Connect with us

Críticas

CRÍTICA | Pink Floyd – The Wall

Publicado

em

Salve, salve viajantes nerds! Estreando hoje uma coluna nova com a pretensão de unir dois universos importantíssimos para mim. O universo pop/nerd, obviamente, já que é disso que trata o site “Nerdtrip”, e o universo rockeiro, do qual também faço parte desde os 9 anos de idade quando vi pela primeira vez a banda Kiss em um comercial de TV quando estiveram no Brasil para algumas apresentações em 1982. Nesses 35 anos que transcorreram desde então, eu não só passei a ouvir rock diariamente e a conhecer tudo sobre a história do ritmo, como passei a consumir filmes, séries de TV, HQs e todo o tipo de mídias relacionadas. E hoje, através dessa nova coluna, pretendo passar para vocês leitores minhas opiniões, dicas e sugestões sobre tudo isso.

E para estrear, nada mais justo do que falar de um clássico do rock no cinema, uma obra prima tão amada como criticada por aqueles que não a entendem, produzida por uma das maiores bandas de rock progressivo de todos os tempos (em minha opinião a maior), a britânica “Pink Floyd”.

“Pink Floyd – The Wall” de 1982 é dirigido por Alan Parker e é baseado inteiramente nas canções do álbum duplo homônimo do Pink Floyd lançado três anos antes. O roteiro foi escrito pelo líder da banda na época, o baixista e vocalista Roger Waters. Inteiramente constituído de “video clipes” com as canções do álbum, o longa conta através delas a história do garoto chamado “Pink” interpretado pelo músico Bob Geldof da banda “The Boomtown Rats”.

A história retrata a vida do protagonista  desde a morte de seu pai na guerra, passando pela sua criação por uma mãe excessivamente protetora, pelas humilhações sofridas nas mãos de um professor sádico e conservador, a transformação do mesmo em um astro do rock, o fracasso e a traição no casamento, os excessos em relação a drogas, bebidas, garotas chegando até seu julgamento final. O muro (The Wall) do título é uma metáfora que representa o prisão mental que o próprio protagonista se impõe.

“Pink” raspa pelos e sobrancelhas em seu processo de enlouquecimento.

“Pink Floyd – The Wall” é duplamente biográfico remetendo tanto à vida de Waters, que também perdeu o pai na segunda guerra mundial, também na “Batalha de Anzio” na Itália em 1944, assim como o garoto Pink no filme, e também ao retratar o processo de enlouquecimento de um astro do rock que vive da premissa de “Sexo, drogas e Rock and roll”  como ocorreu com o ex-vocalista do Floyd “Syd Barret” anos antes. O personagem “Pink” chega inclusive a raspar pelos e sobrancelhas da mesma forma que Barret fez em sua trajetória na banda.

Algumas das sequências musicais do filme são retratadas através de animações sombrias e com tom bastante depressivo produzidas pelo artista Gerald Scarfe. Os ameaçadores martelos que marcham sobre a cidade na canção “Waiting for the Worms” se tornaram ícones do filme posteriormente.

Martelos se tornaram ícones do filme.

 

O filme foi bem recebido pela crítica na época de seu lançamento e chegou a ganhar dois prêmios “Baftas”, de melhor som e melhor canção ( Another Brick in The Wall (Part II), e apenas o próprio Rogers Waters não gostou do filme alegando que o período de filmagens do mesmo foi um dos piores de sua carreira. Waters chegou a rotular o longa que custou 12 milhões de dólares, como “o filme universitário mais caro da história”.

Respeitando a opinião do músico, eu particularmente considero “Pink Floyd – The Wall” uma obra prima do rock progressivo no cinema. É um dos meus preferidos, entrando com certeza no meu “Top 10” de melhores filmes que já assisti. E como assisti. Arrisco dizer que já o assisti mais de 100 vezes, e a cada vez percebo novas coisas ou encaro certas passagens sob novos ângulos. O filme é um festival de metáforas que podem ser encaradas de centenas de formas. Porém não é um filme leve. Pelo contrário, é denso e  depressivo fazendo com que o espectador muitas vezes encare seus próprios demônios internos. Não é absolutamente uma obra para ser vista por qualquer um. Aqueles que não gostam de pensar e refletir e preferem assistir bobagens de fácil entendimento, “Pink Floyd – The Wall” pode ser uma tortura entediante.

Contudo, não é pensando nesse público que escrevo essas linhas.  A ideia é atingir o rockeiro consciente, que sabe que o Rock & Roll desde sempre é uma obra de contestação política e filosófica, e não mero entretenimento musical, apesar de também servir como. Escrevo também para o nerd de raiz que está sempre aberto a novidades, em todas as áreas de conhecimento, inclusive experimentalismo cinematográfico envolvendo uma forma de tendência musical como o rock progressivo (como o próprio nome já diz). Concluindo, essa é uma coluna que pretende agregar dentro de si elementos que podem ser considerados de “tribos” diferentes, dentro de um contexto de tolerância e troca de informações e experiência mútua.

Quanto á minha classificação para esse filme, não poderia ser outra:

 

“Nerd n’ Roll” é uma coluna semanal de minha autoria que será publicada a partir dessa matéria inaugural todas as quintas feiras no site nerdtrip.com.br

SIGA-NOS nas redes sociais:
FACEBOOK: facebook.com/nerdtripoficial
TWITTER: twitter.com/nerdtripoficial
INSTAGRAM: instagram.com/nerdtrip_

 

Jorge Obelix. Ancião do grupo, com milhares de anos de idade. Fã da DC Comics e maior conhecedor de Crise nas Infinitas Terras e Era de Prata do Universo. Grande fã de Nicholas Cage que acha que um filme sem ele nem pode ser considerado filme. Fã de Jeff Goldblum também, e seu maior sonho é ver ambos (Cage e Goldblum) contracenando.

Advertisement
2 Comments

Críticas

TITANS | Dupla de prodígios! Episódio #06: Jason Todd (Crítica)

Publicado

em

(Foto – Divulgação)

Após cinco episódios que envolveram um mix de emoções e uma trajetória rica e calma para a união natural do supergrupo Titans, no sexto episódio tivemos um foco maior no personagem principal da série, Robin.

Para falar a verdade não tivemos a participação de um Robin, mas de dois. Jason Todd é introduzido de forma magistral para fazer com que Dick Grayson volte a questionar aquela pulga atrás da orelha sobre o que ele acha do Batman atualmente, percebemos nos últimos episódios que ele realmente tenta fugir da dependência do Morcegão que mesmo longe o observa e o apoia em suas decisões. Para nós espectadores de fora isso fica bem claro, mas na confusão social e psicológica que Grayson se encontra, as revelações feitas por Jason Todd ao seu respeito e o que significa ser o “novo Robin” dão uma luz guia para o eterno garoto maravilha.

E diante isso, vem a prova final para que Grayson consiga largar de vez o fardo de apoio do Batman, resolver um problema do passado que envolve a sua família do circo. Com cenas de ação mais urbanas, as coreografias de luta ainda continuam impecáveis e ver dois garotos prodígios lutando juntos foi bem interessante. Percebe-se que Todd por ser mais jovem, é mais apetitoso que Grayson, que por outro lado mostra já sua experiência no combate ao crime, juntos em cena fica evidente que Todd admira Grayson por ter dado o pontapé na parceria com o Batman, mas o menino ainda não consegue compreender que existe limites e responsabilidades na vivência de um vigilante que combate ao crime, algo que Grayson já compreendeu e que Todd infelizmente não irá conseguir entender pelo o que o seu futuro o aguarda (alô pé de cabra do Coringa!), sendo que aí está o engate que vai fazer ele adquirir o perfil e a mentalidade do famoso e querido Capuz Vermelho.

O episódio é bem rico na mitologia do Cavaleiro das Trevas e o “livramento” e entendimento de Dick Grayson sobre as ações de Bruce Wayne com ele acabam acontecendo, fica claro também que Wayne e Batman conseguem ser sim seres diferentes na sociedade, mesmo que vívidos pela mesma pessoa. Acredito que essa podia ser uma das marcas que Grayson acabava confundindo entre Wayne e Batman e o quão difícil é para ele ter está dupla identidade, coisa que Dick estava perdendo com a aparição do novo Robin e também com a insistência dele continuar usando a roupa e ser o Robin.

Parece que agora temos a almejada transição para o Asa Noturna, um personagem cerebral e sem confusões psicológicas, algo que Dick Grayson conseguiu desenvolver bem nas HQs deixando o Batman orgulhoso da independência que ele tomou e fez com que o personagem ganhasse muitos fãs em suas histórias solo, um episódio tipicamente de quadrinhos da Bat-família, onde o Morcegão sabe que pode contar de longe com o apoio dos seus prodígios para resolver qualquer problema.

Nota para o episódio: 5 / 5

Confira a promo em vídeo do episódio 07, intitulado “Asylum”:

Continue lendo

Críticas

TITANS | Enfim, juntos! Titãs, atacar! Episódio #05: Together (Crítica)

Publicado

em

(Foto – divulgação)

Após um incrível episódio que contou com a apresentação da Patrulha do Destino, finalmente tivemos a oportunidade de vermos Dick, Kory, Rachel e Gar unidos. Neste quinto episódio que foi rápido, mas que contou com uma dinâmica incrível, tivemos uma maior aceitação dos personagens com seus poderes e a resposta sobre o Robin ser o líder do grupo.

Assim como nos quadrinhos, na série o nosso Robin carrega alguns trejeitos de uma pessoa que ele detesta neste momento, o espírito de liderança e planejamento do Batman, em poucas palavras, ele tem aquele “preparo” para enfrentar grandes adversidades. Em “Together”, Dick se sente no dilema ainda se deve ou não confiar em seus futuros parceiros, aqui vemos uma grande resistência que começa a ser desmanchada aos poucos justamente no primeiro e acalorado flerte com Kory (Estelar).

Vendo que a única saída é realmente se revelar quem ele é, o nosso Robin usa toda as suas táticas de luta e bugigangas para afastar o mal da obscura Família Nuclear, vilões criados em 1985 por Jim Aparo e Mike W. Barr para enfrentarem o supergrupo de heróis Os Renegados nas HQs, e ao mesmo tempo ele acaba encorajando os Titãs a lutarem juntos com ele para enfim vencerem a maligna família.

Ver Mutano, Estelar e Ravena lutando ao lado do Robin (único por enquanto que tem uniforme) foi incrível e com toda certeza estamos bastante animados para ver os próximos episódios, principalmente pelo final surpreendente dele com uma grande aparição no final. Felizmente os Titãs estão seguindo um caminho seguro e bastante empolgante, após 5 episódios, podemos concluir que a série tem muito mais acertos do que erros e esperamos que ela continue assim, mostrando todos os heróis juntos. Titãs, atacar!

Nota para o episódio: 5 / 5

Confira a promo em vídeo do episódio 06, intitulado Jason Todd:


SIGA-NOS nas redes sociais:

FACEBOOK: facebook.com/nerdtripoficial
TWITTER: twitter.com/nerdtripoficial
INSTAGRAM: instagram.com/nerdtrip_
VISITE NOSSO SITE: www.nerdtrip.com.br


Leia outras notícias do Nerdtrip e confira também:

DEMOLIDOR | A “Sentença” da Terceira Temporada

TRIP LISTA | As melhores aparições de Stan Lee em adaptações dos quadrinhos

ALITA: ANJO DE COMBATE | Com muitas cenas de ação, inédito trailer revela a jornada da personagem principal!

FIRST TO ELEVEN | Um achado memorável

EM CHAMAS | Filme baseado em conto de Haruki Murakami é escolhido para representar a Coreia de Sul no Oscar

GUERRA FRIA | Filme do vencedor do Oscar Pawel Pawlikowski tem estreia programada para fevereiro

RIO HEROES | Começam as gravações da 2ª temporada da série brasileira

POKÉMON SUN & MOON | Confira título e prévia legendada do episódio 97 do anime

QUADRINHOS | MIS-SP inaugura exposição sobre HQ’s nesta quarta-feira (14/11), confira a programação!

Continue lendo

Críticas

DEMOLIDOR | A “Sentença” da Terceira Temporada

Publicado

em

 

Foto: Divulgação

A “sentença”, em termos jurídicos, representa a decisão fundamentada de um magistrado apta a dar termo a uma determinada fase do processo.

Utilizando-nos de uma analogia, proferiremos, agora, nossa “sentença” acerca da terceira temporada da série Demolidor (Daredevil), da bem-sucedida parceria entre o Marvel Studios/Disney e a Netflix.

Na última cena da série Os Defensores (Marvel’s The Defenders), vimos Matt Murdock (Charlie Cox, perfeito na sua concepção do personagem), que todos achavam que havia morrido, acordando bastante machucado na cama do que parecia ser um convento ou hospital católico, haja vista as freiras que o cercavam e mandavam chamar Maggie (Joanne Whalley), que, como todos os leitores dos quadrinhos sabem, é a irmã de caridade que se revela a mãe do Homem Sem Medo (sério que você vai dizer que isso é Spoiler???).

Foto: Divulgação

Os primeiros capítulos da terceira temporada, assim, começam mostrando a recuperação física de Murdock, já que, psicologicamente, o herói da Cozinha do Inferno se mostra bastante afetado pela morte da amada e questionamentos acerca de sua fé. Ao mesmo tempo narram o que parecia ser uma estratégia desesperada de Wilson Fisk, o Rei do Crime (Vincent D’Onofrio, esplêndido), para sair da cadeia a fim de poder viver com sua amada Vanessa (Ayelet Zurer, acertadamente dúbia) e como os amigos de Matt, Franklin “Foggy” Nelson (Elden Henson, excelente) e Karen Page (Deborah Ann Woll, chorando horrores! rsrs…), continuaram levando suas vidas, lidando com seus traumas pessoais e familiares, além da dúvida acerca do destino do amigo de vida dupla.

Foto: Divulgação

A série ainda introduz, principalmente nos seus 4 capítulos iniciais, alguns importantes e fundamentais personagens, como o endividado e bem-intencionado agente do FBI Rahul “Ray” Nadeem (Jay Ali, competentíssimo) e o tão esperado arqui-inimigo do Demolidor, o Mercenário, cuja origem, na série, utiliza um dos possíveis alteregos do personagem nos quadrinhos, Benjamin Poindexter (Wilson Bethel, surpreendente), aqui, encarnado num também muito bem treinado, metódico e neurótico agente do FBI, dono de um passado conturbado e violento.

Foto: Divulgação

Postas as peças no tabuleiro, a série entrega uma temporada altamente envolvente, com uma trama que apresenta fan services que remontam à antológica saga A Queda de Murdock (“Born Again”, em inglês), magistralmente desenhada por David Mzzucchelli e escrita com absoluta paixão por um Frank Miller em altíssima forma, ainda que subvertendo a premissa básica daquela saga.

Há, também, uma cena do episódio 10 (com o sugestivo título de “Karen”), que é praticamente uma homenagem a outra icônica saga do Homem Sem Medo, O Demônio da Guarda, desenhada por Joe Quesada e escrita por Kevin Smith. Para quem leu a história em quadrinhos, a expectativa e tensão quanto à resolução da cena chegam a níveis altíssimos e surpreendentes!

Foto: Divulgação

Os poderes do herói, nesta temporada, são mais bem trabalhados e as cenas de ação – com evidente destaque para os 11 minutos de plano sequência do episódio 4 (“Ponto Cego”) – estão entre as melhores deste universo televisivo da Marvel.

As habilidades de lançar coisas como armas de Poindexter/Mercenário são retratadas de forma altamente orgânica e funcional, em nenhum momento parecendo forçadas ou inverossímeis.

As armações e manipulações do Rei do Crime também são perfeitamente factíveis e razoáveis para um universo fantástico como aquele, apesar da sua base no real.

Foto: Divulgação

O ritmo é bom, as tramas são bem construídas, as interpretações – em sua esmagadora maioria – irrepreensíveis. Mas…

Sim, há elementos menos positivos também.

Um deles é a quantidade de flashbacks e reconstruções do passado dos personagens de apoio – como Foggy e Karen, por exemplo – que cumpre a função de alongar a série pelos obrigatórios 13 episódios e que, apesar de interessantes, não deixam de representar desvios daquilo que melhor funciona nesta temporada, que é a interação e embates entre Demolidor/Matt Murdock e o Mercenário/Poindexter e Rei do Crime.

Outra coisa que incomoda – e aí se trata de uma avaliação subjetiva deste colunista – é que, para uma série que se apoia tanto na ‘realidade’, chega ao questionável o tanto que Matt Murdock apanha de todo mundo, seja do Rei, seja de capangas diversos e, principalmente, do Mercenário. Na vida real, seria impossível a um ser humano resistir a tantas pancadas sem sérias consequências internas ou de se levantar para outra briga logo após um espancamento, uma sedação forçada.

Para um lutador tão habilidoso quanto o Demolidor (na segunda temporada, Elektra chega a dizer que ele era o melhor lutador que ela já havia visto em ação), a capacidade de recuperação e de absorver golpes é fundamental, mas a habilidade para se livrar de oponentes menos treinados sem maiores dificuldades seria uma obrigação (algo que, por comparação, vem ocorrendo na série Titãs da DC, na qual Dick Grayson, o Robin/Asa Noturna, demonstra conseguir derrotar com relativa facilidade qualquer adversário “comum”, mesmo que fisicamente “maior” ou aparentemente “mais forte”).

A resolução dos conflitos – principalmente internos – de Matt Murdock/Demolidor também podem parecer um pouco ‘apressadas’ ao final do último capítulo, mas isso é um “mal menor”.

No fim, a sentença sobre a terceira temporada de Demolidor é eminentemente positiva, por ser realmente envolvente, divertida e dar aquele gosto de “quero mais” ao final de uma maratona para assisti-la.

Claro que, como no processo judicial, de qualquer sentença, cabe recurso! rsrs…


Pontuação de 0 a 5

Nota: 4 (Ótima)


SIGA-NOS nas redes sociais:

FACEBOOK: facebook.com/nerdtripoficial
TWITTER: twitter.com/nerdtripoficial
INSTAGRAM: instagram.com/nerdtrip_
VISITE NOSSO SITE: www.nerdtrip.com.br


Leia outras notícias do Nerdtrip e confira também:

TRIP LISTA | As melhores aparições de Stan Lee em adaptações dos quadrinhos

TOY STORY 4 | Novo teaser trailer destaca novos personagens que tiram sarro de Buzz Lightyear!

ALITA: ANJO DE COMBATE | Com muitas cenas de ação, inédito trailer revela a jornada da personagem principal!

BLACK CLOVER | Confira o título e prévia do episódio 56 do anime

EM CHAMAS | Filme baseado em conto de Haruki Murakami é escolhido para representar a Coreia de Sul no Oscar

GUERRA FRIA | Filme do vencedor do Oscar Pawel Pawlikowski tem estreia programada para fevereiro

ANIMAIS FANTÁSTICOS: OS CRIMES DE GRINDELWALD | Crítica do Don Giovanni

INFILTRADO NA KLAN | “América acima de tudo!” – Crítica do Don Giovanni

A GAROTA NA TEIA DE ARANHA | Crítica da 5ª adaptação cinematográfica dos livros da série Millennium

MARVEL AGENTS OF SHIELD | Série é mais popular que qualquer uma da parceria Marvel/Netflix

TEEKCAST #47 | Demolidor – O que achamos da 3º temporada?

AQUAMAN | Confira os lindos pôsteres divulgados dos 7 personagens principais do filme

BREAKING BAD | Criador da série está escrevendo o roteiro de um longa ambientado no universo de Walter White

 

Continue lendo
Advertisement

Receba as novidades do Nerdtrip em seu e-mail!

Insira seu endereço de e-mail para embarcar nessa Viagem Nerd!

Advertisement

Mais lidos da semana


%d blogueiros gostam disto: