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Escondido na Netflix

ESCONDIDO NA NETFLIX | Um Santo Vizinho

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Que boas lições um sujeito egoísta e amargo, ranzinza, mal educado, que fuma, bebe, xinga, aposta e não paga, e tem um caso com uma prostituta grávida, poderia transmitir à uma doce criança de 12 anos?

A resposta é: várias!

Em “Um Santo Vizinho” (de 2014), Vincent (Bill Murray), é um velho ranzinza e sozinho, que sem dinheiro, tem com a chegada da sua nova vizinha Maggie (Melissa McCarty), e de seu filho Oliver (Jaeden Lieberher), uma oportunidade de ganhar uma grana extra cuidando do menino de 12 anos.

O filme traz a velha fórmula da “influência entre gerações”, mas sem ser piegas, é uma boa e bem equilibrada “Dramédia”, com um roteiro muitíssimo simples e redondinho, sendo que o melhor do filme são as interpretações.

O diretor (Theodore Melfi), traz uma novidade ao tirar da atriz Melissa McCarthy, uma performance tocante e diferente do humor muitas vezes degradante em que a atriz é costumeiramente escalada.

Não deixando de elogiar também a interpretação de Naomi Watts. Um dos poucos pecados do filme é que faltou um pouco mais de espaço à essas duas que estão tão bem no filme.

Bill Murray está ótimo, tem horas que ele nos faz rir, em outras horas ter raiva dele, ter pena, enfim, uma interpretação inspiradora, a impressão que temos é que o roteiro deve ter sido escrito pensando nele como protagonista desde o início.

E o jovem Jaeden Lieberher é cativante, formando um dupla maravilhosa com o velho Bill.

O filme é equilibrado em todos os seus 3 atos, todos eles sendo muito bem executados e dosando perfeitamente comédia e drama. O elenco afinado e ajustado uns com os outros faz o filme fluir fácil.

Há várias cenas manjadas, mas a maneira como nos são transmitidas é o diferencial do filme. A trilha sonora é bem agradável, nos trazendo alguns clássicos do Rock.

Um Santo Vizinho está “Escondido na Netflix”, e é a nossa indicação dessa semana, mas diz aí, o que você gostaria que fosse indicado semana que vem?

Deixa aí nos comentários.

E não se esqueça de assistir logo, pois o catálogo da Netflix adiciona e remove filmes todos os dias.

Paulistano, amo música, filmes, séries, e estou ressuscitando o amor por animes. Aprecio os filmes bons e me divirto debochando dos ruins (o que gerou o injusto apelido de Mestre Hater). Tento ter como característica, textos curtos e objetivos valorizando a informação. Escritor das colunas HATEANDO! (quartas-feiras) Demorei, mas eu vi! (Sextas-feiras) Escondido na Netflix (Domingos)

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ESCONDIDO NA NETFLIX | O Impossível

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O Impossível” é um filme baseado em fatos reais, que conta a história de uma família britânica que ao passar as férias na Tailândia, acaba vivendo o pesadelo causado pelo tsunami da Indonésia que matou mais de 200 mil pessoas no final de 2004.

O filme é uma produção espanhola, que custou 30 milhões de euros, mas que encarou de frente as produções Hollywoodianas e se manteve nos primeiros lugares das bilheterias mundiais na época.

No filme, o casal, Maria (Naomi Watts) e Henry (Ewan McGregor), estão hospedados com os três filhos pequenos num resort, quando são atingidos pela primeira onda, e se perdem uns dos outros, e o longa se desenrola entre cuidar de seus ferimentos, e ser humano e cuidar do próximo, sem perder a fé que sua família ainda está viva.

Na época, durante as primeiras exibições do filme, muitas pessoas passaram mal nas salas de cinema, pois o diretor, o espanhol Juan Antonio Bayona, empenhou-se em ser o mais realista possível, e ele se mostra competente pois sentimos a aflição e o desespero que não só aquela família passou, mas que aquele país viveu.

É dramático ver a luta de pais, mães, filhos e parentes em geral buscando uns aos outros e isso claramente nos aflige mas nos conduz à reflexão de quão importante é a família, e só isso já faz o filme valer muito a pena.

Vale destacar as ótimas atuações de Naomi Watts e de Ewan McGregor que transmitem veracidade em suas atuações, e é interessante ver o promissor Tom Holland mostrando muito talento em tela.

Seu final é criticado mas é realista e não esconde a tristeza da desigualdade social, mostrando que infelizmente o “final feliz” não é para todos.

O Impossível“, um drama excelente para se assistir com toda a família e que está “Escondido na Netflix“, lembrando que a Netflix adiciona e remove filmes de seu catálogo diariamente então não perca tempo e assista logo.

Confira o trailer:

 

 

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Escondido na Netflix

HALO LEGENDS | Old but gold, e no catálogo da Netflix

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Infelizmente nós somos a pior espécie da face da Terra. Pesado, né? Mas tem tudo a ver com o assunto que vamos falar aqui. Como diria o Agente Smith em Matrix, “vocês são um câncer, e por onde passam deixam seu rastro de podridão”. Poucas vezes refutei essa afirmação dele, afinal a opinião de Smith representava toda a raiva (justificada) que as máquinas no mundo de Matrix tinham dos seres humanos.

Como sempre, correndo contra a corrente e analisando coisas legais para vocês verem, eu resolvi me inteirar da história de um jogo que sempre quis jogar, que sou fã (mesmo tendo jogado pouco) e que pra mim é o símbolo da Microsoft Games. Estou falando de Halo – Combat Evolved, jogo fodástico e sem precedentes (o único jogo de FPS [tiro] a vencer o GOTY) em seu lançamento e que até hoje é o símbolo da empresa e seu principal carro chefe, no console XBox.

Como todos os grandes jogos, Halo também possui uma história (e que história!) pra ser contada. Nos moldes do sensacional (e não menos épico) Animatrix, em 2010 (realmente tem tempo), a 343 Industries (atual detentora do jogo) recrutou um time dos melhores animes japoneses para contar do início as lendas e tudo o que cerca essas guerras relacionadas ao game (o que é muito legal por ser tratar de um jogo

Até mesmo os momentos engraçados são interessantes

de tiro, pouca atenção é dada pra história).

Tudo começa com a musa da Microsoft, a Cortana (não vou opinar sobre a Siri do Google kkk), pra variar velando o sono de seu herói (o mais estranho relacionamento dos games), Master Chief ou John 117 para os íntimos. Em um breve período de paz, provavelmente após o jogo Halo 4 grande sucesso do XBox 360, Cortana começa a falar sobre as origens de todos os conflitos e toda a merda que, literalmente, os humanos fizeram.

O porquê de tudo é bem simples, a incapacidade humana de satisfação. A vontade que queima de explorar, colonizar, controlar, escravizar da nossa raça faz com que você se sinta até mal com o relato da moça fantasma.  Assim como Animatrix, é genial e realmente dá o que pensar.

Nessa bagunça criada pelos humanos (que assim como em Mass Effect, são barrados por uma raça alienígena), aparece uma raça (sejamos sinceros, de guerreiros honrados e puros) que se denomina os Covenant.  A luta entre os humanos e os Covenant acaba por atrair uma coisa muito pior, os parasitas chamados de “Dilúvio”, uma raça que lembra muito a assimilação da raça alien Zergs de Starcraft. Pra dar cabo dessa ameaça, no passado uma raça anciã de aliens superinteligentes criou como último recurso uma arma definitiva, Halo.

Halo é uma arma circular que paira no universo e emite um facho de luz forte o suficiente para libertar qualquer ser vivo das garras dos aliens parasitas. Porém, a sua criação significou o último ato de bravura dos aliens engenheiros (qualquer semelhança com Prometheus e Alien: Covenant não é coincidência) que foram consumidos no momento em que a arma foi acionada, aparentemente selando seu destino.

A partir daí, começam a ser mostrados diversos animes de vários estúdios japoneses diferentes (Studio 4°C, I.G., Bee Train, Bones e Toei Animation).

Primeiramente conta a história de Arbiter, um covenant que pressionado por um líder tirano teve que sacrificar a sua esposa (é isso que você tá lendo) em nome da busca religiosa da raça alienígena samurai. Arbiter, como

O melhor momento do anime

Drácula, fica possuído e invade um campo de batalha matando tudo e todos em seu caminho até que fica cara a cara com o líder – coisa linda ,já digo – digna dos melhores westerns já feitos, o melhor anime pra mim apesar do estilo de desenho um tanto estranho.

Seguindo, vamos ver a história de Daisy, uma das primeiras crianças recrutadas para o projeto Spartan (os supersoldados do mundo de Halo, tão fortes que fariam tremer o Capitão e o Batman juntos). Daisy tem flashbacks do lugar de sua infância e mesmo contra as ordens da UNSC (semelhante a UAC de Doom só pra dar um tom de comparação) resolve ir atrás de seu passado, enquanto ao mesmo tempo é mostrada a Spartan em uma batalha mortal contra os Covenant. O resultado, como todo bom anime japa, é óbvio e trágico, com um dos lados interferindo no outro, e serve legal para mostrar como, às vezes, um governo pode ser cruel em nome de um “propósito maior”.

Pausa pro café (e pra algumas risadas). Odd One Out conta a história do soldado mais atrapalhado da unidade de Master Chief…o Spartan 1337. Bom misturado a um estilo Dragon Ball (esse foi produzido pela Toei) e mostrando um lado mais caricato e bem humorado da luta dos Spartans, basicamente mostra a luta de 1337 contra o sentinela descerebrado covenant gorila, mais impagável, impossível.

Segue o jogo. Prototype conta a história de Ghost, um soldado da elite Spartan que devido a ter perdido todos seus companheiros em uma batalha, nunca deixa ninguém para trás. Quando soldados são acuados por uma horda de covenants em um planeta inóspito, Ghost, que tinha a missão de destruir um protótipo para que não caísse em mãos inimigas, o usa e entra em guerra com as hordas e o seu passado, interessante porque trata com bastante leveza de um assunto sério, chega até a ser bem emotivo em alguns momentos.

No próximo anime são apresentados os Helljumpers, uma espécie de fuzileiros navais paraquedistas, que são relativamente famosos pelo que fazem. São eles: Aspirante O’Brien, Sargento Cortez, Soldado Taylor Miles (Dutch) e Soldado Checkman. São escalados em uma missão, pra variar indigesta, assassinar um Prophet (espécie de guia espiritual dos Covenant) à distância com uma arma sniper. Pra servir como apoio, é mandada a Spartan Cal-141, para facilitar a missão, e a ajuda dela acaba realmente sendo necessária.

Pra começar, a descida dos Helljumpers é terrivelmente prejudicada ao terem que se camuflar em um cinturão de asteroides. Mais tarde na reentrada ainda têm que lidar com as ameaças do planeta, onde O’Brien tem que ser salvo por Cal em uma espécie de lodo movediço. Após enfrentarem toda sorte de perigos e dependerem de Cal (daí o nome “Babysitter”, babá), acaba rolando um revés e mais uma vez a crueza da guerra é mostrada, não vou falar mas vale muito assistir.

O último episódio traz o grande herói de Halo em toda sua magnitude, sim Master Chief ou John 117 acompanhado de um grupo de supersoldados Spartans, encarregados de resgatar um “pacote” em uma fragata espacial covenant que está emperrada em um lugar no espaço. Pra variar, como todas as missões de Chief, não será nada fácil, terão que passar por uma bateria de naves dos Covenant e ainda lidar com um Elite samurai treinado (a melhor luta do anime), isso fora a surpresa do “pacote”.

Tirando em termos, Halo Legends traz toda a história do jogo condensada em uma animação sincera e de grande qualidade, e pra melhorar pode ser vista com facilidade, por que se encontra no catálogo da Netflix.

 

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ESCONDIDO NA NETFLIX | O Ditador

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E cá estamos nós para mais uma dica da nossa coluna “Escondido na Netflix“.

A dica de hoje é bem arriscada, já que se trata de um filme repleto de humor negro e críticas políticas pra lá de ácidas, estamos falando de “O Ditador“.

Nele, Sacha Baron Cohen interpreta o almirante Geral Aladeen, governante da República da Wadiya (País fictício no norte da África). E está desenvolvendo armas nucleares e se recusa a permitir o acesso e a fiscalização militar norte-americana ao seu país.

A ONU então ameaça intervenção militar, a menos que ele viaje para os EUA e discurse no Conselho na sede da ONU em Nova York. Mas ao chegar é sequestrado e sofre a tortura de ter sua voluptuosa barba raspada.

Aladeen consegue escapar, mas ninguém o reconhece sem barba e nem acredita ser ele o líder de Wadiya, enquanto isso, ele acaba sendo substituído por um sósia que é apenas um fantoche nas mãos daquele que realmente tramou sua morte.

O Ditador não é apenas um filme de comédia, mas também de crítica política, ele ri da Direita e da Esquerda, ri de ditaduras e de democracias, ri da imprensa, enfim, não poupa ninguém. É uma comédia escrachada que é desfrutada por poucos.

É o típico filme que não se tem meio termo, ou você o ama, ou o odeia. Por ter curta duração, apenas 83 minutos, não deixa a peteca cair e não fica enrolado, o roteiro é simples e direto. O humor negro está presente basicamente em todas as cenas e diálogos, não espere uma mensagem inspiradora e reflexiva, mas aproveite e ria das sátiras.

O longa é mais uma parceria do ator com o diretor e comediante Larry Charles; outro ponto interessante do filme é a sua trilha sonora que traz versões árabes de sucessos americanos. Temos também várias participações especiais como Megan Fox, Edward Norton entre outros.

Cheio de sarcasmo, escrotice e escracho, O Ditador nos faz esquecer um pouco desse humor “politicamente correto” dos dias de hoje. Mas não se esqueça, assista logo pois a Netflix adiciona e remove filmes diariamente de seu catálogo, então corre.

Confira o trailer abaixo e até a próxima dica do “Escondido na Netflix“.

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