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Vale a Maratona?

VALE A MARATONA? | O Último Cara da Terra (The Last Man on Earth)

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Quando pensamos em séries e filmes que sejam pós-apocalipticos, onde a raça humana quase não sobreviveu a alguma catástrofe e está batalhando para não entrar em extinção, logo nos vem a cabeça produções sobre zumbis, como ‘The Walking Dead’ ou ‘Resident Evil’, ou com alguma grande catástrofe natural, como no filme ‘2012’. Temos até produções que fazem comédia disso, como ‘Zumbilândia’.

A série que iremos falar hoje trata de um mundo pós-apocalíptico, onde apenas algumas pessoas sobreviveram e se juntaram para tentar prosperar e vencer a solidão. Estou falando de ‘O Último Cara da Terra’, que é produzida pela Fox, criada e estrelada por Will Forte e que já está em sua 4ª temporada.

Primeiramente, vamos a sua sinopse:

Phil Miller era apenas um cara normal que amava sua família e odiava seu emprego no banco. Agora ele parece ser a última alma viva do planeta e a última esperança da humanidade.

O ano é 2020 e, depois que um vírus letal acabou com a vida humana em todo o planeta, apenas Phil sobreviveu. Usando seu carro, ele rodou o país em busca de outros sobreviventes, tendo viajado para todas as cidades dos Estados Unidos, México e Canadá, sem encontrar ninguém.

Enquanto retorna para sua cidade natal em Tucson, Phil chega à conclusão de que é, com quase toda a certeza, o último homem vivo sobre a face da Terra.

O Último Cara da Terra nos trás uma trama simples e hilária. O que você faria caso fosse (ou ao menos pensasse assim) a última pessoa viva na Terra? Começamos vendo Phil fazer várias coisas que temos vontade de fazer mas a sociedade não permite. Podemos morar onde quisermos, ter quaisquer carros, várias obras de arte, viver apenas de cueca e destruir tudo que nos dê na telha.

Em um primeiro momento, parece maravilhoso, até que Phil começa a sentir falta da companhia de outras pessoas, fazendo uma brincadeira com o filme Náufrago, ele se cerca de amigos imaginários, que são bolas de diversos esportes diferentes. Quando ele chega ao ápice da solidão e resolve por um fim a isso tudo, eis que a sorte muda e ele encontra outra sobrevivente, e depois outros mais.

Também é interessante perceber o que pode acontecer com toda a tecnologia desenvolvida pelo homem caso não tenha ninguém responsável por sua manutenção, desde simples sistemas de água encanada até mesmo a eletricidade e combustível.

A cada novo membro que entra para turma, com personalidades totalmente diferentes, novas situações surgem, e pessoas que não tem nada em comum acabam tendo que conviver, pois nesse caso, o ditado “antes só do que mal acompanhado” já foi vivenciado por cada um deles, e não deve ter sido nada legal.

Além de Forte, o elenco principal dessa primeira temporada conta com Kristen Schaal como Carol, January Jones como Melissa, Mel Rodriguez é Todd, Cleopatra Coleman vive érica e Mary Steengurgen é Gail.

Com episódios curtos de 20 minutos e varias situações cômicas vividas por essa turma inesperada, O Último Cara da Terra é uma boa indicação para se assistir com a família ou até mesmo sozinho.

Sou redator, gamer, leitor convicto, em minha biblioteca possuo inúmeros livros. Gosto de games clássicos e novos, sejam eletrônicos ou até mesmo de tabuleiro. Assisto filmes e séries repetidamente e sempre me divirto como se estivesse vendo pela primeira vez. Grande fã de Harry Potter e também da Marvel e DC, sem esquecer é claro de Dragon Ball e Cavaleiros do Zodíaco.

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VALE A MARATONA? | Dark, a anti-Stranger Things

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Um garoto desaparecido, uma cidade se mobilizando nas buscas e muitos mistérios envolvidos! Você até pode achar que já conhece essa história, e que ela se chama “Stranger Things”, mas não: esta é a trama central de Dark, a nova série da Netflix.

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Vamos procurar um demogorgon? (imagem da internet)

As semelhanças com a série fenômeno param por aí. A produção alemã que está com sua primeira temporada inteira disponível tem um tom muito mais adulto (e pesado), mas com uma história tão envolvente quanto.

A séria já choca em sua primeira cena, ao mostrar em detalhes o suicídio de Michael Khanwald. A partir daí as tramas se interligam, e presente, passado e futuro passam a ter uma conexão intensa.

Como é uma produção europeia, o ritmo pode estranhar um pouco quem está acostumado apenas com séries norte-americanas. Porém, as coisas se acertam bem a partir do segundo episódio, e a cada nova revelação a tensão e a curiosidade vão aumentando, deixando o espectador grudado na TV.

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Jonas em busca da verdade – imagem da internet

A série não possui um protagonista claro, e o foco fica nas quatro principais famílias da cidade, Os Nielsen, os Khanwald, os Dopler e os Tiedemann, cada uma com vários personagens, com histórias e personalidades distintas, que ao longo da trama vão sendo revelados aos poucos. Os que chegam mais próximos deste posto são Ulrich  Nielsen  (Oliver Masucci) e Jonas Khanwald  (Louis Hofmann). Ulrich é policial na cidade, e responsável pelas buscas do primeiro garoto desaparecido, que o faz lidar com fantasmas do passado pois seu irmão Mads desapareceu em circunstâncias semelhantes há 33 anos. Porém quando ocorre o desaparecimento de mais um garoto, o mundo do agente da lei vai literalmente andar para trás. Ulrich inicia a série tendo um caso com Hannah, que vem a ser a mãe de Jonas e viúva do suicida do início, e descobriremos com o tempo, possui uma improvável ligação familiar com o filho de sua amante.

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Ulrich Nielsen (imagem da internet)

Todos os personagens da série possuem sua relevância e desempenham papel importante dentro da trama, que gira em torno da onipresente presença da Usina Nuclear de Widden, a mais antiga em operação na Alemanha, criada durante a Guerra Fria, e que conecta todas as tramas da história.

Tecnicamente, a série é excelente. As atuações são bem contidas e seguras. O clima sempre chuvoso e frio do interior da Alemanha e a fotografia escura passam a sensação sombria que a série se propõe, complementada com uma trilha sonoro poderosa. O cuidado estético e de detalhes de cena para cada época temporal é bem visível. Também não se choque com nudez, palavrões e muita violência gráfica (como um garotinho sendo espancado com uma pedra, em detalhes).

 

A trama em si não chega a ser original, porém é tratada com respeito e de forma a prender a atenção do público, não tratando o espectador como bobo, e mostrando conceitos interessantes. Uma história bem amarrada, que no correr do tempo (para frente e para trás) fica cada vez mais intrigante. São apenas 10 episódio, e quando termina, a sensação de impotência que transmite nos deixa agoniados pela próxima temporada.

 

DARK

NOTA : 4 / 5

Emissora original: Netflix
Transmissão original 12/2017
N.º de temporadas 1
N.º de episódios 10

DISPONÍVEL NA NETFLIX? SIM

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VALE A MARATONA? | Contos da Cripta – Terror, mas com muito humor negro!

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A música era característica. A casa era conhecida, quem viveu os anos 90 com toda certeza se lembra. A câmera viajava revelando com rapidez todos os recantos de um casarão abandonado (acharam que não ia ter terror hoje né, se enganaram) até chegar ao porão e encontrar com um excêntrico personagem, um zumbi, que se chamava apenas de Guardião.

Uma série que merecia um reboot

Essa basicamente é a premissa de um dos seriados mais cult e populares já feitos. Chegando a 9 temporadas de intenso sucesso, e sempre com histórias de conteúdo que iam do humor negro e puro sarcasmo, fora o apoio a bandas de metal pesado da época, que fizeram sucesso na sua trilha sonora como Megadeth, Sepultura e White/Rob Zombie, por exemplo. Estou falando de Contos da Cripta (Tales from the Crypt, 1989-96).

Contos da Cripta foi baseado em vários sucessos de seriados que meio que desafiavam a realidade e traziam “realidades insólitas”, o primeiro a apostar nisso foi Twilight Zone (Além da Imaginação), que trouxe a supervisão de feras como George Lucas, John Carpenter e Steven Spielberg, falando em demigorgons muito antes de Stranger Things.

Grandes participações

Tales foi baseada na revista de terror da EC Comics, do mesmo nome. O conteúdo sempre trazia histórias esperançosas e de fé na raça humana, se é que vocês me entendem, fora os comentários bem humorados do zumbi guardião a série era um desfile de monstros, criaturas, bruxas, vampiros, lobisomens e outras histórias.

Muitos famosos de Hollywood atuaram ocasionalmente nesta série: Patricia Arquette (Four-Sided Triangle), Timothy Dalton, Kirk Douglas, Whoopi Goldberg (Dead Wait), Teri Hatcher, Demi Moore, Brad Pitt, Christopher Reeve, Martin Sheen, Michael J. Fox (The Trap), Tom Hanks, Kyle MacLachlan, Arnold Schwarzenegger, Brooke Shields, Mark Ruffalo, Daniel Craig, Roger Daltrey, Ewan McGregor, Iggy Pop, Slash e Malcolm McDowell. Além de outros atores e atrizes em início de carreira, não muito famosos na época, e que hoje brilham no cenário hollywoodiano. Ou seja um grande elenco.

Por aqui Zé do Caixão tentou se inspirar na série

Contos da Cripta pode ser encontrado na internet em alguns sites, e com sorte ainda em DVDs com a série. Vale com certeza uma maratona, e rir dos conselhos impagáveis do Guardião e lembre-se, ele está sempre a espera de vocês.

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VALE A MARATONA? | Liga da Justiça: Os heróis mais poderosos da Terra!

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Não haveria momento melhor para criar uma análise como essa agora. Afinal, depois de uma década de planejamento finalmente o famigerado filme com os heróis DC saiu, e tem recebido boas e algumas não boas críticas.

Porém, mesmo com o lançamento do filme, nada consegue apagar (aliás o segredo da resistência da DC é seu mais que bem-sucedido universo animado) o brilho de uma animação que se tornou um dos marcos da editora/estúdio no atual século. Estou falando de Liga da Justiça, que foi sucedida por Liga da Justiça: Sem Limites (Justice League e Justice League Unlimeted, Warner/DC, 2001-2006).

Seriedade e temas adultos

Tudo começou com uma série, que nos anos 90, pavimentou todo o caminho, também um fenômeno, Batman – The Animated Series, com trilha do genial Danny Elfman e o roteiro do sensacional Paul Dini (que foi o grande responsável pelo morcego dos anos 80, junto com Norm Breyfogle nos pincéis). Com o estrondoso sucesso (não é exagero) da série animada que rendeu dois spin-off (inclusive com a entrada do Robin, Batgirl e Asa Noturna) e diversos filmes. Após o fim da série, Dini começou a criar a série do Superman (outro grande sucesso), daí para a criação da Liga foi um pulo.

O inicio, que deu origem a Liga

Com um enredo forte, e inteligente para uma série que abordava crianças e adolescentes, Liga da Justiça logo se tornou um sucesso. Dini amarrou direitinho todos os pontos e aos poucos para deter uma ameaça vinda do espaço, os heróis mais poderosos da Terra foram se juntando. Com uma fórmula que lembrava Star Trek pela simplicidade do roteiro, mas ao mesmo tempo pela sofisticação (afinal o show do seriado era as intensas origens dos personagens com suas complicadas vidas, a fórmula deu tão certo que até a Marvel copiou a idéia em Vingadores – Os Heróis mais Poderosos da Terra oito anos depois) e nessa tocada gloriosa simplesmente o melhor desenho americano de heróis de todos os tempos foi seguindo.

As tramas complexas lembram muito essa galera aqui

Percebam que é realmente difícil achar pontos negativos na série. É quase impossível achar erros, cada episódio segue como a saudosa série do Capitão Kirk, tendo momentos corajosos dentro do universo de heróis e vilões da DC, e mesmo quando a série entra em tons polêmicos (como um certo tom machista, as vezes), o roteiro e a ótima composição dos personagens faz com que as vezes pareça que você não está assistindo um desenho animado, sem pagar pau demais.

O gênio por trás de tudo

Todas as intrigas e nuances que cercam os personagens e vilões da trama, merecem ser saboreadas com uma maratona se possível. Liga da Justiça é tão bom, tão bom que o desenho chegou a influenciar os quadrinhos em muitas oportunidades. Portanto a minha dica, é depois que assistir o filme nos cinemas, faça depois uma maratona com esse seriado, vale a pena.

Nota para a série animada: 5 / 5

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