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GRANT MORRISON | Escritor anuncia sequencias das HQs “Mulher Maravilha: Terra Um” e “Batman: Asilo Arkham”

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E tivemos boas novidades  para o editorial da DC Comics na SDCC 2017. Um dos grandes quadrinistas da editora irá retornar para escrever novos volumes de grandes sucessos dos heróis Batman e Mulher-Maravilha.

Em um painel especial no evento, Grant Morrison anunciou que está trabalhando em uma nova historia do título Mulher-Maravilha: Terra Um. Morrison descreveu a sequência como se fosse “O Império Contra-Ataca” (da saga Star Wars), e garantiu que irá retornar para escrever o volume três do título também.

“Mulher-Maravilha: Terra Um – Volume 2” não tem data de lançamento, mas trará a vilã Paula Von Gunther invadindo Themyscira com um exército nazista. Uma sinopse completa será revelada em breve.

Assim como Mulher-Maravilha: Terra Um, outra história de Grant Morrison também estará recebendo uma sequência nos quadrinhos. De acordo com o artista, o título desta sequência está sendo chamado de “Batman: Asilo Arkham – Uma Séria Casa em um Sério Mundo”.

Morrison também revelou que o título terá 122 páginas, e que a aventura vai girar em torno de Damian Wayne já adulto e assumindo o manto de Cavaleiro das Trevas.

Batman: Asilo Arkham 2 ainda não tem data de lançamento oficializada, porém mais detalhes do projeto pode ser revelado nas próximas semanas.

Editor-Chefe do Nerdtrip e Professor de Biologia e Educação Física Escolar.
Amante de Animações, Seriados, Games, Ficção, Mundo Mágico, HQs e lunático pela 7º Arte.
Entendedor de Oscar e outras premiações frescurites que ninguém liga e repara nos filmes (aqueles detalhes bobos).
Ama a ‘Trindade’ que é conhecida nos 7 cantos do mundo e nas horas vagas escuta aquela música eletrônica para ficar na vibe ou curte também aquele bom e velho rock’n’roll.

2 Comments

2 Comments

  1. Marcos Alucard

    25 de setembro de 2017 at 19:36

    Asilo arkham é uma história emblemática. Realmente merece uma continuação.

    • Igor Souza

      3 de outubro de 2017 at 13:01

      Merece mesmo! Grant Morrison é um ótimo escritor, as vezes ele quer ser grandioso demais e estraga as coisas, mas até que ele está mais contido ultimamente. Tomará que venha uma ótima continuação!

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DC COMICS | Responsável pelo selo “Ultimate Marvel” deixa a “Casa das Ideias” e assina com a concorrente!

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E uma confirmação feita no Twitter da DC Comics pegou todos de surpresa no mundo das histórias em quadrinhos. O quadrinista Brian Michael Bendis, que tem sido um pilar do Marvel Universe há mais de uma década, assinou exclusivamente com a DC Comics.

Para quem não se lembra, Bendis é conhecido por seus trabalhos na editora Marvel Comics tais como Ultimate Spider-Man, Demolidor, Alias e The Pulse. Bendis também é famoso pela criação de sua série chamada Powers, que foi publicada originalmente pela editora Image Comics antes de se transformar no primeiro título da divisão da Marvel chamada Icon.

Junto com o escritor escocês Mark Millar e o então editor da Marvel Bill Jemas, Bendis acabou se tornando o responsável pela maior parte das criações do selo Ultimate Marvel, que reinventa os personagens tradicionais da Marvel para um novo público, sem a bagagem associada de anos de continuidade.

Uma das criações de Bendis, Alias, inaugurou o selo Marvel Max voltado para leitores maduros. Seu trabalho nas séries Powers, Alias, Daredevil e Ultimate Spider-Man acabou lhe rendendo também dois prêmios Eisner de “Melhor Escritor”, em 2002 e em 2003.

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MULHER-MARAVILHA 76 ANOS | Conheça as “mulheres” que inspiraram William Moulton Marston na criação do maior ícone feminino de todos os tempos

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Em 21 de outubro de 2017, o maior ícone feminino de todos os tempos faz aniversário e completa 76 anos de existência. Criada pelo psicólogo e escritor americano William Moulton Marston e fazendo sua primeira aparição em “All Star Comics” número 8, em outubro de 1941, a princesa das amazonas se tornou a mais importante personagem feminina da história.

 

 

Marston, já famoso por inventar o polígrafo, criticou o fato dos super-heróis triunfarem com seus punhos ou poder de fogo. Sua ideia inicial era que sua criação triunfasse com o “amor”. Sua esposa Elizabeth, então sugeriu que ela fosse uma mulher.

 

As grandes inspirações de William Moulton Marston para a criação da Mulher-Maravilha foram a feminista Margaret Sanger, sua esposa Elizabeth e sua amante Olive Byrne.

 

 

Margaret Higgins Sanger, foi uma ativista americana, educadora sexual, escritora e enfermeira, que popularizou o termo “controle de natalidade”.

 

 

Elizabeth Holloway Marston, contribuir ativamente para a criação da “Mulher-Maravilha”. Tanto William como Elizabeth ingressaram no departamento de psicologia de Harvard. William no programa de doutorado e Elizabeth no programa de mestrado na faculdade de Harvard para mulheres. Elizabeth trabalhou com William em sua tese a respeito da correlação entre níveis de pressão arterial e decepção. Ele mais tarde desenvolveu isso no teste de pressão sanguínea sistólica, que foi o antecessor do teste de polígrafo (detector de mentiras).

 

 

Olive Byrne, era a filha de Ethel Byrne , que abriu a primeira clínica de controle de natalidade nos Estados Unidos com sua irmã Margaret Sanger. Conforme relatado por Jill Lepore no livro “The Secret History of Wonder Woman”, Olive foi creditada como sendo a inspiração de Marston, no que se refere a aparência física da icônica personagem. O próprio Marston revelou em uma entrevista, que um par de pulseiras que Byrne usava com frequência, foi a inspiração para a criação dos famosos “braceletes” da amazona.

 

 

FELIZ ANIVERSÁRIO MULHER-MARAVILHA!

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BATMAN | Às portas do “pedido de casório”…guerra assola Gotham!

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Sexta feira 13.  E vamos a primeira matéria do dia. Só pra começar (no estilo “conversando com vocês”, caros leitores), sempre considerei o Charada um dos piores inimigos do morcego. Às vezes, pior até que o Coringa. Que a galeria de vilões do Batman dá pau em qualquer herói, pelo fato de parecerem ter saído daquelas noites de pesadelos ininterruptos, isso nem se fala.

Dá uma olhada em baixo…tem jeito de dar certo?

Mas o Charada, além de lunático, também consegue juntar outros pontos à sua interpretação (muito mal aproveitada nos filmes). Seus desafios lógicos são das duas uma: ou são de duplo mortal sentido (tipo os desafios dos jogos da série Arkham, envolvendo vítimas e puzzles implacáveis, no qual um descuido ou acontecia uma morte ou a sua), ou são as revelações para algum segredo terrível que está para abrir as portas na sua frente. Um convite à insanidade, com certeza.

Eu não tenho gostado das últimas sagas do Batman (a última boa foi R.I.P.), mas reconheço que quando a DC disse através do atual roteirista Tom King (Tom King, Larry King, Martin Luther King…) e o bom desenhista Clay Mann (lembra o desenhista de Death of X, um estilo limpo, à lá Frank Quitely) que iam retornar a Ano Zero (uma saga que deu novas origens mais uma vez pra quase todos os personagens DC) e contar o que aconteceu quanto o Charada dominou Gotham por um ano, criando um atrito com o Príncipe Palhaço. Eu já pensei “prepara que agora vem história boa”.

A cisma entre os principais rivais do morcego começa na história “The Ballad of Kite Man”, uma história na qual o morcego é apenas um passageiro dos fatos, enquanto o jogo de xadrez entre o Coringa e Nigma se inicia. Como vocês sabem, sim essa é a famigerada história que o tal “pedido de casamento” à Selina Kyle de Bruce Wayne se concretiza, mas lá vem a pergunta: quando você tem de um lado a insanidade do Coringa, que faz qualquer um ter um ataque de pânico antes mesmo que algo aconteça e um assassino frio, metodista, que tem crescido pacas nos últimos anos (se você discorda, leia “Silêncio“, melhor saga do Batman em anos) e que usa estratagemas de 3, às vezes 4 ou mais dimensões diferentes, o que é real? Ou melhor, até onde vai os limites do real?

A Guerra de Piadas e Charadas começou na edição 25 de Batman nos Estados Unidos, e terá como headliners o escritor Tom King (que finalmente entrega uma saga de qualidade aos fãs do morcego) e Jamie Cheung como desenhista titular. Por aqui, em terras tupiniquins, deve demorar mais um pouco.

A guerra vai sacudir o mundo do morcego

 

Sintam o naipe da bagunça

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