Connect with us

Críticas

THE GOOD DOCTOR | Freddie Highmore passa ótima reflexão do seu personagem! Crítica do 2º episódio

Published

on

Após um episódio de estreia entre os mais assistidos da TV americana e que possuiu alguns erros e acertos, The Good Doctor teve o lançamento do seu segundo episódio, e que episódio meus amigos!

Confesso que a season Premiere não me conquistou 100% (pra ler ela, clique aqui), mas como eu percebi que poderia ter qualidade no restante da temporada (já que o canal que produz a série encomendou por completo a primeira temporada) eu acabei dando um sinal de esperança, mas eu não esperava que melhorasse tanto  logo em seguida.

Bem, nesse episódio vemos um pouco da difícil vida de Shaun (Freddie Highmore, que esta bem mais a vontade no papel neste episódio), todos os seus costumes e dilemas são lembrados e discutidos com os famosos flashbacks que explicam com extrema coesão o desenvolvimento da história deste doce garoto. Vemos aqui que Highmore faz o que ele entende bem, se sobressai sobre os outros atores que continuam bons também.

Na medida em que as cenas foram passando, Shaun tentou se segurar e aprender com o seu cirurgião-chefe (onde ele já deu várias patadas aka Dr.House), mas se pondera e insiste em fazer o bem, suas dicas e o seu conhecimento é bem acima dos demais e o personagem acaba sendo usado como esnobada peça de um tabuleiro voltado as ganancias da maioria dos médicos da unidade onde ele esta estagiando.

Toda esta mistura foi extremamente rica e bem amarrada e fez com que o roteiro desse segundo episódio fosse bem mais desenvolvido (em minha modesta opinião, foi bem melhor que a season première), conseguimos ficar ainda envolvidos com o protagonista e também com o que ele irá representar no hospital onde ele esta trabalhando, espero que o roteiro continue afiado e desafiador tanto para o publico apreciar e também para o protagonista que poderá ser um novo queridinho da TV, pois temos um grande ator que irá carregar a série nas costas (como Hugh Laurie carregou Dr.House com maestria) para que ela seja um enorme sucesso.

Nota para o episódio: 4,5 / 5

Confira a promo para o 3º episódio:

 

Editor-Chefe do Nerdtrip e Professor de Biologia e Educação Física Escolar. Amante de Animações, Seriados, Games, Ficção, Mundo Mágico, HQs e lunático pela 7º Arte. Entendedor de Oscar e outras premiações frescurites que ninguém liga e repara nos filmes (aqueles detalhes bobos). Ama a 'Trindade' que é conhecida nos 7 cantos do mundo e nas horas vagas escuta aquela música eletrônica para ficar na vibe ou curte também aquele bom e velho rock'n'roll.

1 Comment

1 Comment

  1. Ritinha Angel

    10 de outubro de 2017 at 10:23

    Eu tenho um amigo autista que é engenheiro e inteligentíssimo, mas entendo quando vc diz que o personagem deu patadas eles realmente não tem papas na linguá rsrs. Vou correndo assisti o segundo episódio pois assim como vc, aposto no sucesso da série ela já ganhou meu coração.

Deixe uma resposta ...

Críticas

STAR TREK DISCOVERY | Episódio 05: “Choose your pain” – Crítica do Viajante

Published

on

Mudd original interpretado por Roger C. Carmel na década de 60.

E o episódio de “Star Trek: Discovery” dessa semana, denominado “Choose your pain” (escolha a sua dor) trouxe de volta um velho conhecido dos trekkers de plantão. Trata-se de um velho malandro espacial: “Harry Mudd“. Tal personagem apareceu pela primeira vez no episódio da série clássica “As mulheres de Mudd” e posteriormente em outro denominado “Eu, Mudd” em ambos interpretado por Roger C. Carmel em 1966 e 1967 (1º e 2º temporadas).

Harry Mudd era uma espécie de trapaceiro intergaláctico, mercador de mulheres. Na série original era um bufão, um personagem vilanesco e de certa forma cômico. Agora em “Choose your pain” volta mais sério, mais sombrio, porém sem deixar de ser um malandro nato, dessa vez interpretado pelo ator “Rainn Wilson”, que ficou conhecido por interpretar “Dwight Schrute” no sitcom “The Office“.

No episódio de ótimo roteiro, os “klingons” sequestram o capitão “Gabriel Lorca” (Jason Isaacs) interessados em seu poderoso motor de propulsão bio-quântica. É na cela que Lorca se encontra com Mudd e um pouco do passado do vilão é revelado. Não esquecendo que Discovery é cronológicamente anterior à série original, e portanto, o encontro retratado nesse episódio é anterior aos encontros de Mudd e Kirk.

Na U.S.S Discovery, a personagem “Michael Burnham” (Sonequa Martin-Green) deixa um pouco de ser o centro da trama, apesar de ainda ter grande presença em tela. Aliás essa foi uma das principais reclamações dos trekkers mais conservadores em relação aos primeiros episódios. O primeiro oficial “Saru” (Doug Jones) tem importância vital no episódio ao ser obrigado a assumir o comando da nave na ausência de seu capitão e por isso ter que tomar decisões cruciais e moralmente questionáveis. Na ponte de comando acabamos por conhecer pelo menos os nomes dos outros oficiais graduados para os quais “Saru” dirige suas ordens.

Outro que volta a ter destaque é o engenheiro-chefe “Paul Stamets” (Anthony Rapp), e pelo desfecho do episódio fica claro que sua participação e importância na trama só devem crescer daqui para frente. Anunciado como o primeiro oficial assumidamente homossexual de Star Trek, Stamets ainda não havia dado mostra de sua sexualidade até agora, quando descobrimos quem é seu cônjuge dentro da Discovery (não vou dar spoiler, amigo leitor, você terá que assistir ao episódio para saber). Só não foi dado o “beijo”, mas ficou muito clara a relação entre os dois homens. O beijo provavelmente foi evitado por receio da “rage” dos fãs mais conservadores, mas acredito que no futuro será sim mostrado.

A conclusão do episódio, politica e moralmente correta agradou aqueles fãs que reclamavam até então de que a nova série estava de certa forma danificando a visão de sociedade utópica do criador de Star Trek, Gene Rodenberry. Mas convenhamos, não se chegou àquela “maravilhosa” sociedade de “Star Trek: The Next Generation” sem uma fase de transição. Uma transfrormação desse porte não se faz de um dia para o outro. A federação de Kirk está muito aquém da federação de Piccard e nem está em “tempos de guerra” como está a de Lorca. Entendo que o clima sombrio de paranóia e desconfiança, com oficiais sorumbáticos e pouco amistosos que se estranham o tempo todo, é completamente plausível e até mesmo esperado em uma zona de conflito. E não é por isso que deixa de ser Star trek como os mais radicais andam gritando. Minha classificação para o show se mantém:

Links para as críticas dos episódios anteriores:

Episódio duplo de estréia

Episódio 03

Episódio 04

Continue Reading

Críticas

GOTHAM | Bruce assume a sua segunda máscara! Crítica do 3º episódio (They Who Hide Behind Masks) 4º temporada

Published

on

O circo começa a ser orquestrado em Gotham, claro que este episódio teve poucas cenas de ação ou quase nenhuma, mas ele serviu como um episódio bastante rico no crescimento da “guerra civil” que ocorrerá e também com o jovem e bilionário Bruce Wayne.

Para ser um grande detetive, Bruce/Batman sempre explorou as suas duas máscaras (a máscara do Morcegão e também a do playboy que gasta o seu dinheiro sem dó), isso fica bem definido com os ensinamentos do seu maior parceiro, Alfred Pennyworth (interpretado brilhantemente por Sean Pertwee) que esta indo até pra rua para auxiliar o bat-mirim.

Em contrapartida, temos o retorno de Edward Nygma (o nosso querido Charada, interpretado por Cory Michael Smith) que parece estar com um parafuso a menos por causa do longo tempo em que ficou congelado. Esse descongelamento deixou o Pinguim doido e a guerra entre ele e a Barbara Kean (que retornou dos mortos por causa de um famoso poço) acabou ficando ainda mais aguçada a intromissão do jovem bilionário Bruce Wayne. Percebe-se que neste episódio todos os acontecimentos começam a ter ligação e percebemos que Ra’s Al Ghul (interpretado “estranhamente” por Alexander Siddig) esta manipulando todos os acontecimentos por debaixo dos panos.

Mesmo Gordon tentando pedir ajuda para o Falcone, ele acabou conseguindo esta ajuda, mas da filha dele, Sofia Falcone (interpretada pela belíssima atriz Crystal Reed, ex-Teen Wolf) que acaba vindo para Gotham reinar como mafiosa com o nome Falcone. Com tudo isso, Gotham teve um bom avanço no jogo de poder na cidade sombria, Gotham está demais!

Nota para o episódio: 4 / 5

Confira a promo do próximo episódio, “The Demon’s Head”:

 

 

Continue Reading

Críticas

STAR TREK DISCOVERY | Episódio 04: “The butcher’s knife cares not for the lamb’s cry” – Crítica do Viajante

Published

on

E “Star Trek: Discovery” continua a causar polêmica e até uma certa insatisfação nos “trekkers” mais antigos e conservadores. No quarto episódio, disponibilizado hoje na rede de streaming Netflix, percebemos que a história continua focada na “Amotinada“, a ex-oficial da frota estelar Michael Burnham (Sonequa Martin Green) agora sem patente. Isso incomoda alguns, pois Star Trek sempre foi uma série menos “novelizada”, com arcos curtos e fechados geralmente em no máximo 2 episódios, focando nos diversos oficiais da espaçonave de cada vez. Em 4 episódios de “Discovery” mal conhecemos os oficiais de ponte, a maioria apenas de vista, sem sequer saber seus nomes.

E isso é ruim? Não necessariamente. Creio que Discovery está tentando estabelecer sim, uma trama que se extenderá por um arco maior do que os trekkers mais antigos estão acostumados, e para tanto, está sim girando em torno de “Burnham”.  Creio que esse foco excessivo deva se amenizar no futuro, e assim conheceremos melhor outros personagens secundários mais profundamente. O fato de termos uma trama em cima de uma guerra poderá inclusive aprofundar-se também na personalidade de alguns vilões, como foi feito em “Deep Space Nine“, outra série da franquia que abordou a guerra e que nos apresentou um dos melhores “caras maus”, no caso o Cardassiano Gul Dukat.

E já que estamos falando de vilões, vamos logo colocar o dedo na ferida e falar sobre aqueles que mais estão incomodando os fãs: os “klingons“. Apesar de nos presentear com o surpreendente idioma klingon que realmente é falado por eles nos episódios, a mudança de aparência dos alienígenas provenientes do planeta “Qo’noS” deixou muita gente irada. Eu mesmo já havia me manifestado negativamente sobre essa mudança (leia aqui). Agora nesse quarto episódio, após os mesmos terem declarado que devoraram a capitã Philippa Georgiou (Michelle Yeoh) morta no segundo episódio, novo descontentamento. Pessoalmente não vejo problemas nisso. Klingons sempre foram belicosos e bastante selvagens, e isso não me surpreendeu de forma alguma. E não acho realmente que isso possa trazer prejuízo à tradição de honra que os mesmos seguem.

Outro problema que os roteiristas terão no futuro é sobre o sistema de propulsão bio-quântico apresentado que faz com que a Discovery desapareça e reapareça em qualquer lugar do universo instantaneamente. Muitos torceram o nariz pois tal tecnologia não existe nas séries cronológicamente posteriores. Obviamente que em algum momento da série essa propulsão terá que desaparecer. Provavelmente se mostrará inviável de alguma maneira técnica, e não apenas moral, já que já percebemos que seu uso traz sofrimento à criatura tardígrada que está sendo mantida presa dentro da nave. Contudo, se os impecilhos para seu uso fossem apenas morais, nada impediria que fosse usada por raças menos nobres, como os “ferengis” de maneira clandestina. E isso nunca ocorreu em nenhuma outra série da franquia. Portanto, a tecnologia terá que se tornar inviável técnicamente no decorrer do show. 

Já o clima de tensão e paranóia no interior da Discovery, com capitão e chefe de engenharia se desafiando abertamente, vejo como positivo para o ambiente de guerra em que a série é ambientada. Em minha opinião, isso deixa tudo mais realista, e vejo como muito bem vindo. Fora o fato de já termos visto dois oficiais que aparentemente seriam importantes no decorrer da história morrerem sem muito drama ou choradeira. Aliás, em minha opinião, o uniforme de toda a tripulação poderia ser vermelho, se é que me entendem. Afinal, George R. R. Martin já provou com sua premiadíssima série “Game of Thrones” que desapego a todos os personagens deixa tudo mais emocionante…

Concluindo, a série ainda prende minha atenção e minha classificação para a mesma até agora é de:

Continue Reading

Mais lidos da semana

Copyright © 2017 Nerdtrip. Theme by GNTK Inc., powered by Gancarteek.

%d blogueiros gostam disto: