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BATMAN SANGUE RUIM | A sonhada reunião da bat-família! (Crítica do Viajante!)

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em

Reunião da Bat-familia em um enredo complexo e misterioso com alguns furos no roteiro que não atrapalham  tanto mais uma nova animação da DC Comics.

Sinopse: A animação coloca o manto do Batman nas mãos de Dick Grayson quando Bruce Wayne desaparece misteriosamente. Alfred cobre o sumiço do patrão enquanto o Asa Noturna e o Robin patrulham Gotham City. Uma nova personagem surge na história, a atwoman, que está investigando o desaparecimento do Batman.

A DC Comics sempre investiu pesado em suas animações sombrias e com histórias fantásticas, nos últimos anos eles sempre lançam pelo menos uma animação por ano e a maioria sempre é do Homem -Morcego, por ter milhões de personagens famosos e historias maravilhosas, não é nenhuma novidade o morcegão ser o carro chefe das animações de sucesso e também ele é um dos super-heróis mais icônicos do mundo.  Esta nova animação nos mostra o desaparecimento de Batman, Asa Noturna assume o manto do Homem-Morcego e Damian Wayne vira o novo Robin com o objetivo de ambos seguirem a vida de vigilante e manter a marca Batman estabelecida como justiça a Gotham City. O mais interessante para uns e podendo ser um problema da historia para muitos outros é que o Batman se torna um mero ‘fantoche’ coadjuvante neste filme.

Começando por aí o filme já nos apresenta os seus erros com o Morcegão que virou presa fácil dos vilões. Entretanto, o único ponto forte do roteiro é justamente nos mostrar a visão de como que cada um enxerga o Batman, Dick Grayson quer deixar o passado para trás, não quer levar nas costas o motivo pelo qual ele se tornou Asa Noturna, Damian Wayne ainda é imaturo mas prova que ser Robin é tudo lhe resta e de que ele tem mais de Bruce Wayne do que imagina, Batwoman que desconstruiu todo o símbolo em seu peito, acredita que a morte é resposta para justiça e para quem não acompanha as novas aventuras do Batman, nos é apresentado finalmente o personagem Batwing que é cego por vingança e abraça à tecnologia e os equipamentos criados por seu pai. Interessante como cada um se junta e se constrói uma outra forma da visão inicial de justiça de Bruce Wayne, eles têm de suprir a necessidade do símbolo do seu criador, que no decorrer do filme é visível que a tarefa deles é quase impossível, eis um grande erro perceptivel na animação da Bat-dependência.

O legado familiar e as frases bem postas em determinadas cenas são de extrema relevância na história que se encaixa na própria realidade da animação que é cruel, mais em sua medida a trama se estende e chega ao seu clímax em lutas que são bem violentas, o que não poupa leitores e espectadores já acostumados com tais cenas no universo DC Comics que se torna vivo neste longa-metragem, são inúmeras referencias e nomes ligados a todo um legado ,mas que de forma nenhuma desmerece ou trata o espectador de maneira costumeira e sim ajuda no fácil entendimento da trama. A Bat-Família enfrenta vilões como o Chapeleiro Louco, Mariposa Assassina, Vagalume e Eletrocutor liderados por Heretic e uma outra velha liderança poderosa que está acostumada a entrar na vida de Bruce Wayne e Damian Wayne para causar desta vez mais estragos físicos e psicológicos.

A animação tem um bom desenvolvimento em investir nesse lado bem cerebral que estamos acostumados com o Batman, mas peca em ter uma premissa preguiçosa que vai acabar tentando se resolver rapidamente justamente com a sintonia da união entre Asa Noturna, Robin, Batwoman e Batwing que é bem fraca no desenvolvimento do filme. Pelo menos temos  na cena final uma grata e enorme surpresa de uma grande heroína retornando à ativa. Pelo menos temos mais uma boa animação na conta da DC Comics que nunca nos decepciona em suas animações.

       NOTA:

Professor de Biologia e Educação Física Escolar, amante de praticamente tudo do mundo nerd e lunático pela 7º Arte. Apresentador do Teekcast e futuro youtuber, gosta da Marvel mas não tem vergonha de revelar para todos o seu amor platônico pela DC Comics e odeia a briga boba entre marvetes e dcnautas.

Críticas

MENTES SOMBRIAS | Crítica do Don Giovanni

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em

 

Depois da popularização dos filmes de super-heróis, que após “Vingadores: Guerra Infinita” atingiu status de gênero consolidado, deixando claro que definitivamente veio para ficar, inúmeros roteiristas, diretores e estúdios, sonham em emplacar novas e rentáveis franquias para suprir a incrível demanda existente em todo mundo. A “receita” parece fácil, mas não se engane, produzir um filme sobre o tema, sem se entregar aos inúmeros clichês existentes sobre o assunto, não é uma tarefa para qualquer um. Pegue a história base dos “X-Men”, coloque elementos de “Jogos Vorazes”, com toques de “Preacher” e “Superman 2”, todo esse “amalgama” de referências, aparentemente fizeram os produtores de “Mentes Sombrias” acreditarem que essa “colcha de retalhos” seria o suficiente para o sucesso do longa junto ao seu público alvo.

 

 

Infelizmente de boa intenção o reino de Mephisto está lotado e a nova produção da 20th Century Fox “Mentes Sombrias” acaba sendo um filme desinteressante, previsível e totalmente esquecível.

Na trama dirigida por Jennifer Yuh Nelson e escrita por Chad Hodge (baseado no romance de mesmo nome de Alexandra Bracken) somos apresentados a Ruby Daly (Amandla Stenberg) uma jovem que desenvolveu incríveis poderes de “persuasão” após uma pandemia causada por uma doença conhecido como “neurodegeneração aguda do adolescente idiopático”, ou IAAN, que matou 90% das crianças  e adolescentes com menos de dezoito anos. Os poucos sobreviventes são dotados de “fabulosas” habilidades. Temidos e odiados pelo governo, eles são mandados para campos de custódia, onde são classificados com base em seus poderes psiônicos.

 

Destinado exclusivamente ao publico teen, “Mentes Sombrias” peca por apresentar um roteiro totalmente desinteressante, lotado de clichês, que em momento algum funcionam como homenagens e sim como  forma de cópia descarada, transformando todo longa em uma versão simplista e equivocada dos “Novos Mutantes”.

 

 

Pontuação de 0 a 5

Nota: 2

 

 

 

 

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O PROTETOR 2 | Crítica do Don Giovanni

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Qualquer filme que tenha em seu elenco o maravilhoso ator Denzel Washington, sendo dirigido por Antoine Fuqua, que trabalhou com o ator em “Dia de Treinamento” (2001) e “O Protetor” (2014), já são motivos suficiente para qualquer um ir ao cinema. Poder conferir o ganhador de dois Oscars e três Globos de ouro, atuando no gênero policial, em uma produção com a boa e velha história de vingança, é sempre uma ótima experiência cinematográfica. Porém, algumas subtramas apresentadas pelo longa, não conseguem acompanhar a narrativa principal, fazendo com que algumas cenas se tornem desinteressantes.

 

Na trama o ex-agente naval da inteligência Robert McCall (Denzel Washington) portador do “TOC” (transtorno obsessivo compulsivo) vive em Massachusetts , trabalhando como motorista, enquanto ajuda pessoas de forma altruísta e corajosa, usando métodos violentos, brutais, mas extremamente eficazes. Certo dia, sua amiga de longa data Susan Plummer (Melissa Leo) chega à cidade para investigar o “suposto” assassinato/suicídio de um agente e sua esposa, junto com o ex-companheiro de equipe de McCall, Dave York (Pedro Pascal). Susan é assassinada misteriosamente, deixando “o exercito de um homem só” inconsolável e com uma sede de vingança que só será saciada quando o responsável pela morte de sua melhor amiga encontrar seu derradeiro fim.

 

 

Outro ponto negativo da produção, fica por conta das poucas cenas entre McCall e Susan, que acabam dando pouca profundidade a amizade dos dois, fazendo com que o espectador não tenha tempo de desenvolver grandes laços afetivos com a personagem, minimizando assim o impacto de sua morte.

Infelizmente “O Protetor 2” não consegue ser tão competente e excepcional como seu antecessor, porém Denzel Washington em uma jornada pessoal de vingança, com uma determinação inabalável, sempre rende ótimos momentos e grandes emoções na tela grande.

 

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Nota: 3,5

 

 

 

 

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MEGATUBARÃO | Crítica do Don Giovanni

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Dirigido por Jon Turteltaub e roteirizado por Dean Georgaris, Jon Hoeber e Erich Hoeber, a co-produção entre Estados Unidos e China “Megatubarão”, está longe de ser uma das grandes produções do gênero (como o clássico “Tubarão” do mestre Steven Spielberg), mas como “Blockbuster” o filme estrelado por Jason Statham, segue a mesma linha dos recentes filmes de monstros protagonizados por “The Rock” e deve agradar os fãs de “filmes de Tubarão” que normalmente são obrigados a se contentar com filmes de baixo orçamento e qualidade duvidosa.

 

 

Na trama baseado no livro de 1997 “Meg: A Novel of Deep Terror” de Steve Alten, Jonas Taylor (Jason Statham), é um mergulhador de resgate que é atormentado por uma missão de salvamento mal sucedida, que resultou na morte de vários tripulantes. Cinco anos depois, em uma avançada instalação de pesquisa subaquática, um pequeno grupo de exploradores liderados por Lori (Jessica McNamee), a ex-mulher de Taylor, ficam presos dentro de um pequeno submarino, após o ataque de uma criatura pré-histórica, enquanto estudavam a fossa mais profunda do oceano pacifico. Somente um homem pode fazer esse resgate, mas será que o atormentado mergulhador “bêbado” conseguirá superar seus traumas, para chegar a tempo de salvar os três pesquisadores do temido Megalodon? Além disso, como impedir que a monstruosa criatura chegue até uma praia chinesa repleta de civis? Todas essas perguntas são respondidas após 113 minutos de sustos, tensão e alguns momentos decepcionantes.

 

 

O primeiro ato da produção é interessante e rende bons sustos, porém, o velho truque de retardar ao máximo o aparecimento por completo da criatura, acaba deixando o segundo ato do longa um pouco cansativo. O CGI está bastante competente, o que é determinante para esse gênero de filme, pois um visual “fake” tira por completo o espectador da história, comprometendo a experiência e quebrando o ritmo do longa. Isso não acontece em nenhum momento em “Megatubarão”, quando ficamos cara a cara com a monstruosidade de mais de 20 metros de comprimento, não sentimos medo… Sentimos pavor. “Meg” é gigantesco e suas aparições são realmente impactantes, principalmente conferidas em IMAX.

 

O maior pecado do filme está no terceiro ato da produção, onde o roteiro e o diretor optam por deixar de lado o tom mais realista (que permearam os dois primeiros atos) para apostar em situações inverossímeis, semelhante às apresentadas em franquias como “Velozes e Furiosos” e “Triplo X”, que colocam um ser humano normal fazendo coisas que só são críveis nos universos Marvel e DC.

 

Pontuação de 0 a 5

 

Nota: 3,5

 

 

 

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