Connect with us

Quadrinhos

DIA DA MULHER | As mulheres mais icônicas das HQs

Published

on

No dia 08 de Março celebra-se o Dia Internacional da Mulher, uma data que deve inspirar a reflexão (e não apenas flores ou parabéns, viu gente?), especialmente em tempos onde (felizmente!) tanto se fala sobre o empoderamento feminino e o combate ao machismo que é enraizado em nossa cultura.

E, assim como em todas as áreas da nossa sociedade, o mundo dos quadrinhos também possui milhares de personagens femininas inspiradoras. Portanto, nada mais justo do que aproveitar esta importante data para lembrar de algumas das mulheres mais icônicas e inspiradoras na história do universo das HQs:

Hit Girl

Nos quadrinhos a jovem adolescente Hit-Girl surpreende seus inimigos com suas acrobacias e ótimos reflexos, além de sua incrível habilidade com armas.

Criada por Mark Millar e John Romita Jr. para as HQ de “Kick-Ass”, Hit-Girl surgiu como uma espécie de auxiliar do herói, mas após a adaptação cinematográfica da história, onde foi interpretada pela talentosa Chloe Moretz, ela se tornou incrivelmente popular. A crítica positiva sobre a personagem nos filmes também lhe rendeu uma série de HQs solo, lançadas entre 2012 e 2013.

Elektra

A ninja assassina Elektra Natchios, ou simplesmente Elektra, é uma importante personagem do universo Marvel, criada por Frank Miller para o arco de histórias do herói Demolidor. Sua primeira aparição foi em 1981, na edição 168 da revista Daredevil.

Um dos momentos mais marcantes da personagem (e do universo Marvel) foi sua morte, após um confronto com o vilão Mercenário. Também são memoráveis os momentos de sua conturbada (e por vezes perigosa) relação com Matt Murdock, o Demolidor.

Apesar dela não ser exatamente uma heroína, é uma personagem extremamente complexa e com uma personalidade cheia de nuances. Nos cinemas ela foi interpretada por Jeniffer Garner, nos controversos e pouco aclamados filmes ‘Demolidor – O Homem sem Medo’ (2003) e ‘Elektra’ e foi interpretada pela atriz Élodie Yung na segunda temporada da série do herói sem medo, da Netflix.

Feiticeira Escarlate

Esta é provavelmente a personagem mais poderosa desta lista, visto que suas habilidades conseguem até mesmo distorcer o tempo espaço. Criada por Stan Lee e Jack Kirby, em 1964, na revista Uncanny X-Men #4, a heroína mutante Wanda Maximoff é membro dos Vingadores e filha do também mutante Magneto.

Entre tantos momentos icônicos da personagem nos quadrinhos o mais importante deles foi a “extinção” de mutantes causada por ela, durante a saga Dinastia M, de 2005.

Nos cinemas a personagem é interpretada pela atriz Elizabeth Olsen e apareceu no segundo filme dos Vingadores e também no sucesso ‘Capitão América: Guerra Civil’.

Mulher-Hulk

Criada por Stan Lee e Sal Buscema em 1980, a personagem é alter-ego da advogada Jennifer Walters e prima de Bruce Banner, o incrível Hulk.  Seus poderes são uma versão levemente menos poderosa de seu primo, mas não por isso menos perigosa.

A Mulher -Hulk já foi membro do Quarteto Fantástico e dos Vingadores, além de ter protagonizado diversos embates memoráveis contra vilões e até mesmo heróis do universo Marvel, como o Coisa e o próprio Hulk.

Canário Negro

Criada por Robert Kanigher e Carmine Infantino em 1947, a personagem estreou na revista Flash Comics #86. A combinação de sua personalidade forte, um grande sex appeal, sua coragem e sua ótima técnica de luta a tornaram uma das personagens femininas mais conhecidas da editora.

Canário Negro foi adaptada em diversas histórias em quadrinhos, assim como em séries de televisão, e recebeu notoriedade por seus papéis no desenho Justice League Unlimited, Smallville, e mais recentemente na série Arrow, do canal estadunidense CW.

Vespa

Uma das fundadoras originais dos Vingadores, a Vespa foi criada em 1963, novamente pela dupla Stan Lee e Jack Kirby. Além de ser uma grande heroína, Janet também é uma famosa estilista nos quadrinhos e seu trabalho no mundo da moda é reconhecido por personalidades como Mary Jane Watson e a rainha Ororo Monroe (Tempestade), de Wakanda.

Uma das cenas mais famosas e controversas da história da heroína é a agressão que ela sofreu por seu marido, Hank Pym, abrindo discussão para um importante tema que é a violência doméstica e como nem mesmo super-heroínas estão livres de sofrer deste tipo de crime.

Nos cinemas, no entanto, o alter-ego da personagem é Hope Van Dyne, filha de Janet e Hank, que vai assumir o manto da heroína na vindoura sequência do filme ‘Homem-Formiga’, chamado de ‘Homem-Formiga e a Vespa’ .

Barbara Gordon

Outra personagem icônica da DC, Barbara Gordon outrora assumiu o traje da heroína Batgirl, criada em 1961 por Bob Segel e Sheldon Moldoff, para integrar o arco de histórias do homem-morcego. No entanto, o momento mais marcante e triste da história da heroína foi durante a história ‘A Piada Mortal’, onde a mesma foi baleada pelo vilão Coringa e acabou perdendo os movimentos das pernas.

Após isso ela assumiu o codinome de Oráculo e passou a auxiliar o Batman com suas habilidades hackers e conhecimentos tecnológicos. A personagem além de ser uma baita representante da força feminina, também se tornou uma representante das pessoas deficientes no mundo dos quadrinhos.

Viúva Negra

Criada em 1964, durante o auge da Guerra Fria, que polarizou o mundo entre EUA e URSS, a espiã soviética Natasha Romanoff foi treinada para ser uma ameaça aos seus inimigos, mas acabou traindo sua pátria e aliando-se aos inimigos.

Nos cinemas a personagem foi interpretada pela atriz Scarlett Johansson e é importante peça para a continuidade do arco de histórias do Capitão América e os Vingadores.

Tempestade

Provavelmente uma das personagens mais representativas (e fodonas!) do universo Marvel, por ser mulher e negra, além de africana, a mutante Tempestade, alter-ego de Ororo Munroe, é dotada de habilidades sobrenaturais de controle climático.

Após uma infância pobre no Egito, a mutante foi considerada uma deusa por nativos da região e posteriormente encontrada por Charles Xavier, líder dos X-Men, equipe a qual ela acabou liderando por diversos anos, até casar com T’Challa, o herói conhecido como Pantera Negra e rei do fictício país de Wakanda.

Nos cinemas a heroína já foi interpretada por Halle Berry, na trilogia original (e no mais recente) dos filmes dos X-Men. Alexandra Shipp interpretou a personagem mutante no  recente filme da franquia, ‘X-Men: Apocalipse’.

Mulher Maravilha

Esta é certamente a mulher mais famosa do universo dos quadrinhos e uma das principais da cultura pop, sendo mundialmente conhecida inclusive por pessoas que não estão familiarizadas a ler HQs.

Criada originalmente em 1941, ela é Princesa e Embaixadora das Amazonas da Ilha Themyscira e filha da rainha das amazonas, Hipólita.

Ela foi mandada ao “mundo dos homens” para propagar a paz, sendo a defensora da verdade e da vida na luta entre os homens e o firmamento, entre os mortais e os deuses. Possuindo habilidades super-humanas e seu laço da verdade, ela faz parte da Trindade da DC Comics (Superman, Batman e Mulher Maravilha) e muitas vezes funciona como o equilíbrio entre os extremos dos outros dois personagens. Também é uma das principais integrantes da Liga da Justiça.

A Mulher Maravilha já foi representada diversas vezes em outras mídias fora dos quadrinhos, ela apareceu no conturbado ‘Batman vs. Superman: A Origem da Justiça’, interpretada pela atriz Gal Gadot. Neste ano, a personagem vai estrear seu filme solo, além de marcar presença no filme da Liga da Justiça.

E aí, o que acharam da lista? Certamente temos muitas outras mulheres nos quadrinhos marcantes no universo dos quadrinhos e que podem ser consideradas igualmente icônicas ou fodonas, mas se vocês sentiram falta de algum nome na lista, digam nos comentários.

E não esqueçam: lugar de mulher é onde ela quiser, INCLUSIVE nos quadrinhos! Ah, e respeitem as minas!

 

Editor-Chefe do Nerdtrip e Professor de Biologia e Educação Física Escolar.
Amante de Animações, Seriados, Games, Ficção, Mundo Mágico, HQs e lunático pela 7º Arte.
Entendedor de Oscar e outras premiações frescurites que ninguém liga e repara nos filmes (aqueles detalhes bobos).
Ama a ‘Trindade’ que é conhecida nos 7 cantos do mundo e nas horas vagas escuta aquela música eletrônica para ficar na vibe ou curte também aquele bom e velho rock’n’roll.

Advertisement
Click to comment

Deixe uma resposta ...

DC Comics

LIGA DA JUSTIÇA SOMBRIA | O lado dark dos quadrinhos DC

Published

on

Olá Kellowgs. Hoje é dia de análise, e mais uma vez vou puxar da memória uma saga que passou batido. Engraçado que a DC quando criou a saga Novos 52 ela praticamente deu histórias para todas as suas equipes, e com o encerramento de muitos de seus selos (o selo Vertigo por exemplo), seus personagens “sombrios” e paranormais vieram para as revistas principais (claro quem ganhou com isso foram os leitores, que tiveram por exemplo a chance de ver Batman, Superman e Mulher Maravilha agindo com feras como o Questão, Espectro ou Vingador Fantasma, todos do lado dark da editora) e o resultado disso? Sagas e mais sagas de altíssimo respeito, mostrando o nível de quadrinhos jovem/adulto que a DC conseguiu.

A primeira tentativa

A grande verdade é que o calcanhar de Aquiles da Liga da Justiça, sempre foi o oculto. Bats treme diante da Hera Venenosa, veja lá lidar com a Morgana, ou vampiros, o Superman cai fácil com inimigos paranormais…o jeito era combater fogo contra fogo, utilizando os “heróis” que haviam a disposição. Com a bênção do morcego e da única maga da liga, foi dado um empurrão para a criação de um grupo que combatesse ameaças paranormais. Em qualquer lugar e com todo o poder necessário.

Shade justificando o “Sombria” da equipe

Roteirizada por Peter Milligan (Shade e X-Force) em 2011, o escritor teve a idéia genial de juntar alguns dos maiores paranormais da editora. Segue a escalação (um dream team realmente), a maga Zatanna Zatara (mestra da magia e feitiços invertidos), a vidente e feiticeira Madame Xanadu (além de exímia cartomante), o incrível Boston Brand, codinome Desafiador (quase um Dick Grayson do mundo dos mortos, com poderes de possessão), Shade, o Homem Mutável (detentor do colete Meta e dono de habilidades místicas, embora com uma mente muito zoada) e é claro….John fuckin Constantine, o maior trapaceiro e mago de todos os tempos.

Nunca duvide de John

Liga da Justiça Sombria foi dividida em 3 fases (todas de acordo com as fases dos Novos 52), a primeira com a baqueta de Peter, que com sua experiência nas publicações de Hellblazer (não confundam Constantine com Hellblazer) e conta o início da “equipe”, na sua perseguição a Magia, que havia enlouquecido, e trazido a Terra até um inferno místico com a divisão dos eus da bruxa, Xanadu mais uma vez sentindo o mal em suas previsões une a equipe que seria vital no desafio a seguir. Reunindo os membros (inclusive John que odeia o rótulo de herói e agir de maneira altruísta por necessidade), eles entram de cabeça na saga A Ascensão dos Vampiros, tendo que enfrentar nada menos que Caim, o primeiro vampiro.

Félix Fausto, um bom vilão

Com o fim do inferno criado pelos vampiros, a liga começa realmente. O relacionamento entre John e Zatanna se torna o pilar do grupo (e as encrencas e o estilo novela passa a lembrar os X-Men), a partir daí Jeff Lemire (muito melhor aqui do que nos mutantes) assumem a nova banda, que agora tem John no comando, Zatanna como segunda, Desafiador que sempre continua (e é um personagem bem querido, futuramente vou dedicar um post), e os novos Orquídea Negra (metamorfa criada por Neil Gaiman, entra a serviço da A.R.G.U.S.) e o vampiro Andrew Bennett (de Eu, Vampiro). O objetivo dessa vez é a Sala Negra, um mito criado pelo governo americano para guardar artefatos paranormais, claro que John ao ver uma foto do acervo mostrada pelo ex da Amazona ficou tentado e com isso reúne a equipe para uma missão na Floresta Amazônica para resgatar a mando da agência um mago ex-médico conhecido como Dr. Névoa das garras de Félix Fausto, bom vilão e velho conhecido de John. Só que nunca é o que parece, e depois de ter a base governamental atacada, tem que lidar com um antigo desafeto de John e Zatanna, o seu tutor e ex-parceiro Nick Necro. Que retorna do inferno pelos Livros da Magia e pela cabeça de Constantine e Zatanna.

Nick Necro, cuidado ao trair alguém

Na última fase o lendário roteirista J.M. de Matteis (Capitão América, Homem Aranha – A Última Caçada de Kraven) assume o time, dando maior importância ao lado surreal dos anti-heróis paranormais, pegando as baquetas depois de Guerra da Trindade (a disputa pela Caixa de Pandora, talvez a melhor saga de Novos 52) e começa a saga Mal Eterno, que bagunçou meio mundo de personagens DC e com a Liga Sombria não foi diferente, aqui as previsões apocalípticas de Xanadu se comprovam e Constantine ao lado de novos aliados como a Enfermeira dos Pesadelos e seu amigo/desafeto Alec Holland, o Monstro do Pântano, tentam a qualquer custo descobrir o que aconteceu com os outros membros da Liga, tendo que enfrentar o próprio Mal encarnado para isso. Isso fora seus antigos desafetos Nick Necro e Fausto que retornam para uma última batalha em Nanda Parbat, o antigo paraíso tibetano dos magos terrenos. Após os eventos de Mal Eterno, o grupo quebra no meio e Zatanna passa a liderar, tendo que lutar contra tudo e todos, em uma fase final que definirá o destino do planeta e da própria Liga.

Um herói real, que também cai de ressaca

Analisando toda a saga, tenho que reconhecer que apesar da fama, de Matteis perde um pouco da liga no fim (principalmente depois da saída de John do grupo, acompanhe as figuras para entender melhor), mas ele consegue dar um fechamento sincero ao quadrinho, e deixa aquele gosto de que a DC (que já realizou um filme em animação para o grupo) possa vir a recrutá-los no futuro, por que claramente as histórias são de muito potencial. Um pouco do estilo do selo Vertigo foi posto no arco, e mesmo Constantine tendo confirmado a condição de personagem dark mais querido da editora, fica aqui o convite para conhecer Zatanna, Brand, Andrew, Asa e Frank, além de Xanadu, que em nenhum momento apesar de haver um certo protagonismo, os outros passam batido. Uma boa oportunidade para conhecer um universo diferente dentro da DC sem dúvida.

Atuações reais fazem o arco

Apesar de ser meio novela, o enredo traz revelações

Continue Reading

DC Comics

GRAYSON | De virar a cabeça!

Published

on

Dizem que a vida é feita de extremos. O próprio medidor cardíaco vai sempre do ponto mais alto para o mais baixo, a não ser que tudo pare. Estar se equilibrando na corda faz parte das situações do cotidiano (ainda mais em um mundo muitas vezes opressivo e perigoso como o nosso) e por incrível que pareça, isso faz muito bem a alguns personagens dos quadrinhos, Dick Grayson que o diga. Por mais que tenha haters (fãs do morcego na maioria), não se pode deixar de reconhecer o crescimento de um dos antigos “sidekicks” do morcego e que hoje, juntamente com a galera de Gotham (os bat-integrantes), tem um universo quase que próprio que independe da antiga raiz principal.

O bom humor de sempre

Misturando o politicamente incorreto, espionagem, um toque de humor (chauvinista as vezes) e histrionismo posto de propósito, Grayson (DC, Tim Seeley e Tom King, 2016), talvez seja a melhor história que a DC fez em anos. Da fase final do Asa Noturna (Novos 52) também feita por Tim Seeley (de O Ocultista, breve aqui) que terminou em uma tragédia para o personagem, tendo sua identidade desmascarada pelo Sindicato do Crime (SPOILERS) de Gotham, por causa da perseguição da Corte das Corujas (espécie de matriz da Luva Negra) e com o apoio do Batman, forjou a sua morte, sendo contatado por Helena Bertinelli (A Caçadora, algoz da máfia de Gotham) a fazer parte da organização secreta conhecida como Espiral.

…seeeexooo

Logo nos primeiros números, Grayson já mostra que a vida de Dick seria virada do avesso outra vez. A Espiral junta um pouco de S.H.I.E.L.D., muito de James Bond e as lutas de Jason Bourne. No início o novo agente começa a ter, claro, dificuldades com a nova vida (afinal espiões MATAM), mas com o tempo, as dificuldades iniciais são vencidas e Dick, já totalmente adaptado e amigo da mulherada do Colégio Santo Ângelo (uma espécie de academia para moças sustentada pela Espiral) vai vencendo as novas missões uma a uma e se aproximando do enigmático Mr. Minos (um cara bem esquisito com figurino de Carlton Banks e rosto de espiral).

Chauvinista sim e de propósito

Outros personagens da DC, que fazem parte do segundo e terceiro escalões, são mostrados, como a organização secreta Xeque-Mate (quem lembra de DC 2000?), outros dignos de nota são ex-Wildcats como Drifter (me recuso a chamá-lo de Bandoleiro), a cyborg Maxine (Ladytron), Tao, Meia Noite (esse com grande influência na história) e outros. Grayson possui três fases, o início com as primeiras missões e os novos personagens, a segunda, com as complicações da mentira de Dick e seus efeitos nos amigos e a fase final, no qual os segredos da Espiral são mostrados e finalmente o grande vilão (que realmente é de respeito) e as últimas complicações no grupo, que é bem característica das melhores histórias de espionagens.

Piadas e referências

Como adendo à história (que realmente merece ser lida e com calma), Grayson traz o figurino e humor característicos do Homem Aranha da DC, mas com o adorno do Hypnos, uma ferramenta da Espiral que além de proteger sua identidade, o faz mais persuasivo aos inimigos e também o liga a estranha organização. Chama atenção também a hierarquia dos números dos agentes (Dick é o 37, o ultimo da lista rs), que seria mais uma homenagem aos personagens de Ian Fleming. Pra terminar a resenha, Tim Seeley entrega aqui seu melhor trabalho, e Tom King aqui mostra o por que ganhou a tutela do morcego (e infelizmente tem falhado miseravelmente) com um argumento conciso, lutas impressionantes, com o bom humor de Seeley (que continuou o personagem sem sustos). Se você ainda não leu, e não é hater, não perca tempo e vá ler Grayson.

Tom de zoeira até com clássicos

 

Continue Reading

DC Comics

DOOMSDAY CLOCK | Começa o grande evento da DC para esse ano!

Published

on

A DC não brinca em serviço. Desde o crossover Crise nas Infinitas Terras ficou claro o poder da editora de mexer com seus heróis a seu bel prazer, e com isso criar sagas inesquecíveis. Junte a isso a coragem de angariar grandes artistas como Neil Gaiman, que criou Sandman e…Alan Moore. O mago inglês dos quadrinhos (e temperamental de carteirinha também) criou clássicos como A Piada Mortal, que deu a real extensão do Coringa; A Liga Extraordinária, que pega os mitos ingleses e os traz com nova roupagem e com uma ironia mortífera e claro a obra máxima dos quadrinhos em todos os tempos…Watchmen.

Watchmen, para quem ainda não teve o prazer de ler essa obra prima (e sugiro que o faça), é simplesmente a maior reflexão já feita sobre quadrinhos de todos os tempos. Inaugurou o conceito de Graphic Novel e quadrinho cult e até hoje é citada (principalmente depois do filme corajoso de Zack Snyder) como a maior referência em quadrinhos na história. Volta e meia (a dissabor do criador) a DC revisita esse universo (onde os heróis DC nunca existiram) com um prequel (mas sem o mestre) contando as origens de cada personagem como Silk Spectre, Rorschach, Night Owl, Comedian e outros.

Depois de muita briga na justiça sobre se devia ou não, finalmente a DC faz uso de seus personagens do universo mais adulto, e pela primeira vez põe os seus maiores heróis e vilões para se equiparar. Trata-se de Doomsday Clock, algo como Relógio do Juízo Final, que desta vez porá frente a frente Superman e Dr. Manhattan por exemplo. Doomsday Clock é uma continuação das atuais sagas DC, desde a bagunça de Flashpoint e Novos 52, até o amálgama de Rebirth, saga que meio que pôs um ritmo nos buracos da cronologia. Doomsday vem para fechar os pontos restantes, como a aparição de Manhattan no fim de Novos 52 e o que aconteceu realmente ao Superman, que no início de Rebirth não fechou realmente as pontas soltas da incursão ao passado.

Bom se você não leu Watchmen (SPOILERS A FRENTE) tudo começa na caneta de Geoff Johns, exatamente depois do fim da série. Tudo começa com Rorschach (sim, vivo) que vai a uma prisão no dia que todos na televisão diriam como Dia do Juízo, após a bomba nuclear de Adrian Veidt matar 4 MILHÕES DE PESSOAS em Nova York, no fim de Watchmen (o plano final de “paz” de Ozymandias, o super merchandising da série). Pra variar o mascarado vigilante está mais uma vez tentando salvar pessoas. No caso, um herói conhecido como Mímico, e a senhorita Manson, uma loira com poderes telecinéticos (meio Dominó isso). Nesse caminho ela faz várias suposições sobre a originalidade de Rorschach, que são rebatidas por ele, até que chegam em um dos esconderijos do Coruja e encontram o homem mais caçado do mundo, Veidt. Com sua afetação de sempre ele explica que precisa deles (dos últimos heróis do mundo) para tentar resolver as coisas, e que Manhattan teria de ser localizado. No fim o Superman tem um pesadelo com a morte de seus pais, e uma frase do “genial” Ozymandias fecha a primeira edição.

Nas contracapas mostradas no fim de Doomsday fica clara a idéia de que cada herói da DC será confrontado com sua contraparte do mundo de Watchmen, Veidt e Lex Luthor, Roschach e Batman, Superman e Manhattan, Coringa e Comediante e ai por diante, a saga promete…

Um encontro esperado…

Fiel a obra do mestre

O “Z” diz algo?

O mestre. O mago inglês dos quadrinhos

Continue Reading

Mais lidos da semana

Copyright © 2018 Nerdtrip. Theme by GNTK Inc., powered by Gancarteek. Todas as imagens de filmes, séries, games, quadrinhos e etc são marcas registradas dos seus respectivos proprietários.

%d blogueiros gostam disto: