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Críticas

CAPITÃO AMÉRICA: GUERRA CIVIL | Crítica do Viajante!

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Pôde-se dizer que Guerra Civil começou e dividiu o cinema ao meio literalmente. Como tive a oportunidade de assistir umas das primeiras sessões espalhadas Brasil à fora, pude constatar isso na sala em que me encontrava. Vendo diversas pessoas trajando os respectivos “estandartes” do seu preferido. (Eu estava de TeamCap), mas prometo ser imparcial nas próximas linhas.
A partir daqui, pode considerar zona de SPOILERS!
Mas se você é daqueles curiosos que ignoram o aviso acima, serei solidário e não vou expor muita coisa. “/
O filme inicia e todos assim como eu começamos a entender a ordem das cenas vistas nos trailers, que particularmente acho que estraga o elemento surpresa de algumas delas. É óbvio que temos novidades dentro do filme, mas o fato de lançarem tantos trailers acaba tirando um pouco do brilho de algumas. 
Capa Hq Guerra Civil #7

Já vou iniciar dizendo que difere bastante do arco dos gibis lançados entre 2006~2007, então se procura por algo exatamente fiel pode esquecer, mas isso não torna o filme menor. A cenas iniciais começam apresentando o que seria o “plot” do filme, deixando para mais tarde a explosão que nos quadrinhos dá o start para o registro dos super humanos e os demais, claro que o contexto das HQ’s difere. Mas a essência está ali… ou parte dela pelo menos. 

De fato, fan service flertou com o roteiro do filme, em alguns momentos percebemos as…, vamos dizer referências das cenas aos quadrinhos, vide a cusparada da mãe indignada pela morte de seu filho em Stanford, no filme atualizada para uma mãe de um jovem promissor prestando serviço humanitário em Sokovia, a cena não é tão contextualizada quanto a da igreja nos quadrinhos mas o impacto é o mesmo, mas sem saliva.  

Chegando como um meteoro Steve Rogers invade a cena com lutas bem coreografadas, durante a caça aos terroristas liderados por Ossos Cruzados, mostrando um bom trabalho em equipe, destaque para Falcão que cresceu bastante desde Capitão América: Soldado Invernal. Pulando a sequência de falta de atitude durante a reunião com Secretário de Defesa Ross. Vamos falar dos representantes de Wakanda, a família Real, apesar de uma pequena participação T’Chaka mostra uma boa parcela do seu carisma em seu diálogo com a Viúva Negra e T’Challa. Fica bem claro o relacionamento e o respeito entre pai e filho, principalmente durante e após a explosão. Espero ver mais da atuação de ambos no filme solo do Pantera Negra. 

Imagem Marvel trailer: T´Chala após explosão na ONU

 

O cenário da explosão ficou para a reunião da ONU que votava pelo Tratado, o que também impacta fortemente tão quanto 600 pessoas nas proximidades de uma escola. Mas ao invés de Nitro a explosão é causada por uma bomba colocada nas proximidades. E Bucky é responsabilizado, resultando em uma das melhoras perseguições dos últimos tempos, mesmo com boa parte dela tendo vazado nos trailers. Tirando um pouco da emoção mas ainda assim é uma ótima sequência. (Imagino como seria se fosse tudo inédito…).
 
Imagem: Daiel Brühl – Barão Zemo

Barão Zemo também é apresentado, mas sem seu icônico capuz púrpura, entrando na trama sem muita explicação, revelando suas motivações mais ao final naquela velha fórmula em que o vilão conta seu terrível plano aos heróis.

Stark por sua vez não é o mesmo dos quadrinhos, nem de longe. Mantendo seu carisma cativante, conseguiu equilibrar a Guerra que está rolando a meses na internet. TeamCap X TeamIron, à algum tempo estávamos acompanhando toda essa discussão que ao meu ver agora cessou, pois o Tony dos cinemas apresenta-se mais brando e receptível em suas conversas com relação ao Tratado, mesmo enquanto se preparava para a batalha iminente.
Mas sua iniciativa de recrutar o Jovem Peter Parker, achei meio gratuita, apesar de ter gostado muito de sua participação. Mas o fato é que por mais que ele tivesse habilidades extraordinárias achei pouco provável o senhor Stark que se mostrava tão preocupado pelo jovem morto em Sokovia, recrutar outro jovem promissor para ajudar a lutar contra os outros heróis. 
 
Imagem Marvel trailer: Tony e Steve 

 

Deixando de lado essa parte, o Homem-Aranha merece alguns comentários. Com o pouco tempo de tela disponível para Tom Holland, a tarefa não seria fácil porém foi satisfatória, ele a nova Tia May…, são inseridos na história ao lado de Tony e como de costume manteve o bom humor durante a cena e os comentários sobre a tia de Parker.
O fato de adaptar o recrutamento de Peter como uma bolsa de estudos, deve-se ao fato do Tratado de Sokovia ser um pouco diferente dos quadrinhos, neste não teriam que expor publicamente suas identidades. O fato de Stark refazer o uniforme do jovem Aranha também torna mais aceitável o que muitos reclamaram em seus filmes solo.  
Imagem Marvel trailer: Luta entre Homem-Aranha, Falcão e Soldado Invernal
Continuando no Homem-Aranha, algum tempo atrás publicamos uma notícia falando da opinião do diretor sobre o novo Spider, dizendo que se tratava do melhor Homem-Aranha de todos, o que gerou uma discussão em varias escalas algumas até bem calorosas. Tenho uma pergunta para você: E agora o que diz? Tobey Maguire está em nossos corações, mas o jovem Tom roubo a cena.
Adição do plot secundário do filme, torna possível a luta final, mas a sequência de luta no aeroporto apesar de alguns apelidarem de “Briga Civil” antes da estréia, não haveria como colocar tantos heróis e vilões lutando ao mesmo tempo, considerando que muitos não foram apresentados e alguns pertencem a outros estúdios, fora o quanto isso iria custar. Não vou me alongar muito sobre a luta no aeroporto, vou dizer apenas que trata-se de uma verdadeira Ópera. Já imagino o que irão fazer na Guerra Infinita. 
Imagem Marvel trailer: Bucky e Steve

A parte final do filme não deixa a desejar, concluindo a trama e mostrando o quão Rogers é íntegro, e apesar de agir meio que cegamente quando o assunto é Bucky Barnes, a minha crítica aqui é a mesma dos quadrinhos, que amigos durante tanto tempo não possam conversar um pouco mais, antes de saírem se esmurrando. Entendo a raiva e os pontos de vista, mas devido a seus históricos acho extremo de mais saírem lutado entre em si.  

Apesar de eu ter achado que faltou um pouco mais de pulso aos Vingadores quando Thuderbolt Ross apresenta os fatos responsabilizando os mesmos, afinal quem mesmo que lançou um míssil nuclear no meio de Manhattan? Isso sem falar em todas as vidas salvas nos outros incidentes, nitidamente o interesse do governo em controlá-los é político e econômico. Não consegui ver outra coisa através de um diálogo como: “Vocês irão agir quando mandarmos, e se julgarmos necessários…”, sério, onde está o Tony Stark que mandou o parlamento se catar em rede nacional? E o Steve Rogers que desmascarou a Hydra junto de Wilson, Romanoff, Hill e Fury? Todo esse problema poderia ter sido resolvido com uma boa conversa e se os Vingadores tivessem se unido de forma racional.
Outra coisa que senti falta, foi a ausência das pessoas influenciando e dividindo opiniões Ross fala que as pessoas estão com medo mas, se quer apareceram de forma considerável. E mais uma observação, talvez alguns de vocês lembrem da manipulação feita por um controverso Luthor Zukenberg… Sim, eu evoquei Batman v Superman aqui… 
 
Mas de qualquer forma, o filme é ótimo superando o Soldado Invernal e a Era de Ultron, o filme tem alguns pontos que incomodam, mas nada que tire a experiência que ele traz. Se está procurando um filme de perseguição, cenas de luta muito bem coreografadas e personagens bem balanceados e distribuídos de forma concisa durante o filme, (com exceção dos políticos que não tiveram participação na adaptação e a família Ross, que apareceram pouco), mantendo a trama centrada nos personagens dos Vingadores, sem deixar o humor de lado, que também esteve divido entre as equipes.  

Podem ir assistir e divirtam-se, irão gostar. 

Com exceção de um senhor de aproximadamente 70 anos que não gostou, todos em minha sessão terminaram aplaudindo.

Publicamos também uma resenha sobre a edição do recente Livro de Guerra Civil, você pode conferir no linkJá assistiu os Vingadores 2.5 Guerra Civil? Se já, diga o que achou nos comentários, mas cuidado com os spoilers muitos ainda não assistiram.  

Nota para o filme: 4 / 5
 

Nota do redator: Duas cenas pós créditos, sejam pacientes e aguardem.

 

A NerdTrip teve seu início no ano de 2016 com a missão de levar entretenimento, notícias, resenhas e tudo sobre o universo pop/nerd/geek. “Uma ideia na cabeça, talento e vontade em nossas mãos!”

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A PRIMEIRA NOITE DE CRIME | Crítica do Don Giovanni

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Dirigido por Gerard McMurray, a quarta parte da franquia “The Purge” , é um “prequel” que conta a origem da primeira noite de crime (período de 12 horas em que todo o crime na América é legal). Escrito e produzido por James DeMonaco, o filme conta que após a crise de 2014, onde a criminalidade, o desemprego, a inflação e a falta de oportunidades assolavam a América, um novo partido de “Extrema Direita” (que de novo não tem nada) se aproveita da situação, levantando a bandeira da “anticorrupção”, em nome de Deus, a favor da “família” e do “cidadão de bem”, para conseguir chegar ao poder. Manipulando a população e estabelecendo um estado de “culto a violência” o partido “Novos Pais Fundadores da América” (NFFA), anuncia um novo experimento social, que consiste em 12 horas sem lei, onde o governo incentiva todas as pessoas a perderem toda e qualquer inibição. A participação não é obrigatória, mas o incentivo de US$ 5.000 dólares, aliados a crise financeira, fazem com que os mais pobres sejam compelidos a participar do projeto.

 

 

Além de funcionar perfeitamente bem como filme de suspense, pois a tensão é crescente em toda a produção, o filme ainda presta um incrível serviço público mundial,  ao relembrar que déspotas e tiranos sempre aparecerão como “lobos em peles de cordeiros” para se aproveitarem do estado de caos instalado no país. Com um discurso extremamente violento, disfarçado de patriotismo, que exclui principalmente os negros e os pobres, o “governo” se aproveitando da covardia e da submissão das mídias e do analfabetismo politico, consegue convencer parte da população da “legitimidade” do projeto, graças a adesão das classes mais ricas, que abraçaram os ideias fascistas do atual governo.

Um filme extremamente oportuno para um delicado momento mundial, onde infelizmente fechamos os olhos para a história, a violência parece ter cegado o ser humano, envenenando sua alma, criando barreiras de ódio que inevitavelmente nos levarão ao sofrimento. Ao abordar esses assuntos de forma simples e direta “A Primeira Noite de Crime” é um bom exemplo de como a arte pode contribuir para que a população  possa ter um melhor entendimento de como funciona nossa sociedade. Opressores e oprimidos, no fim das contas parece que tudo se resume a isso.

Pontuação de 0 a 5

 

Nota: 4

 

 

 

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(DES)ENCANTO | A mais recente e genial animação de Matt Groening – Crítica do Viajante

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Imagens: Divulgação

Que o cartunista, roteirista, produtor, animador e dublador norte-americano Matt Groening é um gênio e um dos melhores no que faz é fato consumado. Criador de uma das mais longevas animações para adultos da história e ganhadora de centenas de prêmios entre Emmys, Annies, People Choise e outros Awards da mídia, Os Simpsons, Groening apresenta seu novo trabalho desde agosto pela rede de streaming Netflix.

Matt Groening

(Des)Encanto conta com 10 episódios em sua 1º temporada trazendo os traços já característicos e inconfundíveis dos personagens de Groening. Mas nem só olhos esbugalhados fazem da animação sensacional. O humor cáustico porém elegante e sem por demais apelativo  de suas criações anteriores permanece. Ambientada na idade média em um reino fictício chamado Dreamland, a atração satiriza todos os clichês relacionados a esse período. A miséria da população em contraste com a opulência da nobreza, a peste negra, a predominância das crenças e supertições sobre a ciência e o conhecimento. Inclusive é nítido que  assunto sexo e toda a hipocrisia que gira em seu redor é mais explorado do que nas animações anteriores. Tudo é mostrado de forma engraçadíssima mas sem descambar para a baixaria.

A princesa Tiabeanie Mariabeanie De La Rochambeaux Drunkowitz, ou para simplificar, apenas Princesa Bean, é a protagonista de (Des)Encanto. Na verdade, a personagem está muito mais para uma “anti-princesa” do que para uma princesa clássica e estereotipada. Fora dos padrões de beleza (ela é dentuça) alcoolatra, pegadora, rebelde e contestadora, Bean consegue trazer um sorriso de satisfação até para a mais radical das feministas. Obviamente que ela é a maior das dores de cabeça de seu pai, o Rei Zog, um monarca absoluto em uma sociedade extremamente machista e opressora como foi a do período medieval. 

Tiabeanie Mariabeanie De La Rochambeaux Drunkowitz, ou apenas Princesa Bean

Contracenando com tão ousada membro da realeza, dois seres místicos que a princípio parecem atuar como aquele velho clichê da consciência em forma de anjinho e diabinho. Dando bon conselhos e tentando reprimir a impulsividade da garota, um elfo com o criativo nome “Elfo”. Essa criatura verde abandona seu insuportavelmente feliz reino de doces para conhecer o mundo exterior  e acaba se apaixonando pela princesa e passa a acompanhá-la. Já para os maus conselhos, Luci, que na verdade é o próprio Lucifer conjurado dos infernos por um par misterioso de magos que o enviam para igualmente acompanhar a moça. 

Ao longo dos episódios essas duas personagens vão desenvolvendo suas próprias personalidades e deixam de ser meramente uma sombra da protagonista. Aliás, seres mitológicos abundam no show, afinal crença e superstição faziam parte do senso comum da população da Europa medieval. A própria rainha, a madrasta de Bean, é uma espécie de mulher anfíbia de um reino subaquático próximo. Fadas, ogros, gigantes, bruxos…estão todos lá nas formas mais hilárias e surpreendentes. A prostituta velha caidaça em forma de fada é impagável! 

Um diferencial em relação às obras anteriores de Groening é a continuidade entre episódios. Não que em Os Simpsons e Futurama não existisse. Alguns acontecimentos mais importantes como a morte de personagens coadjuvantes ou o início de relações românticas sempre foram continuadas em episódios subsequentes, mas de maneira geral os episódios sempre foram muito independentes uns dos outros. Em (Des)Encanto a linearidade da história é mais nítida e os episódios se entrelaçam de forma mais sólida. Também podem ser vistos de forma independente como em qualquer sitcom, mas algumas situações podem ser de dificil entendimento e algumas piadas podem não ter graça para quem não acompanha de forma contínua. Isso fica muito claro quando no último episódio temos gancho evidente para a próxima temporada e até uma cena pós-crédito. 

Concluindo, entendo que (Des)Encanto, apesar de se passar séculos atrás, está totalmente sintonizada com o presente, trazendo ótimas críticas sociais de forma ácida e moderna como já é praxe no trabalho de Groening. Já conto os dias para a segunda temporada.

Nota para a 1ª temporada: 4,5/ 5


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KAMEN RIDER BUILD | Be The One – Crítica

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Kamen Rider Build, a 19º série da franquia na era Heisei (título dado para diferenciar as eras, exemplo Kamen Rider Black é da era Showa) mostrando que na era Heisei também é possível ter uma série tão madura e sinistra como tínhamos na era Showa.

A história começa há 10 anos quando uma expedição volta de Marte e traz consigo uma caixa na qual intitulam de Caixa de Pandora, onde na apresentação um dos pilotos da Nave Soichi Itsurugi toca nessa caixa, e uma luz aparece fazendo com que a caixa simplesmente crie um Muro chamado de Skywall dividindo  o Japão em 3 regiões: Touto, Seito e Hokuto.

No inicio vemos Sento Kiryu, um cientista sem memória que trabalha em um laboratório junto de seus superiores. Temos Himuro Gentoko, filho do primeiro ministro de Touto e Utsugi um renomado cientista. Em meio ao trabalho conhecemos Sawa uma jornalista que aparece para entrevistar Gentoko. Ao anoitecer Sawa é atacada por um monstro chamado de Smash e é onde aparece Kamen Rider Build que além de derrotar o monstro retira a essência do mesmo que volta a ser um humano.

No outro dia vemos Sento no café Nascita onde vive com o proprietário Soichi Tsurugi e sua filha Missora Tsurugi e no decorrer Sento acaba salvando um fugitivo da cadeia: Banjo Ryuuga, acusado de matar o Cientista demoníaco Takumi Takeshi.

No decorrer da série somo levados a Seito, que parece uma cidade militar, e também a Hokuto, que é uma cidade mais interiorana, com muitas fazendas num ambiente de campo. De Hokuto temos o Kamen Rider Grease que é Kazumi seu alter-ego, que luta para libertar o seu povo. E de Seito, temos o Kamen Rider Rouge, que para quem ainda não assistiu a série é um segredo cujo qual será legal descobrir.

O grande vilão da série nada mais é que um marciano chamado Evolt que destruiu Marte e veio para a Terra para fazer o mesmo, porém ele não contava com a interferência de Sento o Kamen Rider Build.

Vamos aos personagens:

Sento Kiryu/ Kamen Rider Build

Banjou Ryuuga

Misora Itsurugi

Sawa

Souchi Itsurugi

Himuro Gentoko

Kazumi/Kamen Rider Build

Takumi Takeshi/Kamen Rider Build

Kamen Rider Build foi ao ar entre 2017/2018 e já esta finalizada com 49 episódios e 2 filmes (Kamen Rider Final Heisei Generations e Kamen Rider Build Be the One).

  Nota para o Tokusatsu: 5 / 5


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