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ESPECIAL BGS | Testamos Star Wars VR ! Assista ao vídeo!

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E na última Brasil Game Show que ocorreu no começo deste mês tive a oprtunidade de experimentar pela primeira vez os tais óculos VR e de cara jogando um game de uma de minhas franquias favoritas.Uma atendente chamada Sara, muita simpática, ajustou o equipamento em minha cabeça, e assim que me vi em um planeta desértico (provavelmente Tatooine), confesso que senti uma certa vertigem. Porém, não deve ter durado nem 20 segundos e rapidamente eu estava ambientado ao cenário virtual. 
 
A acústica estava perfeita. Eu ouvia sons que aparentemente vinha de trás de mim, e em seguida eu via Ties imperiais passando sobre minha cabeça e indo em frente em direção ao horizonte. Em seguida, á minha direita, ouço um ruído mais alto à minha direita e ao olhar para cima vejo a Millenium Falcon prestes a pousar ao meu lado.
  
Orientado por Sara, percebo que ao olhar para o chão é possível enxergar uma circunferência luminosa dentro da qual eu estou. Ela me diz que se permanecer dentro da linha, não há perigo de me chocar com objetos reais dentro do estande. Mais tarde, ao assistir ao vídeo, percebo que que há também um rapaz segurando a fiação que sai dos óculos e do fone para que eu não me enrole neles ou tropece. 
 
Após o pouso da Millenium Falcon, uma rampa é baixada e por ela desliza o andróide R2-D2 até o solo. Uma espécie de torre de comandos também é baixada e recebo intruções (em inglês) sobre como proceder e quais botões apertar utilizando o controle que me foi dado. A interação é fácil e simples. Rapidamente consigo executar todos os procedimentos.
  
Em seguida, da cabeça de R2 surge o cabo de um sabre de luz e ao encostar o controle no mesmo, ele passa para minha mão. Há um botão para ligar e desligar o sabre. Tudo bastante realista. 
 
Stormtroopers começam a surgir entre as montanhas ao longe. Eles se escondem atrás de pedras e começam a atirar em mim. Não há confronto direto nesta fase do jogo. Tudo que me é possível fazer é desviar os tiros com o sabre e, depois de alguns momentos me familiarizando com a jogabilidade, fazer com que os disparos rebatam de volta a meus oponentes. Consegui derrubar um ou dois stormtroopers nessa brincadeira. 
 
E foi só isso que aproveitar nos 5 minutos em que pude utilizar o equipamento. Tive uma ótima impressão inicial, e fiquei curioso por conhecer mais do jogo, sobre combates mais diretos e interações mais objetivas com outros personagens. Pilotar veículos também deve ser uma experiência fantástica no jogo, principalmente naves de combate. Eu particularmente gostaria de pilotar uma Tie imperial. Abaixo, o vídeo mostrando minha experiência: 
 
 
 
 
Gravação: Isis Cavalheiro
Edição: Jorge Obelix
 
 
 

Jorge Obelix. Ancião do grupo, com milhares de anos de idade. Fã da DC Comics e maior conhecedor de Crise nas Infinitas Terras e Era de Prata do Universo. Grande fã de Nicholas Cage que acha que um filme sem ele nem pode ser considerado filme. Fã de Jeff Goldblum também, e seu maior sonho é ver ambos (Cage e Goldblum) contracenando.

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FAR CRY 5 | Confira o novo trailer incrível do próximo sucesso da Ubisoft

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Foi divulgado um novo trailer para Far Cry 5, próximo jogo da aclamada franquia da Ubisoft, onde podemos ver um pouco de seu gameplay, alguns personagens que o jogador poderá contratar, além de atiçar ainda mais a hype de muitos fãs da franquia. Confira:

Em Far Cry 5, o jogador controla um xerife que foi mandado à cidade de Hope County, no estado de Montana, para prender o líder do culto Eden’s Gate, Joseph. Além de Joseph, enfrentaremos os seus irmãos, chamados “Os Heralds, tudo para libertar a cidade sitiada.

O game poderá ter toda a sua campanha jogada em modo co-op, terá um editor de mapas, modo online e o personagem poderá ser totalmente personalizado, como suas roupas, rosto e sexo.

Você pode conferir também essa gameplay feita pelo canal da Playstation, com uma cópia do jogo cedida pela própria Ubisoft:

Far Cry 5 chega em 27 de março de 2018 para Xbox One, PlayStation 4 e PC.

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Análise

THE WOLF AMONG US | As fábulas como você nunca viu

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“Eu pensei que todos devíamos ter um novo começo aqui. Não posso mudar o passado.
Você acha que meu trabalho é fácil? Você tenta evitar que um monte de fábulas se mate. Como você acha que tudo isso funciona? Ao ser grande e ser ruim”.

Bigby Wolf, xerife de Fabletown

 

Esse início já dá a letra. Sim é uma história policial, mas contada da maneira mais criativa possível. Baseada na obra da DC (pra variar) do selo Vertigo chamado Fables (Bill Willingham, Vertigo/DC, 2002-2015), nasceu um dos jogos mais interessantes dos últimos tempos. Com críticas para tudo o quanto é canto, todas retiradas da hq de Bill, The Wolf Among Us (Telltale Games, 2013) levou um universo muito próximo do real para a tela dos videogames da geração passada.

A cidade e seus segredos

A idéia é toda baseada no preceito do que o pra sempre não existe. Como na série de Bill, as fábulas tem que ser realocadas para uma cidade (algo muito parecido com a série Grimm e Once Upon a Time, que tem realmente mais semelhanças com o game) chamada Fabletown (ou Cidade das Fábulas se tivesse tradução) e a maneira como elas foram realocadas faz o game. Alguns tiveram sorte (como o casal Bela e Fera) e conseguiram levar uma grande parte de seu estilo para o território dos mundanos (que é como eles chamam os não-fábulas), mas a grande maioria não teve tal sorte. A miséria resume algumas vidas desses personagens que acabam por ter sérios problemas para se adaptar ao mundo real.

Para piorar ainda mais a situação, as fábulas são obrigadas a esconder sua natureza real através do Glamour, uma espécie de disfarce que faz com que elas sejam invisíveis aos olhos dos humanos normais, o disfarce é caro, e muitos personagens por não terem nenhuma ocupação acabam por ter de deixar a cidade, indo parar na Fazenda (The Farm), um local onde eles tem a liberdade de viver como no passado, mas que realmente acaba servindo como prisão. O enredo lembra também o jogo de rpg da White Wolf, Changeling, que tem o mesmo tema de seres feéricos.

Decisões que decidem o rumo da história

Como toda cidade, há de haver uma lei para esses insurgentes e seres feéricos arruaceiros. Essa lei se configura no xerife, Bigby Wolf (o Lobo Mau das histórias dos porquinhos), Bigby com o auxílio da Assistente do Prefeito Snow White (Branca de Neve), são o que de mais próximo existem de lei em Fabletown. O que já salta em The Wolf logo de cara, é que não há clichês. A vida de Bigby é vista pelo que é, ele é o Grande Lobo Mau e os habitantes não confiam nele, sendo que por ser a lei, por na reta do xerife pode ser muito perigoso. Uma relação que lembra jogos como a série Batman Arkham e Max Payne, por exemplo. Uma coisa legal de comentar é que essa é a visão que os policiais de verdade possuem. Arriscam o pescoço todos os dias por nossa segurança e pouco ou nada ganham em troca. É bom ressaltar isso.

Fables, um conto de fadas retorcido…e que deu origem ao game

Como sistema, Wolf traz o popular e aprovado sistema de Storytelling da Telltale já consagrado em jogos como o seu Batman, Life is Strange (da Sony) e The Walking Dead (que por pouco não levou o Game Awards) que se adapta bem a proposta de caminho proposto por escolhas. Escolhas que no game são muito, muito importantes. Decisões que afetam vida e morte, principalmente de personagens importantes e mudanças de comportamento nos personagens, que podem alterar até mesmo o fim do game.  Os personagens são muito bem construídos, com personalidades marcantes, tanto nos heróis quanto nos vilões (Bloody Mary me lembrou muito Vaas Montenegro de Far Cry 3) e mais uma vez a crítica social que toma a parte final do game e o julgamento final são muito bem vindas (o fato de não ter um final feliz surpreende), ao lidar de maneira pesada para um jogo que usa metáforas e fábulas, do problema das drogas, prostituição e seus chefões de maneira surreal, mas realista.

Vilões plausíveis e realistas

Enfim The Wolf Among Us é um clássico. Há pouco a se ressaltar no game como defeito, que realmente expõe um universo noir e realista sem filtros. Com certeza Bill, que auxiliou a Telltale no desenvolvimento do game, deve ter gostado do resultado. Há muitas especulações sobre um episódio 2 e digo de antemão que seria sim muito bem vindo. Principalmente se mostrar a Fazenda e o Poço das Bruxas, partes que no primeiro game não foram detalhadas.

Personagens com motivações

“Eles costumavam me chamar da Pequena Sereia … era uma vez.
[para o Crooked Man] Você nos escravizou por anos, deixe-nos ouvir histórias sobre o que você faria… nos disse que perderíamos tudo se nós pisássemos apenas um lado fora da linha! E não podíamos dizer uma palavra sobre isso por causa dessas malditas fitas! Mas você sabe o que? Agora é minha vez de conversar”.

Nerissa, A Pequena Sereia

 

Nota para o game: 4,5 / 5

The Wolf Among Us chega muito próximo da perfeição, porém deixa isso para um segundo episódio. Os temas reais merecem real atenção, e a crítica social feita em nome dos diferentes, temidos e outsiders também.

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DRAGON BALL FIGHTERZ | Goku Black, Hit e Beerus são os novos personagens disponíveis no game

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Segundo informações da última edição da revista V-Jump, os personagens Goku Black, o assassino Hit e o deus da destruição Beerus serão as próximas adições ao game Dragon Ball FighterZ.

A publicação revelou quais serão os principais ataques de cada um dos personagens:

O ataque especial de Beerus é “Julgamento do deus da destruição”, que muito se parece com um ataque frontal com a cabeça do personagem. Ele também poderá usar “Esfera de Destruição”, que cria uma esfera que explode quando toca o inimigo.

O ataque especial de Hit é “Eu Continuo a Crescer”, o que pára o tempo e desencadeia vários ataques um após o outro. Ele usa ataques e movimentos instantâneos, bem como técnicas de ataque.

O ataque especial de Goku Black é “O trabalho dos deuses”, no qual ele ataca com a mão transformada em uma lâmina. Zamasu também aparece e pode atacar o oponente.

Além dos novos lutadores, a revista também possui informações sobre dois novos elementos de jogo:

“Venha, Shen Long!” – Shen Long aparece durante a batalha. Com um certo número de combos, as sete Dragon Balls se reunirão, e Sen Long aparecerá em batalha quando certas condições forem cumpridas. Você e seu oponente compartilham o valor arrecadado. O jogador que preencher as condições terá o seu desejo concedido. Você pode escolher entre quatro desejos: recuperação completa da HP, ressuscitar um companheiro, adição de um ícone de energia ou recuperação constante da HP.

“Produção dramática” – Insere produções que reproduzem cenas famosas do anime sem mudanças antes e depois da batalha quando certas condições são cumpridas.

Dragon Ball FighterZ será lançado para PlayStation 4, Xbox One e PC em 26 de janeiro nas Américas e na Europa e 1 de fevereiro no Japão.

Fonte: Ryokuta2089

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