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Análise

THE WITCHER 2: ASSASSINS OF KINGS | Intrigas, Reis, Feiticeiras, Magia e brilhantismo!

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Falta palavras pra definir tanta perfeição

Bom, depois de tanto alardear nas redes, só poderia fazer hoje a sua análise não é mesmo? Vamos a ela. Essa história começou em 2007, um jogo desconhecido do grande público, feito com o auxílio da engine Aurora de Neverwinter Nights 2 (outro jogaço) ainda da falecida e saudosa Atari. O jogo em si vinha da Europa, pra ser mais claro da Europa Oriental (lado próximo a antiga União Soviética, pra quem faltou as aulas de geografia), o game era baseado na obra do escritor polonês visionário (e para alguns, maior até que Tolkien) Andrej Sapkowski. A história contava as aventuras de um bruxeiro (hexer, no original) que entre desventuras com mulheres, magia, monstros e reinos, procurava deixar sua marca no mundo.

The Witcher (Wiedźmin, CD Projekt RED/ Atari, 2007, PC, Xbox 360, PS3 e outros ports) causou uma revolução no mundo dos games. O gráfico realmente não era uma perfeição, mas a qualidade literária do RPG polonês chegava a impressionar nesse game baseado nas obras do velho escritor. Poucas vezes (talvez somente em Baldur’s Gate) tenhamos visto tamanha qualidade de personagens e textos. Muitas vezes, jogando o primeiro game tínhamos a impressão de algo realmente vivo, um universo pulsante, que puxa você para um outro mundo, de heróis, vilões, reis malignos e feiticeiras e seus planos. O mundo de Geralt de Rivia, o protagonista mais influente do nosso tempo.

Reis, patriotas e suas intrigas. Um verdadeiro jogo de xadrez pro jogador solucionar

Falar de The Witcher pra mim é tão fácil quanto difícil. Sou fanbase por excelência, chego a citar isso em meus textos e dedicatórias. Mas como sempre vou falar pra quem nunca jogou, ou que teve a oportunidade de jogar o primeiro e parou: jogue. Você não sabe o que está perdendo. Todo o sucesso do card game Gwent, dessa futura série da Netflix e do recentíssimo port pela Namco para Soul Calibur não são nem de longe mera coincidência. Em termos de qualidade, tanto de jogos quanto de trato aos fãs, poucas companhias hoje são como a CD Projekt RED. Os caras são fantásticos.

Mas o assunto aqui é uma resenha certo? Vamos a ela então: The Witcher 2: Assassins of Kings (Wiedźmin 2: Zabójcy królów, CDProjekt RED, 2011, PC, XBox 360, XBox One X, OS X e até Linux) continua as aventuras do bruxo, quase do ponto onde a história para em The Witcher (com seus vários finais), com Geralt aceitando o emprego de guarda costas do Rei Foltest de Temeria após retirar a maldição da Strzga (Striga, um tipo de monstro feminino do folclore polonês) de Adda, irmã de Foltest e adotar o bruxo como seu defensor, que pra variar se encontra em guerra, dessa vez com Aryan La Valette. Um jovem cavaleiro que herdou o trono de seu pai e resolveu entrar em guerra com o soberano de Temeria, claro quase sem nenhum sucesso.

Lehto, o assassino. Apenas mais um peão nesse jogo de reis

Nesse meio tempo o bruxo assume o seu romance com a “popozuda” Triss Merigold (eu faço questão de provar isso aqui pra vocês, a ruiva saiu até na versão européia da Playboy!) e aparentemente tudo parece correr bem, só pelo fato de que Geralt ainda não se lembrar de seu infortúnio em Rivia (a cidade natal de Geralt, numa história que só será contada em The Witcher 3: Wild Hunt, o jogo seguinte) e nesse meio tempo divide suas atenções entre ela e o emprego como conselheiro real de Foltest (que apesar do jeito duro do governante, até sai uma meia amizade daí) na sua guerra particular para conquistar os Reinos do Norte. Mas como é a vida de Geralt, sempre as coisas dão um jeito de dar errado, e após enfrentar um Dragão (personagem central de TW2) e invadirem o Castelo de La Valette (há uma boa razão pra isso, mas não vou contar aqui), Foltest é assassinado por um bruxo misterioso.

A partir daí Geralt começa uma luta contra o tempo, pois as tropas não vêem o ataque que vitimou seu rei. Com isso ele se torna o principal suspeito, passando a ser interrogado pelo lider dos Blue Stripes (Listras Azuis no bom português), o patriota Vernon Roche, personagem muito importante na trama não importando o caminho seguido (vamos ver isso mais adiante).

Geralt tentará provar sua inocência e se verá em um tabuleiro de xadrez com várias peças, das quais ele é apenas mais uma delas. Mudando o assunto um pouco, só pra não esquecermos de falar da parte técnica do game, The Witcher 2 é graficamente soberbo (principalmente no pc), dessa vez a CD criou sua própria engine (que foi aproveitada em mods, liberada para uso público e atualmente por ela está sendo feito uma modificação final que contaria o fim das aventuras do bruxo chamada The Witcher: Farewell of the White Wolf, ainda sem previsão de lançamento por enquanto, só pra acrescentar ao leitor) a REDEngine, especialmente criada para rodar o game, que apesar de ser exigente em gráficos, era totalmente adaptável, podendo ser jogado em pcs mais humildes de maneira tranquila. A jogabilidade é bastante melhorada em relação ao primeiro jogo da série (que possuía um combate similar ao jogo Vagrant Story, grande sucesso do PSOne), mais fluida, tática (bem mais complicada que a do jogo seguinte Wild Hunt) e bastante exigente do jogador.

Baseada nos últimos jogos 3D de Castlevania, em especial os de PS2, o combate apresenta um modo realista de ataque e defesa, bastante reativo e articuladíssimo (por que tudo em The Witcher é 3D action) que pode pegar o jogador desprevenido se ele não tiver um certo cuidado. O sistema acabou sendo melhorado em jogos como Demons/ Dark Souls e Dragon’s Dogma (claramente baseados na jogabilidade de The Witcher 2).

A bela e dúbia Triss Merigold. Tão bonita que saiu até na Playboy

Deixando a concorrência de lado, TW2 ainda brilha no tocante a histórias aleatórias e missões secundárias. Há tesouros pra achar, mulheres para Geralt conhecer (não pense que a Triss é a única, tem muitas mesmo), jogos de dados (semelhantes ao 1 que seriam a raiz do futuro Gwent), quedas de braço (ao estilo Falcão – Campeão dos Campeões, sucesso de Stallone) e lutas de bar (aliás muito bem feitas e divertidas, ao melhor estilo Tyler Durden em Clube da Luta), isso fora o inventário que reúne armas, modificações de armas, gens metagênicos (que melhoram ainda mais as capacidades do bruxo), seus dons (os populares Aard, Yrden, Igni e Quen), seu descanso e sua famigerada alquimia (as poções, que melhoram em relação ao um em toxicidade e duração, e que dessa vez são realmente necessárias, principalmente para alguns chefes).

Não podemos deixar de acrescentar (como anunciei lá em cima), a quantidade de caminhos da história e suas variações (quem jogou o primeiro pode concordar comigo) que pode mudar inteiramente ou entortar o caminho trilhado pelo jogador. Ainda mais se você for saudoso de personagens como o líder rebelde dos Scoia’tael Iorveth por exemplo (eu fiz esse caminho).

Com realismo, diversão, genialidade, qualidade acima da média, Geralt nos traz de volta a seu mundo quase de maneira definitiva. The Witcher 2: Assassins of Kings pode estar facilmente nas listas de melhores RPGs de todos os tempos. Esqueça os concorrentes, com todo respeito a CD demonstra que não tem adversários e entrega aqui um RPG perfeito. Cuja base será vital no demolidor The Witcher 3: Wild Hunt que tirou merecidamente a empresa polonesa do anonimato e a colocou no status de lenda dos games, juntamente com a Capcom, Nintendo, Sony, Microsoft, Bethesda e outras que chegaram ao Valhalla dos jogos. Causando com isso uma avalanche européia no mercado e com real merecimento.

E para terminar, o incrível port para XBOX ONE X…simplesmente fantástico, que consegue melhorar o que já era quase perfeito

 

Imagens tão lindas que parecem uma obra de arte

 

Os terríveis Drowners, apenas uma do Bestiário do game

 

Fogo, misticismo, perigos e magia

Nota para o jogo: 5/5

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O lobo da noite. O nerd caçador. Sou criador de páginas, nativo da internet desde a chegada no nosso país, músico, escritor e as vezes até poeta. Jogador nato, criado nos games do Atari aos 4K atuais. Também sou fã de literatura, rpg e cyberpunk.

Análise

DYING LIGHT | O segundo pode ser ainda melhor

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Dying Light wallp2

As vezes uma boa idéia não precisa ser original

Boa noite. E boa sorte. Atendendo a pedidos o game que vamos falar hoje é um dos grandes dessa atual geração. Ser original, ou apresentar um produto que mostre algo de novo em um cenário muito concorrido é difícil. Mas a lição de hoje é que bom trabalho, boa vontade, criatividade, coragem e boas idéias podem trazer algo de novo mesmo em temas muito explorados.

Nesse caso aqui o tema exposto são zumbis. Nada mais atual, não? Embora temos que reconhecer que com a alta exposição em filmes e séries (diga-se The Walking Dead, Guerra Mundial Z, Meu namorado é um zumbi, filmes de John Romero etc) ficou até meio difícil não discorrer sobre o tema e cair no óbvio.

Dying light gameplay

E não pense que será fácil

Mas a softhouse Techland, responsável por games como Call of Juarez e Dead Island topou o desafio. E em 2015 entregaram o melhor jogo de zumbis (digo sem ter um pingo de dúvida) dessa geração. Dying Light (Techland/Warner Bros. Interactive, 2015, XBox One, PS4, Linux, PC e OS X) combina originalidade com boas idéias, sem cair no óbvio mantém o pique em cada corrida pela vida.

Dying Light é aquele tipo de game que ganha o jogador logo na primeira partida. A história é simples, você assume o papel do agente Kyle Crane, em uma cidade infestada de mortos andantes chamada Harran. Kyle tem inicialmente a missão de recuperar documentos para uma espécie de ONU (Global Relief Report, algo como Esforço Mundial de Assistência) que foram roubados por um rebelde da cidade chamado Kadir Suleiman. Ciente de sua missão, ele é solto na cidade mas acaba sendo atacado (como sempre humanos são os verdadeiros monstros) por bandidos e acaba por ser infectado. Fim de jogo? Não é ai que começa o pesadelo e a grande aventura de Kyle.

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Violento como manda a cartilha do estilo

Assim como Far Cry 2, Kyle terá uma dificil missão. Como corredor, terá de localizar Kadir e não será nada fácil, como humano, terá que lutar contra o tempo e contra a infecção, tendo de buscar frequentemente medicamentos para brecar a inevitável transformação. Junte a isso o fato de que o game é um desespero. Durante o dia é até sussa passar pelos mortos andantes mas a noite parece que você foi parar em Apocolyps sem passagem de volta, é um inferno. Os zumbis crescem, ganham velocidade e olhos que te enxergam na total escuridão. Missões a noite por essa característica se tornam missões realmente impossíveis. O game ganha contornos de Splinter Cell com a diferença que aqui você é a caça.

Dying Light demonstra que a produtora Techland aprendeu (e muito bem, embora já tenha acertado no sensacional Riptide) com as falhas de Dead Island. Combinando elementos de Splinter Cell como já disse, Mirrors Edge (parkur até dizer chega), Half Life 2 (cenários quebrados e descontinuados) e muita inspiração vinda do próprio DI e de filmes como Guerra Mundial Z e Madrugada dos Mortos (transportado pro game), DL traz um ritmo frenético como nunca havia sido visto em um game de apocalipse zumbi, prepare-se pra correr feito um condenado (muito mesmo) e ter de fazer tudo em ritmo acelerado. O controle é excelente, sendo a melhor jogabilidade disparada entre os jogos do gênero. Isso fora a diversão, é realmente desafiador e premia o jogador com muita dificuldade (na real eu não recomendo para jogadores de fim de semana os níveis mais altos, os monstros perseguem mesmo).

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A noite, praticamente um novo jogo

Pra finalizar a resenha Dying Light é um colírio para essa geração. Extremamente violento, desafiador e divertido, mudou a cara dos jogos de apocalipse zumbi, mostrando que sim o tema ainda é sério, e pode realmente quando explorado com cuidado, render terror e bons sustos, isso fora a correria.

Essa resenha é dedicada a meu amigo, primo e irmão (por associação) Fabio Alves Moreira. Dying Light foi o último jogo de sua curta vida, interrompida por forças do destino. Fabio me ensinou que mesmo nas maiores dificuldades, um homem tem de sobreviver e sobrepujar qualquer obstáculo, mas com bom humor, boa educação e um sorriso no rosto. Por causa dele conheci o mundo dos carros de corrida e pra terminar deixo uma frase clássica desse mundo. Nunca é um adeus.

 

Nota: 5/5


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GOD OF WAR | Valeu a tentativa (Análise)

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(Foto – Sony Interactive Entertainment ©/ Capcom ©/ Sony Pictures Entertainment ©)

Ok, aqui a treta será pra valer. Como eu prometi e resolvi também deixar as minhas impressões sobre o game mais falado da semana passada (calma, não tem ninguém aqui querendo ferrar o jogo, apenas vou dizer e concordar com algumas verdades). Dizem que apressado come cru, e come mesmo. As vezes um tempinho a mais de preparação pode fazer a diferença entre um campeão e mais um game. E infelizmente a internet (ótimo termômetro pra essas coisas) tá mostrando na realidade o que vou dizer aqui. Não foi uma decepção, mas ficou claro que o hype foi alto demais, e a promessa de um campeão esbarrou feio nas limitações técnicas que o console infelizmente possui.

God of War (Sony Santa Monica, 2018, originalmente PS4) é um jogo de extremos. Do tipo que você ama ou odeia. Não haverá meio termo, e se preparem para ver muita treta sobre esse game. O por que de tudo isso foi uma campanha (bem executada reconheço) de divulgação, incluindo uma dublagem duvidosa na nossa língua (o excesso de truculência é pra lá de desnecessário) com expressões utilizadas popularmente (que também faço uma ressalva) que as vezes exageram no coloquial. Sejamos sinceros, a ideia de baixar a classificação etária (com o pibe Atreus), não caiu tão bem como deveria. GOW é um jogo de carnificina, hack n slash (matar, pilhar e destruir) e pouco espaço para sentimentalismos. O que nesse game foi a tônica, e isso claro afastou muitos fãs furiosos com a mudança.

Pra ir direto ao assunto, vamos a história deste game. Kratos agora é um pai, que possui problemas (quase como Ito Ogami, o Lobo Solitário e seu filho, qualquer semelhança sim foi proposital) com a criação de seu filho, Atreus. Sua nova esposa, está morta, e o guerreiro se vê em um dilema, já que tem pouca ou nenhuma experiência como pai. Nesse meio tempo, Kratos é atacado por um estranho guerreiro cheio de tatuagens e muito forte. O guerreiro se identifica como Balder, filho da deusa nórdica Freya e daí começa o drama do ex-espartano. Graças a uma jornada de respeito a sua amada (que pediu que suas cinzas fossem postas segundo o ritual nórdico) recomeçam as batalhas na vida desse cansado guerreiro.

Mas dessa vez o guerreiro não lutará só, o garoto Atreus, um arqueiro em formação e ajudará o pai na dura tarefa que se apresenta. A partir daí o game continua a fórmula de sucesso dos dois primeiros da série. Evolua suas armas, lute muito, resolva puzzles, e faça um passeio na agora mitologia nórdica (que é bem homenageada, apesar de alguns deslizes). Se destaca também a criação de uma moeda própria no game, fazendo com que elementos de rpg (veja bem, eu disse elementos) sejam acrescentados como um ferreiro que melhora as armaduras, armas e itens mágicos de Kratos (aliás, os diálogos do ferreiro tiram um pouco da carolagem do game). Outro ponto interessante é a bandeira hasteada aos dois primeiros games com a inclusão das armas clássicas Blades of Chaos e Chains of Olympus, não é a mesma coisa mas pelo menos serve de consolo para os fãs antigos.

O por que dessa intro bem pesada eu vou dizer agora. Vamos ao esqueleto técnico do game, o por quê de tanta gritaria nos fóruns e redes sociais. God of War é um jogo híbrido. Sim, não uma ideia ou uma simples continuação, mas um jogo influenciado por diversos outros games (temos que lembrar que a franquia já influenciou outras como Dante’s Inferno, Darksiders e até Castlevania), com uma lista que realmente é bem extensa, diga-se de verdade.

O combate travado lembra Assassins Creed e Dark Souls, com pitadas de The Witcher 2. A movimentação foi toda retirada de um game de 2013 que deveria ser um sucesso e agora está sendo descoberto (o sensacional Ryse: Son of Rome do XBox One). O cenário? The Elder Scrolls V: Skyrim puro. Sobra do verdadeiro God of War, alguns combates com a conhecida sanguinolência de Kratos (ou quase, falamos disso mais na frente), e uma adição de combate desarmado que lembra os duelos nas arenas de UFC. Junte a isso a carcaça de Horizon Zero Dawn, com uma paleta de cores mais gelada e tá pronto o pacote.

E mais. Fica evidente a maquiagem feita pela Sony pra apagar ou diminuir falhas de produção causadas pela pressa. Quer entender o que estou falando? Jogue no escuro. Isso fora algumas decisões que diminuíram a faixa etária do game (céus, Kratos e as Tinkerbell) e que foram uma ducha fria com força nos fãs antigos. Falando da paleta de cores, ela é seca e precisa muito da resolução pra ser bem apreciada (uma das fotos abaixo demonstra isso) e por isso os 4K Hur Dur e críticas (realmente algumas pesadas) são nada fora dos parâmetros, digo eu que joguei e vi logo de cara isso. E antes que me crucifiquem (minha função aqui galera é dizer a verdade, serve pra isso uma análise), sim, deveriam ter demorado mais pra soltar o game. Anthem da EA, Kingdom Come e Cyberpunk da CDProjeckt tão aí pra não me deixar mentir.

Terminando a bagaça, God of War é um game 4 estrelas. Mas deveria ser 5. Por causa de pressa, projeto à la Dick Vigarista (copiar dos outros não vale), e tudo que citei ai em cima. O jogo possui um grande potencial que se houver uma dlc e um remaster, pode realmente ser o campeão que a Sony queria. Tem uma boa história e um bom inicio com o garoto Atreus pra isso.

Nota para o jogo: 4 / 5

 

 

Apesar de bonitos e rpgísticos, os cenários as vezes são de gosto duvidoso. (Foto – Sony Interactive Entertainment ©/ Capcom ©/ Sony Pictures Entertainment ©)

Fala sério. Isso não te lembra algo? (Foto – Sony Interactive Entertainment ©/ Capcom ©/ Sony Pictures Entertainment ©)

Os limites do PS4 testados a exaustão. (Foto – Sony Interactive Entertainment ©/ Capcom ©/ Sony Pictures Entertainment ©)

Atreus pra mim é o grande atrativo desse game. (Foto – Sony Interactive Entertainment ©/ Capcom ©/ Sony Pictures Entertainment ©)

 


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Análise

PLAYER UNKNOWN BATTLEGROUNDS | O melhor jogo survival de todos os tempos!

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Nada de mil cores…pessoas normais!

Ok, hoje vamos falar de um game de verdade. Esqueça esse novo God of War e seus assists. Esqueça o mito chamado CS:GO (ou Counter Strike: Global Offense para os íntimos). Esqueça. Esqueça tudo. Renda-se a evolução que se chama Battle Royale, estilo de game que começou (em homenagem aqui a um brother meu, que lê nossas resenhas e a sua galera, valeu pela preferência camaradas) em um game da Sony de zumbis chamado H1 Z1. Esse game (que é um DayZ muito mais bem feito, aliás recomendo o game e mando um salve pra comunidade BR) tinha um modo peculiar de deathmatch (partidas mortais, na melhor tradução, gênero que começou com o mito Unreal Tournament, muitos anos atrás) chamado King of the Hill (o modo ainda existe e é muito, mas muito jogado na net), esse modo foi o embrião de um pequeno projeto (pequeno mesmo, pode acreditar) chamado Player Unknown Battlegrounds (Blue Hole Games/ Tencent Games/ Microsoft, 2017, Mobile, PS4, Xbox One e PC).

Sejamos sinceros, PUBG (como o game é conhecido) é de longe o melhor game de sobrevivência de todos os tempos, ponto. Seu estilo frenético e simples é obra de um…fotógrafo. Sim, o fotógrafo Brendan Greene, um inglês que se apaixonou por uma brasileira (detalhe, de Varginha-MG, por que será), e não deu muito certo. O cara teve uma grande decepção na vida e em vez de se relegar ao tal destino (detalhe moços e moças do canal, ISSO NÃO EXISTE, não acreditem em ninguém que diga isso a vocês) resolveu reiniciar do zero e começou a se dedicar a mods do game DayZ (comunidade BR, aquele abraço). Sua ideia era transportar o universo do livro japa de Koushun Takami, Battle Royale (detalhe o livro existe e o filme asiático também) que consiste em uma espécie de Gamer, ou Os Condenados (com Steve Austin, filmaço) ou ainda indo mais longe no tempo com O Sobrevivente , filme estrelado por Arnold Swarzenegger. Também podemos citar Jogos Vorazes e Maze Runner (esse é idêntico), filmes e livros que são bem moderninhos.

O melhor jogo pra celular de todos os tempos!

Qual a proposta? A mais simples e macabra possível. Imagine 100 players em uma ilha deserta (ou um deserto, no pc e console, temos que destacar a incrível versão mobile) lutando por suas vidas. Simples assim. Pelo caminho terão que coletar armas, roupas, coletes a prova de bala, mochila, ou seja, é um treinamento militar em forma de game macabro! Sei que me repeti mas esse game realmente surpreende (melhor pra Microsoft que de boba não tem nada e investiu na versão One X). Somente jogando você poderá tirar uma ideia real do que estou dizendo. Pra melhorar a bagaça, a carne moída aqui é geral. Greene investiu no cenário, tornando o mais adulto possível (esqueça as mil cores de Fortnite, o principal concorrente), como eu comparei no início da análise, é realmente a evolução de Counter Strike (provavelmente o jogo de fps mais criativo e jogado de todos os tempos).

O cenário lembra uma zona desmilitarizada (não a Coréia, mas algo mais como Faixa de Gaza mesmo), deserta, que deveria ser um refugo de gangues ou sei lá assim. 100 (ou mais) pulam para a morte de para quedas, onde o único objetivo é restar apenas 1. Como irão fazer isso? Sendo parceiros, traíras (a história de Alahor é bem isso XD) e sobreviventes na maneira mais crua e fria possível. Não há espaço para misericórdia, é isso que faz PUBG tão interessante e urgente (o game foi pensado estilisticamente nos modos de Delta Force: Black Hawk Dawn e Arma 2, ambos games fodásticos de guerra). Junte a isso uma variedade legal de estilos e tá pronto um personagem pronto pra ser dejetado na ilha do terror. No bom sentido.

A receita de Counter, ser o mais simples possível!

PUBG vem colecionando prêmios mundo afora. Grande ausência no GOTY 2017, é praticamente certo que tem tudo pra levar algumas estatuetas nesse ano. Tem tido a assistência executiva da Microsoft (que prepara uma versão suculenta para o One X) e foi lançado pra celulares pela Tencent Games (e detalhe roda em praticamente QUALQUER aparelho), sendo o maior sucesso mobile de todos os tempos, tendo salas lotadas (não com 100, mas 200, até 300 jogadores), fazendo do estreante Greene, um dos maiores milionários dos games atuais…é galera lembra de A Rede Social? Os dias passam…(nick no PUBG mobile: Alucard1978, me encontre lá…se sobreviver).

Nota para o jogo: 5 / 5

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