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RAIO NEGRO | Confira o novo trailer e nossas expectativas para a série!

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“Black Lightning” é um personagem de HQs da editora DC Comics criado em 1977 por Tony Isabella e Trevor Von Eeden. No Brasil, foi traduzido para Raio Negro, mesmo nome do rei dos “Inumanos” da Marvel. Porém, neste caso, não há “cópia” de personagens entre as editoras já que o “Raio Negro” da Marvel em inglês é “Black Bolt”. Pra variar, vacilo da tradução brazuca.

O personagem, cujo nome civil é Jeff Pierce, foi provavelmente o primeiro personagem étnico-politizado da DC Comics que na época dava seus primeiros passos para fora da infantilizada “Era de Prata” rumo às histórias com temas mais adultos. Lembrando que pouco mais de 10 anos antes, Martin Luther King ganhava o prêmio Nobel da paz pela luta pelos direitos civis dos negros nos EUA.

O preconceito contra os negros ainda era muito forte em 1977 e a sociedade muito dividida, quando Raio Negro surgiu para ser o super herói dos negros na editora, assim como a Marvel já tinha seu “Luke Cage” desde 1972. Ao lado à direita, o visual do Raio Negro original, com trajes e cabelo (black power) típicos dos anos 70. Reparem no decote bem parecido com o de “Luke Cage” na mesma época.

Assim como o “Herói de Aluguel” da Marvel, Jeff Pierce também vinha do gueto, porém não de Nova York, mas da fictícia “Metrópoles”, mesma cidade do Superman. Nascido e crescido em “Suicide Scum”, o pior bairro da cidade e que novamente foi erroneamente traduzido pelos brasileiros como “Beco do Suicídio” (afinal se trata de um bairro, e não de um beco), o personagem é um meta-humano com poderes elétricos.

Raio Negro veio para mostrar aos leitores da DC Comics que mesmo pessoas negras e pobres nascidas nos piores lugares, poderiam se tornar não só heróis, mas também pessoas bem sucedidas em sua vida pessoal e carreira, afinal, Pierce acaba por se tornar um ginasta ganhador de medalha olímpica e um professor de literatura e inglês.

O trailer divulgado hoje pelo canal CW nos mostra que, aparentemente, a série de TV do personagem será mais séria e dramática do que as outras envolvendo personagens da editora produzidas até agora pela emissora. E que provavelmente será bem fiel as HQs no tocante à temática.

Apesar de sua origem ter sido trazida da década de 70 para o ano de 2005, a ambientação no gueto e a temática racial será mantida, mostrando a divisão da sociedade nas grandes metrópoles que ainda hoje é visível naquele país apesar dos avanços desde então. Novamente, percebemos que há sim, uma certa “inspiração” em cima das séries urbanas da Marvel como “Luke Cage” e “Demolidor” produzidas pela Netflix. Porém, eu sinceramente, espero que seja bem melhor. E pelo que vi no trailer, as chances são grandes de que isso ocorra (pelo menos em relação a Luke Cage).

Utilizando-se majoritariamente de um elenco  de atores negros, o trailer nos mostra que a princípio a série vai focar em dois momentos diferentes da vida de Jeff Pierce, interpretado pelo ator Cress Willians: Sua origem e atuação como super herói em 2005 e sua vida nos dias de hoje, com duas filhas, Anissa (Nafessa Williams) e Jennifer (China Anne McClain)   que também possuem super poderes. Aposentado de sua vida heróica, Pierce é apenas um bom pai e um bom diretor da escola local. Porém, o crime e a corrupção farão com que ele volte a antiga vida.

A ambientação nos parece muito fiel aos HQs, e o visual dos uniformes, tanto o usado em 2005 quanto o novo construído nos dias de hoje, estão sensacionais e os efeitos especiais também não deixam nada a desejar. Assim como as cenas de ação. “Raio Negro” ainda contará com a atriz Cristine Adams no papel de “Lynn”, a ex-esposa e mãe das filhas do protagonista.

Confira abaixo o trailer:

Jorge Obelix. Ancião do grupo, com milhares de anos de idade. Fã da DC Comics e maior conhecedor de Crise nas Infinitas Terras e Era de Prata do Universo. Grande fã de Nicholas Cage que acha que um filme sem ele nem pode ser considerado filme. Fã de Jeff Goldblum também, e seu maior sonho é ver ambos (Cage e Goldblum) contracenando.

3 Comments

3 Comments

  1. William Peloso

    18 de maio de 2017 at 21:38

    O traje dele lembra o do Ray Palmer, que tá em Legends of Tomorrow. Já estou na expectativa por um crossover com Flash e Arrow hahahahahahaha

    • Jorge Obelix

      18 de maio de 2017 at 22:07

      Não vai ter. Li em algum lugar que não vai pertencer ao mesmo universo.

      • William Peloso

        19 de maio de 2017 at 11:01

        A Supergirl também pertence a outro universo e isso não impediu o Flash de visitá-la e até de trazê-la para o Universo 1 e fazer crossovers

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TITANS | Saiba quem interpretará Mutano na série em live-action

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Ryan Potter, dublador de Hiro na animação da Disney e ator que fez parte de Operação Big Hero, foi escalado para viver o personagem Mutano (Garfield “Gar” Logan) na adaptação em live-action de Os Jovens Titãs.

Ryan atuará ao lado de Brenton Thwaites (Dick Grayson), Anna Diop (Estelar), Teagan Croft (Ravena), Alan Ritchson e Minka Kelly (Rapina e Columba) na série que irá inaugurar o serviço de streaming da DC  Entertainment.

Mutano é um dos jovens heróis do grupo que possui o poder de se transformar em qualquer animal. Quando criança, ele contraiu uma doença em uma expedição na África. Mesmo após ter sido tratado com remédios experimentais, os efeitos colaterais garantiram a ele pele e cabelos permanentemente verdes, além de seus poderes de mutação.

Titans estreia em 2018.

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THE GIFTED | Em apenas 3 episódios, série já diz à que veio

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Em primeiro lugar, obrigado. A matéria sobre Dead Space foi a mais lida na internet nesse fim de semana e foi a minha campeã, trazendo o jogo até para as gamenews mais importantes; esse êxito, galera, é de vocês. Mas a semana começou e, claro, temos que dar continuidade. Hoje trago um assunto diferente, mas nem por isso menos importante. A Marvel sempre, nas palavras de seu próprio mestre e mentor Stan Lee, teve um pé bem fixado no chão apesar de ser uma editora que lida com super heróis e fantasia, principalmente no que toca a questões políticas.

Quando se fala de crítica social, nenhuma equipe no planeta supera os X-Men. A base do discurso (que não é original) de pontos de vista diferentes sobre um mesmo problema, já está aí desde quando os negros começaram a lutar por seus direitos nos anos 60, a partir das ideias de Martin Luther King e Malcolm X. E sim, quando falamos em X-Men não dá pra não falar em minorias: nos pobres, nos imigrantes clandestinos, no controle governamental, nos diferentes pontos de vista, na questão LGBT (praticamente abraçaram o quadrinho) e outros temas sociais tão ou mais importantes.

O maior sucesso do ano, a série The Gifted (FOX, EUA/Canadá, 2017), lida com todos esses assuntos com a precisão de um bisturi cirúrgico, com um time de feras no roteiro poucas vezes visto (são eles: Bryan Singer, dos filmes dos X-Men; Simon Kinberg, o roteirista da atual fase dos mutantes no cinema; Jeph Loeb, criador de obras para o Batman que dispensam elogios, criador da série Heroes; Lauren Shulen Donner e Richard Donner, responsáveis pela produção de tudo relacionado aos mutantes e criadores do primeiro e saudoso Superman de 78 todos sobre a direção do jovem Matt Nix, prata da casa da FOX, entenderam o por que da série mesmo com todo o hype pesadão ser um sucesso?).

O enredo da série é simples, através da experiência da família Strucker, traz à tela com uma ação impressionante todas as complicações que podem ocorrer a uma família normal, quando se tem mutantes. A discriminação e a busca do governo, que por não compreender (e na verdade não saber o que fazer com eles) caça os jovens mutantes como criminosos federais, numa alusão muito forte ao problema das minorias e imigrantes ilegais.

The Gifted traz um elenco bem pensado de uma ponta a outra. Temos romance (o trágico envolvimento entre Marcus e Lorna, que é uma das chaves da série), descoberta dos poderes, tanto entre os filhos do casal Strucker, até os mutantes da Resistência, único grupo entre os mutantes e o governo, que se “degladiam” de forma épica. Aliás o trabalho feito pelo roteiro para demonstrar com cores acinzentadas os dois lados da balança é espetacular, fica difícil ver um lado como mal e o outro como o bem porque o roteiro deixa bem claro que existem vários lados e essa noção não existe.

Em suma, The Gifted é, sem dúvida, a melhor série dos últimos anos, é simples em sua proposta e traz para as telas tudo que um dia imaginamos ver em série quando vimos um filme dos X-Men. E sim, é brilhante apenas com três episódios (se continuar nessa pegada firme, é Emmy na certa), e vamos torcer que a FOX mantenha o hype lá no alto. Um preview exclusivo do episódio 4.

 

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UMA NOITE DE CRIME | Sucesso nos cinemas chegará à TV como série

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Resultado de imagem para uma noite de crimeOs três filmes da franquia Uma Noite de Crime (The Purge) – com um quarto, um prequel, a caminho para o ano que vem – estão entre os títulos mais bem-sucedidos lançados pela Blumhouse, estúdio conhecido por ter filmes de horror de baixo custo gerando um grande retorno. Os filmes (em especial o primeiro) trazem uma ideia completamente diferente e inovadora para as telas e geraram um considerável sucesso financeiro para a empresa.

Para se aproveitar desse momento, a Blumhouse resolveu expandir para a TV este sucesso, e expandir, através de uma série, o mundo criado na franquia. O produtor Jason Blum, em entrevista ao Den Of Geek, contou qual será a diferença da série para os filmes:

Resultado de imagem para uma noite de crime“Estamos trabalhando no intuito de explorar o que é viver o resto do ano em um mundo onde você pode matar alguém em determinado dia do ano. Definitivamente, você pensaria duas vezes, se estiver dirigindo e se mostrar a alguém o dedo ou algo assim. Então, definitivamente estamos pensando em coisas diferentes que podem acontecer em uma sociedade onde matar é legal durante 12 horas por ano. Há muitas coisas nas quais você não pensa. Você poderia cometer um assassinato e, de alguma forma, se ocorreu durante a purgação, não vai pagar por ele. Há muitas coisas que você pode fazer com essa ideia, e estamos tentando pensar em todas essas situações diferentes (que ocorrem) nesse mundo “.

A série, portanto, detalhará o que acontece quando as pessoas não estão liberadas para viver qualquer crime punido o resto do ano. The Purge (sem título em português ainda, provavelmente deverá ser o mesmo dos filmes, Uma Noite de Crimes) estreia nos Estados Unidos em algum momento em 2018 – quando o próximo filme também estará chegando nos cinemas.

Resultado de imagem para uma noite de crime

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