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Críticas

PART-TIME IDOL | O produtor que todo grupo de k-pop gostaria de ter – Crítica da Viajante!

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A Netflix tem acertado em cheio em algumas produções de dorama no seu catálogo no final de 2017, e Part-Time Idol foi um daqueles k-dramas que tem uma pitada de comédia mas que trazem grandes lições. o show fala sobre um produtor que teve uma crise existencial após ter saído do mundo da música, e resolve entrar em uma retiro espiritual durante algum tempo a ponto de ser esquecido pelo seu público fiel de fãs. Com seu visual irreconhecível no estilo rastafári misturado com hippie (risos), ele acha que esta pronto para voltar ao mundo musical.

Jeong Tae Kyung vivido por Kim Min Kyo vai ser desafiado a colocar uma equipe de jovens talentosos mas com conflitos e medos que os impedem de prosseguir como idols, em um grupo de k-pop de sucesso com um treinamento nada convencional.

O dorama é bem diferente de tudo que eu já assisti referente ao gênero por não se tratar de uma comédia forçada tipo pastelão como estamos acostumados a ver em piadas dentro desses k-dramas, e também mostra o universo das agências coreanas treinando futuros idols onde nem tudo são flores, os treinamentos são rígidos e cansativos e é comum jovens tirarem a vida devido a exaustão e ditadura desses treinamentos e ainda não serem os escolhidos.

A série tem 10 capítulos com mais ou menos 15 minutos de duração cada episódio.

Nota para o dorama: 5 / 5

Sinopse:

A história tem lugar em uma agência de entretenimento. Depois de criar um monte de ídolos famosos, um produtor começa a questionar todo o processo de fazer uma estrela, então ele faz uma pausa por alguns anos. vUma vez que ele retorna à empresa, ele reúne alguns estagiários deixados no back burner e tenta lançar um grupo idol co-ed. Os formandos passam por um treinamento peculiar para estrear neste grupo.

Elenco:

Kwon Hyun Bin: Kim Hyun Bin

Lee Soo Hyun: Lee Soo Hyun 

Ha Ha: Lee Chan Hyuk

Kim Hee Jung: Kim Hee Jung

Kim Min Kyo: Jeong Tae Kyung
Hwang Seung Eon: Soo Ah

Baiana, apaixonada por cultura oriental, HQs, seriados de TV, livros, cinema e música. Adora Pizza, pipoca, Hugh Jackman, Wolverine, visitar a Saraiva, shopping, maquiagem e leitura. Amores da vida são filha, marido, família e Netflix. Cristã e fã do seriado Supernatural, tem o sonho de um dia conhecer os Winchesters e o Japão. Sonha no mundo real e vive na fantasia.

Críticas

BIG MOUTH | Novo personagem faz com que a 2º temporada seja ainda melhor – Crítica do Viajante

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Estreou nesse mês de outubro na rede de streaming Netflix a segunda temporada da controversa série de animação Big Mouth que causou muita polêmica em 2016 (crítica da 1º temporada aqui). A atração tinha como público-alvo os adolescentes ao tratar justamente dessa fase de nossas vidas. Escrachada, recheada de nudez, palavrões e humor negro, deixou horrorizada uma parcela de pais que não consultam a classificação indicativa, que nesse caso é de 16 anos, e que pensam que toda e qualquer animação pode ser vista por crianças.

Observando-se esse detalhe da classificação indicativa, Big Mouth é sensacional no que se propõe. Sem ser chata, a série tenta orientar os adolescentes nessa fase tão difícil da vida. Nessa segunda temporada, os produtores e roteiristas Nick Kroll (criador de Festa das Salsichas) e Andrew Goldberg (roteirista de Family Guy) até tentam apresentar alguns episódios mais “didáticos”, mas como dizem pelas redes sociais: “A zoeira never ends”, e mesmo esses, são engraçadíssimos. 

Os personagens adolescentes são praticamente os mesmos da primeira temporada, com o acréscimo de Gina Alvarez (voz de Gina Rodriguez), a garota que por já ter seus seios mais desenvolvidos atrai a atenção de todos os garotos e a inveja e o ciúme das demais garotas. O casal de “Monstros dos Hormônios“, Maury e Connie (referências aos apresentadores de TV americanos Maury Povich e Connie Chung) também estão de volta, porém mais alguns deles nos são apresentados, como Rick (Nick Kroll), uma versão velha e decrépita da criatura, e Tyler, a versão jovem e novata cujo chifre nem cresceu ainda.

Rick, o Monstro do Hormônio velho e decrépito

 

 

 

Tyler, o Monstro do Hormônio jovem e novato.

 

 

 

 

 

 

 

O Mago da Vergonha

Porém, a sensação dessa segunda temporada é sem dúvida nenhuma o Mago da Vergonha (David Thewlis). O novo personagem é uma espécie de espectro de roupas negras, orelhas pontudas e olhos de cores diferentes que chega para bater de frente com os tais Monstros dos Hormônios. Enquantos os monstros inundam o cérebro dos adolescentes com suas substâncias fazendo-os tomar decisões desastrosas e agir por impulso, o Mago da Vergonha faz com que sintam vergonha de suas atitudes, de seus pais, de seus amigos… de tudo! Essa dualidade deixa os adolescentes totalmente pirados e causa as situações mais engraçadas do show. 

Por outro lado, alguns personagens perderam destaque em relação á temporada passada, como o Fantasma de Duke Ellington (Jordan Peele) que quase não aparece dessa vez. Já os pais dos adolescentes protagonistas ganham mais tempo de tela com destaque para o insuportável Marty Glouberman (Richard Kind) pai de Andrew (Andrew Goldberg) que implica com tudo e com todos. Outro personagem secundário que brilha nessa temporada é o treinador Steve (mais uma das inúmeras vozes feitas por Nick Kroll) que apesar de ser virgem e de sequer saber o que é sexo, acaba como professor de educação sexual da garotada que no final ensina muito mais a ele, do que ele à turma.

Big Mouth é sensacional por ter potencial para agradar tanto ao seu público alvo, os adolescentes, com sua didática sarcástica e despojada como os próprios gostam de ser, assim como despertar nostalgia naqueles que já passaram por tudo isso, sentiram que nada poderia ser pior mas que agora percebem que foi a melhor fase de suas vidas e nem tão ruim assim. Vale muita a pena ser assistida. Recomendo sem pestanejar e classifico como:

 

5/5

 

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TITANS | Primeiras impressões da nova série do DC Universe

Igor Souza

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em

Foto: divulgação

E finalmente estreou para nós, meros fãs e entusiastas do universo DC Comics a aguardada série em live-action dos Titãs. Composta inicialmente por Robin, Ravena, Estelar e Mutano, o episódio piloto da produção feita pelo DC Universe (inédito serviço de streaming da DC Comics) nos apresentou de forma bastante interessante esses quatro pilares iniciais do jovem supergrupo.

Seguindo sua essência urbana e violenta, a onipresença do Batman é percebida em cada detalhe, mesmo não aparecendo fisicamente, é clara para todos que a influência do Morcegão é bem evidente e o “Fu%# Batman” é nos apresentado justamente para brincar com isso, a DC explora sem vergonha nenhuma o seu herói mais popular, mas ela não precisa necessariamente dele para construir e apresentar personagens importantes em um universo totalmente rico.

Com a produção e roteiro de um trio poderoso, está première dos Titãs nos revela de forma sensata onde cada um trabalha, Geoff Johns cuida do lado heroico, Greg Berlanti nos apresenta o lado sombrio e fechando o trio de ferro temos o experiente Akiva Goldsman que amarra e nos conta uma história de forma bastante interessante e enigmática sobre os nossos queridos heróis. Titãs pode apresentar um certo exagero para alguns na violência imposta por um Dick Grayson sem pudores, mas pela condução da história conseguiremos compreender o porquê de tudo isso.

Já em relação com outro ponto positivo está a ambientação bem noir das noites de Detroit, realmente uma Gotham do mundo real e assistir o Robin em ação pela primeira na cidade e no episódio é bem interessante, outro ponto de destaque é os efeitos práticos em relação as coreografias de luta que estão exuberantes.

No final deste primeiro episódio, vimos que ele serviu somente para apresentar os heróis que formarão o grupo, com destaque especial para Robin e Ravena, essa segunda já manifestou os seus poderes sombrios de forma bastante convincente. O que podemos refletir é que a série é diferente, bem trabalhada na sua história e que irá agradar muitos fãs que puderem dar uma chance para a produção que é a DC na sua essência.

Nota para o primeiro episódio (episódio piloto):

4 / 5


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GOOSEBUMPS 2 | A divertida (e esquecível) continuação do sucesso da Sony de 2016

João Nélio

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em

 

Foto: Reprodução

Qualquer garoto ou garota é capaz de dizer que a britânica J. K. Rowling é a mente por trás do universo Harry Potter; todavia, um público bem menor saberia dizer quem é R. L. Stine, também conhecido como o Stephen King da literatura infantil, que, muito antes das aventuras do bruxo de óculos e cicatriz na testa, também vendeu – como Rowling – cerca de 400 milhões de livros.

Se aqui no Brasil Stine é pouco conhecido, nos EUA é uma verdadeira celebridade, sendo autor prolífero de centenas de livros de suspense e terror “leve”, voltados para um público infanto-juvenil, que fez sua fama na década de 1990, incluindo uma série para a tv paga que durou de 1995 a 1998, conhecida no Brasil como A Máscara Maldita.

Foto: Reprodução

Em 2015, estreia nos cinemas o filme Goosebumps – nome da série de mais de 60 livros que Stine escreveu de 1992 a 1997 – mas que, ao contrário de adaptar uma das diversas histórias do estadunidense de 75 anos, resolveu transformar ele mesmo em um personagem às voltas com muitas das suas monstruosas e divertidas criações, na pele, voz e trejeitos de Jack Black.

O filme fez um sólido sucesso, custando pouco mais de 55 milhões (uma pechincha para blockbusters norte-americanos), mas faturando o dobro disso com facilidade.

Lógico que uma continuação iria acontecer, aliás, sugerida já na cena final do longa de 2015.

Obedecendo a lógica da obra de Stine, que a cada livro contava com protagonistas diferentes, a produção de 2018 despreza os personagens e locação do filme anterior para localizar a trama atual na fictícia cidade de Wardenclyffe, Nova York, onde os pré-adolescentes Sonny (Jeremy Ray Taylor) e Sam Carter (Caleel Harris) encontram a antiga casa de R. L. Stine e o manuscrito de seu primeiro livro, do qual libertam o boneco de ventríloquo maligno, Slappy the Dummy (voz de Mick Wingert), iniciando toda a confusão.

Foto: Reprodução

O filme segue a cartilha cinematográfica clássica, com um primeiro ato apresentando e desenvolvendo seus personagens, ainda que, alguns, de forma bastante caricata, como o caso da Kathy Quin (Wendi McLendon-Covey), a mãe de Sonny e da adolescente Sarah Quinn (Madison Iseman, linda e competente no papel de heroína), do personagem bastante pastelão interpretado por Chris Parnell, do namorado pouco confiável de Sarah, Tyler (Bryce Cass) e da turma de alunos cruéis que praticam bullying contra Sonny e Sam.

Foto: Reprodução

O segundo ato, como era de se esperar, mostra Slappy, que já havia sido apresentado no primeiro filme, revelando-se em toda a sua vilania e servindo para a produção criar – num CGI bem econômico – uma série de monstruosidades mais divertidas do que assustadoras, algumas repetidas, como o Pé-Grande (grande atrativo do primeiro filme) e o Lobisomem (que desta vez perde completamente sua periculosidade) e outras engraçadas, como a aranha gigante feita de balões de gás.

O terceiro ato mostra o clímax do filme – ambientado, não por acaso, no Halloween –, com toda a bagunça criada por bruxas com cabeças neons, abóboras de dia das bruxas que cospem fogo, cavaleiro sem cabeça, múmias, hordas de morcegos de cartolina etc., além de uma inverossímil estação elétrica de onde Slappy comanda “sua família”.

Foto: Reprodução

Se no filme de 2015 os monstros realmente pareciam ameaçadores, nesta produção eles provocam mais risos do que sustos (menos, talvez, os ursinhos de gelatina assassinos!). Também não dá para entender o porque de ninguém botar fogo naquele insuportável e mimado boneco de ventríloquo!!

No geral, se o filme não empolga tanto assim, ele também consegue prender a atenção pela sua hora e meia de duração, provocando involuntários risos de canto de boca, mas quase nenhuma gargalhada, mesmo da garotada que enchia metade da sala de exibição.

Personagens desperdiçados, como Mr. Chu (vivido por Ken Jeong, o eterno Leslie Chow de A Ressaca) e (SPOILER) uma participação quase desnecessária de um Jack Black em piloto automático (mas mesmo assim engraçado) fazem dessa segunda parte de Goosebumps um filme realmente voltado para as crianças, ao qual os pais conseguem acompanhar sem muito sacrifício, mas rapidamente esquecido no caminho de volta para casa.

Foto: Reprodução

Ao final, como era de se esperar, cria-se o gancho para uma nova continuação.


Pontuação de 0 a 5

Nota: 2,5 (“bonzinho”)

 


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