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DC Comics

DC COMICS | Editora é realmente sombria?

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Definitivamente é uma pena algumas pessoas e veículos de informação resumirem as duas maiores editoras de quadrinhos do mundo (com milhares de personagens e décadas de história) a simplesmente “DC comics é sombria e Marvel é colorida”.

No caso da DC é como se as pessoas acreditassem que o universo do “Batman”(sombrio e soturno) dita todo universo da editora, como se a DC não tivesse histórias coloridas, engraçadas e descompromissadas.

Algumas pessoas rotulam as editoras acreditando na equação colorido = infantil e sombrio = adulto. Fazendo isso, ignoram o fato de ambas serem destinadas ao publico infantojuvenil, embora possuam também um selo de “Quadrinhos adultos” (com histórias mais elaboradas) destinados aos leitores de mais idade.

Incrível como na altura do campeonato, parte da comunidade nerd, consegue com muito pouca informação, criar conceitos e linhas de raciocínio tão singulares e preconceituosas, que são repetidas, repassadas e compradas como se fossem verdades absolutas.

Todas as duas editora dependendo de sua equipe criativa, seguimento e publico alvo, vão produzir histórias sombrias, coloridas e engraçadas, permeando por todos os aspectos e estilos dos quadrinhos.

Acreditar que a DC comics é o universo do “Morcego” e renegar personagens e títulos como “Liga da Justiça, Titãs, Patrulha do Destino, Flash, Shazam, Mulher Maravilha, entre outros e produções como “Superamigos”, Superman de 1978 e Batman 1966″.

Segue uma seleção com inúmeras imagens “trevosas” da DC comics, mas cuidado…

Pode ser muito obscuro e revelador.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Giovanni Giugni (Don Giovanni) é o exército de um homem só, por trás da “Casa das Ideias Nerd”. Teve a felicidade de ter como primeiras experiências cinematográficas, filmes do calibre de “Superman” de 1978 e “O Império Contra-ataca”. Destemido desenhista e intrépido apaixonado por “Super-heróis”, vive disfarçado como um pacato Professor de musculação.

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LIGA DA JUSTIÇA SOMBRIA | O lado dark dos quadrinhos DC

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Olá Kellowgs. Hoje é dia de análise, e mais uma vez vou puxar da memória uma saga que passou batido. Engraçado que a DC quando criou a saga Novos 52 ela praticamente deu histórias para todas as suas equipes, e com o encerramento de muitos de seus selos (o selo Vertigo por exemplo), seus personagens “sombrios” e paranormais vieram para as revistas principais (claro quem ganhou com isso foram os leitores, que tiveram por exemplo a chance de ver Batman, Superman e Mulher Maravilha agindo com feras como o Questão, Espectro ou Vingador Fantasma, todos do lado dark da editora) e o resultado disso? Sagas e mais sagas de altíssimo respeito, mostrando o nível de quadrinhos jovem/adulto que a DC conseguiu.

A primeira tentativa

A grande verdade é que o calcanhar de Aquiles da Liga da Justiça, sempre foi o oculto. Bats treme diante da Hera Venenosa, veja lá lidar com a Morgana, ou vampiros, o Superman cai fácil com inimigos paranormais…o jeito era combater fogo contra fogo, utilizando os “heróis” que haviam a disposição. Com a bênção do morcego e da única maga da liga, foi dado um empurrão para a criação de um grupo que combatesse ameaças paranormais. Em qualquer lugar e com todo o poder necessário.

Shade justificando o “Sombria” da equipe

Roteirizada por Peter Milligan (Shade e X-Force) em 2011, o escritor teve a idéia genial de juntar alguns dos maiores paranormais da editora. Segue a escalação (um dream team realmente), a maga Zatanna Zatara (mestra da magia e feitiços invertidos), a vidente e feiticeira Madame Xanadu (além de exímia cartomante), o incrível Boston Brand, codinome Desafiador (quase um Dick Grayson do mundo dos mortos, com poderes de possessão), Shade, o Homem Mutável (detentor do colete Meta e dono de habilidades místicas, embora com uma mente muito zoada) e é claro….John fuckin Constantine, o maior trapaceiro e mago de todos os tempos.

Nunca duvide de John

Liga da Justiça Sombria foi dividida em 3 fases (todas de acordo com as fases dos Novos 52), a primeira com a baqueta de Peter, que com sua experiência nas publicações de Hellblazer (não confundam Constantine com Hellblazer) e conta o início da “equipe”, na sua perseguição a Magia, que havia enlouquecido, e trazido a Terra até um inferno místico com a divisão dos eus da bruxa, Xanadu mais uma vez sentindo o mal em suas previsões une a equipe que seria vital no desafio a seguir. Reunindo os membros (inclusive John que odeia o rótulo de herói e agir de maneira altruísta por necessidade), eles entram de cabeça na saga A Ascensão dos Vampiros, tendo que enfrentar nada menos que Caim, o primeiro vampiro.

Félix Fausto, um bom vilão

Com o fim do inferno criado pelos vampiros, a liga começa realmente. O relacionamento entre John e Zatanna se torna o pilar do grupo (e as encrencas e o estilo novela passa a lembrar os X-Men), a partir daí Jeff Lemire (muito melhor aqui do que nos mutantes) assumem a nova banda, que agora tem John no comando, Zatanna como segunda, Desafiador que sempre continua (e é um personagem bem querido, futuramente vou dedicar um post), e os novos Orquídea Negra (metamorfa criada por Neil Gaiman, entra a serviço da A.R.G.U.S.) e o vampiro Andrew Bennett (de Eu, Vampiro). O objetivo dessa vez é a Sala Negra, um mito criado pelo governo americano para guardar artefatos paranormais, claro que John ao ver uma foto do acervo mostrada pelo ex da Amazona ficou tentado e com isso reúne a equipe para uma missão na Floresta Amazônica para resgatar a mando da agência um mago ex-médico conhecido como Dr. Névoa das garras de Félix Fausto, bom vilão e velho conhecido de John. Só que nunca é o que parece, e depois de ter a base governamental atacada, tem que lidar com um antigo desafeto de John e Zatanna, o seu tutor e ex-parceiro Nick Necro. Que retorna do inferno pelos Livros da Magia e pela cabeça de Constantine e Zatanna.

Nick Necro, cuidado ao trair alguém

Na última fase o lendário roteirista J.M. de Matteis (Capitão América, Homem Aranha – A Última Caçada de Kraven) assume o time, dando maior importância ao lado surreal dos anti-heróis paranormais, pegando as baquetas depois de Guerra da Trindade (a disputa pela Caixa de Pandora, talvez a melhor saga de Novos 52) e começa a saga Mal Eterno, que bagunçou meio mundo de personagens DC e com a Liga Sombria não foi diferente, aqui as previsões apocalípticas de Xanadu se comprovam e Constantine ao lado de novos aliados como a Enfermeira dos Pesadelos e seu amigo/desafeto Alec Holland, o Monstro do Pântano, tentam a qualquer custo descobrir o que aconteceu com os outros membros da Liga, tendo que enfrentar o próprio Mal encarnado para isso. Isso fora seus antigos desafetos Nick Necro e Fausto que retornam para uma última batalha em Nanda Parbat, o antigo paraíso tibetano dos magos terrenos. Após os eventos de Mal Eterno, o grupo quebra no meio e Zatanna passa a liderar, tendo que lutar contra tudo e todos, em uma fase final que definirá o destino do planeta e da própria Liga.

Um herói real, que também cai de ressaca

Analisando toda a saga, tenho que reconhecer que apesar da fama, de Matteis perde um pouco da liga no fim (principalmente depois da saída de John do grupo, acompanhe as figuras para entender melhor), mas ele consegue dar um fechamento sincero ao quadrinho, e deixa aquele gosto de que a DC (que já realizou um filme em animação para o grupo) possa vir a recrutá-los no futuro, por que claramente as histórias são de muito potencial. Um pouco do estilo do selo Vertigo foi posto no arco, e mesmo Constantine tendo confirmado a condição de personagem dark mais querido da editora, fica aqui o convite para conhecer Zatanna, Brand, Andrew, Asa e Frank, além de Xanadu, que em nenhum momento apesar de haver um certo protagonismo, os outros passam batido. Uma boa oportunidade para conhecer um universo diferente dentro da DC sem dúvida.

Atuações reais fazem o arco

Apesar de ser meio novela, o enredo traz revelações

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GRAYSON | De virar a cabeça!

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Dizem que a vida é feita de extremos. O próprio medidor cardíaco vai sempre do ponto mais alto para o mais baixo, a não ser que tudo pare. Estar se equilibrando na corda faz parte das situações do cotidiano (ainda mais em um mundo muitas vezes opressivo e perigoso como o nosso) e por incrível que pareça, isso faz muito bem a alguns personagens dos quadrinhos, Dick Grayson que o diga. Por mais que tenha haters (fãs do morcego na maioria), não se pode deixar de reconhecer o crescimento de um dos antigos “sidekicks” do morcego e que hoje, juntamente com a galera de Gotham (os bat-integrantes), tem um universo quase que próprio que independe da antiga raiz principal.

O bom humor de sempre

Misturando o politicamente incorreto, espionagem, um toque de humor (chauvinista as vezes) e histrionismo posto de propósito, Grayson (DC, Tim Seeley e Tom King, 2016), talvez seja a melhor história que a DC fez em anos. Da fase final do Asa Noturna (Novos 52) também feita por Tim Seeley (de O Ocultista, breve aqui) que terminou em uma tragédia para o personagem, tendo sua identidade desmascarada pelo Sindicato do Crime (SPOILERS) de Gotham, por causa da perseguição da Corte das Corujas (espécie de matriz da Luva Negra) e com o apoio do Batman, forjou a sua morte, sendo contatado por Helena Bertinelli (A Caçadora, algoz da máfia de Gotham) a fazer parte da organização secreta conhecida como Espiral.

…seeeexooo

Logo nos primeiros números, Grayson já mostra que a vida de Dick seria virada do avesso outra vez. A Espiral junta um pouco de S.H.I.E.L.D., muito de James Bond e as lutas de Jason Bourne. No início o novo agente começa a ter, claro, dificuldades com a nova vida (afinal espiões MATAM), mas com o tempo, as dificuldades iniciais são vencidas e Dick, já totalmente adaptado e amigo da mulherada do Colégio Santo Ângelo (uma espécie de academia para moças sustentada pela Espiral) vai vencendo as novas missões uma a uma e se aproximando do enigmático Mr. Minos (um cara bem esquisito com figurino de Carlton Banks e rosto de espiral).

Chauvinista sim e de propósito

Outros personagens da DC, que fazem parte do segundo e terceiro escalões, são mostrados, como a organização secreta Xeque-Mate (quem lembra de DC 2000?), outros dignos de nota são ex-Wildcats como Drifter (me recuso a chamá-lo de Bandoleiro), a cyborg Maxine (Ladytron), Tao, Meia Noite (esse com grande influência na história) e outros. Grayson possui três fases, o início com as primeiras missões e os novos personagens, a segunda, com as complicações da mentira de Dick e seus efeitos nos amigos e a fase final, no qual os segredos da Espiral são mostrados e finalmente o grande vilão (que realmente é de respeito) e as últimas complicações no grupo, que é bem característica das melhores histórias de espionagens.

Piadas e referências

Como adendo à história (que realmente merece ser lida e com calma), Grayson traz o figurino e humor característicos do Homem Aranha da DC, mas com o adorno do Hypnos, uma ferramenta da Espiral que além de proteger sua identidade, o faz mais persuasivo aos inimigos e também o liga a estranha organização. Chama atenção também a hierarquia dos números dos agentes (Dick é o 37, o ultimo da lista rs), que seria mais uma homenagem aos personagens de Ian Fleming. Pra terminar a resenha, Tim Seeley entrega aqui seu melhor trabalho, e Tom King aqui mostra o por que ganhou a tutela do morcego (e infelizmente tem falhado miseravelmente) com um argumento conciso, lutas impressionantes, com o bom humor de Seeley (que continuou o personagem sem sustos). Se você ainda não leu, e não é hater, não perca tempo e vá ler Grayson.

Tom de zoeira até com clássicos

 

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DOOMSDAY CLOCK | Começa o grande evento da DC para esse ano!

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A DC não brinca em serviço. Desde o crossover Crise nas Infinitas Terras ficou claro o poder da editora de mexer com seus heróis a seu bel prazer, e com isso criar sagas inesquecíveis. Junte a isso a coragem de angariar grandes artistas como Neil Gaiman, que criou Sandman e…Alan Moore. O mago inglês dos quadrinhos (e temperamental de carteirinha também) criou clássicos como A Piada Mortal, que deu a real extensão do Coringa; A Liga Extraordinária, que pega os mitos ingleses e os traz com nova roupagem e com uma ironia mortífera e claro a obra máxima dos quadrinhos em todos os tempos…Watchmen.

Watchmen, para quem ainda não teve o prazer de ler essa obra prima (e sugiro que o faça), é simplesmente a maior reflexão já feita sobre quadrinhos de todos os tempos. Inaugurou o conceito de Graphic Novel e quadrinho cult e até hoje é citada (principalmente depois do filme corajoso de Zack Snyder) como a maior referência em quadrinhos na história. Volta e meia (a dissabor do criador) a DC revisita esse universo (onde os heróis DC nunca existiram) com um prequel (mas sem o mestre) contando as origens de cada personagem como Silk Spectre, Rorschach, Night Owl, Comedian e outros.

Depois de muita briga na justiça sobre se devia ou não, finalmente a DC faz uso de seus personagens do universo mais adulto, e pela primeira vez põe os seus maiores heróis e vilões para se equiparar. Trata-se de Doomsday Clock, algo como Relógio do Juízo Final, que desta vez porá frente a frente Superman e Dr. Manhattan por exemplo. Doomsday Clock é uma continuação das atuais sagas DC, desde a bagunça de Flashpoint e Novos 52, até o amálgama de Rebirth, saga que meio que pôs um ritmo nos buracos da cronologia. Doomsday vem para fechar os pontos restantes, como a aparição de Manhattan no fim de Novos 52 e o que aconteceu realmente ao Superman, que no início de Rebirth não fechou realmente as pontas soltas da incursão ao passado.

Bom se você não leu Watchmen (SPOILERS A FRENTE) tudo começa na caneta de Geoff Johns, exatamente depois do fim da série. Tudo começa com Rorschach (sim, vivo) que vai a uma prisão no dia que todos na televisão diriam como Dia do Juízo, após a bomba nuclear de Adrian Veidt matar 4 MILHÕES DE PESSOAS em Nova York, no fim de Watchmen (o plano final de “paz” de Ozymandias, o super merchandising da série). Pra variar o mascarado vigilante está mais uma vez tentando salvar pessoas. No caso, um herói conhecido como Mímico, e a senhorita Manson, uma loira com poderes telecinéticos (meio Dominó isso). Nesse caminho ela faz várias suposições sobre a originalidade de Rorschach, que são rebatidas por ele, até que chegam em um dos esconderijos do Coruja e encontram o homem mais caçado do mundo, Veidt. Com sua afetação de sempre ele explica que precisa deles (dos últimos heróis do mundo) para tentar resolver as coisas, e que Manhattan teria de ser localizado. No fim o Superman tem um pesadelo com a morte de seus pais, e uma frase do “genial” Ozymandias fecha a primeira edição.

Nas contracapas mostradas no fim de Doomsday fica clara a idéia de que cada herói da DC será confrontado com sua contraparte do mundo de Watchmen, Veidt e Lex Luthor, Roschach e Batman, Superman e Manhattan, Coringa e Comediante e ai por diante, a saga promete…

Um encontro esperado…

Fiel a obra do mestre

O “Z” diz algo?

O mestre. O mago inglês dos quadrinhos

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