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ADG AWARDS | Blade Runner 2049, Logan, e A Forma da Água levam os prêmios do Sindicato dos Diretores de Arte

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Blade Runner 2049, Logan e The Shape of Water encabeçaram a lista dos vencedores Prêmios de Excelência em Design de Produção da Art Directors Guild (Sindicado dos Diretores de Arte), no sábado dia 27 de janeiro, no Ray Dolby Ballroom em Hollywood.

O prêmio de filme de fantasia foi para Blade Runner 2049; e de filme “de época” foi para A Forma da Água;  e o de filme contemporâneo foi para Logan.

Ao longo dos últimos cinco anos, o vencedor da categoria de filme de época do ADG ganhou o Oscar em design de produção duas vezes. Em 2013 para The Great Gatsby e em 2014 para o  The Grand Budapest Hotel. No Oscar 2015, foi o vencedor da categoria de fantasia,  Mad Max: Fury Road. E no ano passado,  La La Land pegou o prêmio ADG na categoria de filme contemporâneo no caminho para ganhar o Oscar de design de produção.

Os indicados no Oscar deste ano na categoria são Blade Runner 2049; A Forma da Água; e os também indicados da ADG A Bela e a Fera, O Destino de uma Nação e Dunkirk.

Este ano, pela primeira vez, o ADG apresentou um prêmio para filme em animação de recursos, que ficou com Viva – A Vida é uma Festa, da Disney / Pixar . Ressaltando sua mudança para reconhecer a animação, a ADG também concedeu o Prêmio William Cameron Menzies a Ron Clements e John Musker, diretores de filmes animados da Disney como  A Pequena Sereia e, mais recentemente,  Moana. O casal agradeceu o ADG por reconhecer a animação com a nova categoria.

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BAFTA TV | Sucessos da Netflix dominam a lista de indicados para premiação da tv britânica

Publicado

em

A academia de artes britânica revelou a lista completa dos indicados ao BAFTA TV, o maior prêmio britânico das produções em home mídia. Sucesso absoluto na gigante de streaming NetflixThe Crown e Black Mirror foram os mais lembrados pelos britânicos.

Lembrando que a cerimônia do BAFTA TV ocorre no dia 13 de maio, com apresentação de Sue Perkins. Confira a lista completa dos indicados:

Melhor Série Dramática
The Crown (Netflix)

The End of the F***ing World (All 4)
Line of Duty (BBC One)
Peaky Blinders (BBC Two)

Melhor Série Cômica
Catastrophe (Channel 4)

Chewing Gum (E4)
This Country (BBC Three/BBC One)
Timewasters (ITV2)

Melhor Talk Show/Reality Show
Ant & Dec’s Saturday Night Takeaway (ITV)

Britain’s Got Talent (ITV)
Michael McIntyre’s Big Show (BBC One)
The Voice UK (ITV)

Melhor Série Documental
Ambulance (BBC Two)

Catching a Killer (Channel 4)
Drugsland (BBC Three)
Hospital (BBC Two)

Melhor Série Não-Britânica
Big Little Lies (HBO/Sky Atlantic)

Feud: Bette and Joan (FX/BBC Two)
The Handmaid’s Tale (Hulu/Channel 4)
The Vietnam War (BBC Four)

Melhor Ator em Drama
Jack Rowan, Born to Kill (Channel 4)

Joe Cole, Black Mirror – “Hang the DJ” (Netflix)
Sean Bean, Broken (BBC One)
Tim Pigott-Smith, King Charles III (BBC Two)

Melhor Atriz em Drama
Claire Foy, The Crown (Netflix)

Molly Windsor, Three Girls (BBC One)
Sinead Keenan, Little Boy Blue (ITV)
Thandie Newton, Line of Duty (BBC One)

Melhor Ator em Comédia
Asim Chaudhry, People Just Do Nothing (BBC Three)

Rob Brydon, The Trip to Spain (Sky Atlantic)
Samson Kayo, Famalam (BBC Three)
Toby Jones, Detectorists (BBC Four)

Melhor Atriz em Comédia
Anna Maxwell Martin, Motherland (BBC Two)

Daisy May Cooper, This Country (BBC Three)
Sharon Horgan, Catastrophe (Channel 4)
Sian Gibson, Peter Kay’s Car Share (BBC One)

Melhor Ator Coadjuvante
Adrian Dunbar, Line of Duty

Anupam Kher, The Boy with the Topknot
Brian F O’Byrne, Little Boy Blue
Jimmi Simpson, Black Mirror – “USS Callister”

Melhor Atriz Coadjuvante
Anna Friel, Broken

Julie Hesmondhalgh, Broadchurch
Liv Hill, Three Girls
Vanessa Kirby, The Crown

Melhor Minissérie
Howard’s End (BBC One)

The Moorside (BBC One)
The State (Channel 4)
Three Girls (BBC One)

Melhor Filme para TV
Against the Law (BBC Two)

Black Mirror – “Hang the DJ” (Netflix)
King Charles III (BBC Two)
Murdered For Being Different (BBC Three)

Melhor Roteiro Dramático
Charlie Brooker, por “Hang the DJ” (Black Mirror)
Nicole Taylor, por Three Girls
Peter Morgan, por The Crown
Steven Knight, por Peaky Blinders

Melhor Roteiro Cômico
Daisy May & Charlie Cooper, por This Country
Paul Coleman, Peter Kay & Sian Gibson, por Peter Kay’s Car Share
Sharon Horgan & Rob Delaney, por Catastrophe
Steve Pemberton & Reece Shearsmith, por Inside No. 9

Melhor Figurino
Alison McCosh, por Peaky Blinders
Jane Petrie, por The Crown
Joanne Eatwell, por Taboo
Michele Clapton, por Game of Thrones

Direção em Documentário
Anna Hall, por Catching a Killer
Charlie Russell, por Chris Packham: Asperger’s and Me
Will Yapp, por The Real Full Monty
Xaviel Alford, por Drugsland: Heroin Love Story

Melhor Direção em Ficção
Jane Campion, por Top of the Lake: China Girl
Mackenzie Crook, por Detectorists
Paul Whittington, por Little Boy Blue
Phillippa Lowthorpe, por Three Girls

Melhor Direção em Multi-Câmera
Chris Power, por Ant & Dec’s Saturday Night Takeaway
James Morgan, por Wild Alaska Live
Jolia Knowles, por World War One Remembered: Passchendaele
Nikki Parsons, por Strictly Come Dancing

Melhor Edição em Documentário
Anna Price, por Louis Theroux: Dark States
Ged Murphy, por David Bowie: The Last Five Years
Matt Meech, por “One Ocean” (Blue Planet II)
Nigel Buck, por “The Deep” (Blue Planet II)
Will Grayburn, por Chris Packham: Asperger’s and Me

Melhor Edição em Ficção
Andrew McClelland, por Line of Duty
Dan Roberts, por Peaky Blinders
Pia Di Ciaula, por “Paterfamilias” (The Crown)
Úna Ní Dhonghaíle, por  Three Girls

Melhor Cabelo & Maquiagem
Chrissie Baker, por The Miniaturist
Jacqueline Fowler, por Gunpowder
Jan Archibald, Erika Okvist & Audrey Doyle, por Taboo
Loz Schiavo, por Peaky Blinders

Melhor Trilha Sonora
Jocelyn Pook, por King Charles III
Katya Mihailova, por Born Free: Saving Russia’s Whales
Max Richter, por Taboo
Nico Mulhy, por Howards End

Melhor Fotografia em Documentário 
Daniel Vernon & Daniel Dewsbury, por The Detectives: Murder on the Streets
Fadi Al-Halabi, Hasan Kattan & Thaer Muhamad, por “Last Men in Aleppo” (Storyville)
Olivier Sarbil, por “Dispatches” (The Fight for Mosul)
Ted Giffords, Roger Munns & Roger Horrocks, por “One Ocean” (Blue Planet II)

Melhor Fotografia em Ficção
Adriano Goldman, por “Beryl” (The Crown)
Johann Perry, por Against the Law
Mark Patten, por Taboo
Stephan Pehrsson, por “USS Callister” (Black Mirror)

Melhor Design de Produção
Deborah Riley & Rob Cameron, por Game of Thrones
Joel Collins & Phil Sims, por “USS Calllister” (Black Mirror)
Martin Childs, por The Crown
Pat Campbell, por The State

Melhor Som em Documentário
World War One Remembered: Passchendaele
Mountain: Life at the Extreme
“Coral Reefs” (Blue Planet II)
David Bowie: The Last Five Years
“W Chump and Sons” (The Grand Tour)

Melhor Som em Ficção
Peaky Blinders
Sherlock
Taboo
The Crown
“USS Callister” (Black Mirror)

Melhores Efeitos Especiais
Taboo
“Metalhead” (Black Mirror)
The Crown
Emerald City

Melhor Abertura e Logo
Blue Planet II
Have I Got News for You
Top of the Lake: China Girl
SS-GB

 

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SATURN AWARDS | Pantera Negra e Star Trek Discovery estão entre os mais indicados na premiação que prestigia a cultura nerd!

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A Academia de Filmes de Fantasia, Ficção Científica e Horror divulgou a lista de indicados para o Saturn Awards. Com 14 nomeações, “Pantera Negra” lidera a disputa seguido de “Star Wars – Os Últimos Jedi” com 13 indicações.

“A Forma da Água” e “Blade Runner 2049” conseguiram nove indicações, enquanto “Mulher-Maravilha” e “Logan” obtiveram seis nomeações. “Corra!” ficou com cinco nomeações e “Planeta dos Macacos – A Guerra” com quatro.

Já nas séries de televisão, “The Walking Dead” lidera a disputa com sete nomeações. “Star Trek: Discovery” vem logo atrás com cinco indicações seguido de “Game of Thrones”, “Twin Peaks”“American Horror Story: Cult” em quatro categorias.

A cerimônia de premiação será realizada em junho, confira a lista de indicados:

CINEMA

MELHOR FILME DE HISTÓRIA EM QUADRINHOS (SUPER-HERÓI)

Pantera Negra (Marvel Studios/ Walt Disney)
Guardiões da Galáxia 2 (Marvel Studios/ Walt Disney)
Logan (20th Century Fox)

Homem-Aranha – De Volta ao Lar (Sony / Marvel Studios)
Thor: Ragnarok (Marvel Studios/ Walt Disney)
Mulher-Maravilha (Warner Bros.) 

MELHOR FILME DE FICÇÃO CIENTÍFICA

Alien: Covenant (20th Century Fox)
Blade Runner 2049 (Warner Bros.) 
Vida (Columbia Pictures / Sony)
Star Wars: Os Últimos Jedi (Lucasfilm Ltd. / Walt Disney)
Valerian e a Cidade dos Mil Planetas (STX Films / EuropaCorp)
Planeta dos Macacos – A Guerra (20th Century Fox)

MELHOR FILME DE FANTASIA

A Bela e a Fera (Walt Disney)
Pequena Grande Vida (Paramount)
Jumanji: Bem-Vindo à Selva (Sony Pictures)
Kong: Ilha da Caveira”(Warner Bros.) 
Paddington 2 (Warner Bros.) 
A Forma da Água (Fox Searchlight)

MELHOR FILME DE HORROR

“Medo Profundo (Entertainment Studios)
Annabelle (Warner Bros.) 
Better Watch Out (Well Go USA)
Corra! (Universal) 
It: A Coisa (Warner Bros.) 
Mãe! (Paramount)

MELHOR FILME DE AÇÃO E AVENTURA

Em Ritmo de Fuga (TriStar / Sony Pictures)
Dunkirk (Warner Bros.) 
Velozes e Furiosos 8 (Universal)
O Rei do Show (20th Century Fox)
Hostiles (Entertainment Studios)
Kingsman: O Círculo Dourado (20th Century Fox)

MELHOR FILME DE SUSPENSE

Confronto no Pavilhão 99 (RLJE)
Assassinato no Expresso Oriente (20th Century Fox)
The Post: a Guerra Secreta (20th Century Fox)
Suburbicon (Paramount)
Três Anúncios Para um Crime (Fox Searchlight)
Terra Selvagem (TWC)

MELHOR ATOR

Chadwick Boseman – Pantera negra  (Marvel Studios/ Walt Disney) 
Ryan Gosling – Blade Runner 2049  (Warner Bros.) 
Mark Hamill – Star Wars: Os Últimos Jedi (Lucasfilm Ltd. / Walt Disney) 
Hugh Jackman – Logan  (20th Century Fox) 
Daniel Kaluuya – Corra! (Universal) 
Andy Serkis – Planeta dos Macacos: A Guerra  (20th Century Fox) 
Vince Vaughn –  Confronto no Pavilhão 99 (RLJE)

MELHOR ATRIZ

Gal Gadot – Mulher-Maravilha  (Warner Bros.) 
Sally Hawkins A Forma da Água  (Fox Searchlight) 
Frances McDormand – Três Anúncios para um Crime (Fox Searchlight) 
Lupita Nyong’o – Pantera Negra (Marvel Studios/ Walt Disney) 
Rosamund Pike – Hostis  (Entertainment Studios) 
Daisy Ridley – Star Wars: Os Últimos Jedi  (Lucasfilm Ltd./Walt Disney) 
Emma Watson – A Bela e a Fera (Walt Disney Studios)

MELHOR ATOR COADJUVANTE

Harrison Ford – Blade Runner 2049  (Warner Bros.) 
Michael B. Jordan – Pantera Negra (Marvel Studios /Walt Disney) 
Michael Keaton – Homem-Aranha: De Volta ao Lar  (Sony/Marvel Studios) 
Chris Pine – Mulher-Maravilha (Warner Bros.) 
Michael Rooker – Guardiões da Galáxia Vol. 2  (Marvel Studios /Walt Disney) 
Bill Skarsgard – It: A Coisa  (Warner Bros.) 
Patrick Stewart – Logan  (20th Century Fox)

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE

Ana De Armas – Blade Runner 2049  (Warner Bros.) 
Carrie Fisher – Star Wars: Os Últimos Jedi  (Lucasfilm Ltd.  / Walt Disney) 
Danai Gurira – Pantera Negra (Marvel Studios/ Walt Disney) 
Lois Smith – Marjorie Prime  (FilmRise) 
Octavia Spencer – A Forma da Água  (Fox Searchlight) 
Tessa Thompson – Thor: Ragnarok  (Marvel Studios / Walt Disney) 
Kelly Marie Tran – Star Wars: Os Últimos Jedi (Lucasfilm Ltd. / Walt Disney)

MELHOR ATUAÇÃO JOVEM EM FILME

Tom Holland – Homem-Aranha: De Volta ao Lar  (Sony/Marvel Studios)
Dafne Keen – Logan  (20th Century Fox) 
Sophia Lillis – It: A Coisa  (Warner Bros.) 
Millicent Simmons – Sem Fôlego  (Amazon / Atrativos Roadside) 
Jacob Tremblay – Extraordinário  (Lionsgate) 
Letitia Wright – Pantera Negra (Marvel Studios/ Walt Disney) 
Zendaya – Homem-Aranha: De Volta ao Lar  (Sony/Marvel Studios) 

MELHOR DIRETOR

Ryan Coogler – Pantera Negra (Marvel Studios/ Walt Disney)
Guillermo del Toro A Forma da Água  (Fox Searchlight) 
Patty Jenkins – Mulher-Maravilha (Warner Bros.) 
Rian Johnson – Star Wars: Os Últimos Jedi  (Lucasfilm Ltd.  / Walt Disney) 
Jordan Peele – Corra! (Universal) 
Matt Reeves – Planeta dos Macacos: A Guerra  (20th Century Fox) 
Denis Villeneuve – Blade Runner 2049  (Warner Bros.)

MELHOR ROTEIRO

Ryan Coogler, Joe Robert Cole – Pantera Negra (Marvel Studios/ Walt Disney) 
Hampton Fancher, Michael Green – Blade Runner 2049  (Warner Bros.) 
Jordan Peele – Corra! (Universal) 
Scott Frank, James Mangold, Michael Green – Logan  (20th Century Fox) 
Guillermo Del Toro, Vanessa Taylor – A Forma da Água  (Fox Searchlight) 
Rian Johnson Star Wars: Os Últimos Jedi  (Lucasfilm Ltd. / Walt Disney) 
Allan Heinberg – Mulher-Maravilha (Warner Bros.)

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO

A Bela e a Fera – Sarah Greenwood (Walt Disney) 
Pantera Negra – Hannah Beachler  Marvel Studios / Walt Disney) 
Blade Runner 2049 – Dennis Gassner  (Warner Bros.) 
A Forma da Água  – Paul Denham Austerberry (Fox Searchlight) 
Star Wars: Os Últimos Jedi  – Rick Heinrichs (Lucasfilm Ltd. / Walt Disney) 
Valerian e a Cidade dos Mil Planetas  – Hugues Tissandier (STX Films / EuroCorp)

MELHOR FIGURINO

A Bela e a Fera – Jacqueline Durran (Walt Disney) 
Pantera Negra – Ruth E. Carter (Marvel Studios/Walt Disney) 
O Rei do Show – Ellen Mirojnick (20th Century Fox) 
Star Wars: Os Últimos Jedi  – Michael Kaplan (Warner Bros.) 
Valerian e a Cidade dos Mil Planetas – Olivier Beriot  (STX Films / EuroCorp) 
Mulher-Maravilha – Lindy Hemming (Warner Bros.) 

MELHOR MAQUIAGEM

Pantera Negra – Joel Harlow, Ken Diaz (Marvel Studios/ Walt Disney) 
Blade Runner 2049 – Donald Mowat (Warner Bros.) 
Guardiões do Galáxia Vol. 2 – John Blake, Brian Sipe (Marvel Studios/ Walt Disney) 
It: A Coisa – Alec Gillis, Sean Sansom, Tom Woodruff, Jr., Shane Zander  (Warner Bros.) 
A Forma da Água  – Mike Hill, Shane Mahan (Fox Searchlight) 
Star Wars: Os Últimos Jedi – Peter Swords King, Neal Scanlan (Lucasfilm Ltd. / Walt Disney) 
Extraordinário = Arjen Tuiten  (Lionsgate)

MELHORES EFEITOS ESPECIAIS/VISUAIS

Pantera Negra – Geoffrey Baumann, Craig Hammack, Dan Sudick (Marvel Studios / Walt Disney) 
Blade Runner 2049 – John Nelson, Paul Lambert, Richard R. Hoover, Gerd Nefzer (Warner Bros.) 
Guardiões do Galáxia Vol. 2 – Christopher Townsend, Guy Williams, Jonathan Fawkner, Dan Sudick  (Marvel Studios/ Walt Disney) 
Kong: A Ilha da Caveira – Stephen Rosenbaum, Jeff White, Scott Benza, Mike Meinardus (Warner Bros.) 
Star Wars: Os Últimos Jedi – Ben Morris, Mike Mulholland, Chris Corbould, Neal Scanlan (Lucasfilm Ltd./ Walt Disney) 
Planeta dos Macacos: A Guerra – Joe Letteri, Dan Lemmon, Daniel Barrett, Joel Whist (20th Century Fox)

MELHOR FILME DE ANIMAÇÃO

Carros 3 (Walt Disney Studios) 
Coco/Viva: A Vida é uma Festa (Walt Disney Studios) 
Meu Malvado Favorito 3 (Universal) 
O Poderoso Chefinho  (20th Century Fox) 
Your Name (Funimation)

SÉRIES DE TV

MELHOR SÉRIE DE SUPER-HERÓIS

Arrow (The CW) 
Black Lightning (The CW) 
The Flash (The CW) 
DC’s Legends of Tomorrow (The CW) 
Gotham (FOX Television) 
Marvel’s Agents of SHIELD (ABC) 
Supergirl (The CW)

MELHOR SÉRIE DE SUPER-HERÓIS EM MÍDIA NOVA 

Future Man (Hulu) 
Os Defensores (Netflix) 
Punho de Ferro (Netflix) 
Fugitivos (Hulu) 
O Justiceiro (Netflix) 
The Tick (Amazon)

MELHOR SÉRIE DE FICÇÃO CIENTÍFICA

The 100 (The CW)Colony (EUA)
Doctor Who (BBC America)
The Expanse (SyFy)
The Orville (Fox Television)
Salvation (CBS)
Arquivo X (Fox Television)

MELHOR SÉRIE DE FANTASIA 

American Gods (Starz)
Game of Thrones (HBO)
The Good Place (NBC)
Knightfall (History Channel)
The Librarians (TNT)
The Magicians (Syfy)
Outlander (Starz)

MELHOR SÉRIE DE HORROR

American Horror Story: Cult (FX)
Ash vs. Evil Dead (Starz)
Fear the Walking Dead (AMC)
Preacher (AMC)
The Strain (FX)
Teen Wolf (MTV)
The Walking Dead (AMC)

MELHOR SÉRIE DE AÇÃO/SUSPENSE

The Alienist (TNT)
Animal Kingdom (TNT)
Better Call Saul (AMC)
Fargo (FX)
Into the Badlands (AMC)
Mr. Mercedes (Audience Network)
Riverdale (The CW)

MELHOR SÉRIE EM NOVA MÍDIA DE TELEVISÃO

Altered Carbon (Netflix)
Black Mirror (Netflix)
The Handmaid’s Tale (Hulu)
Mindhunter (Netflix)
Philip K. Dick’s Electric Dreams (Amazon / Sony Television)
Star Trek: Discovery (CBS All Access)
Stranger Things (Netflix)

MELHOR ATOR EM SÉRIE DE TELEVISÃO

Jon Bernthal – O Justiceiro (Netflix)
Bruce Campbell – Ash vs. Evil Dead (Starz)
Sam Heughan de Outlander (Starz)
Jason Isaacs – Star Trek: Discovery (CBS All Access)
Andrew Lincoln – The Walking Dead (AMC)
Seth MacFarlane – The Orville (Fox Television)
Kyle MacLachlan – Twin Peaks: The Return (Showtime)
Ricky Whittle – American Gods (Starz)

MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DE TELEVISÃO

Gillian Anderson – Arquivo X (Fox Television)
Caitriona Balfeaus – Outlander (Starz)
Melissa Benoist – Supergirl (The CW)
Lena Headey – Game of Thrones (HBO)
Sonequa Martin-Green – Star Trek: Discovery (CBS All Access)
Adrianne Palicki – The Orville (Fox Television)
Sarah Paulson – American Horror Story: Cult (FX)
Mary Elizabeth de Winstead – Fargo (FX)

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE DE TELEVISÃO

Nikolaj Coster-Waldau – Game of Thrones (HBO)
Miguel Ferrer – Twin Peaks: The Return (Showtime)
Kit Harington – Game of Thrones (HBO)
Doug Jones – Star Trek: Discovery (CBS All Access)
Christian Kane – The Librarians (TNT)
Michael McKean – Better Call Saul (AMC)
Khary Payton – The Walking Dead (AMC)
Evan Peters – American Horror Story: Cult (FX)

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE DE TELEVISÃO

Odette Annable Supergirl (The CW)
Dakota Fanning The Alienist (TNT)
Danai Gurira The Walking Dead (AMC)
Melissa McBride The Walking Dead (AMC)
Candice Patton The Flash (The CW)
Adina Porter American Horror Story: Cult (The CW)
Krysten Ritter Marvel’s The Defenders (Netflix)
Rhea Seehorn Better Call Saul (AMC)

MELHOR ATUAÇÃO JOVEM EM SÉRIE DE TELEVISÃO

KJ Apa Riverdale (The CW)
Millie Bobby Brown Stranger Things (Netflix)
Max Charles The Strain (FX)
Alycia Debnam-Carey Fear the Walking Dead (AMC)
David Mazouz Gotham (FOX Television)
Lili Reinhart Riverdale (The CW)
Chandler Riggs The Walking Dead (AMC)
Cole Sprouse Riverdale (The CW)

MELHOR ATUAÇÃO DE UM  CONVIDADO/A EM SÉRIE DE TELEVISÃO

Bryan Cranston – Philip K. Dick’s Electric Dreams (Amazon / Sony Television)
Michael Greyeyes – Fear the Walking Dead (AMC)
David Lynch – Twin Peaks: The Return (Showtime)
Jeffrey Dean Morgan – The Walking Dead (AMC)
Rachel Nichols – The Librarians (TNT)
Jesse Plemons – Black Mirror (Netflix)
Hartley Sawyer – The Flash (The CW)
Star Trek Michelle Yeoh: Discovery (CBS All Access)

MELHOR SÉRIE DE ANIMAÇÃO

Archer (FXX) 
Bojack Horseman (Netflix) 
Tá Chovendo Hambúrguer: A série animada (Cartoon Network / Sony Television) 
Family Guy (FOX) 
Rick and Morty (Adult Swim) 
Os Simpsons (FOX) 
Star Wars: Rebels ( Disney XD)

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OSCAR 2018 | Argentina 2, Chile 1 x Brasil 0: por que o Brasil não consegue ganhar um Oscar?

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A resposta para a pergunta do título dessa matéria pode ser, simplesmente, “porque o Brasil não consegue fazer filmes bons o suficiente”.

Mas o que seria um filme “bom o suficiente” para Hollywood?

Como um “opinador” razoavelmente informado sobre os meandros da sétima arte e um cinéfilo apaixonado (crítico é Rubens Ewald Filho, Pablo Vilaça, entre outros) posso apresentar algumas especulações a respeito dessa questão.

O fato é que, apesar da cinematografia brasileira hoje em dia mostrar uma maior diversificação de temas e gêneros e de ter aumentado consideravelmente a quantidade de produções desde a “retomada” da década de 1990 (cujo percussor foi a obra “Carlota Joaquina, Princesa do Brazil, de 1995, dirigido pela Carla Camurati), ela ainda se escora fortemente nas leis de incentivo à cultura: “Lei Rouanet” (Lei nº 8.313/1991); e a “Lei do Audiovisual” (Lei nº 8.685/1993).

 

Exemplos da diversidade de filmes brasileiros desde a retomada do cinema na década de 1990, todos com o emblema da Petrobrás como patrocinadora, graças às leis de incentivo fiscal.

Mas qual seria o problema disso?

O problema é que as leis de incentivo surgiram para dar um “impulso” à produção cinematográfica (cultural) – praticamente parada na década de 1980 (quando 50% dos filmes nacionais eram de sexo explícito direto para vídeo) – num período e ambiente políticos marcados pelo fim das chamadas “reservas de mercado”, por uma “abertura” à livre concorrência e comércio e pela globalização (resumido na chamada “onda neoliberal brasileira”). A ideia era fomentar uma “indústria” que se mantivesse sozinha; todavia, o que aconteceu é que, até hoje, as produções cinematográficas nacionais continuam quase que totalmente apoiadas nessas leis.

Ok! Mas, e daí?

E daí que um filme que capta, antecipadamente, todo o valor necessário para sua produção – isto é, remuneração de toda a equipe de profissionais envolvida (do diretor à faxineira); custo com cenografia, figurino, transporte, locação, mixagem, edição, divulgação etc., entre outros – não precisa se preocupar com o retorno da bilheteria ou em pagar seus investidores (que já tiveram seu retorno na forma de isenções fiscais e na divulgação de sua marca). Em outras palavras, não precisa se preocupar em ser “comercial”, ou em “se pagar” pelos seus próprios méritos, o que diminui o interesse por um forte marketing (afinal, tem consciência de que seu público será, de antemão, restrito).

 A consequência direta dessa “cultura” é a produção de uma enxurrada de filmes altamente “autorais” e puramente “artísticos”, que não dependem do público pagante e acabam, via de regra, voltados para festivais de cinema (e quanto mais “cabeça”, melhor!). 

 

Nada de errado com filmes que coloquem o aspecto “artístico” antes da comercial (ao contrário de Hollywood, predominantemente focada no “lucro”, ao ponto de subverter e de descaracterizar muitas produções, como, por exemplo, o universo “live-action” da DC, claramente prejudicado pela ganância do estúdio responsável).

Mas qual o resultado disso?

Bom, na madrugada da última segunda-feira, 5 de março de 2018 – 90ª cerimônia de entrega do Oscar – o prêmio de melhor filme estrangeiro ficou com o belo “Una Mujer Fantástica” (“Uma Mulher Fantástica”), ambiciosa e engajada produção chilena dirigida pelo argentino naturalizado, Sebastián Lelio. Antes desta premiação, o Chile só havia sido indicado uma única vez, em 2013, pelo excelente “No”, de 2012.

 

Nossos “Hermanos”, por sua vez, foram indicados 7 vezes: em 1975 (“La Tregua”); em 1985 (“Camila”); em 1986 (“La Historia Oficial”); em 1999 (“Tango, no me Dejes Nunca”); em 2002 (“El Hijo de la Novia”); em 2010 (“El Secreto de sus Ojos”); e em 2015 (“Relatos Salvajes”).

Dessas 7 indicações, a Argentina ganhou duas estatuetas: a de 1986, pelo tocante “La Historia Oficial”; e a de 2010, pelo excepcional “El Secreto de Sus Ojos” (“O Segredo de Seus Olhos”); um filme tão bom que Hollywood fez uma refilmagem em 2015 – “Secret in Their Eyes” – mas que, mesmo contando com astros do porte de Julia Roberts, Nicole Kidman e Chiwetel Ejiofor, ficou horrorosa!!

 

O Brasil concorreu nessa categoria em 4 oportunidades: em 1963, com o único ganhador sul americano da Palma de Ouro, “O Pagador de Promessas”; em 1996, com “O Quatrilho”; em 1998, com “O Que É Isso Companheiro?”; e no longínquo 1999 (há 19 anos!), com o magistral “Central do Brasil” (quando perdeu para o impreciso e agradável “A Vida é Bela”).

 A melhor chance do Brasil nos últimos tempos certamente foi com “Cidade de Deus”, seríssimo candidato a Melhor Filme Estrangeiro se tivesse concorrido em 2003. Porém, em razão dos critérios de indicação, só pôde concorrer em 2004, e nas categorias de Melhor Diretor, Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Edição e Melhor Fotografia. Uma pena, pois, este foi o ano de consagração de Peter Jackson e seu fabuloso “O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei”, que faturou praticamente tudo naquele ano.

 

Depois disso, só em 2016 o Brasil voltou a concorrer a alguma coisa no Oscar, desta vez ao prêmio de Melhor Animação, com o belo e muito triste, “O Menino e o Mundo”.

 

Parece que a produção cinematográfica brasileira se divide em dois grandes blocos, a saber: um segmento totalmente voltado para a cultura de massa – por meio de comédias descerebradas ou de produções infanto-juvenis –; e outro nicho caracterizado pelas obras “autorais”, destinadas a festivais de cinema.

Vez ou outra, surge uma produção que se destaca por melhor casar sua proposta artística com a preocupação comercial (cujo melhor exemplo, talvez, sejam os dois “Tropa de Elite”).

 

O diretor argentino, Juan José Campanella, de “O Segredo dos Seus Olhos”, soube aplicar essa fórmula em seu grau máximo. A partir de sua experiência com a TV norte americana – dirigindo episódios de “House”, “Law and Order: Criminal Intent / Special Victims Unit” etc. – ele utilizou técnicas de filmagem altamente complexas (como o plano sequência no estádio de futebol), um acabamento e uma fotografia primorosos, tudo para contar uma história de amor profundamente fundada na realidade histórica de seu país, ao mesmo tempo que palatável ao grande público, por apresentar ritmo ágil e interpretações naturalistas. O mesmo pode ser dito de Sebastián Lelio em “Uma Mulher Fantástica”.

Enquanto isso, aqui, no Brasil, elegemos o fraco – às vezes cansativo e sem brilho – filme “Mais Forte Que o Mundo: A história de José Aldo”, como nosso possível representante na cerimônia da academia de cinema hollywoodiana.

Se a indústria (sic!) cinematográfica brasileira não acordar para esses fatores, vamos continuar, no terreno da 7ª arte, a tomar goleada do Chile e da Argentina. E o mais próximo que chegaremos da cerimônia do Oscar é pela transmissão televisa! Às vezes com a Glória Pires como comentarista…

 

 

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