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BATMAN VS SUPERMAN: A ORIGEM DA JUSTIÇA | Um filme que ficará memorável por eras! Crítica do Viajante!

Igor Ops

Publicado

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Muitas historias de heróis estão sendo lançadas nos últimos anos nas telonas, e especialmente este ano teremos grandes filmes que já estão se encaixando no conceito blockbuster da indústria cinematográfica.
 
Batman vs Superman não foge da regra, um filme que bateu recordes em vendas antecipadas promete alegrar o grande o público. Sim, o grande e sincero público que está acostumado e adora uma boa aventura em mundo de fantasia repleto de cenas de ação. O filme nos entrega tudo isso com a feroz direção do competente Zack Snyder, ele nos apresenta uma história simples e transparente.
 
Com uma fotografia sensacional em cenários magníficos, os efeitos especiais e as cenas de luta de ação são formidáveis e bem memoráveis, entretanto, o filme dá uma leve emperrada em um problema crucial e principal que está na edição final do filme. O corte editado por ‘David Brenner’ não fica de forma bem encaixada no filme, esse pode ser o erro mais evidente do filme que acaba diminuindo os momentos de algumas ótimas cenas como por exemplo as cenas com os sonhos do Homem Morcego que acabam tendo um início jogado e desconexo com o plot que dá continuidade ao enredo do filme.
 
Mesmo assim, o filme tem ótimas passagens em um roteiro fantástico e seguro. Se você se preocupou com o roteiro corrido de “O Homem de Aço” escrito por ‘David S.Goyer’, você pode ficar bem calmo! Há erros claro, como todo filme, homem ou Deus os erros são as vezes mais destacados do que a grandiosidade verbal que o filme apresenta. ‘Chris Terrio’ disfarça com maestria e corrige algumas bobeiras minúsculas que são pouco perceptíveis deixadas por Goyer.
 
Terrio capricha também em um dialeto com um tom bem político inteligente e sentimental, esses acertos dão uma credibilidade e confiança ao ganhador do Oscar (melhor roteiro pelo filme ‘Argo’) para escrever uma magnifica história da ‘Liga Justiça’ que tem o seu “Alvorecer” pincelado em ótimas referências ao mundo DC que são perceptíveis e bem emocionantes para todos os fãs.
 
O ‘Batman’ apresentado por ‘Ben Affleck’ está formidável e altura do sonhado homem morcego que queríamos ver, um Batman porradeiro, bem ativo e que passa muita aflição e medo para o espectador e também para as vítimas. A ‘Mulher Maravilha’ de ‘Gal Gadot’ aparece pouco, mais quando ela se mostra ao mundo mais uma vez em seu contexto histórico do Mundo DC ela acaba sendo magnifica e a sua presença de cena garante que teremos a sensacional ‘Princesa de Themyscira’ que a gente tanto queria.
 
Já o ‘Superman de Henry Cavill’ teve uma boa evolução e o que acontece com ele no filme todo merece uma boa admiração na conquista de um Homem de Aço bondoso, forte e poderoso que teremos na franquia. Os coadjuvantes como Lois Lane, Perry White, Martha Kent, Alfred entre outros, são bem encaixados na história e as suas importâncias são bem coesas e necessárias ao rumo da história.
 
 
‘Lex Luthor’ interpretado pelo brilhante ‘Jesse Eisenberg’ está fenomenal e os seus diálogos magistrais são arquitetados por um vilão sagaz e manipulador. Esse lado de Luthor é um enorme acerto da história que fica envolvente com o grande ato final que envolve as batalhas magistrais e manipuláveis entre ‘Batman vs Superman’ e ‘Trindade vs Apocalypse’.
 
Se você espera por algo épico, infelizmente o filme não se aproxima tanto disso, ele até tenta mais fica muito próximo ao divino e formidável, com toques peculiares em um tom totalmente diferente do que você pode estar acostumado assistir sobre filmes de heróis, entretanto este filme não pode em hipótese alguma ser comparado com os outros filmes de heróis e sim você deve ir assistir ele justamente esperando algo novo e espetacular.
 

O filme irá surpreender podendo ser colocado mesmo com alguns erros facilmente na lista dos melhores filmes de heróis já produzidos aos cinemas, claro que positivamente o público que vivência ou vivenciou em algum momento de sua vida à transmissão desses formidáveis heróis em outras mídias como games, HQs e desenhos animados irá deixar o hype do filme nas alturas.

 
Francamente Snyder capta e transmite na tela a essência de todos esses personagens da DC Comics, o heroísmo é muito bom e ‘as capas vermelhas estão vindo’ realmente com tudo no universo bem promissor da DC Comics nos cinemas.
Não demore para ver ‘o circo pegar fogo’ entre o ‘Dia vs Noite’ e se aqueça com a batalha formidável entre ‘Deus vs Homem’.

Nota para o filme: 4 / 5

Professor de Biologia e Educação Física Escolar, amante de praticamente tudo do mundo nerd e lunático pela 7º Arte. Apresentador do Teekcast e futuro youtuber, gosta da Marvel mas não tem vergonha de revelar para todos o seu amor platônico pela DC Comics e odeia a briga boba entre marvetes e dcnautas.

Críticas

GOOSEBUMPS 2 | A divertida (e esquecível) continuação do sucesso da Sony de 2016

João Nélio

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em

 

Foto: Reprodução

Qualquer garoto ou garota é capaz de dizer que a britânica J. K. Rowling é a mente por trás do universo Harry Potter; todavia, um público bem menor saberia dizer quem é R. L. Stine, também conhecido como o Stephen King da literatura infantil, que, muito antes das aventuras do bruxo de óculos e cicatriz na testa, também vendeu – como Rowling – cerca de 400 milhões de livros.

Se aqui no Brasil Stine é pouco conhecido, nos EUA é uma verdadeira celebridade, sendo autor prolífero de centenas de livros de suspense e terror “leve”, voltados para um público infanto-juvenil, que fez sua fama na década de 1990, incluindo uma série para a tv paga que durou de 1995 a 1998, conhecida no Brasil como A Máscara Maldita.

Foto: Reprodução

Em 2015, estreia nos cinemas o filme Goosebumps – nome da série de mais de 60 livros que Stine escreveu de 1992 a 1997 – mas que, ao contrário de adaptar uma das diversas histórias do estadunidense de 75 anos, resolveu transformar ele mesmo em um personagem às voltas com muitas das suas monstruosas e divertidas criações, na pele, voz e trejeitos de Jack Black.

O filme fez um sólido sucesso, custando pouco mais de 55 milhões (uma pechincha para blockbusters norte-americanos), mas faturando o dobro disso com facilidade.

Lógico que uma continuação iria acontecer, aliás, sugerida já na cena final do longa de 2015.

Obedecendo a lógica da obra de Stine, que a cada livro contava com protagonistas diferentes, a produção de 2018 despreza os personagens e locação do filme anterior para localizar a trama atual na fictícia cidade de Wardenclyffe, Nova York, onde os pré-adolescentes Sonny (Jeremy Ray Taylor) e Sam Carter (Caleel Harris) encontram a antiga casa de R. L. Stine e o manuscrito de seu primeiro livro, do qual libertam o boneco de ventríloquo maligno, Slappy the Dummy (voz de Mick Wingert), iniciando toda a confusão.

Foto: Reprodução

O filme segue a cartilha cinematográfica clássica, com um primeiro ato apresentando e desenvolvendo seus personagens, ainda que, alguns, de forma bastante caricata, como o caso da Kathy Quin (Wendi McLendon-Covey), a mãe de Sonny e da adolescente Sarah Quinn (Madison Iseman, linda e competente no papel de heroína), do personagem bastante pastelão interpretado por Chris Parnell, do namorado pouco confiável de Sarah, Tyler (Bryce Cass) e da turma de alunos cruéis que praticam bullying contra Sonny e Sam.

Foto: Reprodução

O segundo ato, como era de se esperar, mostra Slappy, que já havia sido apresentado no primeiro filme, revelando-se em toda a sua vilania e servindo para a produção criar – num CGI bem econômico – uma série de monstruosidades mais divertidas do que assustadoras, algumas repetidas, como o Pé-Grande (grande atrativo do primeiro filme) e o Lobisomem (que desta vez perde completamente sua periculosidade) e outras engraçadas, como a aranha gigante feita de balões de gás.

O terceiro ato mostra o clímax do filme – ambientado, não por acaso, no Halloween –, com toda a bagunça criada por bruxas com cabeças neons, abóboras de dia das bruxas que cospem fogo, cavaleiro sem cabeça, múmias, hordas de morcegos de cartolina etc., além de uma inverossímil estação elétrica de onde Slappy comanda “sua família”.

Foto: Reprodução

Se no filme de 2015 os monstros realmente pareciam ameaçadores, nesta produção eles provocam mais risos do que sustos (menos, talvez, os ursinhos de gelatina assassinos!). Também não dá para entender o porque de ninguém botar fogo naquele insuportável e mimado boneco de ventríloquo!!

No geral, se o filme não empolga tanto assim, ele também consegue prender a atenção pela sua hora e meia de duração, provocando involuntários risos de canto de boca, mas quase nenhuma gargalhada, mesmo da garotada que enchia metade da sala de exibição.

Personagens desperdiçados, como Mr. Chu (vivido por Ken Jeong, o eterno Leslie Chow de A Ressaca) e (SPOILER) uma participação quase desnecessária de um Jack Black em piloto automático (mas mesmo assim engraçado) fazem dessa segunda parte de Goosebumps um filme realmente voltado para as crianças, ao qual os pais conseguem acompanhar sem muito sacrifício, mas rapidamente esquecido no caminho de volta para casa.

Foto: Reprodução

Ao final, como era de se esperar, cria-se o gancho para uma nova continuação.


Pontuação de 0 a 5

Nota: 2,5 (“bonzinho”)

 


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NASCE UMA ESTRELA | Crítica do Don Giovanni

VENOM | Crítica do Don Giovanni

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NASCE UMA ESTRELA | Crítica do Don Giovanni

Giovanni Giugni Oliveira

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As expectativas geradas em torno da produção “Nasce uma Estrela” eram gigantescas. Além de ser a estreia de Bradley Cooper como diretor e ter a “diva” Lady Gaga como protagonista, o longa é o 3ª remake do clássico filme de 1937, estrelado por Janet Gaynor e Fredric March, que foi refilmado mais tarde em 1954, com ninguém menos que Judy Garland, fazendo par romântico com James Masone. Posteriormente em 1976,  foi produzido uma nova versão com a incrível Barbra Streisand, ao lado de Kris Kristofferson. A responsabilidade se tonou ainda maior quando Lady Gaga exigiu que todos os números musicais fossem gravados ao vivo, para dar uma maior veracidade a sua atuação como Ally. E ela brilhantemente estava certa.

Escrito e dirigido pelo competente Bradley Cooper (que ainda atua na pele de Jackson Maine, um cantor e compositor consagrado que se tornou alcoólatra devido ao convívio com o pai) Nasce uma Estrela é o filme que consolida a carreira de Lady Gaga como atriz.

Na trama a jovem Ally acaba sendo descoberta pelo famoso cantor Jackson Maine, resultando em uma paixão avassaladora, porém, enquanto Ally ascende ao estrelato, Jackson por ciúme e pelo iminente fim de sua carreira, acaba se afundando cada vez mais nas drogas, principalmente no álcool.

 

 

Bradley Cooper se mostrou um grande diretor, além de conseguir captar toda a verdade e emoção da atuação de Gaga, o diretor conseguiu extrapolar nas cenas dos números musicais, fazendo com que o espectador se sinta no palco ao lado de Ally e Jackson. Cooper ainda entrega uma de suas melhores atuações, sua visão do ídolo desconstruído é perfeita e convincente.

Mas a alma do filme é Lady Gaga, segura de seu talento a cantora/atriz é dinamite pura, carismática, forte, mas ingênua e deliciosamente doce. De forma gradativa e sem atropelos Ally vai ganhando confiança ao longo da produção, até o ápice do longa quando Gaga usa toda sua potencia vocal para marcar de forma inesquecível o exato momento em que a estrela nasce. Difícil conter as lágrimas mediante a carga emocional empregada pela atriz, que consegue passar para o espectador todas as nuances de sentimentos determinantes para cena funcionar.

Um filme forte, verdadeiro e extremamente emocional, graças as performances de Gaga e Cooper que nitidamente se entregaram de corpo e alma ao projeto. Forte concorrente ao Oscar, com direito a indicações de melhor filme, melhor ator para Bradley Cooper e indiscutivelmente de melhor atriz para a estrela da música e agora do cinema Lady Gaga.

 

Pontuação de 0 a 5

 

Nota: 4,5

 

 

 

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VENOM | Crítica do Don Giovanni

Giovanni Giugni Oliveira

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Os fãs da Marvel podem comemorar, a nova produção da Columbia Pictures/Sony estrelada por Tom Hardy “Venom” é tão ruim, que muito provavelmente ou o estúdio deve desistir de produzir seu próprio “aranhaverso”, devolvendo assim os direitos cinematográficos para a Marvel com um singelo pedido de desculpas, ou os executivos da Sony vão prolongar de forma indeterminada a parceria com a Marvel Studios, deixando a cargo da “casa das ideias” o controle criativo dos filmes de todos os personagens relacionados ao universo do “cabeça de teia’.

Na trama somos apresentados a Eddie Brock (Tom Hardy) um jornalista televisivo que investiga o misterioso trabalho do cientista Carlton Drake (Riz Ahmed), suspeito de utilizar cobaias humanas em experimentos mortais na obscura “Fundação Vida”. Acidentalmente Brock acaba entrando em contato com um simbionte alienígena que vinha sendo mantido em cativeiro por Carlton Drake, fazendo com que o hospedeiro e o parasita se transformem em “Venom”, uma criatura monstruosa, assassina e incontrolável.

 

 

Com um roteiro nitidamente feito as pressas por Scott Rosenberg, Jeff Pinkner e Kelly Marcel, o filme dirigido por Ruben Fleischer é um festival de equívocos. Seja em sua concepção inicial (um filme do Venom sem o Homem Aranha?), sua narrativa cansativa e desinteressante, passando por suas péssimas interpretações e suas confusas cenas de ação, o filme de um dos vilões mais populares do Homem Aranha não consegue empolgar em nenhum segundo.

Nem Tom Hardy que sempre apresentou ótimas atuações consegue se salvar na produção, nitidamente fora do tom do personagem, Hardy até se esforça, mas os diálogos e as principais cenas relacionadas a construção do personagem não ajudam o ator em nenhum momento.

Por mais que em algumas vezes o filme tente fazer um amalgama das várias origens do personagem, a todo momento ficamos com a sensação que estamos diante de um Venom bastante diferente das versões que estamos acostumados e conhecemos. Transformar o “vilão” em super-herói também não foi uma boa ideia, para fazer isso sem parecer forçado a produção deveria ter se preocupado em desenvolver melhor as motivações do personagem.

Um filme desinteressante e cansativo que em momento algum faz justiça ao personagem criado por David Michelinie e Todd McFarlane em 1988. Desejamos de coração que a exemplo do que aconteceu com o Dark Universe da Universal que naufragou após a produção de “A Múmia”, a Sony se mostre inteligente e cancele sua programação de filmes derivados do “Aranha” deixando nas mãos de Kevin Feige e cia, a complexa empreitada de levar esses amados personagens de forma convincente para a tela grande.

 

Pontuação de 0 a 5

 

Nota: 2

 

 

 

 

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