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VINGADORES: GUERRA INFINITA | Contagem Regressiva (Faltam 14 dias)

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Em 2010, a respeitada revista Times, enquadrou a Graphic Novel Watchmen, de Alan Moore e Dave Gibons, no rol dos 100 melhores romances publicados desde 1923.

Desse modo – e ainda com base no livro Quadrinhos e a Arte Sequencial (Martins Fontes), do mestre Will Eisner; e nas seminais obras, Desvendando os Quadrinhos e Reinventando os Quadrinhos (M.Books), de Scott McLoud – podemos, sem muito medo de errar, classificar as revistas em quadrinhos como uma espécie do gênero Literatura.

Nesse sentido, sabe-se que toda obra literária, quando adaptada para o cinema ou televisão, necessariamente precisa sofrer algumas alterações para que caiba no novo formato.

A adaptação de livros propriamente ditos para as telonas não é coisa nova. Segundo registros da história do cinema, o primeiro livro a ter uma cena retratada em película foi Trilby (Gerald du Maurier, 1894), no curta metragem de 22 segundos chamado Trilby e o Pequeno Bille, em 1896 (o segundo foi Cinderela, de 1899).

De lá para cá, a comunicação entre Literatura e Cinema só cresceu, com certo equilíbrio entre obras bem ou má-sucedidas (após nossa Contagem Regressiva, podemos fazer uma série de matérias sobre as obras literárias adaptadas para o cinema, o que acham? Comentem e deem sua sugestão!).

Já os quadrinhos penaram para conseguir boas adaptações cinematográficas: salvo exceções como os dois primeiros filmes do Superman, com Christopher Reeve (1978 / 1980 (desconsiderando os fracos Superman 3 e 4, de 1983 e 1987) e, em menor grau, os dois filmes do Batman por Tim Burton (1989 / 1992). Depois disso foram muitas tentativas fracassadas (veja alguns exemplos em “Contagem Regressiva” do dia 04 de abril, “Faltam 22 dias”).

Após 10 anos de inquestionável sucesso das adaptações dos super-heróis Marvel para o cinema, e estando prestes a estrear Vingadores: Guerra Infinita (que em termos de pré-venda de ingressos já vendeu mais ingressos antecipados do que todas as outras produções Marvel somadas!) é interessante ver as mudanças que os personagens tiveram que sofrer para terem sua versão live-action de forma bem-sucedida.

Ao longo de nossa “Contagem”, já tivemos a oportunidade de ver alguns exemplos (Gamora, Nebulosa, Drax, Warlock, Viúva Negra, Gavião Arqueiro, Guardiões da Galáxia etc).

Hoje vamos iniciar uma série de 4 matérias sobre alguns dos personagens principais da Marvel, tanto nos quadrinhos, como no cinema.

O primeiro é Thor.

Como esclarecido na “contagem regressiva” do dia 26 de março, “faltam 30 dias” e na do dia 04 de abril, “faltam 22 dias”, a caracterização, personalidade e nível de poder dos personagens em live-action dos Vingadores seguiu, primordialmente, o universo mais “realista” proposto por Mark Millar em Os Supremos. Mas, a história em si – Thanos atrás das Joias do Infinito para matar metade do universo – é literalmente inspirada em Desafio Infinito.

Na Desafio Infinito dos quadrinhos, Thor, que lá normalmente mantém o rosto liso, cabelos compridos, tinha adotado uma longa barba “hipster”, como nos filmes; estava usando um elmo, portando seu martelo mágico e tinha um alter-ego completamente diferente do clássico Dr. Donald Blake (conforme criado por Stan Lee), ou seja, Eric Masterson.

Nos filmes – assim como no universo ultimate – Thor não tem alter-ego. Além disso, na produção cinematográfica, o Deus do Trovão está cego do olho direito, cabelo cortado (o que ocorre numa cena hilária do último filme) e desprovido de seu Mjölnir, destruído por sua “irmã”, Hela, a deusa da morte (desculpem o Spoiler para quem ainda não assistiu Thor: Ragnarok!).

Interessante que, na literatura nórdica, Hela é filha de Loki, ou seja, sobrinha de Thor; quando Stan Lee a adaptou para os quadrinhos, não entrou em muitos detalhes sobre sua origem. Nos filmes, ela é filha de Odin e, portanto, irmã de Thor. Confuso, não?

A barba de Thor nos quadrinhos só surgiu por um tempo e em função de uma batalha no reino dos Celestiais, na qual o herói foi envelhecido algumas centenas de anos ao trespassar um portal cósmico enquanto enfrentava um inimigo. O adversário acabou se transformando em um esqueleto envelhecido, ao passo que Thor apenas ganhou uma barba espessa!

A mudança dos poderes do Thor depois de Thor: Ragnarok – no qual ele invoca trovões e relâmpagos diretamente com as mãos e está sem martelo – incomodou alguns fãs mais apegados ao material original, mas, por outro lado, abre uma perspectiva interessante para o personagem, conforme defendido pelo próprio Chris Hemsworth, que dá vida ao filho de Odin.

Amanhã, falaremos do Visão e sua complicada origem e desenvolvimento.

Sabiam que, no enfrentamento a Thanos, o personagem estava numa fase completamente “branca”? Curiosos para saber por que?

Então não deixe de viajar com a gente!!

Até breve!!!

Confira as outras matérias com curiosidades e a contagem regressiva para Vingadores: Guerra Infinita!


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