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ESPECIAL BGS | Batman Arkham VR: Testamos a experiência de ser o Homem-Morcego!

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Os games em VR (Realidade Virtual) estão começando a ganhar um grande espaço neste ano de 2016. E com o desenvolvimento desta nova tecnologia que está vindo pra ficar, é normal termos um grande jogo sendo adaptado para esta incrível experiência. O jogo da vez é o sucesso “Batman Arkham”, o game que vendeu milhões e alegrou aos fãs do Homem- Morcego (até os que não eram fãs!) com uma boa historia e uma incrível jogabilidade que agora colocará os jogadores no mundo de imersão virtual.
 

Testamos esta experiência na Brasil Game Show, o maior evento de games da América Latina, em dois modelos que estão disponíveis para o jogo: o primeiro modo é a experiência de se vestir como Batman e entrar na Bat-caverna que é incrível e os gráficos são ótimos. Para se movimentar em realidade virtual é preciso utilizar o PS Move que inicialmente é legal de segurar os joysticks que fazem você ter uma boa interação com alguns objetos. Entretanto, algumas movimentações ficam limitadas e seria interessante usar o controle normal do playstation para fazer outras tarefas do jogo. Além disso, o óculos VR tem que estar bem ajustado e higienizado para você cair de cabeça no mundo de Batman.Servindo como um ótimo tutorial, iniciamos como um ‘Bruce Wayne’ na mansão explorando alguns detalhes como segurar o telefone, segurar uma chave e tocar piano. Ao fazer essas coisas simples, se inicia a grande parte legal que são as instruções dadas pelo famoso mordomo Alfred.

A entrada na Bat-caverna com uma ótima interação entre máquinas e botões virtuais, constitui-se de uma descida por um túnel que leva o jogador à experiência de se vestir como o Batman e que é bem divertida. Ao vestir cada peça, pode vir à memória de alguns saudosistas as cenas dos bat-mamilos que foram marca registrada dos desastrosos filmes de Joel Schumacher. Mesmo assim a experiência é incrível, mesmo quando o jogo te obriga a colocar toda a roupa, inclusive a máscara do Batman.

Testamos também o batarang e outros apetrechos famosos do Batman e eles são tão incríveis que mesmo você tendo uma pontaria ruim, acaba acertando os alvos.

Ao terminar de se vestir e testar os equipamentos do morcegão, continuamos descendo e vemos belíssimos visuais da bat-caverna como a cachoeira, morcegos voando, o bat-móvel, o bat-computador tudo muito caprichado e com um visual exuberante (pra mim que adora ótimas fotografias em filmes, o visual é algo espetacular).

Ao final da descida, saímos da caverna e já damos de cara com Gotham City. O visual clássico é  rapidamente percebido através de prédios com gárgulas no topo, o bat-sinal e um susto básico ao olhar de cima de uma torre para a rua da beirada, dando a impressão de que você pode cair do prédio. É algo inimaginável e faz refletir que o tempo que você ficou no jogo trouxe uma boa interação a este mundo virtual através dos óculos VR.

O segundo modo é uma missão de detetive envolvendo um mistério, onde exploramos pouco, mas o instrutor da Warner Games explicou que o objetivo é desvendar as circunstâncias que levaram à morte do Asa Noturna. Ao que parece, o herói teve seu pescoço quebrado e o jogador, na pele de Batman, deve usar suas habilidades detetivescas para elucidar os fatos.Ao tirar os óculos e retornar para a nossa realidade, pude perceber que o jogador tem realmente a sensação de ser o Batman. Uma única ressalva em relação à jogabilidade, é o fato de inicialmente dependermos do PS Move, o que obriga o usuário a possuir um equipamento ultrapassado.

Os modos disponíveis que pudemos testar são bons e o jogo teve uma boa avaliação da equipe ‘Nerdtrip’. Quando os envolvidos do jogo lançarem o modo completo para todos os jogadores e fãs testarem, com toda certeza teremos um novo sucesso de vendas. A Warner Games está fazendo um grande mistério aumentando as expectativas. Esperamos que o game consiga atingi-las.
NOTA:

Editor-Chefe do Nerdtrip e Professor de Biologia e Educação Física Escolar.
Amante de Animações, Seriados, Games, Ficção, Mundo Mágico, HQs e lunático pela 7º Arte.
Entendedor de Oscar e outras premiações frescurites que ninguém liga e repara nos filmes (aqueles detalhes bobos).
Ama a ‘Trindade’ que é conhecida nos 7 cantos do mundo e nas horas vagas escuta aquela música eletrônica para ficar na vibe ou curte também aquele bom e velho rock’n’roll.

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FAR CRY 5 | Confira o novo trailer incrível do próximo sucesso da Ubisoft

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Foi divulgado um novo trailer para Far Cry 5, próximo jogo da aclamada franquia da Ubisoft, onde podemos ver um pouco de seu gameplay, alguns personagens que o jogador poderá contratar, além de atiçar ainda mais a hype de muitos fãs da franquia. Confira:

Em Far Cry 5, o jogador controla um xerife que foi mandado à cidade de Hope County, no estado de Montana, para prender o líder do culto Eden’s Gate, Joseph. Além de Joseph, enfrentaremos os seus irmãos, chamados “Os Heralds, tudo para libertar a cidade sitiada.

O game poderá ter toda a sua campanha jogada em modo co-op, terá um editor de mapas, modo online e o personagem poderá ser totalmente personalizado, como suas roupas, rosto e sexo.

Você pode conferir também essa gameplay feita pelo canal da Playstation, com uma cópia do jogo cedida pela própria Ubisoft:

Far Cry 5 chega em 27 de março de 2018 para Xbox One, PlayStation 4 e PC.

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Análise

THE WOLF AMONG US | As fábulas como você nunca viu

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“Eu pensei que todos devíamos ter um novo começo aqui. Não posso mudar o passado.
Você acha que meu trabalho é fácil? Você tenta evitar que um monte de fábulas se mate. Como você acha que tudo isso funciona? Ao ser grande e ser ruim”.

Bigby Wolf, xerife de Fabletown

 

Esse início já dá a letra. Sim é uma história policial, mas contada da maneira mais criativa possível. Baseada na obra da DC (pra variar) do selo Vertigo chamado Fables (Bill Willingham, Vertigo/DC, 2002-2015), nasceu um dos jogos mais interessantes dos últimos tempos. Com críticas para tudo o quanto é canto, todas retiradas da hq de Bill, The Wolf Among Us (Telltale Games, 2013) levou um universo muito próximo do real para a tela dos videogames da geração passada.

A cidade e seus segredos

A idéia é toda baseada no preceito do que o pra sempre não existe. Como na série de Bill, as fábulas tem que ser realocadas para uma cidade (algo muito parecido com a série Grimm e Once Upon a Time, que tem realmente mais semelhanças com o game) chamada Fabletown (ou Cidade das Fábulas se tivesse tradução) e a maneira como elas foram realocadas faz o game. Alguns tiveram sorte (como o casal Bela e Fera) e conseguiram levar uma grande parte de seu estilo para o território dos mundanos (que é como eles chamam os não-fábulas), mas a grande maioria não teve tal sorte. A miséria resume algumas vidas desses personagens que acabam por ter sérios problemas para se adaptar ao mundo real.

Para piorar ainda mais a situação, as fábulas são obrigadas a esconder sua natureza real através do Glamour, uma espécie de disfarce que faz com que elas sejam invisíveis aos olhos dos humanos normais, o disfarce é caro, e muitos personagens por não terem nenhuma ocupação acabam por ter de deixar a cidade, indo parar na Fazenda (The Farm), um local onde eles tem a liberdade de viver como no passado, mas que realmente acaba servindo como prisão. O enredo lembra também o jogo de rpg da White Wolf, Changeling, que tem o mesmo tema de seres feéricos.

Decisões que decidem o rumo da história

Como toda cidade, há de haver uma lei para esses insurgentes e seres feéricos arruaceiros. Essa lei se configura no xerife, Bigby Wolf (o Lobo Mau das histórias dos porquinhos), Bigby com o auxílio da Assistente do Prefeito Snow White (Branca de Neve), são o que de mais próximo existem de lei em Fabletown. O que já salta em The Wolf logo de cara, é que não há clichês. A vida de Bigby é vista pelo que é, ele é o Grande Lobo Mau e os habitantes não confiam nele, sendo que por ser a lei, por na reta do xerife pode ser muito perigoso. Uma relação que lembra jogos como a série Batman Arkham e Max Payne, por exemplo. Uma coisa legal de comentar é que essa é a visão que os policiais de verdade possuem. Arriscam o pescoço todos os dias por nossa segurança e pouco ou nada ganham em troca. É bom ressaltar isso.

Fables, um conto de fadas retorcido…e que deu origem ao game

Como sistema, Wolf traz o popular e aprovado sistema de Storytelling da Telltale já consagrado em jogos como o seu Batman, Life is Strange (da Sony) e The Walking Dead (que por pouco não levou o Game Awards) que se adapta bem a proposta de caminho proposto por escolhas. Escolhas que no game são muito, muito importantes. Decisões que afetam vida e morte, principalmente de personagens importantes e mudanças de comportamento nos personagens, que podem alterar até mesmo o fim do game.  Os personagens são muito bem construídos, com personalidades marcantes, tanto nos heróis quanto nos vilões (Bloody Mary me lembrou muito Vaas Montenegro de Far Cry 3) e mais uma vez a crítica social que toma a parte final do game e o julgamento final são muito bem vindas (o fato de não ter um final feliz surpreende), ao lidar de maneira pesada para um jogo que usa metáforas e fábulas, do problema das drogas, prostituição e seus chefões de maneira surreal, mas realista.

Vilões plausíveis e realistas

Enfim The Wolf Among Us é um clássico. Há pouco a se ressaltar no game como defeito, que realmente expõe um universo noir e realista sem filtros. Com certeza Bill, que auxiliou a Telltale no desenvolvimento do game, deve ter gostado do resultado. Há muitas especulações sobre um episódio 2 e digo de antemão que seria sim muito bem vindo. Principalmente se mostrar a Fazenda e o Poço das Bruxas, partes que no primeiro game não foram detalhadas.

Personagens com motivações

“Eles costumavam me chamar da Pequena Sereia … era uma vez.
[para o Crooked Man] Você nos escravizou por anos, deixe-nos ouvir histórias sobre o que você faria… nos disse que perderíamos tudo se nós pisássemos apenas um lado fora da linha! E não podíamos dizer uma palavra sobre isso por causa dessas malditas fitas! Mas você sabe o que? Agora é minha vez de conversar”.

Nerissa, A Pequena Sereia

 

Nota para o game: 4,5 / 5

The Wolf Among Us chega muito próximo da perfeição, porém deixa isso para um segundo episódio. Os temas reais merecem real atenção, e a crítica social feita em nome dos diferentes, temidos e outsiders também.

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DRAGON BALL FIGHTERZ | Goku Black, Hit e Beerus são os novos personagens disponíveis no game

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Segundo informações da última edição da revista V-Jump, os personagens Goku Black, o assassino Hit e o deus da destruição Beerus serão as próximas adições ao game Dragon Ball FighterZ.

A publicação revelou quais serão os principais ataques de cada um dos personagens:

O ataque especial de Beerus é “Julgamento do deus da destruição”, que muito se parece com um ataque frontal com a cabeça do personagem. Ele também poderá usar “Esfera de Destruição”, que cria uma esfera que explode quando toca o inimigo.

O ataque especial de Hit é “Eu Continuo a Crescer”, o que pára o tempo e desencadeia vários ataques um após o outro. Ele usa ataques e movimentos instantâneos, bem como técnicas de ataque.

O ataque especial de Goku Black é “O trabalho dos deuses”, no qual ele ataca com a mão transformada em uma lâmina. Zamasu também aparece e pode atacar o oponente.

Além dos novos lutadores, a revista também possui informações sobre dois novos elementos de jogo:

“Venha, Shen Long!” – Shen Long aparece durante a batalha. Com um certo número de combos, as sete Dragon Balls se reunirão, e Sen Long aparecerá em batalha quando certas condições forem cumpridas. Você e seu oponente compartilham o valor arrecadado. O jogador que preencher as condições terá o seu desejo concedido. Você pode escolher entre quatro desejos: recuperação completa da HP, ressuscitar um companheiro, adição de um ícone de energia ou recuperação constante da HP.

“Produção dramática” – Insere produções que reproduzem cenas famosas do anime sem mudanças antes e depois da batalha quando certas condições são cumpridas.

Dragon Ball FighterZ será lançado para PlayStation 4, Xbox One e PC em 26 de janeiro nas Américas e na Europa e 1 de fevereiro no Japão.

Fonte: Ryokuta2089

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