Connect with us

Análise

DiRT 4 | Acessível, divertido e desafiador! Análise da Viajante!

Published

on

Todo mundo sabe o quanto a categoria rali (conhecido por muitos como rally ou rallye também) é a mais extrema do automobilismo. Acelerar o máximo possível por estradas de diferentes texturas, fazer curvas insanas em alta velocidade, e estar no controle dos melhores carros, exige bastante habilidade.

A maioria do público Gamer não curte a ideia dos jogos de corrida, por ser de um gênero voltado para os amantes de automobilismo que sonham em poder pilotar uma daquelas máquinas. No entanto, esses tipo de jogos são frequentemente taxados de ”chatos”, e ”DiRT 4” é justamente o contrário desse estereótipo, pois promove uma experiência única e muito divertida, até para os que não são chegados ao gênero.

O game colocará o jogador em situações desafiadoras, e exige um equilíbrio entre velocidade e cautela. “DiRT 4” oferece algumas opções interessantes de Gameplay:  Modo carreira, “Rally”, “Rallycross”, “Land Rush” e “Historical Rally” existindo dentro de cada uma dessas categorias, tipos específicos de veículos. “DiRT 4” mantém o nível das produções da Codemasters, tanto no PlayStation 4 e no Xbox One quanto (e principalmente) no PC, o game exibe um resultado belíssimo na parte visual.

Com um ótimo conteúdo, pistas desafiadoras, e uma comunidade bastante ativa, podemos dizer que “DiRT 4” é um candidato à altura de “DiRT Rally” e tem seu posto garantido entre os melhores do gênero.

NOTA PARA O GAME: 4,5 / 5

E vocês? Jogam DiRT?  O que acham do game? Opinem!

1 Comment

1 Comment

  1. Neto Marshmallow

    7 de agosto de 2017 at 22:34

    Legal. Bem informativo!! 😀

Deixe uma resposta ...

Análise

RESIDENT EVIL 4 | Análise do Viajante!

Published

on

As aparências enganam e a opinião popular também. Isso poderia ser aplicado a Resident Evil 4 (Biohazard 4, Capcom, Survival Horror, 2007-2008), afinal o game apela para ser um jogo de sobrevivência, mas com quase nada de horror.

Pra ir mais fundo no barraco, Resident Evil representa tudo o que as outras franquias no gênero de survival querem ser (com exceção de Silent Hill e agora The Evil Within), conseguir fãs em todo o mundo e atingir (apesar de tudo, graças a esse game) um público mais do que considerável. Porém, apesar de todo o hype e de ser querido dos fãs, RE4 é o mais fraco da franquia inteira. O porquê eu vou dizer a partir de agora.

Graficamente…é bonito

Tudo começou com o criador da franquia, o genial Shinji Mikami. Shinji tinha terminado os três primeiros jogos com a sua equipe (todos originalmente no PlayStation) e a partir do terceiro game (Nêmesis, apesar de muito aclamado, só fecha a “fase Racoon” a toque de caixa) ele precisava dar um up na série, por que afinal iria passar para uma outra plataforma (o PS2), para isso precisava modernizar a franquia. O primeiro escopo, mostrava um Leon (de ResidentEvil 2) em uma casa mal-assombrada, enfrentando um desafio parecido com Nêmesis (usando um gancho), parecia promissor, mas por algum motivo ou cargas d’água, mudaram tudo. E isso tem a ver com a saída de Shinji da Capcom, que aconteceu exatamente no término da produção do jogo.

O resultado disso, todos sabemos, Leon S. Kennedy se tornou um agente federal norte-americano e é mandado a um vilarejo na Espanha para investigar o sumiço da filha do presidente dos EUA (já começa aí, COMO isso aconteceu? Em momento NENHUM É MOSTRADO) por um grupo de cultistas fanáticos que se intitulam os Iluminados (qualquer menção aos Illuminati não é mera coincidência), ao chegar a tal vila, ai sim o lado Survivor se revela (a melhor parte do jogo) com uma comunidade que parece ter sido tomada pelo demônio, policiais são enforcados e estripados pelos próprios colonos e Leon tem seu primeiro momento de horror (destaca-se aqui o bom faro de Shinji e sua equipe). Até que um sino estranhíssimo toca e todos os moradores da vila são chamados para a hora do chá, eles simplesmente se reúnem em uma espécie de capela (há algumas críticas ao cristianismo escondidas no rodapé da produção).

Muitas criticas religiosas

A partir daí o jogo se foca em exploração e leva e traz de itens, como em qualquer RE. Aqui ainda estão presentes o sistema SnoopyDog de cura de personagens (as populares “ervas”, que são realmente marca registrada da franquia), com o adendo de caixas que podem ser quebradas para conseguir dinheiro e barras de ouro (e também ovos de cobra, ovos normais e por ai vai para recuperação de energia), o dinheiro leva uma das coisas mais nonsense mas mais amadas do jogo (mesmo que você não concorde, acaba se acostumando, já digo lá na frente). Quanto a história, pouco a se acrescentar. Leon irá enfrentar uma saraivada de gañados (os inimigos do jogo, pessoas infectadas com a bactéria chamada “Las Plagas”, uma espécie de simbionte não explicado que passa a controlar a vítima, isso que também a consome por dentro como um Alien), nesse meio tempo revelações aparecerão, como alguns aliados e inimigos (o cigano LuisSera e pessoas do passado de Leon, como o “Big Boss” que atende pelo nome de Krauser por exemplo, que chega a impressionar pela cópia descarada de Metal Gear Solid).

Mas eu não cheguei na parte pior. Pois o pior é o vilão Lord Saddler, (um cara que saiu do nada para o lugar nenhum!) e seu grupo de simbiotizados (incluindo o cara da serra elétrica que lembra o do Massacre e um gigante russo careca que usa um machado que realmente merece o posto de pior inimigo do jogo), que aparentemente fazem parte de um culto secreto que teria raízes no mundo todo…Mas onde foram parar as tais raízes? Sério, nem uma explicação decente para a tal bactéria (que acredito ser uma evolução do G-Virus ou T-Virus) existir, e detalhe EM LUGAR NENHUM…E acredite, fãs do jogo já tentaram me explicar os furos do roteiro…sem sucesso. Mas vamos falar do vilão certo? Saddler segundo conta é um hater dos EUA que tendo contato com a cultura americana resolveu retornar a sua comunidade e criou um culto, uma igreja, e de alguma forma conseguiu ter contato com a bactéria alien, se fundindo a ela (ao melhor estilo Albert Wesker nos jogos anteriores) e de alguma forma manteve suas memórias e idéias anti-ianques, o que levou a infectar toda a comunidade de seu culto E DE ALGUM MODO…não me pergunte como…sequestrar a filha do presidente dos EUA.

O sistema de jogo foi usado por muitos anos

O foda é que realmente parece que deu tudo errado. O tom é muito zoeira para um RE (sem sacar, as vezes parece um filme da Marvel), o vendedor de armas (seria da Al Quaeda?) é um show à parte, completamente nonsense, aparece nos lugares mais improváveis e tem um jargão tão característico que tira de vez qualquer seriedade do game, você fica o jogo inteiro tentando saber quem é, mas sem sucesso. Pior ainda é Sheryl, a filha do presidente e sua companheira na segunda parte pra frente, frágil, inútil (só serve para fazer você perder tempo e vidas salvando-a), acredite sua paciência será testada, com os berros de “Help” dela.

Assim pra terminar a resenha, devo dizer que nem tudo é terrível em RE4, na verdade o lado técnico salva o jogo. Por que realmente é muito bem feito (com exceção da mira laser inútil), não foi à toa que foi usado em todos os jogos desse para frente (até a mudança para primeira pessoa em RE7). Resident Evil 4 funciona se for jogado como uma história única e finita, pois os erros de roteiro (claramente de um jogo incompleto e entregue às pressas) impossibilitam qualquer continuação (somente a bactéria continua no seguinte), se você entrar no clima zoeira do jogo chega sim ser divertido, pois o jogo é longo (cerca de 45 a 60 horas) mas até que os eventos não deixam a peteca cair.

O tom de zoeira tira muito da tensão do game

O resto da história vocês sabem. Shinji saiu de mala e cuia e criou sua própria empresa, a Tango Softworks enquanto a Capcom seguiu em frente levando o que de bom o jogo tinha. Shinji demorou 5 anos e criou sua segunda obra prima…mas isso é assunto para outro dia.

Nota para o jogo: 3 / 5

E tô sendo bonzinho

 

O vídeo do que poderia ter sido o game:

Continue Reading

Análise

HALO 4 | Um clássico moderno

#halo4 #cortana #masterchief
#xbox

Published

on

Se você curte games e não é de outro planeta, com certeza você o conhece. Considerado o personagem mais popular desde Sonic – The Hedgehog da SEGA, e junto com Marcus Fenix o mais querido personagem da plataforma Xbox da Microsoft, estou falando de John 117 ou para os parças, Master Chief. Considerado de longe o personagem mais querido da série Halo, junto com sua parceira virtual, a IA Cortana.

halo4concept11

Toda a destruição que uma guerra pode trazer

Alíás esse relacionamento entre um soldado modificado e uma IA deu certo, no jogo Halo 3, que trouxe além de um ótimo gameplay (sendo até hoje um dos jogos mais jogados multiplayer NO MUNDO…), uma história que faz jus ao seu nível, com relações entre as raças (os humanos representados pelos soldados modificados Spartans, considerados as grandes estrelas da série e o consulado Covenant, uma união de aliens que simplesmente resolveram que nós somos uma ameaça ao universo (e somos mesmo!) e quer nos subjugar a todo custo).

Dentro desse universo (que já comentei aqui em Halo Legends, o filme, podem procurar), é que as confusões acontecem. E é com esse clima que Halo 4 (2010, 343 Industries, primeiro jogo depois da saída da Bungie, criadora da franquia) começa. Pra variar com o personagem central, John o Master Chief. Após salvar o seu amor Cortana (acreditem o relacionamento deu certo) em Halo 3, a garota azul pôs seu amado em um sono que durou quase 5 anos. Cortana acorda John que está na espaçonave Forward Into Dawn (ou Dawn, pra abreviar, vale a pena checar a série, tem no Netflix) na órbita de um planeta desconhecido, onde são atacados por naves Covenant, e pra variar John é que vai ter que resolver a parada. Que apesar de seus esforços, acabam por cair com espaçonave e tudo no planeta desconhecido.

Halo 4 Master Chief

O herói Master Chief está pronto pra guerra mais uma vez

Pra piorar o quadro Cortana devido aos danos a sua estrutura começa a dar sinais de mal funcionamento (Rampancy), o que a inutilizaria, mas John não aceita dizendo que iria atrás da doutora que criou os spartans e a IA, Dra. Halsey (que na verdade foi presa pela UNSC, a companhia que controla os spartans), Cortana temendo o pior e de maneira inteligente solta a melhor frase dos games em anos: “Nunca faça uma promessa a uma garota, que não possa cumprir”. E essa frase é o mantra de Halo 4.

E é com esse espírito que a história (excelente para um jogo de FPS) segue. Logo Chief descobre que o nome do planeta é Forerunner e está dominado pelos Covenant (pra variar) e vai ter que abrir caminho entre as criaturas no braço. Halo traz um combate ácido, cruel, que não dá margem pra erros (mesmo no normal, eu estou jogando no heróico), vencer sem disciplina é muito difícil e sem talento, pior ainda. O jogo é punitivo (talvez não como um Dark Souls mas como um Dead Space por exemplo) e ainda te mostra sem nenhuma parcimônia as suas mortes, ao melhor estilo Fallout da Bethesda. A ação não para nunca e cada movimento tem de ser previamente calculado, Halo 4 como é tradição da Microsoft é jogo para gamers experientes, que não se acanham com desafios.

Halo 4 Concept art

Mesmo pra época atual gráficos de cair o queixo

O gráfico é fantástico, parecendo ser um jogo da atual geração mesmo sendo para Xbox 360. As reações dos inimigos são beirando a perfeição (e sim eles te matam rápido!) e realmente o jogador é continuamente testado, fazendo que o jogo nunca, mas nunca mesmo se torne enjoativo. As vezes você pode ficar preso em um determinado lugar, pela dificuldade e quantidade de inimigos, principalmente contra os Prometheans (a raça nova de alienígenas, com corpos de pura energia, aliás a verdadeira história do jogo).

Enfim Halo 4 não nega a paternidade e a 343 Industries (da própria Microsoft que comprou a franquia de seus criadores) fez um jogaço. É daqueles clássicos que merecem ser degustados com toda a sua dificuldade e jogados sem pressa. Chief demonstra com sangue e lágrimas por que é o personagem dramático mais querido da plataforma Xbox (tag nos comentários).

Nota:

 

Principais pontos: Excelente multiplayer (até hoje), história excelente, diversão 10 e uma dificuldade que mesmo nos níveis iniciais chama a atenção. Ótimo inicio da 343 Industries.

 

 

 

Continue Reading

Análise

HELLBLADE | Uma análise da jornada aterrorizante de Senua

Published

on

Hellblade foi o destaque dos lançamentos do mês de agosto, e que não passou despercebido, afinal, é quase impossível não prestar atenção no excelente trabalho gráfico feito pela desenvolvedora Ninja Theory. Tudo isso devido ao uso da Unreal Engine 4 para produzirem todo o resultado que tivemos a oportunidade de estar conferindo. Nossa jornada na pele de Senua é completamente direta, sem desvios da lore, indo ao nosso objetivo final, encontrar seu amado Dillion.

Senua é uma jovem guerreira celta que embarca em uma jornada para as terras nórdicas, totalmente determinada em salvar a alma de seu amado, brutalmente assassinado por saqueadores enquanto ela não estava presente, e que teve sua alma aprisionada por Hela (Deusa da Morte na cultura nórdica) em Helheim, terra para onde os que morreram sem glória são mandados após a morte. Diferente de Valhalla, a conhecidíssima terra da mitologia nórdica que recebe os guerreiros que tiveram uma morte honrada, Hela recebe em Hellheim apenas afogados, doentes, massacrados, e mortos por velhice. Dillion, o companheiro de Senua, tem sua alma aprisionada no domínio de Hela, e determinada a recuperar o jovem, ela embarca em uma jornada sem retorno para tê-lo de volta.

MITOLOGIA NÓRDICA

Hellblade faz muitas referências a mitologia nórdica, e um detalhe interessante é que ao longo do desenrolar da história, notamos que os nórdicos já conquistaram boa parte dos territórios. Isso pode ser visto através dos traços de guerra, e até mesmo nos contos que encontramos nas pedras rúnicas, que narram histórias de grandes mitos nórdicos, então podemos concluir que o jogo se passa exatamente quando o povo Viking conquista parte das tribos Celtas. As pedras rúnicas são carregadas de mensagens nas entrelinhas, que se encaixam perfeitamente com cada situação que aguarda a protagonista.

VISUAL AGRADÁVEL

Esse foi o tipo de lançamento que com certeza não passou despercebido, afinal, é quase impossível não prestar atenção no excelente trabalho gráfico que os desenvolvedores proporcionaram aos jogadores. Tudo isso devido ao uso da Unreal Engine 4 para produzirem todo o resultado que tivemos a oportunidade de estar conferindo. Prepare-se para ficar literalmente ”babando” no cenário de Hellblade.

COMBATE BEM DESENVOLVIDO

Algo bastante agradável na experiência, é justamente a parte do combate, onde a personagem literalmente tem uma movimentação realística, e não temos o desconforto de ver um personagem dando golpes como se a espada fosse feita de papel. Em Hellblade, todos os golpes executados pela personagem são ”pesados” e carregam um ótimo desenvolvimento. Particularmente, temos um combate belo de se ver. Isso também inclui as batalhas épicas e desafiadoras com os chefões, dignas de grandes títulos como Dark Souls, Bloodborne e God of War dos quais, Hellblade bebeu com precisão.

GUERREIRA IMPARÁVEL

A protagonista possui fragilidade e ao mesmo tempo determinação, vivendo com uma dualidade avassaladora em sua personalidade. Toda a dificuldade é por conta das vozes denominadas como “As Fúrias”, que acompanham a jornada da guerreira, servindo como observadoras e críticas de suas ações, sendo assim, expositoras de seu estado físico e emocional. Zombando, questionando, criticando, mas também elogiando, festejando e encorajando, as vozes fazem o jogador questionar como Senua está se sentindo, o que ajuda ainda mais a criar um laço de afeição com a personagem. Hellblade não possui hud ou tutorial que ajude na resolução dos Puzzles, ou até mesmo dar informações durante os combates. Tudo isso acaba tornando toda a jornada em um misto de medo, coragem, força e persistência.

PROBLEMAS REAIS

Senua é marcada pelo destino com conflitos internos fortes, capazes de colocar o jogador na pele da guerreira. A luta de Senua é bem maior do que parece ser, afinal, sua missão torna-se ainda mais complicada pelo fato de sofrer com transtornos psicológicos fortíssimos desde pequena, e sua condição piora ainda mais após a perda de Dillion, o único que viria a libertá-la da escuridão através do amor.

A Ninja Theory teve o trabalho mais delicado possível que uma equipe desenvolvedora de games já teve, pois não é uma tarefa fácil retratar a Psicose e Esquizofrenia de uma forma tão fiel. Para esse resultado esplêndido, eles contaram com a ajuda de profissionais em psiquiatria e pacientes que sofrem do mesmo problema que Senua, algo que explica o fato da personagem ser tão expressiva. No próprio jogo, está disponível um documentário, e nele podemos entender melhor como os conceitos do jogo foram desenvolvidos. Incluindo um melhor entendimento sobre como funciona a psicose de Senua – muito bem representada no game.

EXPERIÊNCIA ÚNICA

A experiência com o áudio é uma das melhores que já tive, sendo uma experiência quase real do que uma pessoa que sofre com os problemas de Senua é capaz de sentir em uma crise semelhante. É um dos trabalhos de design de áudio mais criativos e bem desenvolvidos já feitos em um videogame, portanto, prepare os fones de ouvido para uma experiência única. Hellblade tem chefões bem elaborados, trilha sonora agradável e imersiva.

O jogo é indicado para os amantes de um enredo bem elaborado, acompanhado de emoções fortes e que deixam o jogador ansioso para saber como a história termina. Sua jornada é bela, singular, triste, aterrorizante, filosófica, curiosa, e de fato, acaba mexendo com o nosso emocional também. É um misto de sensações enormes que a produtora nos proporciona através dessa história mais do que elaborada com um final surpreendente. Mas o que vale mais a pena é a forma como nos apaixonamos pela protagonista, cheia de uma força de vontade incomum, sendo o combustível para uma jornada única.

             NOTA PARA O JOGO:   5 / 5

 

Se você se interessou pelo jogo, pode adquiri-lo na página da Gog Galaxy, clicando aqui.

 

 

 

Continue Reading

Mais lidos da semana

Copyright © 2017 Nerdtrip. Theme by GNTK Inc., powered by Gancarteek.

%d blogueiros gostam disto: