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VINGADORES: GUERRA INFINITA | Crítica do Mestre Hater (sem spoilers)

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Vingadores: Guerra Infinita, um dos maiores baratos de quando eu era criança e colecionava gibis, era quando ocorriam os crossovers e as mega sagas.

Era o máximo ver heróis de diferentes estilos interagindo, as ilustrações com cenas grandiosas que tomavam toda a página, eram um deleite, eu sempre sonhava em ver aquilo numa escala maior, quem sabe um pôster ou um desenho animado, nem sequer imaginava poder ir além disso.

Mas Vingadores: Guerra Infinita foi muito além, levou os fãs do Universo Marvel além dos seus sonhos, por maiores que eles fossem.

O que o fã quer?

Interação entre seus heróis favoritos? Ou confronto de intelecto entre lideres? Batalhas onde um complementa o estilo e o golpe do outro? Papos divertidos entre eles? Sim, ele tem tudo isso e de excelente qualidade.

Os heróis são divididos em equipes equilibradas, todos rendem muito bem, a agilidade da direção em distribuir bem as missões foi esplêndida e exata. O ritmo é fluido e ágil desde o primeiro minuto, é aquele filme difícil de achar uma brechinha pra comprar pipoca ou ir ao banheiro, uma dica, faça isso antes pois o filme não te dá tempo.

Os tons de cada equipe são definidos e bem trabalhados, os figurinos também são um show à parte junto com a maquiagem que foi um espetáculo.

Uma das acusações que a Marvel sempre teve de encarar, foi quanto à falta de peso em seus combates, que rendeu até a expressão “porrada fofa“, mas aqui não se vê sombra disso, o quebra-pau aqui é sério, bruto e intenso, dá quase pra sentir o peso das mãozadas que o Thanos distribui ao longo do filme.

Agora, uma coisa que me incomoda muito nos filmes da Marvel é o excesso de piadinha que não deixa as cenas mais dramáticas terem o seu real peso, mas pode comemorar, aqui não houve isso, foi no timing certo, com os personagens certos, aliviando a tensão quando se realmente era necessário, tomara que fique assim de agora em diante.

Sobre Thanos, é dele o filme.

Não se pode reclamar que alguém não foi bem trabalhado pois são 10 anos dando camadas a cada personagem, então o filme se concentra um pouquinho mais no Titã Louco e seu plano é simples e claro, ele é uma locomotiva atropelando tudo e todos. Tudo nele rende bem, seus diálogos, seus dramas, sua imponência, seus poderes, estilo de luta, Thanos é o grande vilão que sempre se desejou que ele fosse.

Os heróis são bem utilizados, é uma verdadeira orquestra, o destaque vai para a equipe inicial dos Vingadores que se destaca na liderança, principalmente o Thor (Chris Hemsworth), Capitão América (Chris Evans) e o Homem de Ferro (Robert Downey Jr.)

Thor é outro personagem comparado aos primeiros filmes, ele agora é o que as HQs diziam sobre ele em suas capas: O Poderoso ThorO Capitão é a segurança, a performance de Chris Evans à frente do herói, nos transmite a sensação de nos deixar mais seguros sempre quando ele aparece.

E Tony Stark nesse universo é simplesmente perfeito, ele é quase que o pai de toda essa incrível aventura. Sentimos o medo, a insegurança do personagem, sentimos cada pancada que ele toma e lutamos juntos com ele, como um torcedor numa arquibancada.

O filme se encerra de jeito seco, nos dando um nó na garganta e deixando desde já os dias mais lentos até a conclusão que será lançada já no próximo ano (com nome ainda a ser divulgado).

Vingadores: Guerra Infinita se junta as grandes sagas do cinema como Star Wars e Senhor dos Anéis entre outros, é o filme que assim que acabamos de assistir, já queremos revê-lo.

Enfim, a Marvel fez uma verdadeira obra-prima.

Nota para o filme: 5 / 5

 


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Paulistano, amo música, filmes, séries, e estou ressuscitando o amor por animes. Aprecio os filmes bons e me divirto debochando dos ruins (o que gerou o injusto apelido de Mestre Hater). Tento ter como característica, textos curtos e objetivos valorizando a informação. Escritor das colunas HATEANDO! Demorei, mas eu vi! Escondido na Netflix

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MENTES SOMBRIAS | Crítica do Don Giovanni

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Depois da popularização dos filmes de super-heróis, que após “Vingadores: Guerra Infinita” atingiu status de gênero consolidado, deixando claro que definitivamente veio para ficar, inúmeros roteiristas, diretores e estúdios, sonham em emplacar novas e rentáveis franquias para suprir a incrível demanda existente em todo mundo. A “receita” parece fácil, mas não se engane, produzir um filme sobre o tema, sem se entregar aos inúmeros clichês existentes sobre o assunto, não é uma tarefa para qualquer um. Pegue a história base dos “X-Men”, coloque elementos de “Jogos Vorazes”, com toques de “Preacher” e “Superman 2”, todo esse “amalgama” de referências, aparentemente fizeram os produtores de “Mentes Sombrias” acreditarem que essa “colcha de retalhos” seria o suficiente para o sucesso do longa junto ao seu público alvo.

 

 

Infelizmente de boa intenção o reino de Mephisto está lotado e a nova produção da 20th Century Fox “Mentes Sombrias” acaba sendo um filme desinteressante, previsível e totalmente esquecível.

Na trama dirigida por Jennifer Yuh Nelson e escrita por Chad Hodge (baseado no romance de mesmo nome de Alexandra Bracken) somos apresentados a Ruby Daly (Amandla Stenberg) uma jovem que desenvolveu incríveis poderes de “persuasão” após uma pandemia causada por uma doença conhecido como “neurodegeneração aguda do adolescente idiopático”, ou IAAN, que matou 90% das crianças  e adolescentes com menos de dezoito anos. Os poucos sobreviventes são dotados de “fabulosas” habilidades. Temidos e odiados pelo governo, eles são mandados para campos de custódia, onde são classificados com base em seus poderes psiônicos.

 

Destinado exclusivamente ao publico teen, “Mentes Sombrias” peca por apresentar um roteiro totalmente desinteressante, lotado de clichês, que em momento algum funcionam como homenagens e sim como  forma de cópia descarada, transformando todo longa em uma versão simplista e equivocada dos “Novos Mutantes”.

 

 

Pontuação de 0 a 5

Nota: 2

 

 

 

 

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O PROTETOR 2 | Crítica do Don Giovanni

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Qualquer filme que tenha em seu elenco o maravilhoso ator Denzel Washington, sendo dirigido por Antoine Fuqua, que trabalhou com o ator em “Dia de Treinamento” (2001) e “O Protetor” (2014), já são motivos suficiente para qualquer um ir ao cinema. Poder conferir o ganhador de dois Oscars e três Globos de ouro, atuando no gênero policial, em uma produção com a boa e velha história de vingança, é sempre uma ótima experiência cinematográfica. Porém, algumas subtramas apresentadas pelo longa, não conseguem acompanhar a narrativa principal, fazendo com que algumas cenas se tornem desinteressantes.

 

Na trama o ex-agente naval da inteligência Robert McCall (Denzel Washington) portador do “TOC” (transtorno obsessivo compulsivo) vive em Massachusetts , trabalhando como motorista, enquanto ajuda pessoas de forma altruísta e corajosa, usando métodos violentos, brutais, mas extremamente eficazes. Certo dia, sua amiga de longa data Susan Plummer (Melissa Leo) chega à cidade para investigar o “suposto” assassinato/suicídio de um agente e sua esposa, junto com o ex-companheiro de equipe de McCall, Dave York (Pedro Pascal). Susan é assassinada misteriosamente, deixando “o exercito de um homem só” inconsolável e com uma sede de vingança que só será saciada quando o responsável pela morte de sua melhor amiga encontrar seu derradeiro fim.

 

 

Outro ponto negativo da produção, fica por conta das poucas cenas entre McCall e Susan, que acabam dando pouca profundidade a amizade dos dois, fazendo com que o espectador não tenha tempo de desenvolver grandes laços afetivos com a personagem, minimizando assim o impacto de sua morte.

Infelizmente “O Protetor 2” não consegue ser tão competente e excepcional como seu antecessor, porém Denzel Washington em uma jornada pessoal de vingança, com uma determinação inabalável, sempre rende ótimos momentos e grandes emoções na tela grande.

 

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Nota: 3,5

 

 

 

 

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MEGATUBARÃO | Crítica do Don Giovanni

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Dirigido por Jon Turteltaub e roteirizado por Dean Georgaris, Jon Hoeber e Erich Hoeber, a co-produção entre Estados Unidos e China “Megatubarão”, está longe de ser uma das grandes produções do gênero (como o clássico “Tubarão” do mestre Steven Spielberg), mas como “Blockbuster” o filme estrelado por Jason Statham, segue a mesma linha dos recentes filmes de monstros protagonizados por “The Rock” e deve agradar os fãs de “filmes de Tubarão” que normalmente são obrigados a se contentar com filmes de baixo orçamento e qualidade duvidosa.

 

 

Na trama baseado no livro de 1997 “Meg: A Novel of Deep Terror” de Steve Alten, Jonas Taylor (Jason Statham), é um mergulhador de resgate que é atormentado por uma missão de salvamento mal sucedida, que resultou na morte de vários tripulantes. Cinco anos depois, em uma avançada instalação de pesquisa subaquática, um pequeno grupo de exploradores liderados por Lori (Jessica McNamee), a ex-mulher de Taylor, ficam presos dentro de um pequeno submarino, após o ataque de uma criatura pré-histórica, enquanto estudavam a fossa mais profunda do oceano pacifico. Somente um homem pode fazer esse resgate, mas será que o atormentado mergulhador “bêbado” conseguirá superar seus traumas, para chegar a tempo de salvar os três pesquisadores do temido Megalodon? Além disso, como impedir que a monstruosa criatura chegue até uma praia chinesa repleta de civis? Todas essas perguntas são respondidas após 113 minutos de sustos, tensão e alguns momentos decepcionantes.

 

 

O primeiro ato da produção é interessante e rende bons sustos, porém, o velho truque de retardar ao máximo o aparecimento por completo da criatura, acaba deixando o segundo ato do longa um pouco cansativo. O CGI está bastante competente, o que é determinante para esse gênero de filme, pois um visual “fake” tira por completo o espectador da história, comprometendo a experiência e quebrando o ritmo do longa. Isso não acontece em nenhum momento em “Megatubarão”, quando ficamos cara a cara com a monstruosidade de mais de 20 metros de comprimento, não sentimos medo… Sentimos pavor. “Meg” é gigantesco e suas aparições são realmente impactantes, principalmente conferidas em IMAX.

 

O maior pecado do filme está no terceiro ato da produção, onde o roteiro e o diretor optam por deixar de lado o tom mais realista (que permearam os dois primeiros atos) para apostar em situações inverossímeis, semelhante às apresentadas em franquias como “Velozes e Furiosos” e “Triplo X”, que colocam um ser humano normal fazendo coisas que só são críveis nos universos Marvel e DC.

 

Pontuação de 0 a 5

 

Nota: 3,5

 

 

 

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