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Críticas

THE FLASH | 3º Temporada – Crítica do Viajante

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O terceiro ano de The Flash acabou. Ainda que essa season finale não tenha conseguido concertar todos os erros que o seriado teve durante a sua terceira temporada, o final deu uma ótima progredida ao se reconsiderar e pavimentar qual trajetória o seriado seguirá em seu quarto ano. O percurso foi longo, mas finalmente a linha de chegada foi atingida.

O capítulo da última semana deixou o Time Flash num cenário desanimador e obscuro, no qual Savitar obteve sucesso em alcançar sua meta ao assassinar Íris e assegurar seu nascimento quatros anos depois. O capítulo final foi rápido em mostrar que HR substituiu Íris, tendo se sacrificado ao utilizar a tecnologia transformadora, como já cogitávamos (como na review passada).

Ainda que a repetição de histórias nessa season tenha sido cansativa, o roteiro conseguiu novamente proporcionar uma boa solução, já que claramente é bem mais simples assassinar HR do que Íris, ainda mais levando-se em consideração que contamos com inúmeros Harrison Wells que podem ficar no lugar dele. Pode aparentar ter sido um plot twist sem inspiração do roteiro, mas o que o seriado iria ganhar com a morte de Íris? Já contamos com duas seasons nas quais Barry perdeu algum familiar. Fazer isso de novo somente afundaria a trama ainda mais num tom desesperador e sombrio, e se tem algo que essa terceira temporada deixou claro é que absolutamente essa não é a atmosfera correta para o seriado.  Os personagens estão necessitando de uma pausa e um motivo para terem esperança mais uma vez. HR cumpriu seu papel ao finalizar seu arco de maneira que proporcionou isso de novo para eles. Desta forma, poderemos contar com Harry retornando ao time no próximo ano, e não há porque reclamamos disso.

Com o assassinato de Íris evitado, não levaria muito para o paradoxo apagar a existência de Barry/Savitar. É a partir daí que o aparente deus da velocidade elabora um plano reserva, numa última ação desesperada para obter o desejado título divino. Foi instigante como esse capítulo foi centralizado no indivíduo sozinho e quebrado que se faz presente dentro da armadura, objetivando a humanização do principal antagonista dessa season. E isso repercutiu positivamente em Barry e Íris que, ainda que recentemente quase tiveram suas vidas estragadas, possuíram determinação para tentarem despertar a faceta bondosa ainda oculta dentro de Savitar. Barry ainda falou que encontra-se exausto de permitir que a raiva e o ódio ditem e motivem seus atos. Ele está preparado para trazer à tona suas esperanças e descobrir se o amor pode realmente obter alguma coisa. Como vocês podem ter percebido, foi visível o trabalho que o roteiro fez durante o capítulo para trazer de volta suas origens esperançosas e extrovertidas da primeira season, ainda a  melhor season do seriado e de todos os seriados da DC que são produzidos pela CW.

Ainda que tenham se esforçado, o trabalho de humanizar Savitar logo depois dele reafirmar seu título de antagonista ao causar a explosão do Star Labs com a Pedra Filosofal, soou como uma história e potencial desperdiçados. Independentemente dessa fraqueza de Savitar como antagonista para o ápice dessa season, o principal embate entre o time Flash e o time Savitar não decepcionou, ainda que tenha durado pouco.

Diferentemente das seasons passadas nas quais contamos com um velocista lutando com outro, aqui assistimos 3 integrantes da família Flash enfrentando Savitar além de dois viajantes de dimensões combatendo Killer Frost. Foi uma finale grandiloquente comparada com as anteriores, que ainda contou com uma breve participação do Black Flash, e a conclusão dessa batalha não poderia ter sido superior: Barry furta a armadura de Savitar e quase acaba se cedendo à raiva, que o faria acabar seguindo o destino como antagonista futuramente. Porém, sua faceta heróica não o permitiu cometer essa ação, possibilitando que Íris tivesse sua vingança e matasse Savitar. Foi uma cena mais do que merecida para a personagem que passou a segunda metade dessa season amedrontada por seu falecimento premeditado.

Esse capítulo também foi um dos mais positivos para a Killer Frost no seriado: Suas habilidades em luta, seu poder ao eliminar o Black Flash e auxiliando Savitar a atingir suas metas, e também sua sequência de redenção ao optar por Cisco e não Savitar. Devido ao bom roteiro, ela recusou a cura e optou descobrir sua própria trajetória da forma que encontra-se, entre seu lado maligno e bondoso. Após todas suas experiências, fazê-la usar a cura e retornar a sua forma inicial no seriado seria um desserviço muito grande para a personagem e esta foi escolha mais acertada. Será bastante instigante acompanhar o que a personagem terá de lidar a partir de agora, e o quanto ela ainda poderá evoluir e ficar mais poderosa.

Após todos esses eventos, ainda contamos com um último cliffhanger que pode ser a largada inicial do próximo ano. Com a soltura de Jay Garrick, a Força de Aceleração ficou instável sem a presença de um velocista, podendo fazer com que a cidade seja destruída e, até mesmo, o planeta. Barry escolhe então se sacrificar heroicamente pela última vez e voltar para a Força, prevenindo que tudo seja destruído. Essa foi a penitência e redenção de Barry por ter criado o Ponto de Ignição há alguns meses.

Antes de ir embora. ele deixa o Kid Flash responsável pela cidade. Temos conhecimento de que Barry não irá demorar para retornar na season seguinte, mas será divertido presenciar como será a interação entre Wally e Jay agindo na cidade. Ainda que tenha gostado muito de toda essa cena, que possuiu um visual sensacional, acredito que não tenha sido proporcionado o tempo necessário para esse acontecimento. Eram os últimos minutos do capítulo e, além disso, essa foi a grande conclusão do acontecimento que gerou todos os eventos dessa terceira temporada, porém tudo ficou apressado demais.

O terceiro ano de The Flash foi consideravelmente positivo e negativo com seus vários pontos bons e ruins. Os principais erros desta temporada foram:

a) A utilização de histórias reaproveitadas das temporadas passadas: Antagonista velocista e sua identidade misteriosa;  

b) O mau aproveitamento e desperdício de cenas e histórias que possuíam muito potencial: Ponto de Ignição, Kid Flash, Ataque dos Gorilas em Central City e a atmosfera mais pesada da história.

Paralelamente a isso, o roteiro conseguiu proporcionar certas coisas surpreendentes e arrumar alguns defeitos, entre eles: Killer Frost, tudo ligado a linha temporal futura e a revelação de Savitar. Isso sem mencionar a evolução que a season obteve em seus cinco últimos capítulos, resultando na conclusão impactante que esse ano necessitava.

Esta season finale não apenas definiu alguns rumos para seu próximo ano ao almejar o retorno de uma atmosfera mais descontraída, como deu dicas de seu antagonista seguinte. Há uns episódios atrás, Abra Kadabra mencionou a lista de antagonistas que o Flash já combateu futuramente, entre eles o Flash Reverso, Zoom, Savitar e DeVoe. Neste capítulo, quando encontram-se numa sala do STAR Labs, Barry/Savitar fala que foi naquele local que pensaram na ideia de um inibidor cerebral para utilizar contra DeVoe.

Nas HQ’s, Clifford DeVoe é “O Pensador”,  um antagonista que utiliza força mental e é capaz de dominar outras tecnologias. Essas menções combinam com o pronunciamento do produtor executivo Andrew Kreisberg que declarou que na nova season não teremos um antagonista velocista. Agora o jeito é aguardarmos até o fim do ano para sabermos se trata-se dele mesmo ou de outra pessoa. Porém, o verdadeiro questionamento é quanto positivamente o seriado consegue estabelecer um herói no afastamento de Barry e por qual período de duração. Novamente, uma season inédita possui um potencial imenso, resta descobrirmos se conseguirão aproveitar a chance e trabalhar uma grandiosa trama para o nosso protagonista. Até outubro chegar, somente podemos rever nossos capítulos prediletos do seriado.

 NOTA PARA A SÉRIE: 4 / 5

Easter Eggs:

– Quando Barry relembra um momento de quando era criança para Savitar, ele menciona que encontrava-se se dirigindo para uma exposição científica em Midway City. Essa é a cidade do casal Gavião Negro e Mulher-Gavião. Os dois foram introduzidos no segundo ano de The Flash para posteriormente ingressarem no elenco de Legends of Tomorrow.

– Nessa mesma lembrança, ele relembra que no trajeto o pneu do automóvel de seus pais furou e foram obrigados a passarem o dia em Masonville. Flash menciona esta cidade e é surpreendente, já que ela existe em uma exclusiva e específica trama do Superman entre o universo inteiro da DC Comics. Em Superman Vol. 1 #388, Superman passa o dia com um jovem menino chamado Mikey Norris. Pelo menos temos conhecimento de que o Superman existe no universo televisivo da CW, na Terra da Supergirl.

– O assassinato de Savitar homenageou o falecimento  do personagem Pollux, do seriado The Flash dos anos 90. No capítulo “Twin Streaks”, Pollux, que trata-se de um clone do Flash, coloca-se na frente de Barry e é acertado por uma bala. Ao falecer, ele evapora. Este também foi o como o vilão Rival morreu no primeiro capítulo desta season, quando Joe atira nas costas do antagonista. Além do Flash Reverso ter morrido de maneira semelhante na animação do Flashpoint.

Referências Nerds de Cisco Ramon:

1 – Cisco chama Savitar de Duas-Caras devido a sua face queimada, referenciando o antagonista Harvey Dent do Batman (uma referência ligeiramente complicada ao se levar em consideração que ele também é um personagem da DC e, ao que parece, não faz parte do mesmo universo do seriado).

2 – “Pode reverter a polaridade do fluxo de nêutrons?” Essa é uma frase que ficou conhecida com o terceiro Doctor (John Pertwee) no clássico seriado Doctor Who.

Deixem os seus comentários.

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WESTWORLD | Vida eterna – Episódio #04: The Riddle of the Sphinx – Crítica do Viajante

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E o 4º episódio da segunda temporada de Westworld exibido pela HBO no último domingo deixou um pouco de lado as duas líderes anfitriãs revolucionárias Dolores (Evan Rachel Wood) e Maeve (Thandie Newton) para focar um pouco em Willian, o Homem de Preto, que é interpretado por dois atores, Jimmi Simpson (quando jovem) e Ed Harris (idoso) e que não havia aparecido no episódio anterior.

Já havia sido mostrado antes, que em dado momento após a saída de Willian de sua primeira aventura no parque, seu inescrupuloso sogro adoecera e estava bastante debilitado. Agora ficamos sabendo que o velho James Delos (Peter Mullan) usou sua fortuna para tentar se tornar imortal. A ideia era transferir sua mente para um modelo de anfitrião (andróides do parque que dão nome ao seriado). Diversos testes são mostrados, sempre capitaneados pelo jovem Willian que aparentemente assumiu as empresas após o falecimento não só do velho Delos mas também de seu filho Logan (Ben Barnes) que morreu de overdose conforme é citado pelo próprio Willian. 

Os testes nunca trazem um resultado positivo sendo que a mente de Delos sempre se deteriora. Após 149 tentativas, sendo que na última Willian já está velho e já é interpretado por Harris, o mesmo desiste de tudo. O interessante é notar o sofrimento em looping do velho Delos que sempre repete as mesmas coisas e está sempre ansioso por voltar ao mundo. Mas o que fica mais claro nesse arco, é que desde o começo a intenção da Delos é realmente criar uma maneira de tornar humanos imortais tecnológicamente. É o sonho real de se “upar” a mente em determinada tecnologia quando o corpo humano não pode mais suportá-la. Assumidamente ou não, essa é uma questão em voga nos meios científicos de nossa sociedade atual.

Voltando ao presente dentro da série, também pudemos entender um pouco mais a maneira como o velho Willian que se encontra dentro de Westworld pensa e age. Sua vida foi uma sucessão de tragédias que culminaram com o suicídio de sua esposa. Sua frieza e aparente desprezo por tudo que o cerca a não ser sua jornada para o Glory é de certa forma melhor compreendida. Porém ele não é absolutamente desprovido de emoções. Willian trai sem pensar duas vezes aquele que vinha lhe dando suporte em sua viagem, Lawrence (Clifton Collins JR), tentando se libertar de um bando de anfitriões violentos comandados pelo psicopata conhecido como Major Craddock  (Jonathan Tucker) que acaba sequestrando a vila inteira de Las Mudas.

Após a traição, Willian parece confraternizar com Craddock, mas no momento certo acaba com ele e salva Lawrence. Não ficou claro se esse era o plano desde o início. O que se percebe nitidamente é que Willian se sente muito incomodado com o sofrimento de Lawrence e de sua mulher e filha diante do sadismo de Craddock, mesmo sabendo que os três não passam de máquinas. 

Na outra trama também enfocada nesse episódio, temos o retorno de Elsie Hughes (Shannon Woodward) que havia sido dada como morta na primeira temporada. Bernard Lowe (Jeffrey Wright) a encontra acorrentada no meio do deserto e a liberta. Momentos depois, fragmentos de memória em seu cérebro cibernético fazem com que descubra ali nos arredores um laboratório camuflado denominado Setor 22.

Dentro do complexo Elsie salva a mente de Bernard que estava se deteriorando rapidamente por falta de “fluído cerebral” que ela lhe introduz. Porém, ele continua confuso, com a mente divagando e tendo flashs de memória que não conseguimos concluir se são dele mesmo ou se possivelmente da mente de Arnold, o sócio de Robert Ford (Anthony Hopkins) que talvez tenha sido introduzida em um anfitrião como tentado com Jim Delos. É possível que o tal do “fluído cerebral” seja algum tipo de substância desenvolvida após os testes fracassados para evitar a deterioração e que tenha sido utilizada na mente de Arnold. 

E no gancho final, temos o encontro de Grace (Katja Herbers) e Willian (o velho) e ficamos sabendo que ela é na verdade Emily, sua filha. Grace, para quem não lembra, é aquela moça que sai do parque The Raj no episódio anterior e foi parar em Westworld após ser ataca por um tigre-andróide. Como eu havia previsto, ela terá sim grande importância na temporada.

Classificação para a série se mantém:

4,5/5

Links para as críticas dos episódios anteriores:

 

Westworld S02E01

Westworld S02E02

Westworld  S02E03

 

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DEADPOOL 2 | Crítica do Don Giovanni

 


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DEADPOOL 2 | Crítica do Don Giovanni

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“AÇÃO, GARGALHADAS E VÁRIOS CANOS FUMEGANTES”

 

Com um roteiro simples e divertido escrito por Rhett Reese, Paul Wernick e Ryan Reynolds, a continuação do ótimo “Deadpool” (2016) chega aos cinemas apostando em boas piadas, ótimas cenas de ação e no incrível carisma de seu protagonista.

 

A saída do diretor Tim Miller da franquia, deixou temerosa a legião de fãs do mercenário. Muitos se perguntavam se o “tom” continuaria o mesmo e se Ryan Reynolds conseguiria desenvolver tão bem seu personagem como no primeiro filme. Logo de cara fica claro que Ryan Reynolds é a alma do filme, seus diálogos engraçados, suas expressões corporais e suas explosivas cenas de ação, conquistam o espectador, criando cenas divertidas, que enriquecem a simplicidade do roteiro.

 

 

Na trama, após um trágico incidente, Deadpool tem que proteger o jovem mutante Russell “Rust” Collins (Julian Dennison), um mutante com habilidades pirotécnicas, das garras do misterioso soldado do futuro “Cable” (Josh Brolin).

Brolin está incrível como Cable e ao termino da sessão, ficamos com aquela vontade de saber mais a respeito de seu passado e por que não, de seu futuro.

A belíssima Morena Baccarin tem pouco tempo de tela, mas a competente atriz abrilhanta a produção, deixando claro que está pronta para voos mais altos. Alguém dúvida que ela daria uma ótima “Mulher-Gato”?

Para aqueles que criticaram a escolha de Zazie Beetz para Dominó, fiquem sabendo que a maravilhosa atriz rouba todas as cenas em que aparece, seu “timing” de comédia e excelente e suas capacidades físicas para as cenas de ação são impressionantes.

 

 

Deliciosas surpresas vão arrancar gargalhadas do público e uma em especial, realizará o sonho de muitos fãs dos filhos do átomo, porém, se o CGI fosse um pouquinho melhor, a experiência seria ainda mais gratificante. Particularmente, continuo achando o primeiro filme superior, porém, não há como negar que David Leitch e Ryan Reynolds, entregaram um filme extremamente divertido, deliciosamente engraçado, com personagens hilários e carismáticos.

 

Mais Cable, mais Dominó e é claro…mais Wade Wilson…

 

Essa “trindade” é diversão garantida!

 

Nota: 4/5

 

 

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DEADPOOL 2 | Crítica da Viajante

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Atualmente sendo aclamado pela crítica internacional, diversas postagens no Twitter estão comentando da qualidade do longa. Considerando que o primeiro arrecadou mais de US$780 milhões em todo o mundo, a confiança da produção está bem colocada.

Dirigido por David Leith (‘John Wick’, ‘Atômica’), Ryan Rynolds traz o mercenário tagarela a vida novamente, constituindo novos personagens na trama como Cable (Josh Brolin), e a membro da X-Force, Dominó, que é interpretada pela atriz Zazie Beetz. Também retornam Colossus (Stefan Kapicic), Míssil Adolescente Megassônico (Briann Hildebrand) e o taxista Dopinder (Karan Soni).

No roteiro assinado por Drew Goddard (‘O Segredo da Cabana’, ‘Perdido em Marte’) e Ryan Reynolds, nosso anti-herói é forçado a refletir sobre amizade, família e o que realmente significa ser o que ele é. O elenco está em ótima sintonia em todos os seus momentos, tanto nas cenas de ação quanto nas cenas que precisam ter aquele mínimo toque de drama. Apesar do tom didático, a montagem é dinâmica, calcada na ausência de linearidade – recurso que cumpre bem a função de instigar o interesse pela plateia.

Mesmo antes de vestir o uniforme do personagem, Ryan Reynolds incorpora bem mais uma vez o papel tanto fantasiado ou não. Ele compreende que Deadpool depende muito da sua expressão corporal e inova a modulação da sua voz sempre de forma cômica. Ele se movimenta com ousadia e executa a ação com grandiosidade.

O trunfo do diretor está em seu trabalho com os efeitos visuais, a violência é usada numa escala compatível com a do humor, assim como o seu antecessor. Vale lembrar da utilização de vários gêneros musicais para integrar a trilha sonora, do dubstep ao pop oitentista em cenas casuais, e até mesmo não casuais.

Em suma, ‘Deadpool 2’ é ágil e afiado, sempre fazendo jus ao humor do protagonista, a trama central é relativamente simples, mas cumpre a sua função de apresentar uma ótima e merecedora sequência funcionando surpreendentemente bem.

Nota para o filme: 3,5 / 5

 

O filme do anti-herói teve sua estreia antecipada e agora chega aos cinemas em 17 de maio de 2018.


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