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CORINGA | Tudo sobre o vilão mais icônico do Homem-Morcego

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Em outubro deste ano teremos a estreia do filme “Coringa“, contando a origem deste que é, se não o mais importante vilão do Batman, ao menos o mais lembrado. O trailer que você pode ver mais abaixo mostra como Arthur Fleck, um comediante sem muito sucesso, sucumbe à loucura depois de ser humilhado, espancado e as coisas começarem a realmente dar errado, tudo isso acompanhado de um possível diagnóstico de doença mental.

Existiram muitas “versões” do Coringa para o cinema, e muitas outras mais para os quadrinhos. Do piadista incorrigível ao sádico assassino, o Coringa tem muitas faces diferentes que foram exploradas no decorrer desses 79 anos. Vou tentar, através deste artigo, traçar um pouco da história deste vilão que pode literalmente nos matar de tanto rir!

A Origem

Layout original para carta do Coringa planejado por Jerry Robinson

O nome do personagem no original inglês é Joker, como a carta do baralho. No Brasil, a carta do baralho é chamada de curinga, que além de ser uma carta de valor variável, representa o bobo da corte, o piadista, o enganador e o trapaceiro. Mas também temos o termo coringa, significado para pessoa corcunda, feia, desajeitada e defeituosa. Talvez por causa da sua insensatez e loucura (e quem sabe, talvez as deformidades físicas como o sorriso e a pele branca), o tradutor tenha achado melhor manter o segundo termo ao invés do primeiro. Isso já foi causa de muita confusão: Batman – O Filme (o do Tim Burton, veja mais abaixo) saiu com o termo Curinga nas legendas, corrigindo apenas anos depois quando lançado em VHS.

Batman foi criado em março de 1939 por Bob Kane e o roteirista Bill Finger para a Detective Comics 27. Apenas um ano depois, em 1940, o Coringa viria aparecer. Além de Kane e Finger, participou da criação do mesmo o artista Jerry Robinson – embora esse fato seja contestado até hoje. A inspiração de Bob Kane para o Coringa seria o visual de Conrad Veidt em O Homem que Ri e o vínculo com a carta de baralho foi idéia de Finger. No entanto, o visual definitivo do Coringa viria com a criação de Robinson, também amante de carteado.

Conrad Veidt em “O Homem que Ri”

Ilustração original da primeira aparição do Coringa.

Na edição de estréia, o Coringa acaba tendo uma morte não confirmada. Porém, fez tanto sucesso que retornaria para a edição seguinte, tornando-se um dos vilões mais recorrentes do Batman para a época e um dos mais lembrados. Até a edição 12 o Coringa era um psicopata assassino vestido de palhaço, assumindo um lado mais jocoso após a 13ª edição. O tom foi tão cômico que em uma dessas edições, Batman vence o Coringa entregando a ele um cheque que ele não consegue sacar.

Durante a década de 1940 as histórias do Coringa foram em sua maioria de fundo cômico. Somente em 1951, com a Detective Comics 168 que o Coringa ganharia uma história de origem, intitulada “Quem é o Capuz Vermelho?”, considerado um marco para a Era de Ouro. É nela que descobrimos como o Coringa receberia a pele branca, cabelos verdes e lábios vermelhos sorridentes ao cair dentro de um tonel de produtos químicos.

 

O Boicote

Selo de Aprovação inseridos nas “publicações autorizadas”.

Na década de 1950, os quadrinhos foram perseguidos pela mídia e principalmente pelo psiquiatra Fredric Whertam com seu livro A Sedução do Inocente. Embora o alvo inicial tivessem sido histórias pulp de suspense, horror e investigação, os quadrinhos acabaram acusados de corromperem a juventude com conteúdos violentos, racistas e sexuais.

Em 1954 surge o Comic Code Authority um sistema de auto censura criado pelas próprias editoras que afetou drasticamente o Batman na época. O Coringa então se tornaria um personagem totalmente cômico, sem sustos, sem drama, sem crimes hediondos.

Em 1966 foi ao ar pela CBS a série de TV Batman, estrelada por Adam West como Batman e Burt Ward como Robin. A série tinha um tom humorístico bastante elevado, onde nada fazia sentido e tudo era bastante forçado e caricato. Mesmo assim, virou um cult. O Coringa apareceu na série interpretado por Cesar Romero. O ator, conhecido anteriormente por seus papéis de galã, tinha um característico bigode (marca que o ajudou a conquistar sua fama na época) e se recusava a apará-lo. Por isso, a maquiagem toda branca cobria também seu bigode. É possível vê-lo em fotografias que enquadram o rosto do ator. O programa durou três temporadas, até 1968.

O ator Cesar Romero interpretando o Coringa

Ainda nessa mesma época o Coringa apareceria em um desenho animado do Batman que era exibido em horário nobre nos EUA, chamado Brave And The Bold. Mas o personagem não foi muito além disso. Nesse período ele também ficou um pouco esquecido na linha editorial: com exceção de uma ou outra aparição especial (o Coringa enfrentou a Liga da Justiça uma vez), o vilão desapareceria por anos, até a compra da DC Comics pela Warner Bros. em 1968.

Toda linha editorial começava a sofrer alterações para modernizar os produtos da empresa. A equipe criativa começou a contar com nomes importantes, como Dennis O’Neil, Neal Adams, Jim Aparo e os personagens começaram a ter outra cara.

A Piada do Cavaleiro Mortal das Trevas com o Robin

Arte interna de “A Vingança Quíntupla”

Em 1970, a dupla Dennis O’Neal e Neal Adams começaram a reformular o Batman, deixando-o mais sombrio e muito mais próximo do que o conhecemos hoje. Mas foi apenas em 1973 que o Coringa retorna aos quadrinhos, com a história A Vingança Quíntupla, onde trama uma vingança mortal contra antigos companheiros de crime. E esse Coringa psicótico se parece em muito com o vilão dos dias atuais.

Já na década de 1980, a exploração da idéia de loucura do Coringa começa com Batman – Cavaleiro das Trevas, de Frank Miller. Embora o foco da história não seja o Coringa, sua pequena participação mostra o forte vínculo entre ele e o Homem-Morcego.

Capa da versão em português de “A Piada Mortal”

Mas em 1987 teríamos enfim a redenção do Palhaço do Crime, com a publicação de A Piada Mortal, de Allan Moore e Brian Bolland. Com a icônica frase “Sabe qual a diferença entre nós dois? Apenas um dia ruim!”, o vilão tenta tornar o Comissário Gordon insano, torturando-o e destruindo sua própria realidade. Embora inicialmente a história fosse um universo fechado, ela se expandiu e tornou-se canônica, com a Batgirl ficando paralítica para futuramente se tornar o Oráculo. A publicação se tornaria um longa animado de muito sucesso com censura 18 anos.

Coringa mata Jason Todd no arco “Morte em Família”. Arte interna.

No ano seguinte, o Coringa mostraria seu lado assassino mais uma vez, na saga Morte em Família. Ele mataria Jason Todd, o segundo Robin, usando um pé-de-cabra. A violência da cena, o impacto da história e a repercussão entre os fãs marcariam o Coringa e o Universo do Batman.

Com a abertura, Grant Morrison publicaria Batman: Asilo de Arkham. Na história, Batman precisa invadir o Asilo Arkham e enfrentar sozinho seus piores inimigos, com grande destaque para um insandecido Coringa. Sim, você já conhece a história – ela serviu de inspiração para os jogos Batman Arkham Asylum e Batman Arkham City, embora as semelhanças parem por aí.

 

Luz, câmera, ação!

O sucesso de Batman não passou desapercebido e em 1989 a Warner lança Batman – O Filme, dirigido por Tim Burton. O Homem-Morcego é interpretado por Michael Keaton e seu arqui-inimigo, o Coringa, por Jack Nicholson. No longa, Jack Napier já era um bandido, que por acidente cai num tanque de produtos químicos. Ele também tem uma forte ligação com a morte dos pais de Bruce Wayne e consequentemente, com o Batman. A sequência viria três anos depois, mas sem o CoringaMulher-Gato e Pinguim seriam os vilões.

 

Jack Nicholson atuando como Coringa.

 

O Coringa da Série Animada do Batman.

Porém, entre um filme e outro, a Warner resolveu fazer uma aposta baseado no sucesso do filme e resolveu investir em uma animação. Com os traços de Bruce Timm e os roteiros de Paul Dini, seria lançado em 1992 Batman: A Série Animada. Kevin Conroy se tornaria o primeiro dublador a usar duas vozes distintas para Batman e Bruce Wayne e o Coringa ficou marcado pela brilhante interpretação de Mark Hammil (o Luke Skywalker de Star Wars). Ele é o responsável por imortalizar a clássica risada do Palhaço na animação e torna-la referência para as animações seguintes. A série duraria quatro temporadas, mudando de traço e estilo no decorrer dos anos. No entanto, ela foi crucial para o desenvolvimento de Arlequina, a parceira apaixonada do Coringa.

Fan-art de Coringa e Arlequina

 

Capa da edição brasileira de Louco Amor

Criada exclusivamente para a série animada, Harley Quinzel era uma psiquiatra do Arkham que se apaixona pelo seu paciente. A personagem fez tanto sucesso que logo foi transportada para os quadrinhos. Em 1994, Paul Dini e Bruce Timm adaptam os episódios para a graphic novel Louco Amor, contando sua origem. Eles recebem o prêmio Eisner (o Oscar dos quadrinhos) de melhor história naquele ano.

Já em 1996, Chuck Dixon e Graham Nolan trazem Coringa: Advogado do Diabo, uma graphic novel em que

Capa da edição brasileira de Coringa: Advogado do Diabo.

finalmente o Coringa é preso e condenado à cadeira elétrica. Mas o Batman descobre evidências de que o crime não foi cometido por ele. Resta ao herói saber se corre contra o tempo e inocenta o Coringa ou se o deixa ir e se livra de seu arqui-inimigo de uma vez por todas. A trama é no mínimo curiosa.

O Coringa não daria as caras no cinema tão cedo, mas o Batman sim. Com os filmes Batman Eternamente e Batman & Robin (de 1995 e 1997, respectivamente), o cinema tentaria seguir na onda do sucesso das animações, mas as obras foram verdadeiros fracassos, quase condenando a franquia do Homem-Morcego no cinema. Nos quadrinhos, em 1999, a DC Comics daria início à saga Terra de Ninguém, sequência do arco Terremoto. Na história o Coringa ainda cometeria dois crimes atrozes: primeiro sequestraria todos os bebês de Gotham e depois mataria Sarah Essen-Gordon, a esposa do comissário.

 

O Renascer e a Concorrência

Foi apenas em 2005 que Christopher Nolan traria Batman Begins, com Christian Bale no papel de Batman, revitalizando o personagem. O filme reconta a origem do herói, com uma apresentação mais sombria e bem mais realista. O Coringa seria mencionado apenas no final do filme, como um gancho para a continuação, que só aconteceria em 2008.

Nomeada como Batman – O Cavaleiro das Trevas, é considerado por muitos como sendo um dos melhores filmes de super-heróis. O filme traria Heath Ledger como o antagonista Coringa, numa das melhores (se não a melhor) apresentação do vilão para as telas. O ator criou maneirismos e trejeitos específicos para o personagem e sua atuação lhe renderia o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante – póstumo, pois o ator morreria em uma overdose meses antes do lançamento do filme.

Heath Ledger como Coringa

Em 2008 o Marvel Studios lançou Homem de Ferro e o sucesso foi estrondoso. Os filmes da Marvel começaram a bombar na crítica e na bilheteria,deixando a DC pra trás. Para não ficar comendo poeira, a Distinta Concorrente lançou em 2013 Homem de Aço, dando início ao seu Universo compartilhado, baseado no reboot Novos 52 (veja abaixo).

Jared Leto interpretando o Coringa

Em 2016 o Coringa voltaria as telas em Esquadrão Suicida, interpretado por Jared Leto, que havia ganho o Oscar de Ator Coadjuvante por Clube de Compras Dallas. Trazendo um Coringa com tatuagens, próteses nos dentes, vinculado ao crime organizado, totalmente insandecido e sem nenhum sentido em sua existência. O roteiro não ajudou e os fãs foram muito contrários à interpretação de Leto e seu Coringa (que diferente do que o trailer mostra, faz apenas uma participação especial no filme – veja mais sobre isso aqui.), é considerada por muitos como a pior versão do vilão.

Margot Robbie interpretando Arlequina

No entanto, o filme do Esquadrão Suicida trouxe para o grande público a vilã Arlequina, vivida pela atriz Margot Robbie. A interpretação trouxe inúmeros elogios à atriz (que disse ser um dos seus papéis mais desconfortáveis, principalmente em relação ao figurino). Seu vínculo com o Coringa, sua insanidade e sua origem criou sua própria legião de fãs, muitos dos quais nunca sequer tinha ouvido falar na vilã. Não é a toa que a atriz voltará ao papel na nova série do grupo Aves de Rapina.

 

Os reinícios da DC Comics e a série da TV

Em 2011 a DC Comics reiniciou seu universo mais uma vez, com o evento Novos 52. O objetivo era publicar um conjunto de 52 revistas mensais, onde os heróis foram reestruturados e reescritos, deixando-os mais modernos e atuais (e alguns mais bizarros e estranhos, é verdade). Foi nesse período que o Superman teve seu uniforme alterado e perdeu a “cueca por cima das calças”. O Batman não ficou fora desta reestruturação e obviamente nem mesmo o Coringa.

Coringa nos Novos 52. Arte publicitária.

Nesse nova aparição o Coringa se torna muito mais homicida e insano. Ele invade o Arkham e numa conversa com o Mestre dos Bonecos pede que este arranque a pele do seu rosto. Com o rosto todo desfigurado, o Coringa larga sua própria pele lá, pendurada na parede como se fosse uma obra de arte moderna representando um sorriso sádico. Um ano depois ele retorna, recupera a pele antiga e a coloca em cima do rosto, gerando um visual maluco muito parecido com o psicopata do Massacre da Serra Elétrica. Ele mata 19 policiais e vai atrás dos parceiros do Homem Morcego, somente provando que ele é totalmente fissurado pelo Batman.

Enquanto isso, na TV, a Warner prepara uma nova série do Batman, chamada Gotham, que estreou em maio de 2014 e em 2018 foi renovada para uma ultima quinta temporada. Originalmente contaria apenas a história do iniciante policial James Gordon na polícia de Gotham, mas evoluiu e envolveu um Bruce Wayne jovem como também o passado de diversos personagens e vilões do Homem-Morcego, como Mulher-Gato, Pinguim, Charada, etc. Na série o suposto Coringa (interpretado por Cameron Monaghan) dá as caras apenas na quarta temporada. Monaghan faz dois papéis na série: dos gêmeos Jerome e Jeremiah Valeska. Ao que parece, Jerome é um criminoso que tinha tudo pra se tornar o Coringa, mas ainda faltava alguma coisa especial para isso. No entanto…

ALERTA DE SPOILER (selecione o espaço em branco abaixo para ler): No episódio “That’s Entertainment“, Jerome é perseguido por Gordon e até o telhado de um prédio onde leva um tiro e cai para a morte, dando a característica risada do personagem. Os expectadores pensam que Jeremiah estava a salvo do irmão, mas não foi o que aconteceu. Em seu escritório havia um último presente de Jerome: uma caixa contendo um certo gás hilariante que conhecemos muito bem, suficiente para que Jeremiah comece a rir desesperadamente, tornando-se o Coringa. Pelo trailer do episódio “Ace Chemicals“, já temos uma noção sobre o que pode acontecer com o vilão… FIM DO SPOILER.

Mas voltando rapidamente aos quadrinhos, em 2016, a DC “restaura” a cronologia de volta ao status anterior ao da saga Ponto de Ignição, trazendo elementos dos Novos 52 para dentro da cronologia considerada como atual (que na verdade era a antiga e… ah, deixa pra lá…). O Coringa sofreu uma mudança novamente. Logo após a saga da Convergência, durante o arco Guerra de Darkseid (mais precisamente a partir de Justice League #42), Batman senta-se no Trono Mobius, construído por Metron pra viajar no espaço-tempo. De posse de todo o conhecimento dos Novos Deuses, ele questiona ao aparelho qual o nome real do Coringa. E fica surpreso com a resposta.

Arte interna em inglês.

Em Renascimento ficamos sabendo que existem três Coringas. Isso mesmo, três pessoas diferentes, explicando por que sua personalidade oscila de palhaço atrapalhado do crime a um assassino psicopata. Pra se ter uma noção, em Harley Quinn #13, no arco Joker Loves Harley, vemos um Coringa obcecado por sua parceira de crime – tanto que chega sequestrá-la. No arco, ficamos sabendo que o nome deste Coringa em específico é Edwin e ele também começa a contar como se tornou o Coringa

Capa da 1ª edição americana de Batman Cavaleiro Branco

E se isso não fui suficiente pra bagunçar sua cabeça, entre 2017 e 2018 saiu nos EUA a minissérie Batman: Cavaleiro Branco. O trocadilho com Cavaleiro das Trevas, é totalmente proposital. A idéia não é nova, mas é muito bem executada. A intenção é mostrar um mundo onde o Batman perde a noção da realidade e espanca o Coringa na frente das câmeras, da força policial e de seus parceiros. Devido aos remédios que precisou tomar, o Coringa “renasce” curado de sua loucura enquanto o Batman permanece trancafiado no Arkham.

Como se não bastasse, o Coringa passa a atacar publicamente o Batman sobre o mal que ele causa ao invés de combater o crime de verdade. A história, obviamente, se passa dentro de uma realidade paralela e não afeta em nada a cronologia atual, mas é interessante como o Coringa aos poucos vai se tornando um herói aos olhos do publico, enquanto o Batman começa a se tornar injustamente um vilão.

O Futuro do Coringa

Esta não é a matéria definitiva sobre o Coringa. Possivelmente deixamos de lado algumas mídias que o vilão não apareceu ou vários aspectos do personagem que tentamos não lidar aqui: como a ausência de caráter, ou o que torna o Coringa insano. Sim, ainda existe muito mais sobre ele para ser discutido.

Joaquin Phoenix interpretando Coringa

Com a notícia do lançamento do novo filme, a DC e a Warner anunciaram que esta será uma obra isolada, sem conexão alguma com outros filmes do universo do Batman. As imagens que foram divulgadas (e as que vazaram), mostravam um Coringa diferente, com uma maquiagem esquisita, um comportamento no mínimo incoerente mesmo com a insanidade do personagem. As lembranças do Coringa de Jared Leto vieram imediatamente na cabeça e os fãs protestaram.

No entanto, com o lançamento do trailer, algumas coisas mudaram. As cenas do “Coringa estranho” começam a se justificar, vindo de um personagem mentalmente doente e socialmente perturbado. Alguém que começa a perder a razão por que “o mundo está ficando mais louco”. A fotografia é triste e distante. Ele é pressionado, empurrado, e a veia dramática do ator é evidente no trailer, mostrando que ao menos essa foi uma escolha bastante acertada.

Será que este é o sopro de vida que o Coringa precisa para renascer nas telonas? Só o tempo dirá. O novo filme estréia dia 3 de outubro deste ano no Brasil e eu tenho uma insana esperança para este vilão psicopata que aprendemos a amar e odiar.


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Desenvolvedor de sistemas, escritor, jogador de RPG, fanático por jogos de tabuleiro, leitor voraz. Tento salvar o mundo nas horas vagas, mas é difícil por que nunca tenho horas vagas...

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