build

Banjou Ryuuga

Misora Itsurugi

Sawa

Souchi Itsurugi

Himuro Gentoko

Kazumi/Kamen Rider Build

Takumi Takeshi/Kamen Rider Build

Kamen Rider Build foi ao ar entre 2017/2018 e já esta finalizada com 49 episódios e 2 filmes (Kamen Rider Final Heisei Generations e Kamen Rider Build Be the One).

  Nota para o Tokusatsu: 5 / 5


SIGA-NOS nas redes sociais:

FACEBOOK: facebook.com/nerdtripoficial
TWITTER:twitter.com/nerdtripoficial
INSTAGRAM: instagram.com/nerdtrip_
VISITE NOSSO SITE: www.nerdtrip.com.br


Leia outras notícias do Nerdtrip e confira também:

BOKU NO HERO ACADEMIA | Confira o título e prévia legendada do episódio 23 da 3° temporada

BLOCK B BASTARZ | Grupo vem ao Brasil para show único em Outubro

O PREDADOR | Crítica do Don Giovanni

THE HANDMAID’S TALE | Crítica da premiada série televisiva produzida pela HULU e MGM (parte 2)

WARNER/DC | Henry Cavill pendura a capa como Superman


Studio Geek – Os Melhores Produtos da Cultura Pop, Geek e Nerd.

 

Continue lendo
Advertisement

Receba as novidades do Nerdtrip em seu e-mail!

Insira seu endereço de e-mail para embarcar nessa Viagem Nerd!

Advertisement

Mais lidos da semana

%d blogueiros gostam disto: