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Games

SUPER MARIO ODYSSEY | Novo game terá modo multiplayer cooperativo!

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Antes de se apresentar na E3 2017, a Nintendo sugeriu que Super Mario Odyssey poderia contar com um modo multijogador. Agora a companhia confirmou que esta característica será uma realidade.

Durante o Nintendo Treehouse, a companhia mostrou o modo cooperativo de Super Mario Odyssey em ação. Neste modo, cada jogador usará um Joy-Con: uma parte do controle será destinada para dar as direções ao Mario, enquanto que a parte do controle será para o controle ao já popular chapéu mágico Cappy. Isto significa que o segundo jogador ajudará Mario protegendo-o dos inimigos e ajudando-o a completar puzzles.

Confira:

De acordo com a Big N, a finalidade deste modo é o de oferecer uma alternativa para as pessoas que não têm tanta experiência nos games. Assim que tiver mais domínio sobre o jogo pode controlar o icônico Mario, enquanto que o outro se familiariza com as mecânicas de jogo ao controlar o Cappy.

Lembrando que Super Mario Odyssey é um jogo exclusivo para o Nintendo Switch e ele será lançado no dia 27 de Outubro.

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Professor de Biologia e Educação Física Escolar, amante de praticamente tudo do mundo nerd e lunático pela 7º Arte. Apresentador do Teekcast e futuro youtuber, gosta da Marvel mas não tem vergonha de revelar para todos o seu amor platônico pela DC Comics e odeia a briga boba entre marvetes e dcnautas.

Análise

DYING LIGHT | O segundo pode ser ainda melhor

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Dying Light wallp2

As vezes uma boa idéia não precisa ser original

Boa noite. E boa sorte. Atendendo a pedidos o game que vamos falar hoje é um dos grandes dessa atual geração. Ser original, ou apresentar um produto que mostre algo de novo em um cenário muito concorrido é difícil. Mas a lição de hoje é que bom trabalho, boa vontade, criatividade, coragem e boas idéias podem trazer algo de novo mesmo em temas muito explorados.

Nesse caso aqui o tema exposto são zumbis. Nada mais atual, não? Embora temos que reconhecer que com a alta exposição em filmes e séries (diga-se The Walking Dead, Guerra Mundial Z, Meu namorado é um zumbi, filmes de John Romero etc) ficou até meio difícil não discorrer sobre o tema e cair no óbvio.

Dying light gameplay

E não pense que será fácil

Mas a softhouse Techland, responsável por games como Call of Juarez e Dead Island topou o desafio. E em 2015 entregaram o melhor jogo de zumbis (digo sem ter um pingo de dúvida) dessa geração. Dying Light (Techland/Warner Bros. Interactive, 2015, XBox One, PS4, Linux, PC e OS X) combina originalidade com boas idéias, sem cair no óbvio mantém o pique em cada corrida pela vida.

Dying Light é aquele tipo de game que ganha o jogador logo na primeira partida. A história é simples, você assume o papel do agente Kyle Crane, em uma cidade infestada de mortos andantes chamada Harran. Kyle tem inicialmente a missão de recuperar documentos para uma espécie de ONU (Global Relief Report, algo como Esforço Mundial de Assistência) que foram roubados por um rebelde da cidade chamado Kadir Suleiman. Ciente de sua missão, ele é solto na cidade mas acaba sendo atacado (como sempre humanos são os verdadeiros monstros) por bandidos e acaba por ser infectado. Fim de jogo? Não é ai que começa o pesadelo e a grande aventura de Kyle.

dying-light-the-following-wallpaper

Violento como manda a cartilha do estilo

Assim como Far Cry 2, Kyle terá uma dificil missão. Como corredor, terá de localizar Kadir e não será nada fácil, como humano, terá que lutar contra o tempo e contra a infecção, tendo de buscar frequentemente medicamentos para brecar a inevitável transformação. Junte a isso o fato de que o game é um desespero. Durante o dia é até sussa passar pelos mortos andantes mas a noite parece que você foi parar em Apocolyps sem passagem de volta, é um inferno. Os zumbis crescem, ganham velocidade e olhos que te enxergam na total escuridão. Missões a noite por essa característica se tornam missões realmente impossíveis. O game ganha contornos de Splinter Cell com a diferença que aqui você é a caça.

Dying Light demonstra que a produtora Techland aprendeu (e muito bem, embora já tenha acertado no sensacional Riptide) com as falhas de Dead Island. Combinando elementos de Splinter Cell como já disse, Mirrors Edge (parkur até dizer chega), Half Life 2 (cenários quebrados e descontinuados) e muita inspiração vinda do próprio DI e de filmes como Guerra Mundial Z e Madrugada dos Mortos (transportado pro game), DL traz um ritmo frenético como nunca havia sido visto em um game de apocalipse zumbi, prepare-se pra correr feito um condenado (muito mesmo) e ter de fazer tudo em ritmo acelerado. O controle é excelente, sendo a melhor jogabilidade disparada entre os jogos do gênero. Isso fora a diversão, é realmente desafiador e premia o jogador com muita dificuldade (na real eu não recomendo para jogadores de fim de semana os níveis mais altos, os monstros perseguem mesmo).

dying-light

A noite, praticamente um novo jogo

Pra finalizar a resenha Dying Light é um colírio para essa geração. Extremamente violento, desafiador e divertido, mudou a cara dos jogos de apocalipse zumbi, mostrando que sim o tema ainda é sério, e pode realmente quando explorado com cuidado, render terror e bons sustos, isso fora a correria.

Essa resenha é dedicada a meu amigo, primo e irmão (por associação) Fabio Alves Moreira. Dying Light foi o último jogo de sua curta vida, interrompida por forças do destino. Fabio me ensinou que mesmo nas maiores dificuldades, um homem tem de sobreviver e sobrepujar qualquer obstáculo, mas com bom humor, boa educação e um sorriso no rosto. Por causa dele conheci o mundo dos carros de corrida e pra terminar deixo uma frase clássica desse mundo. Nunca é um adeus.

 

Nota: 5/5


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E-Sports

E-SPORTS | As primeiras lendas da categoria

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Os esportes eletrônicos já deixaram de ser novidade há muito tempo. Games tradicionais como Starcraft, Warcraft, e Counter Strike (CS) já estão com mais de 15 anos de estrada e o League of Legends (LoL), que é o caçula deles, completa uma década em 2019.

E se hoje nomes como coldzera e FalleN são os ídolos atuais dos e-sports, no início da popularização dos e-sports as lendas eram outras.

Counter Strike

A média de idade dos jogadores do Counter Strike é baixa e geralmente a carreira deles não é muito longínqua, mas isto não impede que alguns competidores sejam fora da curva e façam história durante muito tempo. Christopher Alesund, conhecido como Get_Right, é um exemplo perfeito disto.

Get_Right faz parte da segunda geração sueca que foi uma das líderes do Counter Strike durante anos — da mesma época do Olofmeister. Natural de Estocolomo, Get_Right começou a jogar CS quando ainda tinha 16 anos, bem no início da década de 2000. 

Foto: Imagem de divulgação

Na Suécia, Get_Right começou a disputar vários torneios nos anos 2000 e a fazer muito sucesso logo de cara. Sua carreira deslanchou em 2007, na Rendezvous/24. Jogando pelo time Gamepassion, ele conseguiu se destacar e a chamar atenção do mundo do CS. Naquele mesmo, ele teve sua primeira passagem pelo Ninas in Pyjamas — time que está desde 2012.

O primeiro grande momento dele veio há quase 10 anos, quando conquistou o IEM III Global Finals de 2009. Naquele torneio, junto com a Fnatic, o time era considerado um dos azarões e mesmo assim conquistou a vitória.

Get_Right continua na ativa e seguindo entre os grandes, diferente de Danny Montaner, conhecido como fRoD, que fez muito sucesso na última década e não está mais dos holofotes do Counter Strike — atualmente foca na área dos Bitcoins.

fRoD foi ainda mais precoce do que Get_Right e dominou a cena dos esportes eletrônicos na última década — tanto que foi eleito o melhor jogador norte-americano da década de 2000. 

O currículo fala por si só. fRoD se estabeleceu como uma das primeiras lendas do CS ao ter quatro nomeações diferentes no eSports Awards. Em 2005, ele ganhou o prêmio de melhor jogador de Counter-Strike do mundo e ficou em quarto colocado geral na votação para melhor jogador de e-sports daquele ano.

Foto: Imagem de divulgação

No ano seguinte, em 2006, fRoD repetiu a excelente quarta colocação na premiação para melhor jogador de e-sports do ano. Tamanho sucesso lhe colocou na parte de cima dos grandes jogadores daquela época ao lado de Patrik “f0rest” Lindberg.

Só que o sueco Tommy Ingemarsson, conhecido como “Potti”, foi ainda mais precoce do que fRod e Get_Right. Ativo entre 1999 a 2006, ele foi um dos pioneiros da popularização do Counter Strike no mundo.

Foto: Imagem de divulgação

Potti foi cofundador do famoso time Nynjas in Pijamas, que é um dos maiores do mundo. Isto aconteceu em 2000, quando ele teve a iniciativa ao lado do amigo “Tootzi”.

Entre 2000 a 2005, Potti conquistou nove títulos do Cyberathlete Professional League (CPL) e nesse período nunca terminou abaixo da quarta colocação.

Starcraft e Warcraft

Muito popular na Coréia do Sul, os dois games dominaram a popularidade dos jovens sul-coreanos no início dos anos 2000. Após o lançamento do Warcraft III: Reign of Chaos, em 2002, rapidamente Chun Jung-hee, conhecido como “Sweet”, se tornou um dos melhores do mundo.

Atualmente aposentado, Sweet ficou na ativa entre 2003 a 2014. O primeiro grande reconhecimento mundial veio em 2004, quando foi eleito o melhor jogador de Warcraft III pelo eSports Award.

Sweet seguiu no alto escalação quando em 2005 se tornou o campeão mundial ao bater Kim Dong “Gostop” Moon para ficar com o título. Em 2006, Sweet voltou a figurar na premiação do eSports Award quando ficou com a quinta colocação para melhor jogador de Warcraft.

Um pouco antes do Warcraft III, outro game fez muito sucesso na Coréia do Sul, pois o Starcraft foi a primeira grande febre dos games no país. E um dos grandes pioneiros do Starcraft fora da Ásia foi Bertrand Grospellier.

Foto: Imagem de divulgação

Conhecido como “ElkY”, atualmente ele é um dos melhores do mundo no poker e tem um currículo espetacular nas cartas. Só que, antes de se aventurar no poker, ElkY chegou a grandes decisões e foi um dos primeiros europeus a ficar entre os melhores do mundo — tudo isto aconteceu no início dos anos 2000.

League of Legends

Mais novo dos quatro games citados acima, o League of Legends foi lançado oficialmente em 2009 e os grandes jogadores vieram um pouco depois.

Um dos primeiros jogadores de destaque é Yiliang Peng, conhecido como “Doublelift”. Atual membro da Team Liquid, ele começou sua carreira em 2011 na CLG e se destacou nos anos seguintes.

Foto: Imagem de divulgação

Um dos melhores americanos do mundo no LoL, ele representou a América do Norte no All-Star Game de 2013 e 2014. Com cerca de 10 títulos na carreira, ele está prestes a completar 25 anos e é um dos maiores veteranos do game.

Da mesma época do Doublelift, o sul-coreano Choi In-seok, conhecido como “inSec”, começou sua trajetória no LoL em 2012. Com um grande legado no game, é um jogador que ajudou a revolucionar a parte tática do LoL e já conquistou mais de cinco títulos na carreira.

Apesar de ainda ter 22 anos, Lee Sang-hyeok, famoso como “Faker”, já pode ser considerado um veterano na cena do LoL. O sul-coreano compete profissionalmente desde 2013, quando começou na SK Telecom T1 K.

Foto: Imagem de divulgação

Com cinco anos de carreira, o legado de Faker é indiscutível. Considerado por muitos como o melhor jogador do mundo, Faker tem um currículo invejável e segue em grande forma.

 

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Games

JUST DANCE 2019 | Novo game da franquia tem lista de músicas e data de lançamento reveladas!

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Uma das franquias mais famosas da Ubisoft não poderia ficar de fora da conferência mais falada do momento. Just Dance 2019 foi confirmado e sua primeira demonstração de lista com as músicas que estarão presentes no título foi revelada. 

O título exclusivo de consoles já tem até data de estreia confirmada para outubro de 2018, contando com a primeira lista de músicas que estarão presentes nessa edição revelada através de um pequeno trailer, confira:

A nova edição contará com a faixa Bang Bang Bang do grupo coreano Bigbang conhecido entre o público fã de K-pop. Os jogadores também foram surpreendidos com a faixa Bum Bum Tam Tam por Mc Fioti, Future, J Balvin, Stefflon Don, Juan Magan. 

Outras músicas como Finesse (Bruno Mars e Cardi B’s), Havana (Camila Cabello), Mad Love (Sean Paul, David Guetta Ft. Becky G) e Dame Tu Cosita (El Chombo Ft. Cutty Ranks) também estão confirmadas.

Just Dance 2019 chegará aos consoles em 23 de outubro de 2018 para Xbox One, Xbox 360, Nintendo Switch e Playstation 4.

 

Fonte: E3 2018 – Ubisoft

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