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Marvel Comics

DEADPOOL | Anti-heroí matará o universo Marvel novamente!

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Recentemente, o editor-chefe da Marvel Comics, Axel Alonso, anunciou a nova HQ Deadpool Kills the Marvel Universe – veja a primeira capa:

Por enquanto, não temos muitas informações sobre como será a adaptação desta nova revista.  Vale lembrar que em 2012, originalmente, a Marvel publicou uma HQ com o mesmo nome (Deadpool Kills The Marvel Universe) em quatro edições, onde o anti-heroi procurava diversas maneiras para matar todos os super-heróis do Mundo Marvel.

Na realidade passada nesta última HQ, Deadpool é levado pelos X-Men para um tratamento psiquiátrico revolucionário para que ele possa ser tratado de suas travessuras, mas o que ninguém sabia, era que o Homem Psíquico veio do Micro Verso para formar um exército para dominar o mundo, ao saber deste tratamento, o vilão acaba criando algo que vai destruir vários super-heróis dessa realidade e a matança acaba se iniciando pelo Quarteto Fantástico (que ironia!).

Ansiosos por está nova HQ? Como será que irão fazer para que o Mercenário Tagarela fique mais louco e consiga repetir está proeza?

A NerdTrip teve seu início no ano de 2016 com a missão de levar entretenimento, notícias, resenhas e tudo sobre o universo pop/nerd/geek.

“Uma ideia na cabeça, talento e vontade em nossas mãos!”

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A PODEROSA THOR | Renovando o mito para as novas gerações

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Nunca. Jamais. Chutem a “Casa das Ideias” como se eles fossem cachorro morto. A companhia de Stan Lee já muitas vezes revelou o seu talento para lidar com assuntos modernos. O próprio Lee sempre diz que a Marvel se baseia no “e se fosse” várias vezes. Os temas sempre puxam algo de real, universo fictício sempre foi a praia da DC. E toda vez (como em X-Men e suas sagas impactantes, ou o Homem Aranha com seus problemas com a humanidade) a Marvel ao misturar realidade e fantasia, dá show. Porém sempre uma regra era obedecida, isso nunca chegava ao Deus do Trovão (com exceção da saga da Yggdrasil desenhada pelo brazuca Mike Deodato), essa regra finalmente foi quebrada com A Poderosa Thor (The Mighty Thor, Marvel, 2017).

Dessa vez temos uma situação totalmente diferente. Como resultado de uma saga que realmente, marcou os personagens (Pecados Capitais, 2016), Thor se tornou indigno e perdeu o título de deus do trovão, perdendo com isso o Mjolnir (o que resultou em uma saga sensacional, O Indigno Thor, que também vale nota). Com isso, Asgard entrou em colapso, entrando com os dois pés na Guerra Civil II, dessa vez tendo como base os superseres. Enquanto o reino entrava no inferno, o Mjolnir escolheu uma nova hospedeira do poder divino.

A nova heroína em suas duas facetas

 

E é ai que entra a genialidade dessa saga. Ao trazer de volta um dos personagens mais queridos (e conhecidos atualmente principalmente pelos filmes) Jane Foster. Mas como a especialidade da editora, Jane atualmente está entre a vida e a morte, sendo consumida dia após dia por um câncer agressivo, mas que mantém os laços com Asgard, sendo chamada por Freyja, a Mãe de Todos, para assumir uma posição importante no reino como embaixadora (sim algo como a Princesa Amindala de Star Wars), mas na verdade o que acontece é que devido a um evento que ameaça a sua vida, Jane assume o martelo, se tornando a deusa do trovão.

Claro que isso não melhora as coisas, afinal o Pai de Todos não aceita a nova hospedeira (as leis de Asgard são bem machistas a respeito de deuses) e com isso a cidade mergulha em um conflito com muitas, muitas críticas a regimes ditatoriais. Os jovens Jason Aaron e Russell Dauterman (por incrível que pareça, do estúdio Ultimate) compõe e pincelam uma história trágica (afinal a morte de Jane é mais do que certa) mas com bom humor e excelentes interações (incluindo o fantástico Loki – Agente de Asgard, melhor quadrinho que li em anos).

Jane precisará de muito poder para deter uma guerra

 

Como tudo em uma guerra, o quadrinho desponta em ação. Com a guerra tomando conta da capital, os reinos entram em conflito, e com isso os vilões fazem fila para fazer da vida da nova Thor um inferno. Liderados por Malekith, o elfo negro, a guerra civil entre os planos pega fogo e Jane tem que enfrentar além de sua morte aparente, ainda o risco de morte pelo “serviço” de deusa do trovão. A dualidade é a marca da série que realmente mostra que a Marvel é antenada nas questões mundiais. Imagino o impacto dessa série nessas pobres pessoas, muitas vezes abandonadas nos hospitais, apenas esperando pela morte (e a série mostra isso).

Aliados improváveis e poderosos inimigos

 

Terminando a resenha de hoje, deixo aqui a minha recomendação como leitor de quadrinhos e ponho o meu carimbo e joinha na saga. Com certeza essa vale muito a pena esperar nas bancas (deve demorar um pouco pra chegar aqui) ou comprar encadernada, assim que o volume chegar nas livrarias.

Mesmo o câncer não pode impedir a hospedeira do poder de Thor

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MORTE DO X | Uma das sagas mais sombrias dos X-Men

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Pra falar de quadrinhos atuais, não tem jeito, as vezes você vai entrar em opiniões discordantes. Quando fiz um pout-pourri de tudo que rolou com os mutantes (tudo postado no meu blog pessoal, o Questão), eu falei muito pouco da saga, afinal ela tinha apenas começado e não tinha como dar um padrão geral, uma análise de verdade.

Hoje a idéia é outra, tenho o material em mãos e posso falar a respeito com calma (sem spoilers) e fazendo como deve ser feito. O problema é que essa saga mexe com um dos casais mais importantes dos quadrinhos dos últimos tempos (talvez seja o melhor casal da Marvel). Estou falando de Scott Summers, o Ciclope e Emma Frost, a Rainha Branca. E a saga que vou falar, trata de mal entendido, arrogância, e principalmente falta de pensamento ao próximo. Tô falando de Morte do X (Death of X, Marvel, 2016)

Contra capas assustadoras

Morte do X começa como uma missão normal dos X-Men, por um lado. De outro, uma comemoração de uma raça alien, que está ansiosa com o advento de uma nuvem com poderes de transformação, que irá ativar pessoas latentes que possuam o dna alienígena: os Inumanos. Até aí nada demais. Só que virando a história para o outro lado, os X-Men comandados por Ciclope chegam à Ilha Muir, base de pesquisa mutante, e encontram um cenário de terror (eu classificaria essa saga como 18, nos EUA ganhou Rated que seria 18 anos). Scott que é incansável e ótimo detetive, logo desconfia do pior e passa a procurar por Jamie Madrox, o Homem Múltiplo e suas cópias.

Enquanto isso as pessoas com o gene latente Inumano ao serem atingidos pela tal névoa, são postas em casúlos (é, isso que vc leu) e sofrem metamorfose. Mas eles não eram os únicos, soldados da Hydra resolvem aparecer para capturar os novos Inumanos, de alguma forma as pessoas aceitam o fato de serem transformadas em aliens (totalmente natural). Enquanto isso Ciclope descobre a terrível verdade, a tal névoa mata mutantes. Ao descobrir o corpo carcomido e podre de Madrox, que foi consumido por uma forma agressiva de varíola, ele entra na instalação e avisa Hank Mc Coy, o Fera, que a névoa dos Inumanos está matando mutantes. Após enviar uma amostra, ele cai, aparentemente por intoxicação pelos vapores nocivos, nos braços de Emma.

Apesar da guerra em si…

Charles Soule e Jeff Lemire deixam bem claro o tom de tragédia da saga. Capas promocionais mostram os X-Men em ampla desvantagem, e os Inumanos prosperando. Crias da DC, ex-roteiristas de Liga da Justiça Sombria, constroem uma saga que mostra de forma clara que ignorância pode sim significar a morte de pessoas, e que as vezes a alegria de alguns pode ser a ruína de outros, numa alusão pra mim bem clara as armas químicas e as drogas (aliás muito mais nesse segundo).

Qualquer semelhança com a liberação da maconha e o estado dos Inumanos (uma crítica clara à fuga da realidade) não é mera coincidência. O estado de letargia das pessoas relacionado aos poderes dos aliens, não passa despercebido. Lemire e Soule são sutis e cruéis ao mostrar o inferno mutante, que além dos humanos, lutam contra um inimigo invisível, que está no ar.

Aos Inumanos resta se surpreender com o resultado de suas ações, o desenrolar e consequências dos atos dos X-Men, que conseguem eliminar as ameaças à custa de sangue e lágrimas. O tom fúnebre continua até o desfecho, que acaba por ser o prenúncio de um conflito que infelizmente não teve o tom sarcástico de Morte do X (Inumanos vs X-Men, final de 2016).

Com esse tom A Sete Palmos, a saga termina com uma mensagem quase débil de esperança, que apesar de parecer exagerada, se torna o mantra deixado, não somente para a saga mas para todos os mutantes, nesses tempos de lutas por direitos de imagem, “Idéias nunca morrem”.

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MARVEL | Manopla do Infinito tem novo dono

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Aproveitando e surfando a onda de Thor: Ragnarok, que chega aos cinemas no fim do mês, a Marvel resolveu chamar a atenção com um dos seus principais personagens que fará parte do filme lhe entregando a Manopla do Infinto. Estamos falando de “Loki“.

O vice presidente e editor executivo de midia digital da Marvel, Ryan Penagos, revelou um teaser da HQ de Thor #700. Nele, o deus da trapaça é visto erguendo a Manopla do Infinito, e ela preenchida com todas as Jóias. Interessante observar a semelhança com o  ator Tom Hiddleston, intérprete do personagem no cinema.

Mas teremos de aguardar um pouquinho para termos mais informações já que Thor #700 será lançado nas Comic Shops americanas agora em 18 de outubro.

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