Connect with us

Conheça um pouco mais...

VALERIAN | As HQs que inspiraram o filme – Conheça um pouco mais…

Publicado

em

Em agosto estreia “Valerian, e a Cidade dos Mil Planetas”, filme de produção francesa dirigido pelo também francês Luc Besson, o mesmo do excelente “O Quinto Elemento” de 1997. Confesso que quando assisti ao trailer, fiquei de queixo caído diante da profusão de belíssimas imagens espaciais, de civilizações futuristas  avançadas e alienígenas extremamente realistas. E, ao saber que o longa foi baseado em uma série de HQs dos anos 70 que inspiraram inclusive George Lucas para seu “Star Wars” de 1977, corri atrás ávido para lê-las.

“Valérian – Agente Espaço-Temporal” foi criado pela dupla formada pelos franceses “Pierre Christin” que escrevia as histórias e  “Jean-Claude Mézières” que desenhava. Foi publicada primeiramente em 1967 na revista “Pilote” e a partir de 1970 ganhou publicação própria pela editora franco-belga “Dargaud”. No Brasil foi publicada apenas em tirinhas no jornal “O Globo” na década de 80, ganhando álbuns próprios somente agora justamente por causa do filme vindouro. Por esse motivo, tive dificuldades em encontrar, tendo que me contentar com a versão portuguesa da publicação.

Tive acesso a seis álbuns de 50 páginas cada, com histórias distintas, porém com a mesma temática futurista. Os protagonistas das histórias são Valérian e Laureline, dois agentes “espaço-temporais”, que como o próprio cargo já diz, viajam através do espaço e do tempo. Ambos trabalham para o governo de “Galaxity”, a capital do “Império Galáctico da Terra”. Num futuro distante, nosso planeta se unificou e se expandiu pela galáxia se tornando um dos grandes impérios do universo.

Não sem antes ter passado por um apocalipse ecológico no ano de 1986, após uma explosão tão violenta que derreteu os pólos da Terra levando a sociedade humana a retroceder a um estado de barbárie que perdurou até o século XXIV quando se reestruturou e voltou a progredir. Lembrando que tais histórias foram escritas em uma época onde ainda não se falava em aquecimento global e a palavra “ecologia” era uma grande desconhecida da população em geral.

O herói da história, Valérian, é um rapaz entre 20 e 30 anos, forte, corajoso, audaz e fiel que aceita ordens superiores sem questioná-las, mesmo quando sente que estão totalmente erradas. É um patriota abobado em um universo onde não existem mais pátrias. Porém sua lealdade ao império é tão grande que me lembrou as histórias do Superman da DC Comics, apelidado de “Escoteirão Azul” pelo Batman justamente por essa obediência cega ao sistema vigente. Valérian também é extremamente machista em relação a sua companheira Laureline.

Sensualidade de Laureline é explorada, porém sem nu frontal.

Laureline por sua vez, é oposto de Valérian. Rebelde e questionadora, costuma seguir sempre sua própria bússola moral e consciência ao tomar suas decisões. Desacata ordens superiores e bate sempre de frente com Valérian, num papel ousado para uma mulher na época. Pelo menos nas edições que li, não há uma menção clara a um matrimônio formal entre os dois protagonistas, mas eles efetivamente são um casal. Não há cenas de sexo propriamente ditas, mas a sensualidade de Laureline é explorada de uma forma aberta, sendo que é comum a personagem aparecer em trajes sumários nas civilizações por onde passam, e eventualmente até nua de costas ou de lado, sem que o nu frontal seja utilizado. Laureline é uma bonita moça com ares de adolescente, porém fica claro que é uma adulta no enredo. A escolha de “Cara Delevigne” para interpretá-la nas telonas me parece bastante acertada. Pelo menos na caracterização física da personagem. Só faltou pintar o cabelo de ruivo.

Os enredos são até legais, porém inocentes e rasos como as outras publicações da época. Sabemos que a dupla de heróis vai vencer e não há margem para acreditarmos que os vilões tenham qualquer chance ao final da história. A ambientação se passa não só no futuro, mas em outros planetas e civilizações, com raças interessantes e bizarras. Os desenhos são firmes e limpos, dando ênfase tanto aos personagens quanto aos cenários e naves, veículos e maquinários futuristas.

Concluindo, “Valérian e Laureline”, como vem sido tituladas as reedições na Europa, é uma leitura interessante, contudo podem se tornar tediosas em determinados momentos, principalmente para os leitores atuais que primam mais pelos desenhos e pelas cenas de ação do que pelos diálogos e pela trama. Em muitos momentos, Valérian nos traz balões de falas grandes, narrativa arrastada enquanto quadros de paisagens, tanto de planetas quanto do espaço sideral com naves e plataformas espaciais são mostradas. Mas é uma obra de extrema importância e cuja leitura é válida pelo valor que tem  por ter inspirado grande parte da ficção científica posterior, inclusive o já citado pai da franquia Star Wars.

Abaixo, assista o trailer do filme que estreia no Brasil em agosto:

Jorge Obelix. Ancião do grupo, com milhares de anos de idade. Fã da DC Comics e maior conhecedor de Crise nas Infinitas Terras e Era de Prata do Universo. Grande fã de Nicholas Cage que acha que um filme sem ele nem pode ser considerado filme. Fã de Jeff Goldblum também, e seu maior sonho é ver ambos (Cage e Goldblum) contracenando.

Conheça um pouco mais...

DIVINITY | Conheça uma das maiores séries de RPG independentes

Publicado

em

maxresdefault-1988104034Algumas séries de jogos chegam ao status de lendas. E quando começamos a falar em jogos algumas franquias, em geral de fantasia conseguem alcançar esse patamar, que só as grandes histórias chegam.

O que um jogo precisa  ter? Uma boa história, um bom sistema de batalhas (caso seja RPG), e bons personagens com muitas variações de destino e caminhos. Apesar de não ser parte dos grandes estúdios (pelo menos não da grande “elite”), a Larian Studios deu ao mundo uma grande série de jogos:  Divinity.

Divinity 1

Um sensacional mundo de fantasia

Divinity pode não ser uma série considerada forte como Elder Scrolls, The Witcher ou o seu concorrente Baldur’s Gate, mas seria uma grande injustiça não lhe dar crédito. Construída totalmente em plataforma independente, embora realmente tenha sido um genérico dos principais games do gênero, a série sobreviveu inclusive aos novos tempos se tornando um dos pilares da nova geração de RPGs eletrônicos (que felizmente continuam muito em alta).

Divinity II

Mesmo em suas primeiras versões, um jogo com muito apelo gráfico

Divinity começou como um jogo de combate isométrico (turno a turno) e conseguiu manter o pique até mesmo com as técnicas de 3d atuais. As histórias geralmente caem sempre nas encrencas com o Conselho dos Sete, uma espécie de conselho “jedi” dos magos do mundo de Aleroth (o mundo base), o nome do jogo vem da capacidade do jogador de se tornar um deus (daí o nome Divinity). Claro depois de muitas e muitas tarefas. Divinity fez escola e influenciou jogos como Pillars of Eternity da Paradox Games, apesar do primeiro ter uma história muito mais pesada que seu pai espiritual.

Divinity-Original-Sin-2

Original Sin 2. Simplesmente espetacular

Divinity atualmente pode ser encontrado para as principais plataformas. Seus atuais jogos, a série Original Sin, com dois jogos é o mais premiado da história dos rpgs atrás de The Witcher, conquistando troféus no mundo todo. Pode ser encontrado tanto na Steam e GOG Galaxy (sendo um dos campeões de vendas com 1 milhão de cópias vendidas em apenas dois meses), com versões para PS4 e XBox One, e é altamente recomendado.

Continue lendo

Conheça um pouco mais...

COSPLAY PIE | Entrevista com a organizadora do grupo! Conheça um pouco mais…

Publicado

em

Salve, salve tripulantes!!! Hoje estaremos conhecendo um pouco mais sobre o trabalho do grupo de Cosplay Pie. E tivemos um bate-papo mega legal com a responsável pelo grupo, Elisa Sartori, que há mais de 10 anos participa deste maravilhoso mundo.

Em conversa, Lila, como é conhecida carinhosamente no grupo, já fez cosplay de vários personagens, inclusive da animação Adventure Time. Ela admitiu também ter um grande carinho pelo hobbie e ressaltou que o mais importante de tudo é se divertir na hora em que você está sendo o seu personagem escolhido.

Nerdtrip (Igor Ops): Há quanto tempo você faz cosplay?

Cosplay Pie (Lila): Então, fazemos cosplays a bastante tempo, eu Lila que organizo o grupo e tal faço cosplay há mais de 10 anos, mas o grupo surgiu tem quatro anos.

Nerdtrip (Igor Ops): Qual foi o motivo que fez você se interessar a começar a fazer cosplay?

Cosplay Pie (Lila): Eu fui em um evento e vi várias pessoas “fantasiadas” e decidi que queria fazer parte disso também! Agora o grupo surgiu porquê queríamos fazer um vídeo especifico de Adventure Time, depois disso mais vídeos aconteceram e foi bem legal.

Nerdtrip (Igor Ops): Quando você começou a fazer cosplay o que seus pais e amigos acharam disso?

Cosplay Pie (Lila): Meus pais acharam estranho, provavelmente pensaram que era só uma fase. Nossos amigos já eram desse meio, então todo mundo aceitou super bem.

Nerdtrip (Igor Ops): E qual foi o seu primeiro cosplay? E como foi a sensação de ir ao evento usando ele?

Cosplay Pie (Lila): Meu primeiro cosplay foi de Anna de Shaman King, foi bem divertido ver as pessoas fotografando e conhecer pessoas com o mesmo gosto para animes, mangás e desenhos… e foi meio assim que o grupo surgiu depois: com pessoas com o mesmo hobbie querendo fazer algo além de desfilar em eventos e concursos.

Nerdtrip (Igor Ops): O que o cosplay trouxe de experiência para sua vida profissional? Você trabalha com isto hoje ou é apenas um hobby?

Cosplay Pie (Lila): Pra vida profissional absolutamente nada, trabalho com coisas completamente distintas de cosplay! Cosplay é levado como um hobbie para a maior parte do grupo também, mas a Nee, que é quem mais me ajuda na organização do grupo e na edição de vídeos, deseja trabalhar com moda e aprendeu a costurar por conta do cosplay, todas as roupas ela própria confecciona! A Papu é fotografa e boa parte do público dela são cosplayers, ela é muito boa no que faz.

Nerdtrip (Igor Ops): Qual é o seu cosplay predileto?

Cosplay Pie (Lila): É uma pergunta difícil… Eu gosto de vários cosplays por vários motivos… alguns pelo trabalho que deram e por eu ter conseguido sozinha fazer ele completamente, outros pela reação dos fãs. Mas… eu vou ficar com o Finn de Adventure Time, mesmo ele sendo super simples, a reação das crianças é incrível e ainda foi com ele que gravei o primeiro vídeo do canal e por causa dele que conheci pessoas maravilhosas J

Nerdtrip (Igor Ops): O que você acha mais divertido na pratica do cosplay?

Cosplay Pie (Lila): Interpretar o personagem por um dia e ser bem feliz com ele, também gravar vídeos e fazer novas amizades

Nerdtrip (Igor Ops): Qual a maior dificuldade que você encontra para a confecção dos cosplays?

Cosplay Pie (Lila): Poutz, encontrar materiais no Brasil é bem complicado né? Também os correios não ajudam muito…

Nerdtrip (Igor Ops): Para você, quais são as maiores dificuldades e desafios de um cosplayer no Brasil atualmente?

Cosplay Pie (Lila): Haha eu falei um pouco disso na pergunta anterior, ops. Mas fora isso, achar lugares para tirar fotos e vídeos, é absurdo mas muitos lugares PÚBLICOS é proibido tirar fotos ou gravar, e eu nem falo de museus onde essa proibição faz sentido, falo de parques mesmo.

Nerdtrip (Igor Ops): Há muito preconceito nesse meio? Mais por parte de quem?

Cosplay Pie (Lila): Há… eu não acho não. Hahah Acredito que tenha exista preconceito porquê a sociedade é preconceituosa sabe? Por exemplo, o caso de cosplayers fora do que seria um padrão, como cosplayers que estão acima do peso ou não tem a cor de pele branca. De forma geral a comunidade procura se manter positiva e tentar incentivar a todos fazerem o cosplay que desejam, independente do tipo físico. Mas sim existem pessoas que são racistas e gordofóbicas no meio, mas não porquê a comunidade cosplayer isoladamente é racista e gordofóbica, mas sociedade é assim e isso também alcança a comunidade entende? Tem diferença.

Nerdtrip (Igor Ops): E fora desse meio? Já sofreu preconceito de amigos, parentes ou pessoas da rua que não entendem?

Cosplay Pie (Lila): Ah, eu não exponho isso pras pessoas do meu trabalho, pois não acho que a maioria entenda, mas Nee fala abertamente disso no trampo dela e é um ponto positivo para ela. Quanto as pessoas na rua, agora está muito melhor, mas eu já tive momentos de cansaço emocional antes mesmo de sair na rua com o cosplay. Era muito comum as pessoas ficarem te seguindo, querendo encostar em você e saber pra onde você vai.  Me gerava um desgaste muito grande. Hoje com mais informação na mídia sobre o que é o cosplay as pessoas respeitam bem mais e são mais educadas. Graças a Deus

Nerdtrip (Igor Ops): Já ganhou algum prêmio?

Cosplay Pie (Lila): Não, eu não gosto de competir em concursos. Faço cosplay pra me divertir e só. O pessoal do grupo também não participa muito.

Nerdtrip (Igor Ops): Qual o seu evento favorito e porquê?

Cosplay Pie (Lila): Sem dúvidas o CCXP, ele elevou os eventos de cultura nerd há outro patamar no Brasil, antes os eventos se nivelavam por baixo e nenhum tentava melhorar, era sempre mais do mesmo, num ciclo sabe? Agora o CCXP ele se diferencia, não só pelas atrações internacionais, mas por trazer um contato do público com os produtores de conteúdo, respeito aos cosplayers com um camarim maravilhoso e lugar para tirar fotos. E ar condicionado.

Nerdtrip (Igor Ops): Acompanha o trabalho de outros cosplayers? Tem algum que leva como referência ou admiração?

Cosplay Pee (Lila): Acompanho o trabalho dos meus amigos do grupo e fora eles eu gosto demais da Yayahan, acho ela maravilhosa. Também tem um canal de cosplayer que eu sigo que é o: https://www.youtube.com/user/Lauzable eles fazem CMVS (cosplay music vídeo) como a gente, e gosto de assistir. Fora dos cosplayers, eu sou absolutamente APAIXONADA pelo Acksonl, ele fazia vídeos incríveis de eventos internacionais, deu uma parada, e está voltando aos poucos. Foi uma grande inspiração pra gente começar a fazer vídeos.

Nerdtrip (Igor Ops): Para finalizar, tem algum conselho para aqueles que estão planejando começar?

Cosplay Pie (Lila): Nossa, tem muita coisa que eu poderia falar hahah por onde começo..? Bom, primeiramente cosplay é diversão, escolha bem um personagem que você goste e se jogue nele! No facebook tem vários grupos de compra/venda/ ajuda ao cosplayer. O youtube também é ótimo para tutoriais, tem canais exclusivamente disso. Vou deixar uns links pra dar aquele help:

Facebook: https://www.facebook.com/groups/vendadecosplays2.0/

https://www.facebook.com/groups/biadixon/

Youtube: https://www.youtube.com/user/dicasdecosmaker

https://www.youtube.com/user/LariihMendesz

E claro não esqueça de ver nosso canal e facebook também ;P

https://www.youtube.com/cosplaypiee

https://www.facebook.com/CosplayPiee/

 

Continue lendo

Conheça um pouco mais...

RED SONJA | A lenda de Hirkânia! Conheça um pouco mais…

Publicado

em

15Robert E. Howard é um dos maiores autores deste século. O escritor norte americano que influenciou Tolkien foi o grande pai da fantasia medieval ou gênero espada e feitiçaria. Começou na revista Weird Tales (espécie de Wizard do início do século 20) onde começou a publicar suas primeiras histórias como A Lança e a Presa (Spear and Fang, 1924) que forneceram a base para a criação de um dos maiores cenários de fantasia, A Era Hiboriana, com suas histórias e divisão política entre os reinos. Tolkien em várias vezes afirmou ser fã de Howard e seus personagens.

Apesar das histórias do bárbaro Conan iniciadas na história A Fênix na Espada (The Phoenix on the Sword, 1932), atualmente uma outra personagem também criada pelo mesmo autor de histórias pulp (como Richard Conan Doyle e Edgar Allan Poe), mas que acabou fazendo sucesso nas mãos da Marvel Comics. Estou falando de Sonja, A Vermelha, ou Red Sonja. Inicialmente criada como uma espécie de guerreira amazona livremente adaptada do conto Red Sonya de Rogatino, conta a história de uma garota que tendo sua vila invadida por um grupo de mercenários para o qual seu pai trabalhava, é violentada (é uma história um tanto pesada) e deixada pra morrer em uma vila em chamas. Isso atrai a atenção de uma deusa piedosa que lhe presenteia com uma espada e uma maldição: Sonja só poderia ter relações com pessoas que a derrotassem em combate, tendo que levar uma vida quase casta. Dessa maneira ela focaria todas suas atenções no combate, cruzando espadas e se aliando ao bárbaro por muitas vezes.

Em 2013 a heroína caiu nas mãos da escritora Gail Simone (Vampirella, Grayson, X-Men, Supergirl)  agora pela editora Dynamite e ganhou finalmente uma nova origem, sendo adaptada aos novos tempos. Sonja mantém os seus títulos, “Demônio de Hirkânia” ou “Maldição de Hirkânia”, devido ao que aconteceu, mas Simone readaptou a heroína, com ela se comportando como uma bárbara (real por que a dona não tem muito estudo) e a aproximando mais do estilo de Conan, sendo mais liberal com a farra, a bebedeira e o sexo. A nova versão agradou os jovens em cheio, se tornando mesmo que para uma editora independente, um grande sucesso.

Na sua nova origem, Sonjita é uma aprendiz de arqueira que vive com a família nas florestas da Hirkânia e que é atacada por um grupo de mercenários liderados por um líder tribal chamado Rykar que assassina os pais da menina e foge. Usando as técnicas de arco que o pai lhe ensinou,  Sonjita mata um a um os mercenários até chegar no lider que tem sua cabeça decepada. O episódio faz com que a guerreira ganhe o nome pela qual ficou conhecida, devido aos cabelos naturalmente vermelhos. O seu nome completo ganha anos depois ao se tornar escrava de um rei sem escrúpulos, sendo usada como gladiadora juntamente com uma outra guerreira chamada Anisia Negra. Após a primeira apresentação ela passa a se apresentar como Red Sonja. O quadrinho, chamado pelos fãs de “versão V2” ou reboot se tornou um grande sucesso.

Atualmente Sonja continua sua saga, que rivaliza com a do colega bárbaro que também está em uma editora independente (Dark Horse Comics) e mesmo sendo um pouco difícil de encontrar (talvez versões encadernadas) continua sendo por aqui um grande sucesso.

O reinicio com arte de Amanda Conner na Dynamite

 

Com Conan onde na nova editora teve já várias parcerias

O reinicio com a edição 0

O passado nas mãos da Marvel

Uma foto mais…sensual da moça (escolha minha)

Continue lendo

Mais lidos da semana

%d blogueiros gostam disto: