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Análise

LANDSTALKER | Um jogo de ouro! (Mega Drive) – Análise do Viajante!

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Bem
Vindos de volta!

Olá queridos amigos! Em primeiro lugar quero agradecer a ótima recepção, e pelos grandes papos que tive acerca da primeira postagem com “Deep Fear”, de forma que espero que possamos continuar trocando essas experiências interessantes, e relembrando, ou quem sabe, conhecendo esse grande jogo que é Landstalker, somente em seu Mega Drive !!!
  
Resumo do Jogo
 

Hoje lhes trago um game não necessariamente obscuro, até porque o Mega Drive ou Sega Genesis (EUA) teve muito sucesso ao redor do mundo, até hoje trazendo ótimas lembranças para quem viveu a época dourada da guerra dos consoles. Mas então porque eu o trouxe? Simplesmente pelo fato desse estilo de jogo ser bem oposto a tudo o que os jogadores aqui no Brasil procuravam naquela época, sendo o auge de Mortal Kombat e Street Fighter, onde os olhos da molecada só brilhavam por esse tipo de jogo…

 

Landstalker foi desenvolvido pela Climax Entertainment e lançado pela Sega em 1992 no Japão, chegando um ano depois nos Estados Unidos. Nesse jogo estamos em Gamul no ano 312 e controlamos Nigel, um caçador de tesouros que tem 88 anos (deve ter feito plástica). Na introdução do jogo o vemos em ação, pulando calabouços e explorando cavernas, a procura da estátua de Jypta. Ao chegar próximo a estátua, Nigel é abordado por uma ninfa de madeira chamada Sexta-Feira.Sexta Feira lhe explica que está sendo perseguida por três ladrões persistentes, porém confusos, chamados Kayla, Ink e Wally, por conhecer a localização do lendário tesouro do Rei Nole. Nigel gasta a maior parte de seu dinheiro em um pássaro que o leva até a ilha onde ela indica estar o tesouro, porém no caminho admite não saber a localização exata, mas ter um “sentimento” de onde está, começando aí  a jornada do nosso caçador. 

Gameplay
 
O game é um Action Rpg que trabalha com visão isométrica, como a maioria dos Rpgs ocidentais, e nele o jogador vai desbloqueando acesso a outros níveis, conforme vai realizando as missões na ordem em que vão aparecendo de modo que não há muitas missões abertas com escolha pelo jogador como nos Rpgs atuais. Falando em termos de comparação, lembra bastante o jogo Alundra que foi lançado anos mais tarde para Playstation, contendo diversos puzzles com dificuldade média. A história é bem amarradinha prendendo o jogador à pele de Nigel, e os gráficos e sons muito bons para um console de 16 Bits.
 
A minha Experiência com o jogo
 
 
Conheci esse game por volta de 1996, e como a maioria dos games que jogava nessa época, através de um cartucho alugado, que foi locado na Locadora Petrosom em Petrópolis.

Confesso que não nutria grande expectativa pelo game, e nessa época já com os jogos 3D estourando no Playstation e Saturn, estava cada dia mais frustrante jogar 16 bits. Ao começar a jogar percebi o cuidado nos detalhes, sons e gráficos alinhados, porém como disse no início desse post, nessa época não tinha grande paciência para quebrar a cabeça em Puzzles e coisas do gênero, de modo que só vim a zerar ele em emuladores há pouco tempo, ao perceber que o mesmo entregava uma boa imersão ao jogador, não chegando a ter uma narrativa tão dramática quanto Alundra, mas sendo um jogo bem extenso para o padrão dos 16 bits.

 Conclusão
 
Jogo interessante ainda nos dias atuais, merecendo hoje uma nota 6 a 7, dando algumas horas de diversão. Com certeza jogar no console e não no emulador aumentaria a diversão nostálgica com o som original do sintetizador do Mega Drive. Espero que tenham gostado desse novo post da série e deixo aí pra vocês: Qual jogo você queria ver com o tema Jogos Obscuros??? Deixe sua opinião nos comentários e caso eu tenha jogado também, vamos discutir para relembrarmos grandes momentos. 
Nota para o jogo: 4 / 5
Não esqueçam de dar seu feedback até para que eu saiba os temas que mais gostam. Se curtiram não deixe de compartilhar em seus grupos e com seus amigos.
 
Grande Abraço a todos e até breve !!!

A NerdTrip teve seu início no ano de 2016 com a missão de levar entretenimento, notícias, resenhas e tudo sobre o universo pop/nerd/geek. “Uma ideia na cabeça, talento e vontade em nossas mãos!”

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FAR CRY 3 | Uma jornada ao coração da loucura, viagens alucinógenas e misticismo

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Citra, uma vilã irresistivel

Hoje eu quero falar sobre um de meus jogos prediletos, não somente por sua estrutura, mas principalmente pela coragem de sua história ao demonstrar pela primeira vez uma jornada através das drogas, misticismo e loucura. Estou falando de Far Cry 3 (Ubisoft Montreal/ Ubisoft, 2012, PC, Xbox 360 e One, PS3 e PS4). Em FC3, temos um novo protagonista chamado Jason Brody, Jason é um playboy rico que resolve sair pelo mundo com os seus amigos, e por informações duvidosas (no melhor estilo do filme O Albergue, de Eli Roth) acaba indo parar em uma ilha comandada por piratas modernos, que servem a um godfather do tráfico local, que tem como comandante um certo Vaas Montenegro (o melhor personagem já criado para os games).

Vaas é muito mais que um comandante local, é um filósofo. Usando de tortura, crueldade e insanidade (ao nível do Coringa de O Cavaleiro das Trevas) ele começa a ensinar uma lição atrás da outra ao “emplumado” Jason (sim pode até parecer sem noção mas é isso do que o jogo trata), apesar de não ir até o final após matar o irmão de Brody, Riley e capturar os “amigos” de Jason (é bom ressaltar isso também), Vaas de maneira brutal e cirúrgica vai modificando o pensamento do jovem herói ao mostrar a ele um mundo que ele não possuía nenhum controle. Onde sua ascendência em berço de ouro não podia lidar com o horror que se mostrava a ele.

Jason, o “herói” de Far Cry 3

Após conhecer o Dr. Earnhardt (um médico loucão que mora em uma colina) e resgatar Daisy após auxiliarem os Rakyat (espécie de povo da ilha, revolucionários que lutam contra o controle do chefão), Jason é levado a uma feiticeira vodu (a verdadeira vilã do game) chamada Citra, a irmã de Vaas. Citra começa a introduzir o forasteiro nos segredos da ilha, e com isso confere a Jason poderes especiais, que vão aos poucos atingindo sua alma, por causa de seus rituais alucinógenos (FC3 realmente vai fundo nas viagens, por causa dos devaneios causados pela bruxa), o que vão aos poucos lhe conferindo poderes sobre humanos (realmente o personagem nos últimos níveis vai se tornando um meta-humano, quase um super homem), e quanto mais cai nos mistérios dela, pior ficam as trips.

Saindo um pouco da parte lisérgica do game, Far Cry 3 bebe em fontes conhecidas, mas com muito sucesso, retira um pouco de Assassin’s Creed (as famosas torres, aqui com um acabamento decadente que tem tudo a ver com o cenário), insere bases para ser invadidas, enquanto dá um up inacreditável em logística e na variedade animal (são muitos tipos), a física é excelente para a época (o que pôde resultar em um multiplayer nervoso, que até hoje tem jogadores) e inúmeras estratégias possíveis de invasão, tudo isso combinado a uma excelente inteligência artificial que possibilita um desafio instigante, mas sem exageros, a base de Far Cry 3 foi usada anos depois em Watch Dogs e Watch Dogs 2.

Bases bem feitas, com adversários a altura

Um ponto importante é o andamento da história. Reza a lenda que Far Cry 3 era pra ter tido apenas um final, e é realmente o que se vê durante o game. Quanto mais se torna um guerreiro Rakyat, mais Jason se afasta de suas origens, sendo até advertido por Vaas das manipulações de Citra (um ponto cruel e interessante é que em alguns momentos da história Vaas fala de Citra de maneira amorosa, mas ao mesmo tempo de forma angustiada, como se tivesse algo como um feitiço ou algo do tipo que o levasse a “gostar” da irmã). Eu particularmente considero Far Cry 3 uma jornada de danação, já que o herói realmente sucumbe ao jogo da feiticeira, que o enfeitiça e meio que o transforma em um boneco de seus desejos (o domínio da ilha por exemplo), mas cabe a cada jogador a sua interpretação.

Far Cry 3 está muito acima da média e merece ser jogado mais de uma vez, o game ficou melhor ainda com sua expansão (quase um novo game, logo irei trazê-la aqui) Blood Dragon, que é uma homenagem zoeira aos filmes B de ação futurista dos anos 80. Recomendo enormemente até tentar o 100% (mesmo que não traga nenhum prêmio, uma pena) do jogo. Esse realmente traz saudade.

Nota para o jogo: 4,5/5

Trailer:

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MAX PAYNE 3 | Mais que uma homenagem, um novo começo

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É bom estar de volta. Alguns jogos são lendas, não importam o que se diga deles ou não. Quando o softmaker Sam Lake e sua galera da Remedy Games criaram essa obra prima, ele com certeza não tinha a expansão do mito que estava criando. Max Payne (Remedy Games, 1995, PC, PS 1, 2 e 3, Xbox, Xbox 360, Nintendo Game Cube e 3DS…isso fora outros consoles) se tornou uma das lendas vivas dos videogames.

A história em ritmo noir, clássico policial detetive, famoso por novelas de bolso, e seriados como Justiça Final (Final Justice, sucesso no Brasil), Kojac, Máquina Mortífera (filmes e o atual seriado com o Michael Kyle (Damon Wayans)), Pretender, e similares encanta de primeira por não se tratar de um herói bonzinho. Max é um anti-herói (o mais próximo de Frank Castle que os games chegaram). Totalmente politicamente incorreto, se passa numa New Jersey fria, corrupta e tempestuosa (com direito a gelo e furacão) onde o detetive tem que se infiltrar na base de uma gangue que aterroriza a cidade comandada por um traficante belzebu chamado Jack Lupino, que Max suspeita que sejam os assassinos de sua família (claro que eu ia chegar nessa parte certo?) e que literalmente destruíram sua vida. Mas isso é papo para a Retro Games a minha nova coluna no Nerdtrip, no futuro.

 ATENÇÃO! SPOILERS

Aqui o papo é o último jogo da série (quase um retro game também), Max agora é um homem de quase 40 anos, já castigado, tanto pelo sistema e pela fama ( fama), que não é reconhecido como herói nas ruas, não tem uma companheira (Mona Sax continua desaparecida após o fim do 2), viciado em analgésicos e bebida e vivendo em um apartamento lixo nos escombros de NJ, convivendo com os tipos mais estranhos dos EUA (história que lembra jogos atuais como Observer, por exemplo). Sem ter nada a perder, aceita a proposta de um amigo dos tempos de academia Raúl Passos (com acento mesmo, o cara é porto-riquenho) que trabalha para um figurão, empresário brasileiro (isso mesmo, no Brasil!) chamado Rodrigo Branco como segurança particular. Trabalho simples, grana fácil, mas na vida de Payne, nada é de graça e sua estada em São Paulo (ou pelo menos a São Paulo imaginada pela Rockstar Games, que as vezes parece o Rio) será mais problemática do que ele imagina.

 Ai entra o grande destaque de Max Payne 3 (Rockstar Games/Microsoft Games, 2012, PC, PS3 e Xbox 360), imaginado pelo cabeça da Rockstar, Dan Houser (de Red Dead Redemption e GTA). A idéia é inserir Max em um novo cenário, anos mais velho, mais cínico mas com aquele estilo Logan (o filme) de personagem paizão. Dan recupera boas idéias de Sam (atualmente segundo pistas, trabalhando em Alan Wake 2) e traz Max para um novo mundo (o multimundo criado pela produtora, o que não assustaria de ver o justiceiro pintando em um GTA por exemplo), e lhe faz a melhor homenagem que uma lenda dos games poderia merecer. No início do 3 eu pensei que seria o fim da linha de Max, mas é exatamente o contrário, o andamento do game (que é muito difícil, diga-se de passagem, lembra o 1 em sua complexidade e rapidez dos rivais), trazendo também os clássicos modos de uma vida, um minuto (de Max 2) e um ótimo multiplayer que mesmo sendo do X360, até hoje é jogável. Dan confessa desde o primeiro minuto do game que esse é um fanfic feito por um fã ilustre de Max Payne.

O novo parceiro…e novos inimigos

Continuando a história, Max começa a trabalhar para o empresário brasileiro (grande destaque a trilha sonora, que remete totalmente ao nosso país, trazendo uma fusão de funk, samba, rap e por que não, metal nacional e punk) e sua família, que mistura semi-atrizes (estilo bbbs e neo reality babes) e neo socialites defensoras dos menos favorecidos (as irmãs Fabiana e Giovanna, respectivamente e ideologicamente mais atuais do que nunca), um playboy que só gasta a grana do pai (Marcelo, clichê até umas horas) e um político em ascensão e certinho (Victor, o filho mais velho) que se mete em uma confusão que envolve um grupo de milicianos e para-militares (o terrível grupo Crachá Preto) e os bandidos da favela, os traficantes do morro (da cidade fictícia de Nova Esperança, que realmente foi a melhor ilustração em games de uma favela carioca) do famigerado Comando Sombra, que também remete ao comando do Rio, combatendo isso com a ajuda do amigo Raúl Passos (que conhece bem a cidade e serve como guia no jogo). Após muitas explosões (a la filmes de Michael Bay e Stallone), traições e caminhos fechados, isso fora muita, mas muita crueldade (Dan não economiza no sangue e tripas jorrando), e um senso de renascimento para o personagem principal, que como sempre não é bem sucedido em tudo mas luta como um leão por seus objetivos. Max Payne 3 brilha e realmente lhe deixa com aquele gosto de continuidade ao fim de suas 20 e poucas horas frenéticas de game, que se não fossem pela dificuldade extrema (é realmente difícil mesmo, mesmo com o bom controle do X pra esses jogos, eu sofri) de seus quase 15 capítulos.

O velho Payne…que recebe uma grande homenagem (aos que pediram a minha volta…estou no front de volta amigos!)

Um último destaque tem que ser dado a coragem de Dan e da Rockstar ao demonstrar que mesmo sendo uma história conduzida por um ex-tira, mostrar que a verdade tem sim dois lados. Dan não economiza em cima da atual guerra urbana que principalmente nas favelas do Rio e cidades-satélites menos favorecidas de Sampa onde o jogo se espelha. E deixa bem claro que não há lado certo na guerra, e mesmo os mocinhos podem também ser vilões (joguem e descubram isso), e o mal humor e sarcasmo de Max (tão bem usados em The Witcher e Wolfenstein em seus personagens principais) servem como contraponto em um mundo obscuro onde nem sempre o que se vê é o que se vê. A verdade como a mentira, tem pernas curtas e seus laços as vezes se entrelaçam, revelando consequências brutais. É um barril de pólvora a céu aberto.

Max Payne 3, creio eu, logo irá ganhar uma versão para o cinema, e acredito, como última idéia, que Mark Wahlberg já não serve mais. Eu espero sinceramente ver Steve Austin ou similar, levar esse novo velho herói, renascido para as telonas. 

Max Payne 3 traz novamente o maior anti herói dos games atuais depois de Geralt de Rivia e B.J. Blazckowitz. É tenso, bem executado, e respeita o mito. Dan e a Rockstar entregam um grande trabalho.

 

 

 

 

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DRAGON BALL FIGHTERZ | A reunião do que há de melhor dos jogos de luta! Análise do Viajante!

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Um dos jogos mais aguardados de 2018 já está disponível! Dragon Ball FighterZ é um presente não só para os fãs de jogos de luta mas também para os fãs de Dragon Ball.

A Bandai Namco conseguiu reunir o melhor dos jogos de luta em DBFZ. O sistema de batalhas é disputado por trios (característica de KOF) podendo trocar de lutador durante a luta (característica de Street Fighter vs X-MEN), os combos são bem conectados podendo ser emendados com facilidade (característica de Marvel vs Capcom), os gráficos são uma mistura 2D com 3D (característica de Guilty Gear Revelator) e claro, não podia faltar uma pitada dos ataques meteoro com animações fantásticas com explosão de montanhas ou até de partes do planeta (Dragon Ball Budokai Tenkaichi).

São 24 lutadores das sagas, Saiyajins, Freeza, Androides/ Cell, Majin Boo e Dragon Ball Super, sendo 21 jogáveis, Goku e Vegeta Blue para quem comprou na pré venda e a Androide 21 criada pelo próprio Akira Toriyama especialmente para o jogo. 

Os modos de jogo são, Arcade, História, Lutas online pelo mundo ou locais e treinamento. No modo história você acorda no corpo de Goku e tem que descobrir o que está acontecendo pois a história original está sendo mudada pela nova vilã, a Androide 21.

Durante as lutas em qualquer modo de jogo acertando certos combos você junta as Esferas do Dragão, acertando o combo com as 7 esferas e mais 7 barras de especial cheias, o jogador pode fazer um pedido para Shenlong, tendo as seguintes opções: reviver um amigo morto em batalha, encher sua barra de vida ou retirar vida da barra do inimigo.

Pra quem não comprou na pré venda e gostaria de jogar com Goku e Vegeta Blue, basta jogar o modo Arcade e para jogar com a Androide 21 basta jogar o modo história.

Bandai Namco ainda anunciou mais 8 lutadores que virão por DLC. Não há dúvida de que Dragon Ball foi renovado no mundo dos games com esse novo título e até mesmo os fãs mais antigos se lembrarão de Dragon Ball Z  Buu Yuu Retsuden para Mega Drive  por ser um estilo de luta mais horizontal diferente do seus antecessores Xenoverse e Budokai Tenkaichi.

Dragon Ball FighterZ mal saiu mas com  certeza já especulamos que haverá uma sequência. Seja você um fã de Dragon Ball ou de jogos de luta em geral, vale a pena dar uma conferida nesse jogo, que já tem a promessa de ser o melhor jogo de luta do ano.

Nota para o jogo: 5 / 5

 

Dragon Ball FighterZ

Plataforma: Xbox One, PS4, PC

Testado no Xbox One

Desenvolvedora: Bandai Namco

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