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GOTHAM | Espantalho solta o terror! Crítica do 2º episódio (The Fear Reaper) – 4 º temporada

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Que episódio nos tivemos nesta nova temporada de Gotham, com ares sombrios e um suspense gostoso, o segundo episódio misturou nostalgia da primeira temporada (por causa do suspense investigativo com o vilão deste início) e também serviu para seguir um rumo coerente para história do atual arco desta 4º temporada.

Tivemos um Espantalho do jeito que eu gosto: assustador, sombrio onde algumas cenas me lembraram o inicio apavorante de The Walking Dead. Outro destaque positivo foi para o badass Jim Gordon que acabou se enfiando em maus bocados, alias o personagem vem vivendo uma maré de azar a muito tempo e agora a sua briga com o vilão Pinguim ganhou mais um novo capitulo, do jeito que as coisas andam entre os dois, provavelmente alguém irá levar a pior no final desta nova temporada.

Enquanto isso surge uma ameaça das cinzas com o reinado do Pinguim, o retorno deste mal necessário pode ser positivo para alguns, mas em minha modesta opinião é uma tecla que tinha dado certo antes e vão repetir outra vez. Em contrapartida temos a evolução do bat-mirim, como eu disse anteriormente, teremos um retrato da HQ “Batman: Ano Um” e vemos que Bruce acabou se safando de um problemão, sorte que dinheiro e poder acabou livrando ele desta confusão, Alfred insiste que os seus vestimentos são insuficientes para enfrentar ladrões armados, por conta disso temos a ótima de mais um grande parceiro do “Garoto-Morcego”, Lucius Fox. Quem não se lembra do senhor Fox que foi interpretado por Morgan Freeman ajudando o Batman em alguns upgrades, neste episódio temos a mesma coisa, o primeiro upgrade para o jovem vigilante.

Mesmo assim o episódio teve bons acertos e poucos erros, a série continua coerente e bem desenvolvida por Bruno Heller (showrunner da série). Eu adorei este retorno de Jonathan Crane e todo o suspense em volta dos seus ataques, é exatamente deste jeito que penso como o vilão deve e que muitos adoram também, foi uma ótima sacada, espero que o jovem vilão lute com o bat-mirim nesta temporada, o que nos resta é aguardar por mais episódios de Gotham.

Nota para o episódio: 4 / 5

Confiram a promo do terceiro episódio, intitulado “They Who Hide Behind Masks”:

 

Editor-Chefe do Nerdtrip e Professor de Biologia e Educação Física Escolar. Amante de Animações, Seriados, Games, Ficção, Mundo Mágico, HQs e lunático pela 7º Arte. Entendedor de Oscar e outras premiações frescurites que ninguém liga e repara nos filmes (aqueles detalhes bobos). Ama a 'Trindade' que é conhecida nos 7 cantos do mundo e nas horas vagas escuta aquela música eletrônica para ficar na vibe ou curte também aquele bom e velho rock'n'roll.

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STAR TREK DISCOVERY | Episódio 05: “Choose your pain” – Crítica do Viajante

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Mudd original interpretado por Roger C. Carmel na década de 60.

E o episódio de “Star Trek: Discovery” dessa semana, denominado “Choose your pain” (escolha a sua dor) trouxe de volta um velho conhecido dos trekkers de plantão. Trata-se de um velho malandro espacial: “Harry Mudd“. Tal personagem apareceu pela primeira vez no episódio da série clássica “As mulheres de Mudd” e posteriormente em outro denominado “Eu, Mudd” em ambos interpretado por Roger C. Carmel em 1966 e 1967 (1º e 2º temporadas).

Harry Mudd era uma espécie de trapaceiro intergaláctico, mercador de mulheres. Na série original era um bufão, um personagem vilanesco e de certa forma cômico. Agora em “Choose your pain” volta mais sério, mais sombrio, porém sem deixar de ser um malandro nato, dessa vez interpretado pelo ator “Rainn Wilson”, que ficou conhecido por interpretar “Dwight Schrute” no sitcom “The Office“.

No episódio de ótimo roteiro, os “klingons” sequestram o capitão “Gabriel Lorca” (Jason Isaacs) interessados em seu poderoso motor de propulsão bio-quântica. É na cela que Lorca se encontra com Mudd e um pouco do passado do vilão é revelado. Não esquecendo que Discovery é cronológicamente anterior à série original, e portanto, o encontro retratado nesse episódio é anterior aos encontros de Mudd e Kirk.

Na U.S.S Discovery, a personagem “Michael Burnham” (Sonequa Martin-Green) deixa um pouco de ser o centro da trama, apesar de ainda ter grande presença em tela. Aliás essa foi uma das principais reclamações dos trekkers mais conservadores em relação aos primeiros episódios. O primeiro oficial “Saru” (Doug Jones) tem importância vital no episódio ao ser obrigado a assumir o comando da nave na ausência de seu capitão e por isso ter que tomar decisões cruciais e moralmente questionáveis. Na ponte de comando acabamos por conhecer pelo menos os nomes dos outros oficiais graduados para os quais “Saru” dirige suas ordens.

Outro que volta a ter destaque é o engenheiro-chefe “Paul Stamets” (Anthony Rapp), e pelo desfecho do episódio fica claro que sua participação e importância na trama só devem crescer daqui para frente. Anunciado como o primeiro oficial assumidamente homossexual de Star Trek, Stamets ainda não havia dado mostra de sua sexualidade até agora, quando descobrimos quem é seu cônjuge dentro da Discovery (não vou dar spoiler, amigo leitor, você terá que assistir ao episódio para saber). Só não foi dado o “beijo”, mas ficou muito clara a relação entre os dois homens. O beijo provavelmente foi evitado por receio da “rage” dos fãs mais conservadores, mas acredito que no futuro será sim mostrado.

A conclusão do episódio, politica e moralmente correta agradou aqueles fãs que reclamavam até então de que a nova série estava de certa forma danificando a visão de sociedade utópica do criador de Star Trek, Gene Rodenberry. Mas convenhamos, não se chegou àquela “maravilhosa” sociedade de “Star Trek: The Next Generation” sem uma fase de transição. Uma transfrormação desse porte não se faz de um dia para o outro. A federação de Kirk está muito aquém da federação de Piccard e nem está em “tempos de guerra” como está a de Lorca. Entendo que o clima sombrio de paranóia e desconfiança, com oficiais sorumbáticos e pouco amistosos que se estranham o tempo todo, é completamente plausível e até mesmo esperado em uma zona de conflito. E não é por isso que deixa de ser Star trek como os mais radicais andam gritando. Minha classificação para o show se mantém:

Links para as críticas dos episódios anteriores:

Episódio duplo de estréia

Episódio 03

Episódio 04

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GOTHAM | Bruce assume a sua segunda máscara! Crítica do 3º episódio (They Who Hide Behind Masks) 4º temporada

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O circo começa a ser orquestrado em Gotham, claro que este episódio teve poucas cenas de ação ou quase nenhuma, mas ele serviu como um episódio bastante rico no crescimento da “guerra civil” que ocorrerá e também com o jovem e bilionário Bruce Wayne.

Para ser um grande detetive, Bruce/Batman sempre explorou as suas duas máscaras (a máscara do Morcegão e também a do playboy que gasta o seu dinheiro sem dó), isso fica bem definido com os ensinamentos do seu maior parceiro, Alfred Pennyworth (interpretado brilhantemente por Sean Pertwee) que esta indo até pra rua para auxiliar o bat-mirim.

Em contrapartida, temos o retorno de Edward Nygma (o nosso querido Charada, interpretado por Cory Michael Smith) que parece estar com um parafuso a menos por causa do longo tempo em que ficou congelado. Esse descongelamento deixou o Pinguim doido e a guerra entre ele e a Barbara Kean (que retornou dos mortos por causa de um famoso poço) acabou ficando ainda mais aguçada a intromissão do jovem bilionário Bruce Wayne. Percebe-se que neste episódio todos os acontecimentos começam a ter ligação e percebemos que Ra’s Al Ghul (interpretado “estranhamente” por Alexander Siddig) esta manipulando todos os acontecimentos por debaixo dos panos.

Mesmo Gordon tentando pedir ajuda para o Falcone, ele acabou conseguindo esta ajuda, mas da filha dele, Sofia Falcone (interpretada pela belíssima atriz Crystal Reed, ex-Teen Wolf) que acaba vindo para Gotham reinar como mafiosa com o nome Falcone. Com tudo isso, Gotham teve um bom avanço no jogo de poder na cidade sombria, Gotham está demais!

Nota para o episódio: 4 / 5

Confira a promo do próximo episódio, “The Demon’s Head”:

 

 

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THE GOOD DOCTOR | Freddie Highmore passa ótima reflexão do seu personagem! Crítica do 2º episódio

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Após um episódio de estreia entre os mais assistidos da TV americana e que possuiu alguns erros e acertos, The Good Doctor teve o lançamento do seu segundo episódio, e que episódio meus amigos!

Confesso que a season Premiere não me conquistou 100% (pra ler ela, clique aqui), mas como eu percebi que poderia ter qualidade no restante da temporada (já que o canal que produz a série encomendou por completo a primeira temporada) eu acabei dando um sinal de esperança, mas eu não esperava que melhorasse tanto  logo em seguida.

Bem, nesse episódio vemos um pouco da difícil vida de Shaun (Freddie Highmore, que esta bem mais a vontade no papel neste episódio), todos os seus costumes e dilemas são lembrados e discutidos com os famosos flashbacks que explicam com extrema coesão o desenvolvimento da história deste doce garoto. Vemos aqui que Highmore faz o que ele entende bem, se sobressai sobre os outros atores que continuam bons também.

Na medida em que as cenas foram passando, Shaun tentou se segurar e aprender com o seu cirurgião-chefe (onde ele já deu várias patadas aka Dr.House), mas se pondera e insiste em fazer o bem, suas dicas e o seu conhecimento é bem acima dos demais e o personagem acaba sendo usado como esnobada peça de um tabuleiro voltado as ganancias da maioria dos médicos da unidade onde ele esta estagiando.

Toda esta mistura foi extremamente rica e bem amarrada e fez com que o roteiro desse segundo episódio fosse bem mais desenvolvido (em minha modesta opinião, foi bem melhor que a season première), conseguimos ficar ainda envolvidos com o protagonista e também com o que ele irá representar no hospital onde ele esta trabalhando, espero que o roteiro continue afiado e desafiador tanto para o publico apreciar e também para o protagonista que poderá ser um novo queridinho da TV, pois temos um grande ator que irá carregar a série nas costas (como Hugh Laurie carregou Dr.House com maestria) para que ela seja um enorme sucesso.

Nota para o episódio: 4,5 / 5

Confira a promo para o 3º episódio:

 

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