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PUNHO DE FERRO | Crítica sobre a ‘Arma Viva’ da Marvel/Netflix!

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Olá, Nerds de Plantão, tudo bem com vocês?

Acabei de assistir a mais um lançamento da Netflix chamado Punho de Ferro (Iron Fist), uma série baseada em um personagem da Marvel, assim como Jessica Jones, Demolidor e Luke Cage, que em breve também fará parte do futuro seriado Os Defensores.

Danny Rand “Finn Jones” tinha apenas 10 anos quando sofreu um acidente aéreo junto com seus pais. Após 15 anos desaparecido e dado como morto, ele retorna a sua cidade natal (Nova York) a procura da empresa que pertenceu a sua família e também dos amigos de infância, que se encontram bem diferentes do que ele imaginava.

Danny ainda está confuso em relação a sua sobrevivência. Ele só se lembra que, após o acidente, foi acolhido por monges em um outro plano e submetido a um duro treinamento que o classificaria a ser o novo Punho de Ferro.

O que eu achei?

Bom, assisti a todos os 13 episódios disponíveis em apenas 2 dias, e desde o primeiro capítulo não conseguir parar mais. O personagem super me cativou e é muito carismático, me encantou por ter um coração puro e procurar, de maneira até inocente, lutar contra a injustiça, além de se sacrificar para salvar as pessoas que ele ama.

Outra coisa que me chamou a atenção foi o seu estilo de luta em Artes Marciais, que torna as batalhas muito lindas e empolgantes, como o título já diz: seu poder vem do punho. Então, pode esperar socos poderosos destruindo tudo de ruim que vem pela frente.

Portanto, vale a pena assistir e se preparar para ver Os Defensores.

NOTA FINAL:

 

Baiana, apaixonada por cultura oriental, HQs, seriados de TV, livros, cinema e musica. Adora Pizza, pipoca, Hugh Jackman, Wolverine, visitar a Saraiva, shopping, maquiagem e leitura. Amores da vida, Filha, marido, família e Netflix Cristã, e fã do seriado Supernatural, tem o sonho de um dia conhecer os Winchesters e o Japão. Sonha no mundo real e vive na fantasia.

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STAR TREK DISCOVERY | Episódio 05: “Choose your pain” – Crítica do Viajante

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Mudd original interpretado por Roger C. Carmel na década de 60.

E o episódio de “Star Trek: Discovery” dessa semana, denominado “Choose your pain” (escolha a sua dor) trouxe de volta um velho conhecido dos trekkers de plantão. Trata-se de um velho malandro espacial: “Harry Mudd“. Tal personagem apareceu pela primeira vez no episódio da série clássica “As mulheres de Mudd” e posteriormente em outro denominado “Eu, Mudd” em ambos interpretado por Roger C. Carmel em 1966 e 1967 (1º e 2º temporadas).

Harry Mudd era uma espécie de trapaceiro intergaláctico, mercador de mulheres. Na série original era um bufão, um personagem vilanesco e de certa forma cômico. Agora em “Choose your pain” volta mais sério, mais sombrio, porém sem deixar de ser um malandro nato, dessa vez interpretado pelo ator “Rainn Wilson”, que ficou conhecido por interpretar “Dwight Schrute” no sitcom “The Office“.

No episódio de ótimo roteiro, os “klingons” sequestram o capitão “Gabriel Lorca” (Jason Isaacs) interessados em seu poderoso motor de propulsão bio-quântica. É na cela que Lorca se encontra com Mudd e um pouco do passado do vilão é revelado. Não esquecendo que Discovery é cronológicamente anterior à série original, e portanto, o encontro retratado nesse episódio é anterior aos encontros de Mudd e Kirk.

Na U.S.S Discovery, a personagem “Michael Burnham” (Sonequa Martin-Green) deixa um pouco de ser o centro da trama, apesar de ainda ter grande presença em tela. Aliás essa foi uma das principais reclamações dos trekkers mais conservadores em relação aos primeiros episódios. O primeiro oficial “Saru” (Doug Jones) tem importância vital no episódio ao ser obrigado a assumir o comando da nave na ausência de seu capitão e por isso ter que tomar decisões cruciais e moralmente questionáveis. Na ponte de comando acabamos por conhecer pelo menos os nomes dos outros oficiais graduados para os quais “Saru” dirige suas ordens.

Outro que volta a ter destaque é o engenheiro-chefe “Paul Stamets” (Anthony Rapp), e pelo desfecho do episódio fica claro que sua participação e importância na trama só devem crescer daqui para frente. Anunciado como o primeiro oficial assumidamente homossexual de Star Trek, Stamets ainda não havia dado mostra de sua sexualidade até agora, quando descobrimos quem é seu cônjuge dentro da Discovery (não vou dar spoiler, amigo leitor, você terá que assistir ao episódio para saber). Só não foi dado o “beijo”, mas ficou muito clara a relação entre os dois homens. O beijo provavelmente foi evitado por receio da “rage” dos fãs mais conservadores, mas acredito que no futuro será sim mostrado.

A conclusão do episódio, politica e moralmente correta agradou aqueles fãs que reclamavam até então de que a nova série estava de certa forma danificando a visão de sociedade utópica do criador de Star Trek, Gene Rodenberry. Mas convenhamos, não se chegou àquela “maravilhosa” sociedade de “Star Trek: The Next Generation” sem uma fase de transição. Uma transfrormação desse porte não se faz de um dia para o outro. A federação de Kirk está muito aquém da federação de Piccard e nem está em “tempos de guerra” como está a de Lorca. Entendo que o clima sombrio de paranóia e desconfiança, com oficiais sorumbáticos e pouco amistosos que se estranham o tempo todo, é completamente plausível e até mesmo esperado em uma zona de conflito. E não é por isso que deixa de ser Star trek como os mais radicais andam gritando. Minha classificação para o show se mantém:

Links para as críticas dos episódios anteriores:

Episódio duplo de estréia

Episódio 03

Episódio 04

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GOTHAM | Bruce assume a sua segunda máscara! Crítica do 3º episódio (They Who Hide Behind Masks) 4º temporada

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O circo começa a ser orquestrado em Gotham, claro que este episódio teve poucas cenas de ação ou quase nenhuma, mas ele serviu como um episódio bastante rico no crescimento da “guerra civil” que ocorrerá e também com o jovem e bilionário Bruce Wayne.

Para ser um grande detetive, Bruce/Batman sempre explorou as suas duas máscaras (a máscara do Morcegão e também a do playboy que gasta o seu dinheiro sem dó), isso fica bem definido com os ensinamentos do seu maior parceiro, Alfred Pennyworth (interpretado brilhantemente por Sean Pertwee) que esta indo até pra rua para auxiliar o bat-mirim.

Em contrapartida, temos o retorno de Edward Nygma (o nosso querido Charada, interpretado por Cory Michael Smith) que parece estar com um parafuso a menos por causa do longo tempo em que ficou congelado. Esse descongelamento deixou o Pinguim doido e a guerra entre ele e a Barbara Kean (que retornou dos mortos por causa de um famoso poço) acabou ficando ainda mais aguçada a intromissão do jovem bilionário Bruce Wayne. Percebe-se que neste episódio todos os acontecimentos começam a ter ligação e percebemos que Ra’s Al Ghul (interpretado “estranhamente” por Alexander Siddig) esta manipulando todos os acontecimentos por debaixo dos panos.

Mesmo Gordon tentando pedir ajuda para o Falcone, ele acabou conseguindo esta ajuda, mas da filha dele, Sofia Falcone (interpretada pela belíssima atriz Crystal Reed, ex-Teen Wolf) que acaba vindo para Gotham reinar como mafiosa com o nome Falcone. Com tudo isso, Gotham teve um bom avanço no jogo de poder na cidade sombria, Gotham está demais!

Nota para o episódio: 4 / 5

Confira a promo do próximo episódio, “The Demon’s Head”:

 

 

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THE GOOD DOCTOR | Freddie Highmore passa ótima reflexão do seu personagem! Crítica do 2º episódio

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Após um episódio de estreia entre os mais assistidos da TV americana e que possuiu alguns erros e acertos, The Good Doctor teve o lançamento do seu segundo episódio, e que episódio meus amigos!

Confesso que a season Premiere não me conquistou 100% (pra ler ela, clique aqui), mas como eu percebi que poderia ter qualidade no restante da temporada (já que o canal que produz a série encomendou por completo a primeira temporada) eu acabei dando um sinal de esperança, mas eu não esperava que melhorasse tanto  logo em seguida.

Bem, nesse episódio vemos um pouco da difícil vida de Shaun (Freddie Highmore, que esta bem mais a vontade no papel neste episódio), todos os seus costumes e dilemas são lembrados e discutidos com os famosos flashbacks que explicam com extrema coesão o desenvolvimento da história deste doce garoto. Vemos aqui que Highmore faz o que ele entende bem, se sobressai sobre os outros atores que continuam bons também.

Na medida em que as cenas foram passando, Shaun tentou se segurar e aprender com o seu cirurgião-chefe (onde ele já deu várias patadas aka Dr.House), mas se pondera e insiste em fazer o bem, suas dicas e o seu conhecimento é bem acima dos demais e o personagem acaba sendo usado como esnobada peça de um tabuleiro voltado as ganancias da maioria dos médicos da unidade onde ele esta estagiando.

Toda esta mistura foi extremamente rica e bem amarrada e fez com que o roteiro desse segundo episódio fosse bem mais desenvolvido (em minha modesta opinião, foi bem melhor que a season première), conseguimos ficar ainda envolvidos com o protagonista e também com o que ele irá representar no hospital onde ele esta trabalhando, espero que o roteiro continue afiado e desafiador tanto para o publico apreciar e também para o protagonista que poderá ser um novo queridinho da TV, pois temos um grande ator que irá carregar a série nas costas (como Hugh Laurie carregou Dr.House com maestria) para que ela seja um enorme sucesso.

Nota para o episódio: 4,5 / 5

Confira a promo para o 3º episódio:

 

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