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Marvel Comics

THOR: RAGNAROK | Divertido momento do filme é homenageado nos quadrinhos

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O último filme do “Trovejante” apresentou inúmeras cenas divertidas e icônicas do “Gigante Verde” e do “Arremessador” e uma em especial, acabou ganhando uma homenagem em “Incrível Hulk #711”.

Lembra da cena em Thor: Ragnarok, onde na arena de Sakaar, Thor descobre que irá enfrentar seu amigo de longa data e fica bastante contente e empolgado com seu novo adversário?

Pois bem, na edição de numero 711 do “Golias Esmeralda”, produzida pela dupla Greg Pak e Greg Land, o novo Hulk (Amadeus Cho) troca de papel com o “Deus do Trovão” e depois de eliminar três oponentes enviados por Warlord, acaba descobrindo que irá enfrentar o filho de Odin no Coliseu alienígena.

 

A exemplo do que acontece no filme (mas em papéis trocados), o Hulk ao ver seu novo oponente, sorri. Warlord então pergunta para o Hulk:

 

“Você se atreve a rir Monstro?”

 

E o Hulk responde:

 

“Eu conheço esse cara! Ele é amigo do …”

 

Mas antes que consiga terminar a frase, a criatura é atingida pelo “Machado” do “Deus do Trovão”.

 

“Preparados para a queda do Hulk?”

Giovanni Giugni (Don Giovanni) é o exército de um homem só, por trás da "Casa das Ideias Nerd". Teve a felicidade de ter como primeiras experiências cinematográficas, filmes do calibre de "Superman" de 1978 e "O Império Contra-ataca". Destemido desenhista e intrépido apaixonado por "Super-heróis", vive disfarçado como um pacato Professor de musculação.

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CONAN, O BÁRBARO | “Gigante de Bronze” finalmente volta para a Marvel Comics

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Finalmente o “gigante de bronze” está voltando para a casa. Publicado pela Marvel Comics nos anos 70, o bárbaro mais famoso do mundo acabou indo para a Dark Horse em 2003 e depois de 15 anos, a criação máxima de Robert E. Howard, está de volta a editora onde ganhou notoriedade, para viver como o renegado que sempre foi.

Em um anúncio oficial, o editor-chefe CB Cebulski, da “casa das ideias”, confirmou que Conan, o Bárbaro está de volta à Marvel Comics:

“De Barry Windsor-Smith a John Buscema, para Neal Adams, uma série de artistas lendários, trouxeram Conan à vida nas páginas dos quadrinhos da Marvel. É um legado que agora vamos viver com o talento de uma nova geração. Estávamos ansiosos pela volta de Conan. Estamos entusiasmados!”

Não foi informado, quem será a equipe criativa do cimério, mas duas imagens foram disponibilizadas como anúncio, uma por Esad Ribic e a outra pelo brasileiro Mike Deodato.

Interessante notar que na imagem do talentoso “Deodato Borges Filho”, o cimeriano está ao lado de personagens atuais como: o “Deus do Trovão” e o Wolverine.

 

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HOMEM – ARANHA | Confira o último arco de Dan Slott à frente do herói

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Desde 2010 escrevendo HQs do Homem-Aranha, Dan Slott está vivendo os seus últimos dias à frente das histórias do nosso amigão da vizinhança. Ele que já fez o Aranha sofrer de diversas maneiras, inclusive trocando de corpo com o moribundo Dr Octopus na fase “Homem-Aranha Superior“, diz que guardou o melhor (ou seja, o mais sofrido), por último.

O próximo arco, que será seu último, se chamará Go Down Swinging e iniciará em Março de 2018. Nele teremos a volta de Norman Osborn como Duende Verde e a promessa é fazer todas as batalhas até aqui do Aranha e do Duende, parecerem “brincadeirinha de criança”.

Agora é aguardar pra ver se a saída de Dan Slott deixará saudade, ou se será um alívio, enquanto isso, confira o vídeo divulgado pela Marvel sobre essa próxima fase que trará uma nova versão do duende, que será o “Red Goblin“, (Duende Vermelho).

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A PODEROSA THOR | Renovando o mito para as novas gerações

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Nunca. Jamais. Chutem a “Casa das Ideias” como se eles fossem cachorro morto. A companhia de Stan Lee já muitas vezes revelou o seu talento para lidar com assuntos modernos. O próprio Lee sempre diz que a Marvel se baseia no “e se fosse” várias vezes. Os temas sempre puxam algo de real, universo fictício sempre foi a praia da DC. E toda vez (como em X-Men e suas sagas impactantes, ou o Homem Aranha com seus problemas com a humanidade) a Marvel ao misturar realidade e fantasia, dá show. Porém sempre uma regra era obedecida, isso nunca chegava ao Deus do Trovão (com exceção da saga da Yggdrasil desenhada pelo brazuca Mike Deodato), essa regra finalmente foi quebrada com A Poderosa Thor (The Mighty Thor, Marvel, 2017).

Dessa vez temos uma situação totalmente diferente. Como resultado de uma saga que realmente, marcou os personagens (Pecados Capitais, 2016), Thor se tornou indigno e perdeu o título de deus do trovão, perdendo com isso o Mjolnir (o que resultou em uma saga sensacional, O Indigno Thor, que também vale nota). Com isso, Asgard entrou em colapso, entrando com os dois pés na Guerra Civil II, dessa vez tendo como base os superseres. Enquanto o reino entrava no inferno, o Mjolnir escolheu uma nova hospedeira do poder divino.

A nova heroína em suas duas facetas

 

E é ai que entra a genialidade dessa saga. Ao trazer de volta um dos personagens mais queridos (e conhecidos atualmente principalmente pelos filmes) Jane Foster. Mas como a especialidade da editora, Jane atualmente está entre a vida e a morte, sendo consumida dia após dia por um câncer agressivo, mas que mantém os laços com Asgard, sendo chamada por Freyja, a Mãe de Todos, para assumir uma posição importante no reino como embaixadora (sim algo como a Princesa Amindala de Star Wars), mas na verdade o que acontece é que devido a um evento que ameaça a sua vida, Jane assume o martelo, se tornando a deusa do trovão.

Claro que isso não melhora as coisas, afinal o Pai de Todos não aceita a nova hospedeira (as leis de Asgard são bem machistas a respeito de deuses) e com isso a cidade mergulha em um conflito com muitas, muitas críticas a regimes ditatoriais. Os jovens Jason Aaron e Russell Dauterman (por incrível que pareça, do estúdio Ultimate) compõe e pincelam uma história trágica (afinal a morte de Jane é mais do que certa) mas com bom humor e excelentes interações (incluindo o fantástico Loki – Agente de Asgard, melhor quadrinho que li em anos).

Jane precisará de muito poder para deter uma guerra

 

Como tudo em uma guerra, o quadrinho desponta em ação. Com a guerra tomando conta da capital, os reinos entram em conflito, e com isso os vilões fazem fila para fazer da vida da nova Thor um inferno. Liderados por Malekith, o elfo negro, a guerra civil entre os planos pega fogo e Jane tem que enfrentar além de sua morte aparente, ainda o risco de morte pelo “serviço” de deusa do trovão. A dualidade é a marca da série que realmente mostra que a Marvel é antenada nas questões mundiais. Imagino o impacto dessa série nessas pobres pessoas, muitas vezes abandonadas nos hospitais, apenas esperando pela morte (e a série mostra isso).

Aliados improváveis e poderosos inimigos

 

Terminando a resenha de hoje, deixo aqui a minha recomendação como leitor de quadrinhos e ponho o meu carimbo e joinha na saga. Com certeza essa vale muito a pena esperar nas bancas (deve demorar um pouco pra chegar aqui) ou comprar encadernada, assim que o volume chegar nas livrarias.

Mesmo o câncer não pode impedir a hospedeira do poder de Thor

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