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DIABLO 3: A ORDEM | Resenha do Viajante

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Hoje falaremos sobre um livro que é baseado no RPG aclamado por muita gente, que é Diablo. Para quem não conhece o jogo. sua estreia foi em 1996 e seu ultimo título lançado foi em 2012. O livro que irei apresentar a vocês se chama Diablo III: A Ordem, e ele narra uma história que antecede o último jogo lançado até o presente momento, Diablo III, de 2012. E para quem ainda não o jogou, fique tranquilo que aqui não há nenhum spoiler.

Diablo III: A Ordem, é escrito por Nate Kenyon e distribuído no Brasil pela Editora Galera,  detalha a jornada de Deckard Cain desde sua infância até o momento em que ele aceita sua origem Horadrin, para defender o mundo das ameaças das trevas.

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Baseado no game Diablo III — lançado em março de 2012 nos Estados Unidos (e no início de junho no Brasil) após uma década de espera pelos fãs, com mais de 3,5 milhões de cópias vendidas em um dia e mais de 7 milhões em uma semana, quebrando diversos recordes de venda —, o romance narra a jornada épica de Deckard Cain, último sobrevivente de uma misteriosa e lendária ordem, Horadrim, na busca pelos outros integrantes perdidos, para salvar o mundo de Santuário das forças demoníacas do Inferno Ardente, anos antes dos acontecimentos do jogo.

O livro tem como principal personagem, o descendente dos Horadrin, Deckard Cain, que também aparece no jogo Diablo III. No livro, o autor faz algo que o game não fez, que é explicar a origem de Deckard, mostrando como ele cresceu e se desenvolveu como último membro dos Horadrin.

Os Horadrin são uma classe de guerreiros que matam demônios, mas que após a queda de Diablo, não foram mais vistos.

Desde jovem Deckard nunca aceitou as histórias que sua mãe lhe contava sobre sua origem Horádrica e seu legado e obrigações, a considerando louca e sentindo vergonha dela. A única preocupação de Deckard erá estudar seus pergaminhos, uma vez que não aceitava a sua origem. Assim, ele se tornou um estudioso, até que o mundo é invadido por demônios e ele se vê obrigado a aceitar o legado de sua família.

A trama ocorre quando Deckard já está mais velho, e através de flashbacks, podemos notar toda a angustia e tristeza que ele possui em sua alma, devido aos horrores ocorridos no passado.

Ao lado de Deckard, estão a jovem Leah e o monge Mikulov, que o ajudam em sua jornada para deter o Sombrio, um necromante que junto a Belial, demônio da mentira, está tentando entrar em nosso mundo para dominá-lo.

Leah é uma menina de apenas oito anos que é atormentada por seus poderes ocultos, que ela desconhece e sendo assim não pode controlar. Algumas vezes durante o livro, quando ela perde a consciência, consegue acessar esses poderes para ajudar Deckard e Mikulov.

Já Mikulov é um monge que busca sua missão, que é ajudar os Horadrin na batalha contra as trevas.

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Arte Conceitual de Leah

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Arte Conceitual de Deckard Cain

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Arte Conceitual de Mikulov

Belial e o Sombrio estão a procura de Leah, pois ela possui grandes poderes e é fundamental para seus planos, enquanto Deckard e Mikulov fazem o que podem para protegê-la enquanto procuram por sinais de outros membros da Ordem dos Horadrin, a fim de fortalecer a resistência contra a invasão eminente de Belial.

A trama do livro é envolvente e prende a atenção do leitor a cada página. Para quem já conhece a série de games, esse livro é obrigatório, pois aprofunda os personagens e seu universo. Já para aqueles que não conhecem, esse é uma boa iniciação. Apesar do livro fazer referencias aos games anteriores, não é nada que irá atrapalhar o entendimento até mesmo de um leitor leigo.

Eu recomendo a leitura do livro antes de começar a jogar Diablo III, pois assim você já conhecerá melhor alguns dos personagens que estão presentes no game.

Autor: Nate Kenyon
Título: Diablo III: A Ordem
Título Original: Diablo III: The Order
Editora: Galera
Páginas: 350
Ano: 2012

Nota: 4-estrelas

Sou redator, gamer, leitor convicto, em minha biblioteca possuo inúmeros livros. Gosto de games clássicos e novos, sejam eletrônicos ou até mesmo de tabuleiro. Assisto filmes e séries repetidamente e sempre me divirto como se estivesse vendo pela primeira vez. Grande fã de Harry Potter e também da Marvel e DC, sem esquecer é claro de Dragon Ball e Cavaleiros do Zodíaco.

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A NOIVA FANTASMA | Resenha da Viajante!

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Li Lan acabou de se tornar uma “Noiva Fantasma”. Após o falecimento de sua mãe, o pai de Li Lan entrou em depressão profunda e isso fez ele acabar abrindo falência.

Uma família falida passa por grandes dificuldades e por conta disso Li Lan acaba recebendo a proposta de casar-se com um homem morto, pois assim a alma dele pode ter o tão sonhado descanso.

Porém, ela não aceita tudo assim calada e aí que começa a história, pois ela começa a fazer viagens para o inferno, desvenda mistérios e conhece personagens simplesmente incríveis! Ela também conhece demônios e percebe que a vida no inferno pode se parecer muito com a vida na terra.

O livro fala um pouco sobre a crença da cultura oriental, mas lembrando que ele relata uma crença muito antiga! Ou seja, ela ainda existe em alguns casos, mas é muito raro alguém ainda acreditar nisso.

O mistério do livro é maravilhoso, os personagens são trabalhados duma ótima forma e o final é surpreendente. Portanto, esse livro é ótimo em todos os sentidos!

Nota para o livro: 5 / 5

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COMO (QUASE) NAMOREI ROBERT PATTINSON | Resenha da Viajante

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Duda é uma jovem de 19 anos que cursa jornalismo e é totalmente apaixonada pela Saga Crepúsculo. Mas ela é aquelas fãs que leva o livro para tudo que é lugar, sabe cada detalhe da vida dos personagens e sonha em casar com Robert Pattinson.

Mas o que ela nem imagina é que algo muito fora da realidade irá acontecer, ou seja, em uma viagem para Nova York, ela acaba conhecendo Miguel Defillippo.

Miguel é a cara de Robert Pattinson!! Ou seja, tudo em Miguel lembra o vampiro Robert. Miguel é um cara legal, bonito, sincero e possui uma vida complicada, alguns segredos e acaba se interessando por Duda, mas tudo indica que eles vão enfrentar alguns problemas.

O livro é extremamente divertido! Contém cenas leves, personagens engraçados e ao mesmo tempo extremamente inteligentes! É um livro para o público adolescente, mas qualquer fã da saga pode ler tranquilamente. Ou seja, é uma leitura leve e que fará o leitor fugir da realidade e dar boas risadas!

 

 

Nota para o livro:

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THE WITCHER | Melhor que o Senhor dos Anéis? (PARTE 1)

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Ok galera, sério, vocês estão sendo fera, ontem minha matéria sobre The Gifted ganhou alcance nacional (é muita gente pra agradecer e temos os problemas de propaganda, mas eu agradeço imensamente aos veículos e em especial a galera da Universo X-Men pela força). Mas hoje é sexta, vamo que vamo, e tem matéria pra passar.

A Europa hoje é um berço de criação, muitos dos melhores jogos, alguns dos melhores filmes e, principalmente, livros vêm de lá, com atenção as atuais ex-repúblicas soviéticas. Livre do controle pesado do Kremilin, essas nações estão agora exportando para o mundo o que de melhor eles têm, a sua cultura.

Em especial, Polska. É, a Polônia. Terra de Robert Lewandowski, craque do Bayern e ex Borussia Dortmund, hoje tem a oferecer muito mais ao mundo além do futebol (que é ótimo), através da companhia debutante CD Projeckt RED em 2007 trouxe a partir das histórias de Andrezj Sapkowski (considerado o Tolkien polonês) o jogo multipremiado The Witcher, um sucesso retumbante que fez no seu primeiro jogo 10 milhões de cópias vendidas, mesmo sendo um jogo considerado difícil por muitos gamers.

Mas não é pra isso que estamos aqui, o real assunto seria na verdade a mitologia criada por Andrezj. Superaria atualmente a Senhor dos Anéis e A Guerra dos Tronos de G.R.R. Martin? Para muitos fãs, sim, o universo de The Witcher realmente mostra que a criatura pode sim ter superado seus criadores (é sério). Juntando o importante acervo que tem de livros (todos excelentes), jogos (todos campeões de venda e crítica, um mito moderno), um card game (o famigerado Gwent) e até quadrinhos, o mundo do bruxeiro invadiu o Brasil. Hoje, no Facebook, juntando todas as comunidades estima em quase 2 milhões de fãs. É muita gente só aqui.

Eu não vou me ater a história (afinal teria que ser um post maior pra isso), mas vou falar dos livros e vamos (tentar) comparar, como em As Crônicas de Gelo e Fogo muita coisa fica nas entrelinhas, que fique claro que o bruxeiro Geralt de Rivia é um resolvedor de problemas e pouco liga de onde eles saem. É um Boba Fett, trabalha a preço fixo e se envolve nas tretas dos reinos mais por puro altruísmo mesmo.

Tudo começa em O Ultimo Desejo. Nele, Geralt tem os seus primeiros trabalhos como bruxeiro, e ao mesmo tempo discursa sobre o preço que pagou para se tornar um, o que remete as melhores histórias do Aranha, onde o poder se mistura com a responsabilidade, questões sobre o dinheiro e o altruísmo sempre presente do bruxão.

Qualquer semelhança do bruxeiro Geralt com samurais ou guerreiros chineses não é mera coincidência

O Último Desejo traz um sopro novo para o estilo, sem o didatismo de Silmarillon e o pragmatismo de Ned Stark em A Guerra dos Tronos, com um andamento que lembra O Hobbit em alguns momentos, os melhores momentos da fantasia estilo Grimm eslava estão brilhantemente presentes. O livro passa rapidinho, a leitura é leve, e quando você se dá conta, tá chegando no final. Aqui também já são colocadas as raízes do relacionamento conturbado entre Geralt e a feiticeira de Vergen, Yennefer, seu affair (e seu nêmesis também) no resto dos livros.

O segundo livro A Espada do Destino já deixa clara essa diferença, além de trazer mais sobre essa misteriosa personagem, há todo um clima de trevas no ar, semelhante a A Sociedade do Anel. Geralt parece impotente diante dos desafios, como Frodo no livro de Tolkien (aliás é muito prudente comparar o Bruxo ao tutorado de Gandalf), aliás são esses tropeços causados pela humanidade de Geralt que o torna um personagem tão singular.

O que nos leva a guerra total entre os metahumanos em O Sangue de Elfos. Retratada no jogo The Witcher, com cores bastante violentas, é pior ainda no livro, aqui como no fim de A Espada, entra em ação uma das personagens mais queridas da história do bruxeiro, Cirilla de Cintra, sua aprendiz e que conta como sua filha. Aqui a comparação cai com o Cão de Caça e Arya Stark, pois Ciri é de natureza guerreira como Arya tendo o “pai” Geralt como seu grande professor, a diferença para a jornada de Frodo contra as Duas Torres é que apesar do terror estar a espreita (o terror do preconceito), somente o treinamento árduo em um mundo que não admite perdedores pode preparar Ciri para os perigos inúmeros que cercarão a garota.

Outra comparação legal aqui seriam as histórias orientais de samurais, de mestre e discípulo filmadas pelo mestre Akira Kurosawa. A magia no mundo de The Witcher é traiçoeira e muitas vezes usada para fins obscuros o que mais uma vez aproxima o estilo de Sapkowski de G.R.R. Martin.

Bom como essa matéria ficou esticada além da conta, vou encerrar a primeira parte por aqui. Mas pretendo o mais rápido que eu puder terminar essa análise com as devidas comparações, abro aqui os comentários para que se você tem uma idéia que complemente ou melhore, ou discorde, nos interpele. Vou deixar um vídeo plus como sempre, e fique ligado na próxima análise.

 

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