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DC Comics

SUPERMAN | Herói chega a recordista edição 1000!

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Todos precisamos de um fio de esperança. Na DC nenhum símbolo demonstra mais isso que o Superman. Sim eu era um admirador do Batman como muitos de vocês (e gosto mesmo, principalmente dos antigos), mas com o tempo e os maus roteiros, passei para os outros vigilantes de Gotham como Dick Grayson, Jason e Selina, passando também pelas Sereias e um pouco pelas Aves de Rapina (sério nunca fui com a Batgirl, sou fã da Batwoman) mas a DC por mais que se queira fugir, é do azulão. Quem poderia por juízo na cabeça de Bruce, senão uma mente limpa como a de Kal El/Clark? Quem poderia orientar o seu discípulo Dick a ser uma contenção as vezes para o morcego. É galera, Clark é tudo isso.

Preparem-se pra festa.

Preparem-se pra festa.

Passando por esse paradigma, o de ser um alien que tenta ser um humano (a cena final do filme Kill Bill é indelével, aquele diálogo pra mim merecia o Oscar), o azulão é o personagem mais importante da editora, engulam o choro. Se não fosse por aquela antológica Action Comics (atualmente a melhor revista de comics do mundo) em que o azulão levantava um carro para impedir (impedir, NUNCA MATAR…) o vilão da semana que mais uma vez tentava destruir Metrópolis, sua amada cidade.

Desde daí são quase mil edições (número recorde em todos os parâmetros), há uma pequena parte que defende que o herói ficou tão grande, que mereceria o Domínio Público. Só imaginem galera o Supes tendo matérias em editoras como a Image, a Dark Horse Comics, ou até da Marvel! Imagina uma história do azulão pelo mestre Stan Lee! (se bem que ele até tentou mas não pôde usar totalmente o personagem).

Capa da antológica edição 1

Essa data não poderia passar batido. Por isso a DC na sua edição de número 1000, só traz isso: os melhores. Pra começar temos histórias do mestre Daniel Jurgens e Peter Tomasi, já figurinhas carimbadas da revista (e responsáveis diretos por seu sucesso), mas o presente não fica só ai. Paul Levitz, ex-editor do azulão e ex-presidente da DC assinará a edição. E também junto com Jules Feiffer, contará as grandes fases do Azulão passando por Supergirl, Brainiac e a Fortaleza da Solidão (Elza é o @#$%¨&*, kkk), continuando a edição uma história com Geoff Johns e Richard Donner (lembra dos filmes e dos X-Men?) e fechando com chave de ouro, uma história inédita dos criadores Jerry Siegel e Joe Shuster, arquivada na editora desde 1960, a história se chamará “The K-Metal from Krypton” e originalmente trazia o que seria a Kriptonita no futuro, e mesmo naquela época traria a revelação da identidade secreta a Lois. Isso em 1941. Pra terminar vou pôr um pequeno especial em vídeo do Homem de Aço, e que o escoteiro da justiça brilhe por muitos anos.

Um lobo da noite. Um caçador urbano.
Nerd de carteira assinada, acredita piamente que os Sith são do bem e querem apenas trazer paz a galáxia.
Dcnauta desde sempre. Amante de William Gibson e Sapkowski.
Acredita que a verdadeira revolução será feita pelas palavras.

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DC COMICS | Responsável pelo selo “Ultimate Marvel” deixa a “Casa das Ideias” e assina com a concorrente!

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E uma confirmação feita no Twitter da DC Comics pegou todos de surpresa no mundo das histórias em quadrinhos. O quadrinista Brian Michael Bendis, que tem sido um pilar do Marvel Universe há mais de uma década, assinou exclusivamente com a DC Comics.

Para quem não se lembra, Bendis é conhecido por seus trabalhos na editora Marvel Comics tais como Ultimate Spider-Man, Demolidor, Alias e The Pulse. Bendis também é famoso pela criação de sua série chamada Powers, que foi publicada originalmente pela editora Image Comics antes de se transformar no primeiro título da divisão da Marvel chamada Icon.

Junto com o escritor escocês Mark Millar e o então editor da Marvel Bill Jemas, Bendis acabou se tornando o responsável pela maior parte das criações do selo Ultimate Marvel, que reinventa os personagens tradicionais da Marvel para um novo público, sem a bagagem associada de anos de continuidade.

Uma das criações de Bendis, Alias, inaugurou o selo Marvel Max voltado para leitores maduros. Seu trabalho nas séries Powers, Alias, Daredevil e Ultimate Spider-Man acabou lhe rendendo também dois prêmios Eisner de “Melhor Escritor”, em 2002 e em 2003.

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DC Comics

MULHER-MARAVILHA 76 ANOS | Conheça as “mulheres” que inspiraram William Moulton Marston na criação do maior ícone feminino de todos os tempos

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Em 21 de outubro de 2017, o maior ícone feminino de todos os tempos faz aniversário e completa 76 anos de existência. Criada pelo psicólogo e escritor americano William Moulton Marston e fazendo sua primeira aparição em “All Star Comics” número 8, em outubro de 1941, a princesa das amazonas se tornou a mais importante personagem feminina da história.

 

 

Marston, já famoso por inventar o polígrafo, criticou o fato dos super-heróis triunfarem com seus punhos ou poder de fogo. Sua ideia inicial era que sua criação triunfasse com o “amor”. Sua esposa Elizabeth, então sugeriu que ela fosse uma mulher.

 

As grandes inspirações de William Moulton Marston para a criação da Mulher-Maravilha foram a feminista Margaret Sanger, sua esposa Elizabeth e sua amante Olive Byrne.

 

 

Margaret Higgins Sanger, foi uma ativista americana, educadora sexual, escritora e enfermeira, que popularizou o termo “controle de natalidade”.

 

 

Elizabeth Holloway Marston, contribuir ativamente para a criação da “Mulher-Maravilha”. Tanto William como Elizabeth ingressaram no departamento de psicologia de Harvard. William no programa de doutorado e Elizabeth no programa de mestrado na faculdade de Harvard para mulheres. Elizabeth trabalhou com William em sua tese a respeito da correlação entre níveis de pressão arterial e decepção. Ele mais tarde desenvolveu isso no teste de pressão sanguínea sistólica, que foi o antecessor do teste de polígrafo (detector de mentiras).

 

 

Olive Byrne, era a filha de Ethel Byrne , que abriu a primeira clínica de controle de natalidade nos Estados Unidos com sua irmã Margaret Sanger. Conforme relatado por Jill Lepore no livro “The Secret History of Wonder Woman”, Olive foi creditada como sendo a inspiração de Marston, no que se refere a aparência física da icônica personagem. O próprio Marston revelou em uma entrevista, que um par de pulseiras que Byrne usava com frequência, foi a inspiração para a criação dos famosos “braceletes” da amazona.

 

 

FELIZ ANIVERSÁRIO MULHER-MARAVILHA!

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BATMAN | Às portas do “pedido de casório”…guerra assola Gotham!

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Sexta feira 13.  E vamos a primeira matéria do dia. Só pra começar (no estilo “conversando com vocês”, caros leitores), sempre considerei o Charada um dos piores inimigos do morcego. Às vezes, pior até que o Coringa. Que a galeria de vilões do Batman dá pau em qualquer herói, pelo fato de parecerem ter saído daquelas noites de pesadelos ininterruptos, isso nem se fala.

Dá uma olhada em baixo…tem jeito de dar certo?

Mas o Charada, além de lunático, também consegue juntar outros pontos à sua interpretação (muito mal aproveitada nos filmes). Seus desafios lógicos são das duas uma: ou são de duplo mortal sentido (tipo os desafios dos jogos da série Arkham, envolvendo vítimas e puzzles implacáveis, no qual um descuido ou acontecia uma morte ou a sua), ou são as revelações para algum segredo terrível que está para abrir as portas na sua frente. Um convite à insanidade, com certeza.

Eu não tenho gostado das últimas sagas do Batman (a última boa foi R.I.P.), mas reconheço que quando a DC disse através do atual roteirista Tom King (Tom King, Larry King, Martin Luther King…) e o bom desenhista Clay Mann (lembra o desenhista de Death of X, um estilo limpo, à lá Frank Quitely) que iam retornar a Ano Zero (uma saga que deu novas origens mais uma vez pra quase todos os personagens DC) e contar o que aconteceu quanto o Charada dominou Gotham por um ano, criando um atrito com o Príncipe Palhaço. Eu já pensei “prepara que agora vem história boa”.

A cisma entre os principais rivais do morcego começa na história “The Ballad of Kite Man”, uma história na qual o morcego é apenas um passageiro dos fatos, enquanto o jogo de xadrez entre o Coringa e Nigma se inicia. Como vocês sabem, sim essa é a famigerada história que o tal “pedido de casamento” à Selina Kyle de Bruce Wayne se concretiza, mas lá vem a pergunta: quando você tem de um lado a insanidade do Coringa, que faz qualquer um ter um ataque de pânico antes mesmo que algo aconteça e um assassino frio, metodista, que tem crescido pacas nos últimos anos (se você discorda, leia “Silêncio“, melhor saga do Batman em anos) e que usa estratagemas de 3, às vezes 4 ou mais dimensões diferentes, o que é real? Ou melhor, até onde vai os limites do real?

A Guerra de Piadas e Charadas começou na edição 25 de Batman nos Estados Unidos, e terá como headliners o escritor Tom King (que finalmente entrega uma saga de qualidade aos fãs do morcego) e Jamie Cheung como desenhista titular. Por aqui, em terras tupiniquins, deve demorar mais um pouco.

A guerra vai sacudir o mundo do morcego

 

Sintam o naipe da bagunça

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