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Análise

NEED FOR SPEED SHIFT 2 UNLEASHED | O auge da franquia NFS

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O auge de Need for Speed

Essa semana quero falar sobre jogos de corrida. Foi um estilo de jogo que até agora não fiz uma matéria e são muito, mas muito cultuados entre os gamers. E apesar de todas as críticas, a franquia Need for Speed resume bem o que é um game que traz a emoção das pistas. A EA tem um extremo cuidado com essa franquia, e mesmo com o passar dos anos, ela continua forte e atual. Trazendo para os consoles e pc o melhor conjunto de autopeças de corrida, seja ela nas categorias de turismo ou rachas, as populares corridas de rua. Nem preciso dizer em que filmes elas se basearam.

Nesse meio tempo, vários jogos da série se tornaram clássicos. Desnecessário falar a respeito de Need for Speed Underground, pra mim um dos melhores jogos de corrida de todos os tempos, mas também falar de Most Wanted e seu estilo ensolarado com perseguições inacreditáveis, seria chover no molhado. Mas o reino da EA e de NFS foi brutalmente tomado de assalto devido a dois jogos: Racedriver Grid e Forza Motorsport. O porquê disso foi simples, Need sempre foi um jogo baseado na vida real. Ou seja, sim as peças são reais, as corridas idem, mas todo o resto é imaginativo. Em NFS havia uma imaginação de corridas de rua, é bom deixar claro.

Com a chegada da Codemasters no mercado e a Microsoft com seu Forza, os jogadores começaram a pedir por um jogo mais…real. Queriam sentir a verdadeira tensão no controle de uma corrida de verdade, o que Grid e Forza e mais tarde a franquia Dirt, proporcionavam (principalmente no XBox 360, que tem um controle, querendo os fãs da Sony entender ou não, especialista em FPS e Racing). O que causou uma derrocada nos jogos da série, que viu a sua fórmula de história + sensações de corrida ser mal recebida pelos gamers, que queriam emoções reais. Embora tenho que dizer que considero Need for Speed Undercover um dos melhores jogos da franquia, foi deixado para segundo plano.

Diversas opções de customização e tuning, como todo bom NFS

Não tinha jeito. Algo tinha de ser feito pra salvar a franquia, e essa resposta veio em forma de um game diferente de tudo que a EA tinha feito, criando um novo modo de jogar NFS. Com o auxílio da companhia Slightly Mad Studios, com empregados que trabalharam em jogos como GTR 2 e GT Legends, deram um novo horizonte a franquia. Sim agora NFS tinha câmbio com resposta em tempo real, o carro dançava na pista, e não somente o clima influía, mas até a poeira da pista era um desafio. Need for Speed Shift (EA/Slightly Mad, 2009, Diversas plataformas) correspondeu as expectativas, sendo uma resposta da gigante a Codemasters e Microsoft com corridas reais e pilotos reais.

Mas o tempo passa. E os gamers são sempre movidos a novidade. Graças ao fenômeno GTA (vários jogos em um), os jogos de corrida voltaram para as sombras, o que fez com que muitas boas obras do estilo passassem batidas. Assim que a poeira baixou, a EA voltou ao formato de Underground, lançando um NFS a cada ano (assim vieram Nitro, NFS World e Hot Pursuit, que abandonaram o realismo de Shift). Mas após a aventura de um jogo multiplayer de mundo aberto em World, a Slightly Mad mesmo tendo passado a onda de jogos pure racer, soltou o melhor NFS dessa geração, trata-se de NFS Shift 2: Unleashed (EA/Slightly Mad, 2011, XBox 360, PS3 e PC).

As corridas noturnas, destaque de Shift 2

Unleashed como o nome diz, não somente continua o racha de Shift, mas o leva a outro nível. Com a adição do recurso de corridas online Autolog, e uma melhora significativa na física, nos modos de dificuldade, e um jogo muito mais frenético (o que seria visto depois no Grid 2 e no próprio Forza, o que é uma grande ironia). Claro que alguns percalços da saga estão presentes. Os rivais muitas vezes jogam sujo na hora das ultrapassagens, o que muitas vezes pode ser uma fonte de raiva para os jogadores, que terão de repetir muitas vezes as corridas, mas fora isso Unleashed é muito mais que um passeio de domingo, sendo realmente o auge de NFS, com suas 36 pistas do mundo inteiro e mais de 140 carros que podem ser escolhidos. A Slightly Mad faz um trabalho sensacional e merece realmente nossos aplausos, é foi uma grande pena que devido a falta de hype, esse magnífico game tenha passado batido.

Nota para o jogo: 4,5/5

 

 

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O lobo da noite. O nerd caçador. Sou criador de páginas, nativo da internet desde a chegada no nosso país, músico, escritor e as vezes até poeta. Jogador nato, criado nos games do Atari aos 4K atuais. Também sou fã de literatura, rpg e cyberpunk.

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THRONEBREAKER: THE WITCHER TALES | Batalhas de cartas, narrativa forte e elementos de RPG clássico! (Análise)

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Cabelos dourados e armadura reluzente. É hora de assumirmos o comando do exercito Lyriano através da imponente Rainha Meve.

Após conquistarem uma legião de fãs com a adaptação da literatura polonesa de Andrzej Sapkowski, os desenvolvedores da épica franquia The Witcher lançaram oficialmente uma versão completa do minijogo que agradou muito aos fãs de jogos de cartas: Gwent Online (confira o trailer completo). 

Não fosse pelo trabalho gráfico e referências aos livros que encontramos na versão beta, a CD Projekt Red presenteou os amantes do universo de Geralt de Rívia com muito mais e logo chegou a hora de irmos para o campo de batalha novamente, mas dessa vez sob o comando da imponente Rainha Meve de Lyria e Rívia em Thronebreaker. Nessa jornada, acompanharemos a visão da sedenta bandeira Negra de Nilfgaard que avança sob o comando de Emhyr Var Emreis ameaçando a coroa de Meve, que logo se coloca pronta para assumir sua posição imponente em batalha disposta a defender com unhas e dentes seu trono.

”Um governante nunca sabe todas as opções, no entanto ele deve decidir e agir mesmo assim.”

PRIMEIRAS IMPRESSÕES

O diferencial de Thronebreaker está em como a produção conseguiu juntar vários elementos que os amantes de RPG adoram em apenas um jogo. Isso pode ser facilmente notado através da maneira que encaixaram cada ponto para que não faltasse nada para o público sedento por um jogo diferenciado dos RPGs que estamos acostumados. Trazendo uma nova proposta, mesclando cartas e estratégias distintas, narrativa e um mapa com gráficos que nos lembra os clássicos tabuleiros. Aqui temos trilha sonora, animações e sistema que idealizam exatamente aquilo que um jogador de RPG de mesa quer e imagina enquanto joga suas partidas de mesa.

As animações para o tabuleiro são impressionantes.

 Ao primeiro contato, o jogo nos faz encarnar o espírito de batalha e nos prepararmos para tomar decisões rápidas e que terão impacto (positivo ou negativo) durante a história. O sistema de escolhas ficou bastante interessante e as consequências chegam mais rápido do que se pode imaginar. Além disso, um ponto que merece grande destaque é o desenvolvimento do tabuleiro de cartas, onde enfrentamos os inimigos nas batalhas, dando ainda mais tensão ao jogo enquanto nossos personagens se comunicam logo abaixo como em uma verdadeira guerra. Para quem leu os livros da franquia é possível notar várias referências principalmente em nossa protagonista Rainha Meve, os desenvolvedores conseguiram trazer para Thronebreaker toda a personalidade e comportamento feroz da monarca, fazendo com que os leitores tenham um vislumbre de uma das personagens mais vorazes do universo The Witcher.

No acampamento é possível conversar com outros personagens, administrar seu exército, melhorar suas construções, o que é bem interessante para descobrirmos ainda mais informações sobre a história. É importante destacar que thronebreaker não é diferente de The Witcher em termos de exploração, pois quanto mais exploramos o universo, mais coisas encontramos. Entretanto, aqui não encontraremos uma história de bruxos como alguns estão pensando. A história do jogo é voltada para a guerra entre os reinos do norte e Nilfgaard. Nessa brincadeira rendemos altas horas de gameplay, principalmente por conta da trilha sonora impecável feita por Marcin Przybyłowicz.  

Melhore seu exército e interaja com outros personagens no acampamento.

Quanto a mecânica, os tutoriais são simples e bem explicativos, fazendo com que o jogador não se sinta perdido durante a nova jornada. Porém, o sistema de criação de cartas é um pouco confuso, mas se você já está acostumado com o sistema de Gwent, não demorará muito para que pegue o jeito. Segundo a própria desenvolvedora,  há 20 finais alternativos no jogo, sendo nada surpreendente diante da quantidade de missões secundárias disponíveis totalizando 75. Prepara-se para gastar boas horas customizando seu deck de cartas, pois em Thronebreaker temos a possibilidade de organizar nosso baralho como quisermos, mesclando estratégias.

Portanto, a experiência necessita de bastante paciência de quem quer entender cada uma das cartas. Vale ressaltar que dependendo das atitudes, nossas cartas podem aumentar em 1 ponto, enquanto também podem diminuir em pontuação conforme o impacto.

   NOTA PARA O JOGO:

5/5

CONLUSÃO

Ao primeiro contato, você estranhará toda essa mesclagem de gêneros e tantas possiblidades reunidas em um único jogo. Entretanto, conforme a experiência vai se desenvolvendo, acabamos fascinados por esse estilo diferenciado que a CD Projekt Red nos oferece em seu lançamento. Além disso, o jogador se sentirá ainda mais confortável pela excelente e imersiva dublagem feita para a versão em português, nós realmente nos sentimos dentro da história o que a torna ainda mais instigante.

Thronebreaker sem dúvidas vale a pena ser conferido, e não desapontará quem busca por uma nova experiência em RPG e principalmente para os fãs dos livros que buscam se sentir parte desse universo incrível.

Thronebreaker: The Witcher Tales foi lançado para PC pela GOG.com no dia 23 de outubro custando R$ 99,99. A versão para Xbox One e PlayStation 4 será lançada no dia 4 de dezembro.

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SPYRO REIGNITED TRILOGY | Testamos o remake do clássico game na BGS 2018!

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Foto – Divulgação

E aconteceu entre os dias 10 e 14 de Outubro a Brasil Game Show, maior de evento de games da América Latina. Como é de costume dos nossos fãs, o Nerdtrip esteve presente e fez uma cobertura totalmente diferente. Neste ano tivemos a oportunidade de testar o game Spyro Reignited Trilogy.

Desenvolvido pela Toys for Bob e distribuído pela Activision, a versão remasterizada do clássico dragãozinho roxo conta com trechos específicos de fases selecionadas de cada jogo da trilogia que foi lançada na época pela  Insomniac Games para o primeiro PlayStation. 

Nos 30 minutos de jogatina que a Sony nos disponibilizou, as mudanças deste remake são logo percebidas na tela de menu do jogo que conta com as mudanças visuais estonteantes.  Logo ao entrar em fase teste, percebemos o cuidado que os produtores mantiveram com os detalhes clássicos da trilogia do game, pois é notório até mesmo quando se entra em um mundo e a famosa frase “The Adventure Continues” preenche a tela, assim como acontecia nos jogos originais. Aliás, todo jogo mantém a mesma estrutura nos movimentos, até mesmo nas falas dos personagens, entretanto o destaque gráfico faz com que pareça uma nova aventura de Spyro. As expressões dos personagens são bem detalhadas e os movimentos estão mais fantasiosos.

Os cenários ganharam texturas bem mais animadas com uma gama viva de cores mais fortes, os personagens foram remodelados de maneira cuidadosa e apesar de suas diferenças com os originais, todos são facilmente reconhecidos com está nova roupagem.

Abusando da fidelidade, infelizmente o game mantêm até mesmo um dos problemas mais chatos de toda a trilogia Spyro. Em determinados momentos a câmera tem dificuldade de acompanhar o personagem, então fazer movimentos mais rápidos podem bagunçar seu campo de visão (isso é um sério problema para um adulto, imagina para uma criança onde é o público-alvo do game). Isso realmente poderia ter sido corrigido, pois em diversos momentos precisamos movimentar a câmera para nadar, correr e voar pelos cenários em 3D.

Mesmo tendo esse pequeno deslize o game ainda diverte crianças e adultos, se este pequeno problema de jogabilidade que foi testado for corrigido, será um jogo que até jogadores mais experientes irão querer testar para matar a saudade da infância.

Por fim, vale mencionar que pra quem se interessou pelo remake, a edição física do jogo virá apenas com o primeiro título da franquia no disco, com os dois seguintes sendo baixados por um código que virá com a caixa. Spyro Reignited Trilogy tem lançamento previsto para o dia 13 de novembro de 2018 para os consoles Playstation 4 e Xbox One.

Nota para o jogo:

3 / 5

 

Trailer do game:


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DYING LIGHT | O segundo pode ser ainda melhor

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Dying Light wallp2

As vezes uma boa idéia não precisa ser original

Boa noite. E boa sorte. Atendendo a pedidos o game que vamos falar hoje é um dos grandes dessa atual geração. Ser original, ou apresentar um produto que mostre algo de novo em um cenário muito concorrido é difícil. Mas a lição de hoje é que bom trabalho, boa vontade, criatividade, coragem e boas idéias podem trazer algo de novo mesmo em temas muito explorados.

Nesse caso aqui o tema exposto são zumbis. Nada mais atual, não? Embora temos que reconhecer que com a alta exposição em filmes e séries (diga-se The Walking Dead, Guerra Mundial Z, Meu namorado é um zumbi, filmes de John Romero etc) ficou até meio difícil não discorrer sobre o tema e cair no óbvio.

Dying light gameplay

E não pense que será fácil

Mas a softhouse Techland, responsável por games como Call of Juarez e Dead Island topou o desafio. E em 2015 entregaram o melhor jogo de zumbis (digo sem ter um pingo de dúvida) dessa geração. Dying Light (Techland/Warner Bros. Interactive, 2015, XBox One, PS4, Linux, PC e OS X) combina originalidade com boas idéias, sem cair no óbvio mantém o pique em cada corrida pela vida.

Dying Light é aquele tipo de game que ganha o jogador logo na primeira partida. A história é simples, você assume o papel do agente Kyle Crane, em uma cidade infestada de mortos andantes chamada Harran. Kyle tem inicialmente a missão de recuperar documentos para uma espécie de ONU (Global Relief Report, algo como Esforço Mundial de Assistência) que foram roubados por um rebelde da cidade chamado Kadir Suleiman. Ciente de sua missão, ele é solto na cidade mas acaba sendo atacado (como sempre humanos são os verdadeiros monstros) por bandidos e acaba por ser infectado. Fim de jogo? Não é ai que começa o pesadelo e a grande aventura de Kyle.

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Violento como manda a cartilha do estilo

Assim como Far Cry 2, Kyle terá uma dificil missão. Como corredor, terá de localizar Kadir e não será nada fácil, como humano, terá que lutar contra o tempo e contra a infecção, tendo de buscar frequentemente medicamentos para brecar a inevitável transformação. Junte a isso o fato de que o game é um desespero. Durante o dia é até sussa passar pelos mortos andantes mas a noite parece que você foi parar em Apocolyps sem passagem de volta, é um inferno. Os zumbis crescem, ganham velocidade e olhos que te enxergam na total escuridão. Missões a noite por essa característica se tornam missões realmente impossíveis. O game ganha contornos de Splinter Cell com a diferença que aqui você é a caça.

Dying Light demonstra que a produtora Techland aprendeu (e muito bem, embora já tenha acertado no sensacional Riptide) com as falhas de Dead Island. Combinando elementos de Splinter Cell como já disse, Mirrors Edge (parkur até dizer chega), Half Life 2 (cenários quebrados e descontinuados) e muita inspiração vinda do próprio DI e de filmes como Guerra Mundial Z e Madrugada dos Mortos (transportado pro game), DL traz um ritmo frenético como nunca havia sido visto em um game de apocalipse zumbi, prepare-se pra correr feito um condenado (muito mesmo) e ter de fazer tudo em ritmo acelerado. O controle é excelente, sendo a melhor jogabilidade disparada entre os jogos do gênero. Isso fora a diversão, é realmente desafiador e premia o jogador com muita dificuldade (na real eu não recomendo para jogadores de fim de semana os níveis mais altos, os monstros perseguem mesmo).

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A noite, praticamente um novo jogo

Pra finalizar a resenha Dying Light é um colírio para essa geração. Extremamente violento, desafiador e divertido, mudou a cara dos jogos de apocalipse zumbi, mostrando que sim o tema ainda é sério, e pode realmente quando explorado com cuidado, render terror e bons sustos, isso fora a correria.

Essa resenha é dedicada a meu amigo, primo e irmão (por associação) Fabio Alves Moreira. Dying Light foi o último jogo de sua curta vida, interrompida por forças do destino. Fabio me ensinou que mesmo nas maiores dificuldades, um homem tem de sobreviver e sobrepujar qualquer obstáculo, mas com bom humor, boa educação e um sorriso no rosto. Por causa dele conheci o mundo dos carros de corrida e pra terminar deixo uma frase clássica desse mundo. Nunca é um adeus.

 

Nota: 5/5


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