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Críticas

DEMOLIDOR | Série chega ao seu ápice de qualidade na nova temporada (Crítica)

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A terceira temporada de Demolidor chegou arrebentando após dois anos de hiato. As expectativas estavam um tanto quanto divididas, já que parte do público estava inseguro após a queda de qualidade no segundo ano da série. Por outro lado, os fãs do personagem nos quadrinhos estavam ansiosos porque finalmente iriam introduzir o vilão Mercenário e apresentar alguns elementos da saga A Queda de Murdock.

A temporada se inicia logo após o final da temporada de Defensores, onde o protagonista Matt Murdock (Charlie Cox) acaba sendo soterrado dentro de um edifício junto de Elektra (Elodie Young). A partir daí vemos ele se recuperando e vivendo no orfanato em que passou a infância.

Nos primeiros episódios temos uma trama lenta, que serve para nos dar a visão do quão quebrado, sem fé e sofrendo Murdock está. Além disso, o começo lento serve para nos apresentar aos novos personagens da série e nos situar na vida atual dos coadjuvantes Foggy Nelson (Elden Henson) e Karen Page (Deborah Ann Woll).

A partir do quarto episódio a narrativa passa a acelerar e somos presos de vez numa trama que passa a tomar forma. Nos mostrando de vez o retorno de Wilson Fisk, agora definitivamente o Rei do Crime e nos apresentando Ben Poindexter (Wilson Bethel), que nos quadrinhos é o vilão Mercenário.

A série acerta em cheio ao incluir o agente Ray Nadeem (Jay Ali) na narrativa, que no começo parece estar ganhando mais destaque que o necessário, mas que acaba sendo muito importante no decorrer da trama. Nadeem é companheiro de Poindexter no FBI e um dos responsáveis para o desenvolvimento da história.

Em relação às atuações, os grandes destaques são Charlie Cox, que chegou ao seu ápice interpretando Matt Murdock, nos entregando uma visão sentimentalmente destruída do personagem ; e Vincent D’Onofrio que apresenta agora uma versão sádica e calculista do Rei do Crime, expondo o personagem como um monstro que ainda em alguns momentos possui sentimentos.

As coreografias das cenas de ação continuam impecáveis, principalmente nos combates corpo-a-corpo, onde você sente a fadiga e cada soco que os personagens recebem. Duas cenas que merecem serem destacadas são o plano sequência durante uma fuga em uma penitenciária e o confronto entre Poindexter e o Demolidor em uma igreja.

A temporada consegue ser incrível em diversos sentidos, funcionando perfeitamente nos 13 episódios, prendendo o telespectador até mesmo quando resolve mostrar o passado de Karen Page, que por muitos é considerada injustamente como uma personagem inútil e vazia. Foggy Nelson também ganha seu destaque, sendo o raio de luz nas vidas sombrias de Matt e Karen.

Os fãs dos quadrinhos sem dúvida ficarão satisfeitos com as diversas referências à saga “A Queda de Murdock” de Frank Miller, uma das histórias mais influentes do personagem e também dos quadrinhos. Os roteiristas da série não pouparam momentos que são retirados diretamente das páginas das hqs.

A terceira temporada de Demolidor superou as anteriores com uma narrativa completa, frenética e cheia de emoção, que acaba por deixar o telespectador ansioso para cada episódio. Sem dúvidas um exemplo de como fazer um bom roteiro em uma série de super-heróis.

Pontuação de 0 a 5

 

Nota:  5

 

 

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THE PURGE | É noite de purificação, tudo é permitido. Expurgue! (Crítica sem spoilers da 1ª temporada)

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Pôster TV – The Purge (Divulgação)

Produzida pela USA Network e baseada na franquia de filmes The Purge (Uma Noite de Crime), criada por James DeMonaco, temos apresentada a série homônima “The Purge”. Com uma premissa simples, ambientada em uma realidade “alternativa” nos Estados Unidos, a série apresenta os habitantes de uma típica cidade estadunidense que precisam sobreviver a noite do “Expurgo”. 

Aprovada dez anos antes pelo governo dos EUA, a noite do Expurgo ocorre anualmente durante 12 horas ininterruptas, onde qualquer um pode cometer os crimes que quiser, por qualquer desculpa que considere válida, ou até mesmo sem ter uma desculpa. 

Confira a sinopse oficial e trailer de The Purge:

A história gira em torno de um período de 12 horas, quando todos os crimes, incluindo vandalismo, homicídio, incêndio e roubo se tornam legais, autorizados pelo governo dos Estados Unidos, sob o o comando de um partido político totalitário chamado NFFA (New Founding Fathers of America), em um futuro distópico. A série segue os acontecimentos na vida de vários personagens, aparentemente não relacionados, que vivem em uma pequena cidade. Como o passar das horas, cada personagem é forçado a contar com o seu passado e descobrirem o quão longe irão para sobreviver a noite.

Na série “The Purge”, os protanistas são o casal Rick (Colin Woodell) e Jenna (Hannah Emily Anderson), Lila (Lili Simmons), Jane (Amanda Warren), Miguel (Gabriel Chavarria), Penelope (Jessica Garza), além do misterioso Joe (Lee Tergensen).

Com o desenrolar da trama, cada personagem ganha tempo de tela e através de vários flashbacks, tem desenvolvidas suas próprias histórias, que acabam por ir se interligando. As histórias paralelas de cada personagem parecem um tanto quanto rasas e as situações por vezes são forçadas no desenrolar dos episódios.

Também conseguimos notar o efeito que uma noite sem consequências para seus atos pode causar nas pessoas. Vemos crimes, em especial assassinatos, sendo cometidos por motivos banais, que servem como uma faca de dois gumes, pois ao mesmo tempo em que vemos até que ponto o ser humano pode chegar devido a motivos mesquinhos e egoístas, como também esvaziam o potencial da série com um roteiro que conta com soluções muito simples. 

Confira a nossa galeria de imagens com os protagonistas de The Purge:

“The Purge” conta com um bom primeiro ato, onde os personagens e suas motivações, em sua maioria, são bem apresentados ao público, um segundo ato que ocorre de forma mais rápida e intensa e que ajuda o show, mas um terceiro ato que decepciona, devido a forma utilizada para ligar as tramas de seus protagonistas.

Não temos aqui um grande destaque de atuação por qualquer um dos atores envolvidos em The Purge, mas a soma de todos os personagens, traz uma boa química e faz com que a série consiga manter a maioria de seus espectadores durante seus 10 episódios, e deixe os fãs um pouco ansiosos, mas não desesperados por uma próxima temporada.

Nota: 3 / 5.


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TITANS | Dupla de prodígios! Episódio #06: Jason Todd (Crítica)

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(Foto – Divulgação)

Após cinco episódios que envolveram um mix de emoções e uma trajetória rica e calma para a união natural do supergrupo Titans, no sexto episódio tivemos um foco maior no personagem principal da série, Robin.

Para falar a verdade não tivemos a participação de um Robin, mas de dois. Jason Todd é introduzido de forma magistral para fazer com que Dick Grayson volte a questionar aquela pulga atrás da orelha sobre o que ele acha do Batman atualmente, percebemos nos últimos episódios que ele realmente tenta fugir da dependência do Morcegão que mesmo longe o observa e o apoia em suas decisões. Para nós espectadores de fora isso fica bem claro, mas na confusão social e psicológica que Grayson se encontra, as revelações feitas por Jason Todd ao seu respeito e o que significa ser o “novo Robin” dão uma luz guia para o eterno garoto maravilha.

E diante isso, vem a prova final para que Grayson consiga largar de vez o fardo de apoio do Batman, resolver um problema do passado que envolve a sua família do circo. Com cenas de ação mais urbanas, as coreografias de luta ainda continuam impecáveis e ver dois garotos prodígios lutando juntos foi bem interessante. Percebe-se que Todd por ser mais jovem, é mais apetitoso que Grayson, que por outro lado mostra já sua experiência no combate ao crime, juntos em cena fica evidente que Todd admira Grayson por ter dado o pontapé na parceria com o Batman, mas o menino ainda não consegue compreender que existe limites e responsabilidades na vivência de um vigilante que combate ao crime, algo que Grayson já compreendeu e que Todd infelizmente não irá conseguir entender pelo o que o seu futuro o aguarda (alô pé de cabra do Coringa!), sendo que aí está o engate que vai fazer ele adquirir o perfil e a mentalidade do famoso e querido Capuz Vermelho.

O episódio é bem rico na mitologia do Cavaleiro das Trevas e o “livramento” e entendimento de Dick Grayson sobre as ações de Bruce Wayne com ele acabam acontecendo, fica claro também que Wayne e Batman conseguem ser sim seres diferentes na sociedade, mesmo que vívidos pela mesma pessoa. Acredito que essa podia ser uma das marcas que Grayson acabava confundindo entre Wayne e Batman e o quão difícil é para ele ter está dupla identidade, coisa que Dick estava perdendo com a aparição do novo Robin e também com a insistência dele continuar usando a roupa e ser o Robin.

Parece que agora temos a almejada transição para o Asa Noturna, um personagem cerebral e sem confusões psicológicas, algo que Dick Grayson conseguiu desenvolver bem nas HQs deixando o Batman orgulhoso da independência que ele tomou e fez com que o personagem ganhasse muitos fãs em suas histórias solo, um episódio tipicamente de quadrinhos da Bat-família, onde o Morcegão sabe que pode contar de longe com o apoio dos seus prodígios para resolver qualquer problema.

Nota para o episódio: 5 / 5

Confira a promo em vídeo do episódio 07, intitulado “Asylum”:

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TITANS | Enfim, juntos! Titãs, atacar! Episódio #05: Together (Crítica)

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(Foto – divulgação)

Após um incrível episódio que contou com a apresentação da Patrulha do Destino, finalmente tivemos a oportunidade de vermos Dick, Kory, Rachel e Gar unidos. Neste quinto episódio que foi rápido, mas que contou com uma dinâmica incrível, tivemos uma maior aceitação dos personagens com seus poderes e a resposta sobre o Robin ser o líder do grupo.

Assim como nos quadrinhos, na série o nosso Robin carrega alguns trejeitos de uma pessoa que ele detesta neste momento, o espírito de liderança e planejamento do Batman, em poucas palavras, ele tem aquele “preparo” para enfrentar grandes adversidades. Em “Together”, Dick se sente no dilema ainda se deve ou não confiar em seus futuros parceiros, aqui vemos uma grande resistência que começa a ser desmanchada aos poucos justamente no primeiro e acalorado flerte com Kory (Estelar).

Vendo que a única saída é realmente se revelar quem ele é, o nosso Robin usa toda as suas táticas de luta e bugigangas para afastar o mal da obscura Família Nuclear, vilões criados em 1985 por Jim Aparo e Mike W. Barr para enfrentarem o supergrupo de heróis Os Renegados nas HQs, e ao mesmo tempo ele acaba encorajando os Titãs a lutarem juntos com ele para enfim vencerem a maligna família.

Ver Mutano, Estelar e Ravena lutando ao lado do Robin (único por enquanto que tem uniforme) foi incrível e com toda certeza estamos bastante animados para ver os próximos episódios, principalmente pelo final surpreendente dele com uma grande aparição no final. Felizmente os Titãs estão seguindo um caminho seguro e bastante empolgante, após 5 episódios, podemos concluir que a série tem muito mais acertos do que erros e esperamos que ela continue assim, mostrando todos os heróis juntos. Titãs, atacar!

Nota para o episódio: 5 / 5

Confira a promo em vídeo do episódio 06, intitulado Jason Todd:


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